20 de jul. de 2010

O Mochileiro

Meu nome é Andrei, tenho 23 anos. Estou rodando o mundo de mochila nas costas. Deixei para trás uma vida de esportista, era nadador, e dos bons. Mas a rotina de treinos e competições me fez questionar de que juventude me lembraria quando mais velho. Seriam só treinos e competições. Sem tempo para namorar, estar com amigos conhecer o mundo além dos ginásios. Então terminada a faculdade de educação física resolvi viver outra vida, uma vida que eu nuca soube qual era, desejo conhecer o mundo, viver lugares e pessoas.



Escolhi este modo de viajem por acreditar que seria mais fácil conhecer pessoas intimamente, ver de perto as paisagens, além claro de economizar grana.


Ah. Deixa me descrever. Tenho 1,90, corpo atlético e esguio. Típico nadador crescido em piscinas. Longos braços e tórax quase maior que as pernas. Sou meio aloirado e tenho olhos verdes, faço certo sucesso entre homens e mulheres, um par de coxas grossas e um cacete de 22 cm ajudam muito nisso. Tenho pouca experiência sexual devido há por muito tempo, não ter tempo. Até começar a viagem meus namoros e trepadas se restringiam a nadadoras da equipe e alguns treinadores que curtem os alunos. Eu adorava comer e dar pra treinador, além claro colegas de treino ou equipe. Na falta de buceta ou qualquer que seja a preferência quando concentrados jovens atletas acabam uma hora ou outra vivendo certas sacanagenzinhas pra desanuviar, ou melhor, baixar o fogo, esvaziar a porra do saco. Srsrsrsrsr. Agora estou solto na buraqueira, o que vier eu traço, homem, mulher, coroas, jovens. E estou disposto a não me negar nada. Vou comer, fuder, dar o cu, fazer o diabo a quatro, tudo que caiba neste ano que reservei para me apresentar e conhecer o mundo.


Viajo normalmente de carona ou trem, estou na Europa, Sul da Franca, cidade de Dordoni, pequeno burgo abrigado por uma linda e monumental falésia, cheia de castelos, faz um mês que estou aqui, trabalho como garçom num café, em meio à principal Praça do Burgo. Lugarzinho muito charmoso. Turística cidade onde muitas aventuras vêem a mim. Sem eu sair do lugar. Mas embarco tranqüilo em todas que me parecem excitantes e novas.


Como mochileiro me apraz estar só. Às vezes penso em amigos, amigas ou amantes da outra vida, mas curto descobrir meu lugar sozinho. Tudo acontece quando você esta só. Então você não deve nada a ninguém. Vou contar algumas historias todas rápidas e curtas, começo meio e fim. Este é primeiro por isso mais longo. Começo contando a historia de minha chegada.


Sai do Brasil no fim de nosso verão, na Europa começava a primavera, talvez seja a época que o continente está mais bonito, as pessoas sorriem e gente de todo o planeta se encontra para festejar o velho continente. Cheguei destruído por viajar na classe executiva, desaconselho a qualquer um com mais de metro a meio a viajar numa econômica. Praticamente viajei mordendo os joelhos. Peguei minha mochila na esteira, encarei os procedimentos de aduana e imigração, em meia hora estava do lado de fora do Charles De Gaulle. Sorri para Paris. O dia era lindo. Peguei um trem para o centro da Ilê de Paris, onde ficaria hospedado num Albergue. No trem sentei na janela para ver passando rápido o subúrbio da Cidade Luz, na primeira parada entra um executivo com a habitual elegância francesa, trajado um terno bem cortado e sapatos com ares de caros. Era alto como eu, loiro de olhos muito azuis, porte de atleta, aparentava 40 anos. Sentou ao meu lado, me cumprimentou. Tirei os fones do mp3 para responder-lhe. Ao perceber meu sotaque, me perguntou de onde era. Ao falar Brasil percebi um sorriso com ares safados. Brasileiros têm fama de foliões. Respondeu-me que eu parecia inglês, Sorri dizendo que não era tão mal assim. Sei que franceses não morrem de amores por britânicos. Perguntou-me o que eu ouvia. Disse que ouvia a bela primeira dama francesa. Carla Bruni. Chamou-me de sedutor, que estava tentando ser simpático a um nativo. Perguntou-me perguntei o seu. Cristophe Martineau, respondeu. E nos cumprimentamos.


Quando perguntou aonde eu iria me hospedar, ao ouvir a resposta me ofereceu estadia em seu apartamento num elegante bairro da Rive Guache. Surpreendi-me e sério olhei para ele e perguntei.


-Porque me chama para sua casa, se não me conhece direito? Que devo fazer para merecer tal honra e cortesia?


-Já viajei muito de mochila, te achei simpático, educado e bonito.


-Ah bonito? Então entendi o preço da hospedagem.


-Não estou pedindo sexo em troca. Mas se vier será bem vindo.


Bom! De fuder eu sempre to afim. Não seria mal ficar num bairro elegante e viver um pouco da boa vida francesa, o cara é gostoso. Que mal faria? Topei. Imediatamente ele pegou o celular e desmarcou uma reunião. Descemos, antes de entrar de na ilha de Paris e pegamos um taxi em direção a sua casa. No caminho se notava seu entusiasmo, cara muito cortes, tava começando a gostar mais dele e já deslumbrava uma boa foda.


Na entrada de prédio notei logo a elegância do prédio. Entrando no apartamento imenso, fiquei abismado com o requinte do lugar. Pensei. O moleque se deu bem, hospedagem de primeira. Logo que chegando ele me apresentou aos empregados e disse-lhes que eu passaria uma temporada com eles. Fui conduzido a uma suíte decorada com muito bom gosto. Minutos depois batem na porta, estava eu enrolado numa toalha, pensava em tomar banho e me refazer da viagem. Era o Cristofophe. Se desculpou por incomodar. Falei que era bobagem a casa era dele, o convidei para entrar. sentamos num pequeno conjunto de sofás ao lado da lareira. Ele começou as boas vindas e notei seu olhar para o meio das minhas pernas, sem perceber eu as tinha aberto demais e deixava exposto meu cacete.


Ele percebeu que notei, abri um pouco mais as pernas. Perguntei-lhe.


-Não quer ver mais de perto? Disse isso com a cara mais sacana do mundo.


-Se você deixar!


Levantei e fui ate sua poltrona. De pé frente a ele, tirei a toalha, ficando completamente nu de pé com o pau meia bomba.


-Deixo por que também quero.


Ele me olhou nos olhos. Os seus tinham um brilho de tesão, me segurou pelas coxas, puxando-me de encontro a ele, seu rosto se encontrou com meu púbis, ele esfregou se nele, aspirava o cheiro, me envergonhei devia estar com cheiro de ontem. Mas seja por ser Frances e não tão apegado a banho como nós, ou por simples tesão em cheiro de homem, ele se disse deliciado com meu cheiro. Foi subido devagar por meu corpo, passando pelo abdômen, peito, pescoço onde de novo aspirou o cheiro e me deu um beijo seguido de uma deliciosa linguada. Ficou de pé colado a mim. Só ai notei que não era da minha altura, devia ser uns 10 cm mais baixo, talvez pelo termo eu o tenha julgado mais alto. Levantou seu rosto e procurou minha boca. Até ai eu não tinha me movido. Ao sentir o roçar de seus lábios nos meus, o abracei com desejo, meus braços longos apesar do físico robusto dele pareia poder dar duas voltas por seu corpo. O beijo era forte e másculo, sua barba cuidadosamente mantida por fazer, me arranhava a face, suas mãos percorriam meu corpo tentando consciência dele em um único instante.


No abraço eu lhe tirava o terno. De repente me separei de seus braços, pedi-lhe que me deixasse vê-lo. Com carinho fui lhe despindo e descobrindo um belo corpo maduro, um homem inteiro, pleno de seus atributos, de sua masculinidade. Elogiei seu corpo, branco como mármore, com pelos finos e lisos, diferente do meu crescido na água sem pelos naturalmente. Respondeu-me ser devido a pratica de tênis, durante foi profissional. Seus braços e pernas fortes provavam isto. Pedi que tomasse banho comigo. Sorriu dizendo que achava engraçada a mania de banhos dos americanos. Disse que era herança dos índios o prazer pelo banho, que se fossem pelos Europeus que nos colonizaram com certeza não gostaríamos tanto. Chegamos ao banheiro, ou melhor, a sala de banho toda feita em mármore e com a indefectível ducha francesa. Como será que conseguem se ensaboar e lavar ao mesmo tempo, que coisinha ridícula.


De novo nos juntamos num abraço, agora estávamos duros, nossos paus disputavam espaço, o dele pouco menor que o meu, babava tanto quanto, sentia quando desligávamos a água, que a lubrificação nos ajudava a nos esfregarmos. Fomos ainda molhados para a cama e rolamos nela bom tempo. Até que ele se abaixou e em direção ao meu pau. Ia me beijando os mamilos, as axilas, mordia de forma delicada meu abdômen. Estava gemendo de tesão quando ele passou a língua na cabeça de minha rola, que segurava com mão forte. Depois de um tempo mudei de posição, formando um 69 e abocanhei com vontade sua rola. Sua linguava passava do meu pau a meu cu, eu quase gritava de desejo naquele homem de terno.


Seu dedo procurou meu rabo. Tremi quando ele juntou a sua língua em carinhos no meu cu. Fazia tempo que não dava, sabia que daria naquele pra aquele cara ali mesmo. Com sua boca e pra sua boca eu abria minhas pernas. Vendo meu desejo ele aproveitou e me forçava o pau na boca, em pouco tempo ele já bombava quase me fazendo engasgar, eu fazia o mesmo nele enquanto ainda com o dedo me massageando, entrando e saindo de meu rabo ele me chupava e eu o fudia a boca.


Tempo depois ele me pôs de quatro em cima da cama, passou a cabeça do cacete já encamisado na entrada de meu anel. Forçou de vez a entrada da cabeça, me fez ver estrelas, uma dor absurda. Perguntou-me se queria que parasse.


-Para nada porra, mete. Disse em português, depois traduzindo para o francês


Ele começou a entrar de novo, dessa vez devagar. Estava ficando bom, a dor passara. Me vi rebolando pra ele e pedindo mais. Em minutos ele já bombava forte e rápido. Tava delicioso sentir aquele cara dentro de mim, me segurando forte pela cintura e metendo gostoso demais. Me pôs de frango assado, me olhava cheio de tesão, me beijava. Mais algumas estocadas e senti que ele gozaria. Pediu-me gozasse junto, pedi que gozasse primeiro, queria comer ele também. Gozou em cima de peito, jatos tão fortes que me melaram a cara. Deitou-se sobre meu corpo nos melando com sua porra. Beijava-me carinhosamente, meu pau ainda duro entre suas coxas. Passaram-se dez minutos e eu ainda duro entre elas. Ate que de novo o chamei para o banho. La o ataquei como macho o forçava a me mamar. Ele fazia com vontade, gostava de ser submisso também. O levantei e o beijei, depois o encostei contra a parede e lhe chupei o cu, ele delirava e rebolava na minha cara. De novo colado as suas costas, mordia sua nuca, em meu ralo Frances de cama, falava putaria em seus ouvidos. Brincando me pediu que lhe falasse palavrões em português. Ai me acabei, fui de putinha safada pra baixo.


Ensaboei seu rabo, vesti a camisinha e enfie com força me vingando de sua entrada em mim. Adorei sentir seus gritos de dor, sabia que devia ter doido mais que em mim, pois eu era maior e mais grosso. No seu ouvido falei.


-Viu filho da puta, o que é um cacete? Rebola pra mim sua piranha.


Sabia que ele não entendia porra nenhuma, mas devia gostar do som das palavras, pois não parava de gemer a cada uma dita. Com as mãos lhe fiz rebolar em minha vara. Sem esperar comecei a bombar. Peguei suas pernas e o fiz as cruzar em minha cintura, Com meus braços o segurando e apertando-o contra a parede. Socava sem do, entrando e saindo completamente de dentro dele. Fiquei vários minutos assim. Surpreso o vi gozar sem se tocar. Minhas pernas já não agüentavam mais seu peso e minha excitação, senti meu gozo se aproximar. O pus de joelhos perante meu cacete. Enfiei em sua boca lhe segurando a cabeça. Gozei parte dentro de sua garganta e parte em seu rosto. Ele ficou impressionado com a quantidade de porra. Sentei exausto no piso do banheiro, ele entre minhas pernas limpando o resto de porra em meu pau. Lavamos-nos. Fizemos uma refeição.


Na hora que nos despedimos, pois ele iria ao trabalho e eu pensava numa volta pela cidade. Ele ia deixar um maço de dinheiro em minhas mãos. Devolvi-lhe, falei que bastava a hospedagem, iria procurar um emprego de garçom ou barman pela cidade, não precisava do dinheiro dele. Ele achou estranho. Mas eu estava achando bom demais já ter um lugar elegante como aquele para ficar, com refeições e sexo incluso, se aceitasse a grana dele, seria apenas um sex boy para ele. Preferia ser hospede, preferia estar livre.


Contarei mais a seguir, é só o começo.

19 de jul. de 2010

James Franco

James Franco


• Nome completo: James Edward Franco

• Data de nascimento: 19 de Abril de 1978

• Local: Palo Alto – California - EUA



O Belo começou a fazer aulas de interpretação para superar a timidez, quando cursava a Universidade da California. Seus familiares largou a faculdade ´para se dedicar as artes dramaticas. Com afinco para vencer em Hollywood, seu maior sonho. Cursou o prestigiado Robert Carnegie´s Playhouse Westprimeiro papel veio numa serie chamada Freaks and Geeks, a série não foi a frente, foi cortada no primeiro ano. Mas a carreira de Franco não, esta sempre em ascensão, seja por seu talento ou por seu belo rosto classico que nos remete a galãs do passado, seu corpo atlético e seu sorriso de derreter iceberg.  Em 1997 estréia na TV e 1999 no cinema com Nunca fui Beijada. Por meio de Nicolas Cage que produziu Sonny, ele fez um ex militar que após voltar da guerra passa a viver como gigolô.

Seus longas de maior sucesso são os da serie Homem Aranha, onde interpreta Harry Osborn, mas em Milk mostrou que não é só carão e corpão. Em Milk ele atua de verdade, sem depender de seu porte gala, nos conquista com sua entrega ao papel. Claro que toda vez que ele aparece em cena a gente se mexa um pouco na cadeira. O sorriso do cara é de matar.



Filmografia

• Milk

• Homem Aranha

• Homem Aranha 2

• Homem Aranha 3

• Sonny

• O Resgate dos Soldados Fantasmas

• O Macaco

• Tristão e Isolda

• Annapolis

• A Rapariga Morta

• Comer, Amar, Rezar

• Express

Galera sou fã numero 1 do Spiderman, tenho coleção de boneco, todos os HQ, mas quando o Duende Verde é o James Franco torço por ele, nem ligo se o Spiderman se fuder. Quero mais é ver esse gostosão com esse bocão sorrindo. Kkkkkk, Até como fã consigo ser puto. Rsrsrsr.

17 de jul. de 2010

Milk

Milk

EUA 2008
Diretor Gus Van Sant
Roteiro Dustin Lance Black

Elenco
Sean Penn
Emile Hirsch
James Franco
Diego Luna


Sinopse

Harvey Milk e seu namorado mudam-se de New York para San Francisco em 1972. Tinham em mente abrir uma loja de fotografia. Vão morar na Rua Castro. Nessa época os gays não eram bem recebidos. Milk resiste, torna-se político após muito esforça e o todo o bairro e a cidade viram referencia na luta pelos direitos homossexuais.

O filme foi indicado ao Oscar de 2009 em 8 categorias: Melhor filme, melhor diretor, melhor ator Sean Penn, melhor ator coadjuvante. Roteiro original, trilha sonora original, figurino e edição de imagem. Venceu de melhor ator e melhor roteiro original.

Curiosidade


Marco Ribeiro, pastor evangélico, que costuma ser o dublador de Sean Penn no Brasil, recusou-se a fazer esse trabalho nesse filme afirmando que não se sentia a vontade para fazer o filme. Será que foi homofobia? Espero que não, vindo de alguém que na visão de muitos está na condição de porta voz de Deus.

Comentários

Delicioso o filme, mostra uma San Francisco que para nós hoje parece impossível, uma Frisco preconceituosa. Difícil que crer que a Capital gay do mundo tivesse sido assim um dia. Mas a grande importância do filme é trazer a conhecimento público e mundial a luta de um cara que teve coragem, lutou por seus direitos e com certeza influenciou o modo como hoje vivemos nossa sexualidade.
Sean Penn como sempre dá um show de interpretação. Faz uma atuação segura e apaixonada. Sem medos, sem recalques. Mereceu o Oscar
Um caso a parte é ver o delicia do James Franco beijando e amando outro homem, delicia a cena que toma banho nu numa piscina.  Se o Homem Aranha fosse esperto dava uns pega. Adoro vê-lo como o Osborne Jr.
Assistam o filme, conhece a luta que nos fez chegar onde chegamos.

15 de jul. de 2010

NSP. Cap 27 O Marcelo

O Marcelo




Dormimos por duas horas, já era noite quando acordamos famintos. Estávamos embolados os três, nos rimos de como conseguimos. O Lipo dormiu com meu cacete em sua mão, sempre fazia isso, e eu com ele também, desde moleques por varias manhas nos pegamos acordando com o pau do outro na mão. Isso sempre levava a uma rapidinha logo cedo. O Leo se queixava eu tinha dormido com as coxas em cima de seu braço. Dizia que nunca mais recuperaria os movimentos, que pra sempre teríamos que bater punheta nele. Também bufava por ninguém ter agarrado o pau dele. Eu e o Lipo caímos por cima dele, fazendo troça e disputando seu pau. Nos demos lambidas, abocanhamos e quando ficou duro largamos. E saímos correndo pra baixo, ele correndo atrás de pau duro. Conseguiu pegar o Lipo quando ele se abaixava para procurar um caldo de sururu na geladeira. Ficou roçando na bunda do Lipo, que lhe segurou o cacete, o fez sentar no balcão da cozinha e lhe mamou. Resolvi participar da brincadeira, ofereci meu pau ao Lipo e beijava o Leo, depois sentei no chão e dei uma senhora mamada no mio fratello. O Leo gemia no balcão, quando olhou e me viu mamando o mano pirou de tensão. Tirou a boca do Lipo do cacete, engoliu o meu, por duas ou três vezes. Sentou numa cadeira, abriu as pernas segurou o cacete e pediu.

O Lipinho, senta aqui no cacete de teu brodinho!

O Lipo imediatamente virou a bunda pra ele, catou uma camisinha deu a ele, pediu que ele o lubrificasse e pediu meu cacete pra mamar. Fiquei de pé encostado na parede. Adoro ver a cara do mano recebendo uma rola. Tesao puro.

De repente o interfone toca meu lado. Era o Marcelo. Peço pra falar com ele.

-Poe seu carro numa das minhas vagas. A porta do elevador esta destrancando, quero você nu quando ela abrir.

Ele sorri de modo safado e disse.

-Já vi que me chamaram com a festa já andando.

O Leo e o Lipo se desplugaram, e indo ao banho o Leo me diz.

-The bigs! Deixa a gente ver vocês dois trepando?

-O presente é seu meu rei, a festa é sua, você ta no comando.

Eles foram pra suíte do Lipo se banhar. em dois minutos entra o Marcelo. Já disse que tenho mo tara no carinha, corpão perfeito. Não tenho preferências quanto à pelos ou não, mas o corpo dele depilado lhe cai muito bem. A bunda em beleza só perde pra do maninho, o rosto é uma obra de arte. Olhos cor de mel rosto meio quadrado, mesmo assim cara de moleque. Um belo sorriso de dentes perfeitos e com ar cafajeste. Tai o único puto que pago pau.

Entro sorrindo nu, jogou as roupas no chão, e vei até min. Parou a milímetros do meu rosto. Senti seu hálito de Trindent. Ele me diz.

-Tu ta pagando. Vai dizer o quer?

-Ta esperando que pra tomar minha boca.

E veio num beijo furioso, com uma língua valente, tomando todos os espaços da minha boca, estava quase dependurado em min. Tem 1,78 que ele diz ser 1,80. O segurava forte quase levantado-o. Ele disse.

-Grande tu é gostoso pra caralho cara. Se fosse só você trepava de graça. Nunca te disse cara. Mas aquela enrabada me deixou taradinho em você.

-Marcelao, gostoso é você vei. A gente tava precisando mesmo de uma foda. Você fica comigo hoje, depois que terminarmos o serviço no Leo. Vou te comer de novo, Celao. Mesmo já todo arrombado.

Falava isso enquanto apertava o cacete dele na minha mao, devia ter uns 20, tipo tamanho padrão pra puto, na agencia menos de 19 cm nem passa na porta. Mas a rola do cara era grossa pra caralho. Ele retribuía o aperto. Olhou pro meu pau, falou:

--Arrombado o caralho. Porra cara como aguentei uma tora dessa no rabo! E saiba sacana que só você me comeu. Você acha que qualquer coisa depois disso aqui pode me satisfazer?

Puta que pariu até me arrepiei com a cara do gostoso.

-Quero chupar seu cu. Eu disse.

-E eu o seu. Melhor quero chupar você todo cara.

Chamei-o pra minha suíte. Meu quarto é cheio de apetrechos pra foda. A cama tem uma grade atrás, para inventar posições. Em locais discretos, existem argolas para amarrar. Também tenho uma cadeira em forma de berço como um Moises, ela fica suspensa no teto, tem regulagem de altura. Ótima para enrabadas e mamadas. O parceiro fica suspenso e você controla os movimentos de forma leve. Subimos comigo agarrado atrás dele. No segundo andar encontramos os meninos. Fiquei por trás do Marcelo abraçando-o, meu braço atravessava seu peito e com a outra meu lhe agarrava o pau, enquanto tinha o meu entre suas pernas. Virei de frente pros lekes.

Com ele nu em minha frente. Falei.

-Já viram uma coisinha tão gostosa assim? Falava isso lhe balançando cacete duro.

-Venham aqui os dois cumprimentar a visita.

Os dois vieram de mãos dadas, sorrindo e dando oi para o Marcelo. Puseram-se a beijá-lo, e ele retribuía o carinho e se remexia no meu cacete.

-Ahh vocês sabem cumprimentar de forma mais educada.

O Leo sorri e diz pro Marcelo.

-Mamah, você é meu melhor presente de aniversario!

Dizendo isso se abaixou e se pôs a mamar o Marcelo. Lipo de lado abraçava nos dois e tinha seu cacete espremido entre eu e o Celo. Hora beijava-o hora a min. Com uma mao apertava os mamilos do Marcelo, com a outra tentava meter o dedo em meu rabo. Punha o dedo na boca de Marcelo e falava.

-Mela bastante Ma,vou meter esse dedo no cu do Grandão..

Marcelo mexia de forma deliciosa, me prendendo forte entre as coxas, e sarrando no pau do Lipo que estava apertado entre nos. Eu já tremia as pernas, com dedo do Lipo no rabo, que entrava e saia devagar, conforme meu movimento lento no Marcelo. O Leo tinha a boca cheia do cacete e abraçava os três enquanto engolia. Boca do caralho o cara tem.

Depois de um tempinho nesses “cumprimentos” falei.

-Agora ele sobe comigo, dêem-me uns minutos e subam.

Entrei no elevador com ele para não desengatar. Estava louco pra te-lo sob meu domínio. Pretendia dar o maior gozo que aquele puto já teve. Chegando à suíte o joguei na cama, e me pus sobre ele.

-Marcelo. Se prepara que vou te dar a foda da tua vida. Hoje você vai ser putinho e dono. Ta sentindo o peso do macho que tem sobre você?

-Matteo. Eu já to morrendo de tesao cara. Você não imagina o tesao que sempre tive em você. Não dizia antes pra não te dar moral demais. Mas agora vei, tu até já me comeu. E sabe de uma cara? To doido pra ser seu putinho, quero que me coma de novo.

Sorri e lhe beijei. Se ele pagou primeiro, me exime de contar que sentia o mesmo tesao nele. Não amor. Amor só tenho pelo Cado e pelo Lipo. Mas esse cara me tirava do serio.

Rolamos entre abraços e beijos, mas de forma selvagem, Eram dois machos no cio. Pegadas fortes, nada era delicado, nos esfregávamos quase a nos machucar. Os beijos eram acompanhados de mordidas. Em pouco tempo o lençol estava molhado. Levantei para aumentar o ar e puxei pelo braço. O empurrei contra a parede. O pus de frente a parede, e colei minha rola na sua bunda. Ele empinou a bunda, eu dei um tapa.

-Tah doido pra levar rola neh?

Ele não respondeu, só gemeu, Gemia grosso. Então lhe puxei os cabelos, dei um beijo, virei seu rosto para o meu. Olhava nos olhos quando perguntei.

-Diz pra mim quem é seu macho? Diz pra mim, pra quem tu quer dar o cu?

-Pra você Mat, quero dar meu rabo, você é meu macho, você é dono dele, só você me come, me come do jeito que quiser.

-Não vou comer agora não, quero ver implorar rola.

Me afastei puxei do teto umas cordas que ficavam escondidas sob um falso teto.

-Levanta as mãos. Vou te amarrar, vou te chupar, sua rola e seu cu, vou te morder todo.

Amarrei-lhe as mãos acima da cabeça, lembrei do meu cabaço, hoje perdido numa praia do Pacifico Sul. Comecei a provocar-lhe a língua pondo só um pouco da minha para ele. Lhe apertava e sentindo ele vibrar de tesao largava, bati na cara dele.

-Quero ouvir você gemendo gostoso pra mim, geme alto, seu macho que te ouvir.

Descia por seu corpo acariciando, mordendo chupando. Meti o cacete na boca, sugava forte, apertava entre os lábios, ele quase gritava. Sua rola brilhava de dura, e dava pequenos espasmos, babava, babava como a minha estava babando. Abri mais suas pernas, Com as mãos afastei as nadegas, dei um tapa e mandei que se abrisse. Ele fez, achei pouco dei uma mordida deixando marca ele contorceu de dor, mas gemia. Se abriu mais ficando em ponta de pe. Meti a língua dura em seu cu.

-Celao que rabo gostoso do caralho vei.

Afrouxei as cordas e disse-me da um trato que vou por um pouquinho se a mamada for boa. As cordas atrapalhavam então lhe pus de barriga pra baixo na cadeira suspensa. Punha um pouco da rola em sua boca e tirava, fazendo fazer movimentos tentando balançar a cadeira em minha direção. Nessa hora, os meninos entram já de pau duro. Continuamos como estávamos, ele segurou minhas coxas para que eu não saísse. O Lipo caiu de boca no rabo dele, e o Leo foi no cacete. Mesmo com minha rola na boca ele gemia e se contorcia. O cara tava sendo devorado. Sai da posição e fui pra trás e chamei o Leo, afinal eu tava usando o presente dele. O Leo meteu a rola com vontade, Lipo agora na rola dele e meu saco. Brinquei com dedo e a cabeça do pau no cu dele, que piscava como um louco. Ele tirou a rola do Leo da boca e clamou.

- Matteo me come logo cara, por favor.

Lipo segurava minha rola guiando para a entrada do Celo. O Leo ficou de quatro por debaixo da cadeira e o Lipo ajudou a colocar no rabo do Leo, que engatou uma re, encarando de uma vez só aquele rolao grosso. Lipo deu o cacete pro Celo e fudia a boca dele puxando pelos cabelos. Numa hora que ele relaxou mais, Meti, quase ate a metade. O cacete do Lipo segurou o grito, mas saiu lagrimas dos olhos dele. O Lipo me falou puto.

-Porra Grandão tu vai machucar o cara.

Me abaixei sobre ele mordendo a orelha e a nuca e perguntei.

-Quer que tire meu cuzinho delicia. Quer que tire seu homem de dentro de você?

Ele olhou para trás me beijou. falou.

-Mete toda.

Entrei mais devagar, bem devagar. Ele tentava bombar o Leo embaixo dele que a todo o momento falava uma sacanagem.

-Porra cara, cacete gostoso da porra, mete Mama.

E mexia já que o Marcelo tinha os movimentos limitados, então era ele que fudia o cacete do Celo. Lipo pediu.

-Po Ma, da pra mim também vei, rabão delicia cara, depois eu te dou.

O Lipo trata de sexo como se fosse uma criança fazendo troca ou pedindo algo. O Marcelo respondeu.

-Não, só o Matteo me come.

-Tu disse que seu rabo era meu. Quem decide sou eu. E você vai sim ser da família. Dos dois irmãos. Você vai gostar.

Nisso o Lipo veio numa carreira só. No mesmo instante que sai ele entrou. Fui para frente dele e lhe beijei. Ele disse.

-Cara você é o puto mais sacana da face da terra.

-Relaxa meu gostosinho. Ta curtindo o caralho do cunhadinho?

-Porra cara, pior que to, deve ser de família essa porra de comer macho. Uhhhhuhh

-Você vai dar um pouquinho pro Leo também. É aniversario dele. Dobro seu cachê.

-A essa altura né? Virei a putinha da festa. So me resta aproveitar. Mas ta bom pra carai cara. Puta que pariu que moleque que mete gostoso!

-Você vai comer esses dois putinhos também, e vai tomar porra na cara, a minha você vai beber.

Falava essas coisas baixo no seu ouvido, entre linguadas e carinhos, Fui pra trás e meti o dedo junto com o pau do mano,ele delirou, beijava o mano que suava fudendo o Celo. Quando ouvimos o Leo dizer .

-Porra cara vou gozar.

Eu disse.

-Não Leo vem gozar aqui nos eu presente.

Em um pulo Leo já trocava de lugar com o mano que resolveu meter no Leo. Eu na frente desse trem. Depois de um tempo, que ele me mamava, e eu batia com a rola na cara dele Os meninos banharam as costas do Celoe lhe espalharam pela cara. Entao falei.

-Agora ele é meu. E vou te comer de 4, como uma vadia.

Lhe desamarrei, pelos cabelos o levei a cama e disse.

-Fica de quatro e se abe esse cuzao pra min.

Os meninos já estavam sentados na cama, me olhando e fazendo carinhos e beijos hora em mim hora no Cello. Demorei um pouco, pra ver a reação dele. E veio.

-Fode logo caralho!

Ele naomais sentia dor. Agarrei aquelas ancas, de cimame via entrar nele, Entrava um pouco, muito pouco e saia. Ele forçava pra trás, mas pus uma das mãos no ombro e outra na cintura.

Ele pedia ,mais, Agarrou o pau do Lipo e chamou o Leo queria tudo que é rola. Comecei a bombar forte e rápido ele urrava, e mamava os meninos, que com o fogo juvenil deles já tavam duros. Mudei de posição. Frango assado. Nessa hora ele desistiu dos meninos. Dizendo.

-Quero ver o tesao dele, quero que ele me veja.

Os dois vieram Amin. O Lipo me chupando o cu e o Lei me chupando coxas e o que mais sobrasse. Nos encarávamos firmes, de bocas entre abertas, olhos brilhando e tesao que parecia palpável no ar entre nos. Meu suor pingava nele. Ele ia se punhetar. nNao deixei.

-Já gozou pelo cu meu machinho.

-não.

-Vai gozar hoje.

Comecei a fazer movimentos giratórios com o cacete, entrava firme mas para esquerda, ou direita, ou cima ou baixo.

-Caralho cara que gostoso, não para não Grande.

Vi seu corpo começar a retesar, seu rabo a morder forte, senti que ia gozar, vi que ele ia gozar.

-Vamos gozar juntos cara um na boca do outro.

Ele disse.

-Agora.

Rapido fizemos um 69 e bombamos não mais que duas ou três na boca do outro e as enchemos de porra. Os meninos vieram nos beijar para dividir a colheita. Caímos na cama os 4. Marcelao tava com tanto tesao que o pau nao baixou. Caio de boca no meu limpando-o e chamou Lipo.

-Vem Ca tesaozinho senta no meu cacete, rebola gostoso quero os dois se alternando.

Me pediu que ficasse de joelhos com as pernas abertas uma de cada lateral do peito. Os moleques pukavam como putas na rola dele que mexia de forma deliciosa Pus a mao por baixo e meti dois dedos no cu dele. Lhe disse ao ouvido. Vai marcelacao goza com meu cacete na boca e comendo os lekes. Da leite pra eles. Eu também quero mais.

-Puta que pariu vei, esse s olhos seus me falando sacanagem, Quem guenta cara.

O leopulando no cacete dele encheu o maninho de porra na cara,logo sai lhe dando o lugar e começou a mamar o Lipo. Que em seguida gozou mas continuou cavalando ate cansar. Saiu de cima com as pernas bambas.

Agarrei o cacete do Celo.

-Celo você vai gozar na minha mao. So nos dois.

Falei pros meninos que finalmente estavam mortos.

-pronto molecada, vão pro quarto de vocês. Seu presente ta dado Leo. Satisfeito?

-Muito the Bigs você é o cara.

Foi em direçao ao Marcelo e lhe beijou agradecendo a foda. O Lipo fez o mesmo.

-Marcelo agora só nos dois de novo. Ta curtindo vei?

-Grande essa nao é a foda de seculo nao, Eh a do milenio cara.

-Sabe de uma Celao? Você vai vir toda semana me dar.

-Todo dia se você quiser cara. Matteo vou dizer uma coisa que nunca disse pra ninguém cara. Acho que gosto de você.

-eu gosto de tu também Celao.

-To falando que gosto demais. Sei que você curti o cara que você ta.mas deixa eu gostar de você vei. Nunca senti isso.

-Po Celao é sacanagem vi. Te curto e tenho um tesao do caralho por você, mas não posso te amar cara, eu já amo.

-tem problema não. So quero que me deixe gostar.

-Claro Celo, vou te dar o melhor que puder. Nossas historias são bem parecidas cara, te adimiro, apesar de tuas cagadas.

Ele riu e me beijo. Disse.

Agora me faz gozar pra você.

-Como quer?

-Deixar sarrar sua bunda.

-Ta legal cara, mas se tu meter tu ta morto.

-Dedinho pode.

-Vai porra, depois de uma declaração dessa que posso fazer mete o dedo, a língua, só não esse rasga cu.

Ele se deitou por cima das minhas costas. Senti aquela trolha roçando meu cu, me deu arrepio, mas cadê macho pra dar pra aquela coca cola. Rsrsrrsrs Era gostoso sentir ele em cima de mim, nossos corpos duros, ele também é bem malhado. Sua bica na minha nuca, seu hálito quente. Empinei a bunda, eleme disse ao ouvido.

-Delicia grandão mexe pra mim!

Eu fiz, aquela reboladinha básica, mas tava gostoso pra caralho,eu estava enternecido com a declaração dele.Logo o Marcelao, todo metido, mais que eu. Sentia por mim mais do que eu sentia por ele. Naquele momento pensei em como seria diferente minha vida se eu tivesse ficado com ele antes do Cado. Mas sou muito feliz com Cado, não consigo conceber ser mais feliz que sou com ele. Mas resolvi cuidar do Celao, dar uma por semana com ele, ser carinhoso atencioso, sei como poucos como é solitária e carente a vida de um prostituto.

Ele mudou e ficou de em posição de flexicao sobre meu rosto. Eu estava deitado. Sabia que ia me fuder a boca e u teria que encarar. Mas que não sabe brincar não desce pro play. Tinha fito o cara dar a três, Um que era como eu, ciumento do próprio cu. Agora era minha vez.

O filho da puta fudeu minha boca com vontade, minha mandíbula já doía quando ele gozou minha cara, e imediatamente começou a me mamar. Pedi que parasse. Ele estranhou. Falei.

-Eu vou bater uma em mim, pra você ver.

Me recostei na cama. E o olhando comecei uma bronha. Ele me olhava e olhava meu cacete, lambia a boca com a língua.

-Da uma lambida pra lubrificar?

-Demoro.

Depois segurei sua mao junto com a minha e gozei ais beijos com ele. Durmimos juntos melados de muita porra, acordei com ele me tirando leite. Fomos ao banho, de novo o comi, dessa vez masturbando ele. Depois do gozo nos abraçamos e senti dele um imenso carinho por min. Tentando quebrar o clima.falei.

-Posso fazer u,a coisa que eu e o Lipo adoramos?

-Pode.

-Nem sabe o que é.

-Vindo de você deve ser putaria e das Boas.

-Entao faz o que eu fizer.

-Num abraço, comecei a mijar entre nos. Sentiamos o mijo quente descendo entre as pernas.

-Po vei, que gostoso, vou mijar tambem.

E fez. Depois nos lavamos rindo, e comentando da noite que tivemos. Ao se despedir depois do café. Ele pergunta.

-Você disse serio quando me falou pra vir toda semana.

-Claro meu gostoso. E se quiser te pago o cachê.

-Nada haver vei, ai é outra historia.

Me deu um beijo me apertou o cacete. E deixou um beijo para os Lekes ainda mortos dormindo. Quando ia saindo aparece o Lipo nu e de pau duro, tesao de mijo.

-Porra mano a Rita (arrumadeira) ta na área de serviço! Respeita vei ou vira puteiro.

-Tu acha que a ostosa nunca deu uns pulinhos aqui não?

-Entao por isso que ela eh tao dada contigo! Curti não viu, não gosto dessas coisas, da merda já te disse.

Tu ta ficando chato Grandao!

-To mesmo neh vei? Vem ca, da um beijo no seu Grandao.

-Não viu o Marcelo:

-Claro que vi. Por que tu acha que to assim?

O Marcelo.

-A cafajestada eh de família também. Isso eh tesao de mijo sacana.

Lipo replicou.

-nada meu gostoso, nunca mais esqueço desse rabo. Fica tranks, que fica entres nos, não vou quebrar tua moral de ativao. Eh soh azr a manutenção de vez em quando.

-Porra me fudi, agora vou ter que dar pros dois?

Eu disse.

-Não se não quiser. Não conhece o Lipo Cello? Eh onda dele.

Lipo.

-Eh onda mas se quiser, vem Ca, Tambem gostei de teu cacete Celao rabinho ta ordens. Me da um abraço de puto pra puto.

O Lipo acabou arrastando o Marcelo pro quarto dele com o Leo. Eu fui começar meu dia, academia, corrida, vôlei , trabalho.

Como diz o Cado o Marcelo eh meu amante-amigo. Nos curtimos ateh hoje. E até hoje temos tesao do caralho um pelo outro. Ricardo não curti em três com ele não, acha que por respeito ao amor dele, devo ficar ele sozinho, sem sua pessoa. Brinca dizendo que marido e amante não dividem a cama, dividem a traira que trepa com os dois. Kkkk, vocês podem estranhar mas curtimos e nos damos bem assim. Sexo um quadrado, amor, companheirismo, fraterniade eh putro bem diferente. Eu e Celao nos vemos regularmente não é toda semana, pois nossas vidas são diferentes hoje, eu trabalhava e viajava muito. Mas sempre nos vemos, ao menos três vezes mês. Isso pra foda, por que sempre estamos na praia. O Marcelo em sua sabedoria de garoto de programa nunca mais falou do sentimento dele, mas sei que ainda esta la, Sinto nos olhos, em cada encontro, em cada gozada nos encarando.Respeito o amor dele e retribuo com irmandade e carinho. Eh um grande amigo. Não pude dar amor a ele, mas somos fraternos, ele começou a me ouvir mais, deixou de fazer as cagada que sempre o atrasaram, casou com uma viúva rica dona de uma confecção poderosa, ele trabalha la como R.P. Ela o trata com carinho e ele com mais idade aprendeu a respeitar quem gosta dele. Sempre digo a ele. Mantenha a tia feliz, bem alimentada de rola e seja mais discreto, você não é mais puto. De seus pulos sem constranger quem te sustenta e mais te quer bem;. Assim ele faz. De vez em quando brincamos que devemos ser os putos mais sortudos do mundo.

13 de jul. de 2010

NSP Cap 26 Un giorno dei fratelli

Depois que o casal saiu, voltamos a minha suíte e dormimos juntos com o há muito não fazíamos. Amanheceu um belo Sábado, fomos juntos a academia e fizemos nossa habitual corrida, na hora do vôlei, o surpreendi chamando para tomar água de coco, não jogaria naquele dia.

-Quero ficar contigo Lipo, com meu trabalho e o seu e a faculdade temos conversado pouco, e tô com saudade do meu maninho.

-Tive uma idéia, vamos dispensar as meninas, da uma folga pra elas e fazemos nosso brunch como fazíamos quando você não era tão chic.

-Boa idéia fratello, e para com isso, que quando estamos juntos somos sempre os mesmos.

-Grandotte, tem água de coco em casa, liga, despensa as empregadas, aposto uma corrida até em casa, ladeira a cima, quem chegar à portaria por ultimo fica com a louça

Disparamos numa corrida que me levou ao limite, 1,5 km de ladeira alta, haja pernas, chegamos pau a pau no alto da ladeira chegando ao largo do Corredor da Vitoria, um ônibus quase me atropela, o Lipo olhou pra trás e sorrio, sabia que não mais seria alcançado. De tantos castigos tava com o fôlego melhor que o meu. Ganhou, e me cobrou uma mamada logo na entrada de casa, encostei meu fratello no balcão e lhe abaixei a sunga e cai de boca no maninho que ainda suado me esporrou a cara e me encheu de beijos. Depois fomos tomar banho, então fomos à cozinha e nos divertindo um com outro arrumamos a mesa com todo capricho pra nos dois. Yogurte natural, mel, pães, queijo, granola, bananas passas, tapioca, carne seca, cuscuz de milho, suco de pêssego cada um com uma caixa, era essa nossa fissura. A Georgina sempre nos dava um tapa na bunda quando tomávamos direto na caixa ou no copo liquidificador, ela fica possessa. Em um momento o Lipo ficou serio e me fez uma pergunta.

-Grandotte você nunca me contou como foi que foi a sua relação com o coroa que te trouxe.

-Não gosto de falar nisso Lipo.

-Mano não temos segredos conta pra min.

-Ta bem, uma hora teria mesmo que tirar essa magoa de meu coração.

Quando chegamos fizemos um acordo em que ele me arrumou um lugar na republica de estudantes, e me ajudaria com R$100,00 por semana, isso era pra comer e comprar passes de ônibus. Trabalhava de empacotador num supermercado La na cidade baixa. Uma vez ou duas por semana, quando ele se se desvencilha da família viria ter comigo.

Eu só não sabia dos detalhes. Na republica me aceitaram por que eu limparia os quartos dos estudantes, e lavaria a roupa de alguns. No supermercado era consta temente bolinado pelo dono amigo dele, e o dinheiro só aparecia quando ele queria. Tendo que mandar grana para os remédios dos babbos, seus trabalhos de escola, e ainda a poupança que fazia para te trazer eu não comprova os passes, andava a pé pela cidade, saia de madrugada para dar tempo e chegar ao trabalho de lá ia direto para escola e quando chegava lavava as roupas dos caras. Final de semana tentava me dedicar aos estudos. O Sergio bebia muito, final de semana era um tormento, ele chegava bem, quanto mais bebia mais grosseiro ficava, arrumava brigas em bares. Varias vezes o defendi. Ai ele brigava comigo. Um dia um rapaz me chamou para fazer teste de modelo, ele ficou enlouquecido. Eu não podia sorrir pra ninguém ou tratar bem um amigo dele que logo ele dizia que eu era mantido por ele, me humilhava de toda forma possível. Lembra uma vez que o Babbo teve que ir a um médico particular, e lhe mandei dinheiro? Pois é mano, tive que trepar com uns 3 amigos dele pra mandar aquela grana, ele percebeu que podia me vender aos amigos. Foi ai meu primeiro contato com prostituição. O dinheiro que mandei foi o único que recebi. Passei o diabo na mão daquele cara, agüentei, pois não tinha tempo nem de pensar numa saída, dormia de 3 a 4 horas por dia, sem dinheiro nem para um picolé, muitas vezes só não passei fome porque ajudava na cantina do colégio e a dona me dava às sobras de salgados. Os passes de ônibus iam pra padaria para trocar por pão.

Minha liberdade aconteceu quando uma noite com o estomago colado as costa de fome, um carrão me parou. Ai lembrei-me do que você me disse ainda criança, que nossa beleza era nosso ticket para viver melhor. Então me livrei do carrasco e resolvi que seria puto até me formar, e que seria a melhor experiência de sexo pra quem me alugasse. E que nunca mais me sujeitaria da forma que deixei acontecer.

Os programas foram aparecendo, um falando pro outro, depois a agencia me chamou, com meu primeiro grande programa te comprei o computador lembra? Fiquei tão feliz te dar aquele computador. Sentia que finalmente estava chegando o dia de você vir. Não parei mais, de cada dinheiro que entrava, pagava as comissões e punha uma parte na poupança para te trazer e montar aquele cu de gato que morávamos.

Quando parei de falar o mano me olhava chorando.

-Grandotte, eu sabia que tinha passado maus bocados, mas nunca pensei que houvesse sido tão ruim.

Ele vei por detrás e em beijou dizendo.

-Você é meu herói cara, sempre te admirei, e agora sei que você é maior ainda do que pensei.

-Era minha obrigação Lipo, te prometi que te formaria, que daria conforto aos babbos. Os babbos já estão vivendo melhor e você daqui a pouco será um advogado. O Advogado mais belo que já vi.

-Deixa que eu lavo a louça.

-Então te ajudo a tirar a mesa. Sabe o que pensei? Chamarmos uns amigos para umas pizzas. Temos que inaugurar o forno lá de cima, comprarei lenha da boa, o padeiro ai de baixo me deu o canal. Que acha? Você faz a massa? A sua é dez!

-Faço tudo que me pedi hoje.

-kkkkkkkk, Ta fudido! Sabe o que lembrei Lipo?

-Lá vem merda.

-Da sua primeira vez no puteiro. Eu, o babbo e você.

Você ia de pau duro pelo caminho, apertava meu braço todo nervoso, ia comer sua primeira buceta. Quando chegamos, foi àquela alegria entre as putas, todas queriam ser sua primeira e você ficava me perguntando com quem devia ir. Como devia fazer. O Babbo até ciumava, você não perguntava nada a ele, só a mim. Te perguntei de qual tinha gostado e você disse.

-De todas menos da gorda.

-A gorda é a madame Lipo, ela não faz função não. E o babbo não vai poder pagar todas. Escolhe uma e eu te dou a minha, ta bom.

-Não! Quero ver você fuder também.

-Então vou ver se arrumo uma na faixa, falo que é sua inauguração tem umas que gostam de mim. Então peço que te dê.

-Tá bom Grandotte. Você acha que o Babbo deixa eu beber.

-Você quer beber ou fuder? Os dois juntos não vai dar. Não se lembra do meu porre naquela vez?

-É mesmo Grandotte, Deus me livre. Pensei que você morreria naquela noite.

Então você escolheu a loirinha mais safada da casa, uma que sempre quando eu te contava as historia te falava dela. Lembro de você indo ao quarto com ela, me olhando pedindo ajuda.

Eu chegando ao teu ouvido e dizendo.

-Você é bom maninho, vou estar no quarto ao lado qualquer coisa bate na parede que eu venho.

Sabe o que me dei conta Lipo? Depois daquela noite nunca mais trepamos sem camisinha, nossa foda antes daquela noite foi a ultima vez na minha vida que não usei camisinha e a sua também. Cara teve um cliente que me pediu exames de saúde, mostrou os deles e queria me pagar 1000 dólares a mais só pra deixar de lado a camisinha, doido né? Não topei.

Lembro que de quando ouvi a loirinha gritar com você enrabando ela, podendo comer a primeira buceta você viaja no cu da puta, tu é tarado em cu como eu Lipo. Cara me acabo de rir quando lembro de suas gritos me chamando, e eu entrando no quarto com o pau de fora tapando a bunda com um lençol furado e vc dizendo mete na boca dela e eu fui no automático fechei a porta e fiz a Suzete engolir.

E você perguntando.

-Como como?

E eu.

-O que?

Você.

-Como como?

-Ta falando português ou Napolitano Lipo?

-Porra Grandotte, estou perguntando como vou meter agora? Na frente, entendeu?

E toda essa discussão com eu e você metendo na Suzete, coitada quase matei a pobre asfixiada. Foi uma farra não foi Lipão e o babbo que queria pegar a Suzete também e você não parava de meter, quando acabou a Suzete dizia que não fuderia por dinheiro mais aquela noite. To assou a pobre de tanto meter, lembra da cara do Babbo? De peito estufado se achando o babbo do maior fudião da região, até eu me impressionei com a fúria que tu fode uma mulher. E virou o reizão da putada, tomou meu posto.

Ele ia responder quando toca o interfone, vai atender aj reclamando de alguém incomodar nosso clubinho. Volta sorrindo.

-Que foi Lipo, que cara safada é essa?

-Tinha esquecido Grandotte, marquei com o Léo de ir no Half pipe com ele, Chamei pra subir disse que você tava aqui, te prepara que já vem atacando. Vamos da uma foda no Léozinho?

-Demoro, o Léo é uma delicia. Só de ver ele naquelas roupas de skatista me deixa duro, dia desses passei La half desci do carro e fiquei vendo ele fazer umas manobras, ele me viu passei a mão no pau, o leke me mamou ale mesmo no carro, e tem beijo gostoso. O Leke é pau pra toda foda.

-È sim, e um grande amigo, sempre ali pra te ouvir.

-T e ouvi gemer né Lipo? Pensa que não sei que tu não sai de cima de Léo.

Ouvimos a porta do elevador abrindo. Entra o Léo, agora prestei atenção, nele, já a conhecia há uns dois anos, estava mais parrudo, sarado, jeito de moleque taludão, uma cara de safado! Sorrindo mostrava dentes lindos e lábios grossos, e as canelas grossas que me piravam. Esses dois juntos na rua deviam quebrar tudo, já chegou do jeito dele, todo entrão e gozador.

-Fala Grandão, nunca mais te vi cara, todo trabalhado no executivo sai mais cedo da praia, dia desse te vi num carrão com um mulherão gostoso de doer.

-Pra quem pode safado , quem é o gostosão da área?

-O Felipo, ta sabendo não que foi destronado? {e a vida grandão sumiu da área perdeu o trono.

-Que pena cara tava pensando em pedir tua ajuda segurar o cetro!

-Pö Grandão, ai o negocio é outro, derrubo esse filho da puta de seu trono agora. Mas tu ta sumido mesmo.

-Oh moleque e aquele dia no Half?

-Que culhuda vei! Tá viajando Grande? Tem mais 4 meses essa parada. Tu ta me devendo umas 20 fodas. kkkkkk

-Léo. Culhuda é antigo demais, deve ser o nome mais feio da mentira. Vem aqui vem, senta no colo do tio.

-Assim? Com você de sunga? É beleza já vi resolveu fazer um download de atualização no seu leke.

Ele ia se sentar vei todo risonho sentar no meu colo e eu disse.

-Oxente, assim vem e senta? Ta me achando com cara de trono de puto. Não [e assim não! Poe um som ai Lipo, o Léo vai dançar e fazer um belo strip para nos.

Lipo.

-Essa vai ser show! O Léo quebra tudo dançando, pirei quando fui vê-lo no queijo. So falta o pai dele descobrir e tirar ele de cima do praticável debaixo de porrada.

-A Lipao desculpa ai te relembrar vei mas quem tem fama de sair porrado dos lugares sou eu não, Esqueceu da surra que tomou na praia?

Lipo fechou a cara, fez careta deu dedo e foi por um som.

-Me deixaeu fumar um back aqui Grandão?

-A Léo vai empestear a casa toda vei, vai la pra piscina. E não deixa rastro. Maconheiro é foda, larga bandeira em todo canto. A Georgina (nossa, gerente de casa, mãe e babá) mata eu e o Lipo depois faz rosbife de você. Ela já disse que tu não é companhia pro Lipo. Kkkkkkkk

Lembrei de uma coisa que sempre me esquecia de dizê-lo quando nos víamos, o segui ate o elevador dos Robinssons, se um dia eu souber que deu isso ao Lipo, corto teu pau, te enfio ele no cu e colo com Superbond.

-Vixe Maria, ta doido vei, sei da historia do Lipo, relaxa vei ele ta fora, nem bebe, viciado em energético. Pô Grandão que promessa nojenta vou viajar nisso agora.

Ele subiu ajeitamos uma mesa e deixamos no meio do salão, que já tinha poucos moveis. Em minutos ele desceu com cara lombrada e olhos vermelhos, ficava mais bonitinho ainda lesado.

Já desceu no elevador no ritmo da musica

O Léo subiu num sofá reto, me olhou pedindo aprovação. Dei. Bate estaca rolando, ele devagar e dançando de forma deliciosa, passou pra mesa que indiquei e no caminho nos acariciava, com uma cara que me deixou com a cabeça da rola de fora da sunga. Tirou camiseta, bota meias, ficou de e bermuda que deixava metade de seu magnífico rabão marcado de praia para fora. A essa altura eu e o Lipo já acompanhávamos a dança. O Lipo se empolgou e subiu a mesa com ele. Léo o despiu de um jeito que até hoje imito em minhas farras. Tava delicioso ver dois garotos tão belos dançando daquela forma, Lipo de boxer justa preto, que deixava sua pele clara e levemente dourada mais tesuda, ele tinha voltado a usar seus cachos que sempre usou desde criança, sem corte apenas crescendo livre, uma moldura belíssima pro seu rosto anjo-capeta e para os seus olhos mais claros que os meus, nossa com é bonito o mano, sempre me deliciava vendo dormir, me parecia que dormia sorrindo. Eu chamo atenção pelo tamanho e presença, uma forma bruta e sorriso gentil, mas a cara do Lipo sempre faz as pessoas quererem mais uns segundos de sua beleza, sempre se viram para mais um pouco. Apesar de ser vaidoso, nunca foi exibida, sua beleza lhe caia bem sem torná-lo esnobe ou ciente demais dela. O corpo agora homem tava delicioso, definido, forte sem exageros, sempre comportado nas roupas, de pólo e bermuda, ou largas calcas chino com camisa folgadas, meio Richard´s teen, e um sempre sujo all star. Parecia que saia de casa com as roupas do irmão mais velho. Devia ser delirante a seus clientes ver aquele college boy se transformar num macho de corpo forte e num homem que trepa no comando. O Lipo raramente dava a clientes, gostava de o rabo por prazer, ai dava que um doido. Brincava dizendo com seu rabo era meu, então não o venderia. O Léo era o taludão, sardo cheio de gomos, e jeito gostoso, um crianção ciente de seus dotes. Tinha virado Gogo boy quando a família quebrou de vez. Tentou virar puto, mas era tão indisciplinado que desistiu no terceiro que brigou com ele por atraso de 10 minutos, ele mandou o cara enfiar o dinheiro no rabo e quando o sujeito engrossou, ele cismou dele mesmo fazer o serviço, acabei eu indo buscá-lo na delegacia e dando uns tapas. Tinha virado irmão mais velho dele também. O puto sempre me seduzia, era só me pegar numa hora boa, com um tempinho, que ele ficava me da um pouquinho vei, vai larga de ser muquirana. Viagem o Léo, tenho um grande carinho por ele.

Depois conto mais aprontes dele e do Lipo, juntos são o Penico e a Merda, são grandes amigos, e vivem se pegando de farra. Quando não estão pegando ninguém se pegam tranqüilo, ou juntam os parceiros homem ou mulher. Voltemos a foda.

Eu já babava embaixo da mesa. Se deixasse fuderiam de pirraça na minha frente, mas aquela altura queria sacanagem já, queria pele, queria beijo, queria bunda e rola. Diminui o som, sentei numa poltrona grande, de pernas abertas. Falei.

-Chega molecada, mais velhos têm prioridade. Vem cá Léo sentar no colo que tu gosta!

Ele veio.

-Antes vira esse rabo gostoso pra Ca, me mostra ele to com saudade, e olha teu namoradinho, ele adora ver você me dando gostoso.

-Po Grandão, deixa dar um trato nele antes. To salivando aqui vendo esse cabeção do caralho prontinho pra minha língua e boca.

Dei um tapa na bunda dele que gritou surpreso.

-Depois de tantas não aprendeu quem manda? Abre o rabo pra min.

Fez e se curvou um pouco pra frete. Passei a língua na bunda dele e dei uma mordida, depois meti a língua, sabia que ele tinha feito todos os processos de higiene, que eu mesmo ensinei em sua inauguração. Gemia gostoso pra caralho eu tava pirado com aquele garotão gostoso daquele pra min. O puto virou pro Lipo que apenas olhava com olhar de fogo, de pau duro quase rasgando a cueca. Léo vendo isso, lambeu os beiços, o cara salivava de desejo realmente. Pediu ao Lipo.

-Po Fe me serve seu cacete, ta lindo demais, você cara!

Dei outro tapa, não Lipo, brinca, bate na cara ele vai implorar, ficar doido prá ter engolir quando eu tiver tomando o que é meu de volta. Antes trás o telefone.

Depois de chupar com vontade de lhe fazer pedir muito, enquanto tomava uma surra de rola na cara, era esfregado, posto rapidamente na boca, e tirado enquanto ele esticava a língua, tava babando pela boca e pelo pau. Falei.

Vem aqui senta gostoso. Pega com sua mão e senta rebolando, fica de costa pra mim, quero te ver engolir meu cacete. Falei pra ele, esse fim de semana guri to passa aqui com a gente, vai tomar rola dois dias inteiros como só você sabe tomar nessa delicia de bunda. Falava isso e rebolava pra ele e ele pra mim, tínhamos passado bastante lubrificante e o Léo era um dois caras mais machos que já vi pra receber uma rola, gritava como homem, não parava, não pedia menos, de pau duro era capaz de dar pra mim e gozar e sentar no Lipo e gozar de novo. Ele já ia ao meio do cacete quando lhe passei o fone tapando a entrada de som. Lembra de nossa primeira: Agora diz pra tua mamãe que vai fazer b o fim de semana, tenta não gemer e não para de engolir. Safado esperto, disse.

-Mãe to sem credito, vou pra Lauro de Freitas com um grupo de estudos da facu, na segunda depois do almoço to ai, tchau beijo, quando chegar te ligo.

-Ta mestre hein safado. Vai ganhar uma um leiteiro gostoso. Mas vai dividir comigo. To a fim de agradar meu maninho. Primeiro tu assiste como se mama no Lipo, e não se mete, vai me fudendo o cacete. Lipo veio por trás da poltrona. O Léo levantou as pernas e girou já com cacete todo enterrado nele, enquanto virava mordia meu pau. Quase gozo. Que cu da porra.

O Lipo encostou o cacete no meu rosto e virei fazendo do jeitinho que ele gosta, bem forte e de boca bem apertada. Ele gemia e tremia o corpo. Falava ao Léo.

-Porra Léo isso é que é uma mamada seu puto se não fizer parecido, vai tomar tapinhas na cara. Toma, só para quando tirar leite.

O Lipo de pé por trás era mamado pelo Léo, que era comido por mim que estava com dedo brincado no cu do Lipo e outro entrando apertado junto com meu cacete. O Léo pulava como um louco sem deixar escapar o cacete do mano. A posição tava pra lá de Kama Sutra, provocando mais curiosidade de como havíamos chegado aquele contorcionismo do que prazer. Passamos para o tapete que havíamos liberado. Aproveitei para trocar o som, trepar com bate estaca ao fundo, tava meio trance demais. Pus uma musica que fez o Léo se acabar de rir, mas era umas das musicas estranhas que eu e o Lipo fazíamos como uma versão sexual dela. O Trenzinho Caipira de Villa Lobos, fazíamos os movimentos seguindo do o ritmo do trem sugerido pela composição. Voltei à sala e agora os dois estavam num louco 69. Falei.

-Os dois aqui. Quero comer os dois.

Léo.

-Cara! O Grandão que arregaçar o mundo hoje. Eiita to vendo que vai pagar todas as atrasadas hoje e amanha.

Ficaram de quatro em cima do sofá. Alternei entre um e outro. Eles se beijavam e me falavam deliciosas safadezas, Depois de um tempo assim chamei o Lipo pra comer o Léo e fiquei por trás.

O Safado do Léo com a rola do Lipo entrando nele disse.

-Pô agora entendi a do Trenzinho Caipira.

O Lipo entrou de vez, ele gritou e eu fui entrando devagar em mio fratello seguindo o ritmo que ele impunha ao Léo. Depois já dentro. O Lipo pediu que ficássemos parados eu e o Léo, no meio de nós dois ele ia metendo no Léo e voltando me engolindo. Às vezes me agarrava a ele e o seguia como se os dois estivessem comendo o Léo, as vezes ele se agarrava ao Léo me deixando livre para bombá-lo.

O Léo percebendo que o Lipo não demoraria, se desgrudou e mudou de posição ficando de frango assado, com bunda em cama do Baco do sofá e o seu corpo mais baixo, Lipo segurou suas pernas, as abriu ao máximo e passou a bombar mais forte. Isso aumentou minhas bombadas também. Il fratello mio, saiu de dentro do Léo sendo imediatamente engolido por sua boca e nela despejando o gozo. Eu sentia a reação de seu corpo ao orgasmo e seu cu se contraindo. Avisei que gozaria, os dois de joelhos receberam meus jatos em seus rostos e bocas. Também me ajoelhei e juntos nos beijamos. Fomos para terceiro piso. O Léo brincou dizendo.

-Vão de escada quem vai no elevador sou eu, to vendo que vou ser fudido por vocês dois o fim de semana todo, mereço umas regalias.

O elevador dos Robinssons cabe no máximo duas pessoas, nunca deixo ir mais de uma. Eu e o Lipo rimos do Léo. O Lipo falou a ele.

-Oh Léozinho vou te dar um pouquinho também. Mais tarde viu? Vai no elevadorzinho vai, que a gente vai te dar um bainho, te fazer carinho.

Tomamos banho na ducha da piscina. Passamos óLéo de banho um co corpo do outro. O puto do Léo tinha um fogo de deixar eu e o Lipo parecendo frigidos. Pôs nós dois nas 2 camas de massagem. O cara tinha aprendido direitinho o curso que lhe banquei na época que atendo a seu pedido o ajudava a ser um puto de classe. Ouvindo o pedido brinquei falando que se a Venezuela tem escolas de misses eu podia fazer uma de putos de luxo. Já tinha dois exemplos de sucesso para propagandear. Fez massagens relaxante no Lipo e uma deliciosa massagens com os pés nas minhas costas. Em seguida nos pôs de barriga para cima. Enquanto punhetava um mamava outro. Nos chamou a piscina e no deck nos deitou de forma que cruzássemos as pernas e assim tivéssemos os paus juntos. Fez uma tentativa frustada de engolir os dois. Então lambia e com as duas mãos punhetava os dois depois nos separou nos deitou em cadeiras de sol e nos pôs de pernas abertas chupando nossas bolas. Eu e o Lipo resolvemos agradecer tanto carinho, se deixasse ele passaria o dia nos agradando. Mas bom sexo é feito de retribuição. Então o elevamos de volta a sala de massagem e a quatro mãos eu e o Lipo retribuimos a massagem, brincamos por todo seu corpo gostoso. O Léo é realmente um puta macho gostoso estava com a barba por fazer na sua cara jovem. Aquele corpão deitado ali a nosso fez eu e o Lipo nos dedicar e nos oferercer a suas ordens. Falei.

-Léozinho vamos te dar um presentinho, você ta merecendo. Manda que estamos o seu serviço.

E#le deu um sorrisinho pra lá de sacana.

-Tava querendo isso a um tempinho, adoro ser putinho dos dois . Mas é sempre bom variar né? Grandão! Posso te pedir um presentinho de aniversario adiantado

-Peça o que quiser. Não sendo meu rabo terá.

-Aluga o Marcerlinho pra mim? Pra n[os todos, mais tenho um tesão da porra no cara. Se não quiser tudo bem, de boa. Ta sendo o Maximo ficar com vocês, sabe que não é só tesão que tenho por vocês. Caras vocês são meus melhores amigos, se não fosse seu apoio por varias vezes Matteo, você sabe que eu estaria numa pior. Vocês já me tiraram de varias, até aceito seus tapas que sei são por carinho por esse doidão aqui. E o Lipo é meu parceirão, meu amante, meu irmão de fé;

Ficamos tocados com a declaração do Léo, sabíamos que ele nos tinha grande afeto e um imenso respeito por min., Mas estamos acostumados a vê-lo sempre de molecagem. Ele estava sério e parecia emocionado. Situação engraçada pra três homens nus de pau duro e com olhos emocionados.

Respondi.

Ok, depois do almoço e chamamos o Marcelinho, também curto o gostosão. Vou te dar esse presente sim. Saiba Léo que você é como se fosse nosso caçulinha. E no Domingo á noite teremos um conversinha séria. Agora relaxa e der suas ordens.

-Quero muita mão em cima de muita língua e um trato na rola vai bem.

Voltamos a lhe passar as mãos o Lipo começou dos pés. Eu pus seus dois braços para cima de sua cabeça com ele retos me ajoelhei pra ficar na altura da maca. Chupava mãos e dedos. Enquanto o Lipo lhe lambia entrededos e chupava-os. Eu metia seus dedos na boca, subia pelo ante braço dando mordinhas, no braço lambia e também mordia bíceps e tricepes, que ele os têm bem desenvolvidos e como não é muito alto, seus músculos dão-lhe o aspecto parrudo, toradinho ou taludão como eu o chamava. Coxas grossas também, adora jogar. Coxas são uma paixão partilhada por nós dois, ele adora as minhas e eu as deles, assim como as suas canelas roliças que são minha perdição naquele moleque sorriso. Chupei suas axilas, e dei-lhe as minhas à seu pedido. Sempre foi doido por minhas axilas. È viciado em cheiros como ao Lipo, o meu lhes parecia especial. Não sei se por costume ou por provocar realmente lembranças deliciosas, eu também amo o cheiro dos dois. O do Lipo então reconheço entre milhões. O Léo tinha cheiro de mar e juventude, se fosse perfume seria um esportivo, Um odor másculo também, além de dar a bunda como macho, é um amante insaciável com as mulheres, assim como o Lipo, sei que em minhas viagens enchem a casa de meninas mordeninhas e fazem altas surubas. Seguindo um conselho que dei aos dois, caso quisessem manter sua bissexualidade de forma discreta, que evitassem se pegar na frente de suas amantes, que preferissem fazer isso com putas. São mais discretas. Se tenho uma coisa que respeito é língua de mulher, sei que elas não têm nenhum controle sobre suas línguas. Falo isso de forma generalizadas lógico. E me envergonho em admitir sou machista, machista light, mas machista.

Divaguei. Voltemos a foda.

Já estava nos ombros do Léo, ombros fortes, duros. Ele estava tão excitados que se via em seu corpo todo o contorno dos músculos. Sempre curti o Léo, mas hoje estava com tesão especial nele. O vendo ali, todo retesado, de olhos fechado e rosto exprimindo prazer. Tinha a boca semi aberta, liberando gemidos, respiração ofegante pelo prazer que o Lipo estava lhe provocando com mordas e caricias nas coxas. Abriu-lhe as pernas, juntou a outra maca em transversal e deitou com o rosto colado a parte interna das coxas, imediatamente começou a dar chupões e lambidas. Isso fez o Léo tentar mover os braços que segurei. Deitei sobre ele também com as pernas abertas para não tomar espaço do Lipo, fiquei de cu aberto e logo recebi um beijo nele dado pelo maninho. Fiquei com o rosto de frente ao rosto do Léo, segurei seu cabelos e disse.

-Abre os olhos meu tesãozinho.

Ele os abriu, nosso olhar se encontrou.

-Meu vou te dar o fim de semana de foda mais gostoso de sua vida, esse vai ser meu presente. Me beija gostoso.

Trocamos um beijo cheio de tesão meu cacete tava espremido de tal maneira no seu abdômen que sentia as divisões dele. O Lipo nos enlouquecia com chupadas no cu dos dois. De repente ele sentiu um barulho na maca, e gritou.

-Sai daí que vai cair.

Demos um pulo e nos acabamos de rir.

Lipo.

Tambem né! So o Grandão quase 100 kg.

-95. Disse eu.

-Isso com a rola mole. 100 é do jeito que ta agora. Kkkkkkkkkkk. Disse o Léo.

-Vamos pro meu quarto, abro as paredes fica delicioso.

Fomos pro quarto. Na Cama nos abraçávamos. O Lipo pegou no pau do Léo. 19 cm, não grosso, não fino, mas como ele era todo grossinho de corpo, era diferente o pau dele nele mesmo, mas era bonito. Tinha a cor do corpo do pau igual ao resto da pele, cabeça quase roxa, reto saco liso, já vi o mano os depilando, o Lipo tinha mania de pelar todo os parceiros que caiam na lábia dele e no tesão da foda deixavam, depois reclamavam de estarem se coçando. Como eu o Lipo não se depilava, apenas passava maquina um e aparava os pentelhos, os tinha quase lisos como os meus. Vendo-o Lipo agarrado ao cacete do Léo, olhei pra ele que me convidou.

-Maninho vamos fazer nosso amiguinho delirar?

-Segura que eu come;o.

Lambi em volta da cabeça.

-Léo olha teu Grandão te mamando. Disse eu.

Voltei e fiquei só com cabeça na boca brincando com a língua em volta.

-Engole Grandão.

Engoli até onde conseguia. Como o Pedro adorava que eu assim fizesse com ele, aprendi a engolir um cacete como se deve, o do Pedro é grossão, então o do Léo não foi difícil. Mamei muito o moleque que se contorcia. O Lipo vendo que eu me empolguei meteu seus 21 na boca de Léo. Em seguida voltou reclamando a parte dele. Sentei na cara do Léo que me pediu o cu para chupar. O cara era um mestre, sento que havia recebido aulas do Lipo, somos adoradores de uma chupada de cu. Em nossas fodas ficávamos horas um no outro. O Lipo, respeitando a fantasia de estarmos servindo o Léo pediu.

-Léo, me come?

Ele saiu do meu cu e disse.

-Antes quero chupar. Grandão que [e fresco com essa porra desse rabo, senta e rebola roçando nele.

Olhei pra ele e sorri.

-Safado!

-Pô vei se quiser não faz.

-Te falei que faria o que mandasse.

Peguei a rola dele e lubrifiquei, sentei em cima deitando o pau dele, sentei e roçava o pau dele entre minha nádegas, rebolei lentamente e encarava o maninho sentado na cara do Léo e com olhos apertados de tesão. Me disse.

-Fratello! Adoro cara quando estamos juntos numa foda, parece que o tesão duplica meu mano gostoso, adoro te ver fodendo, ta delicioso te ver rebolando tão gostoso assim.

-Tambem gosto quando dividimos uma cama, me da beijo meu maninho tesão.

Ele vei e junto com o beijo me agarrou o pau e eu o dele.

Léo deu ordens que o mano ficasse de quatro , que engolisse minha rola. Voltou a linguar o mano no cu, que rebola na língua do Léo. Logo depois me mandou encapa-lo. Meteu no Lipo da forma que há pouco ele o tinha recebido. Bombava o Lipo e batia na bunda dele, Seus olhos brilhavam de tesão me encarando. Nos chamava de gostosos e me bateu na cara. Foi leve mais senti, Meti mais na boca do mano. Léo disse após outro tapinha.

-Você vai me beber Grandão. Vem mama e tira leite.

Fiz o que mandou. Eu chupava o Léo e o mano me mamava. Em pouco tempo senti a rola de Léo inchar. Gozou na minha garganta, boca e cara. Eu e o mano não gozamos, deitamos com o Léo que disse ter tido o maior orgasmo da vida dele. Mas essa era sua frase preferida após o gozo.

Mas, o fogo do Léo não baixava reclamou de não termos gozado. Chamou-me para dividir o pau do Lipo ate ele gozar, dividiu a porra comigo. Em seguida chamou o Lipo a fazer o mesmo comigo.

Os três na cama, em silencio descansando do gozo. Depois de uns 10 minutos ele fala.

_Vocês tão ouvindo? Olha que beleza.

Perguntamos o que? Ele disse.

-O silêncio, se tivesse uma mulher aqui não tinha parado de falar, Curto buceta vei, mas como as mulheres falam! Depois da foda, quando queremos um tempinho, ou uma dormidinha na paz que todo macho tem direito Após uma boa gozada elas começam. Nem da pra fingir que ouvimos pois querem respostas. Da vontade de falar.

-Cala a boca porra, daqui a pouco tem mais rola.

-Rimos concordando.

Logo ele ligou pro Marcelinho e marcou para as 21:00 hrs, já eram 17, fomos comer e dormir um pouco, todos juntos na minha cama que era do tamanho de um campo de futebol. (3X2).

NPS 25 Mais uma do Lipo

Comprei para o Lipo um autentico Boomerangue que me causou muitos aborrecimentos e quase a morte violenta do Lipo em minhas mãos. O puto inventou de jogar do terraço o tal boomerangue. Resultado foi direto nas janelas mais baixas do prédio da frente. Ele simplesmente desceu pro quarto dele pegou as chaves do carro e se mandou para a praia. Cinco minutos depois chego em casa e a maior zona na portaria. A vizinha da frente do 15 andar me mostra o boomerangue, um aquário imenso em pedaços, peixes mortos no chão, sala alagada, e janelas em pedaços. Liguei para a Silvia que resolveu o mais rapidamente possível, mandando pessoal de limpeza, gente do pet shop e vidraceiros. Voltei como se diz aqui na Bahia, virado numa Toyota. O porteiro me disse que ele saiu de sunga. Fui ao Porto da barra e bingo. Quando ele me vê na areia da Praia e pressentindo a fúria, corre que nem pivete com bolsa de madame, pego uma bola de uma turma e certeiramente joga nas costas dele, que se cai de cara na areia. Corro em sua direção, o agarro pela orelha e atravesso todo o Porto da Barra com ele aos gritos.
-Meu deus nunca mais volto aqui. Todo mundo rindo da minha cara.
-Volta sim , se tem coisa moleque que você não tem é vergonha na cara. E cala a boca ou te bato na bunda na frente da praia inteira.
-Mas o que foi que eu fiz?
-Felipo, posso nem saber por que to batendo, mas você sempre sabe por que ta apanhando.
Meti o moleque no carro dele, pois não ia encher o meu de areia. Dei uns tapas na nuca. E ele.
-Ai, ai, ai,pó fratello para vei, porra cara que vergonha.
A praia tinha parado assistindo a cena. Os mais íntimos nem me olhavam na cara, já me conheciam furioso, guardador do estacionamento, não parava de zoar.
-Ai Fe que sova moleque! To até com pena.
Entrei no carro e ele começou a pedir perdão, desculpas. E eu já sem português para falar.
Basta! Meglio per te, nom parla niente! Sai quanto vienne quello cazzo qui ha fatto? 8.000 reais. (Para! Melhor pra você, não fala nada! Sabe quanto custa aquela zorra que fez?)

-Mas não foram so as janelas de vidro?

-Viu como sabia o que tinha feito. O Problema Felipo eh que pó trás das janelas tinha uma senhora de oitenta anos, que esta em coma, e a família já foi avisada que não a espere.

-Dio santo! Io ho uccido una nonna! Sono um assassino!

-Homicidio culposo Felipo!

Ele abriu de vez o berreiro, chorava soluçando dizendo que tinha estragado minha vida e a dele.

-A minha não. Vou apenas ficar conhecido como irmão do assassino de velhinhas, o louco do boomerangue.

-Mas você sim, passara anos na cadeia.

Chegamos em casa e Silvia nos esperava. Imediatamente foi consolar o Felipo em pranto convulsivo.

-Fe, não fica assim, foi so um aquário uma casa alagada e uma janela. Já esta sendo concertado, a conta vai ser alta.mas nada impossível.

-E La nonna eh sana?

-Que nonna Fe?

Imediatamente a ficha do Felipo caiu, eu estava tirando onda da cara dele. Olhou furioso pra min.

-Nem fala nada, vai pro quarto, e me da as chaves do carro, um mês sem ele.

-Como vou trabalhar, ir a faculdade, namorar?

-Do mesmo jeito que fazia antes, de busu. Agora no verão eh uma delicia quentinho. Vai pro quarto moleque.

Silvia.

-Você disse a ele que ele tinha matado uma velhinha?

-Sim, sofrendo ele não faz de novo, mas o efeito não dura muito não.

-Ele obedece assim. Como se você fosse pai dele?

-Fomos educados a antiga Sil. Se o babbo não esta eu sou o chefe.

-Que engraçado se fosse meu irmão me responderia imediatamente, ou me mandaria à merda.

-O meu não ousaria.

-Bonito ver como cuida dele. Como faço os pagamentos.

-Tire daquela conta conjunta. Pague imediatamente, e pergunte se teve mais algum prejuízo, peca uma declaração assinada que esta tudo ok. Reconheça firmas. Obrigado pela rapidez, evitou problemas, de uma boa gorjeta ao pessoal da empresa. Não é serviço deles.

NPS 24 A recepção do Lipo

Cheguei em casa e ao abrir a porta do elevador vi um Gogo boy e uma Gogo Girl dançando em cima do balcão de Ônix da cozinha, o Lipo simplesmente estava fazendo uma festa em casa que parecia ter sido organizada por Nero. Deito no chão as malas enquanto uma dançarina me recepciona, sigo entrando e La no elevador parado ao meio da parede e o próprio Lipo dançando só de sunga e coturno. Devia ter umas 40 pessoas no loft mais uns 10 dançarinos. Quando ele me viu olhando pra ele. Travou e li seus lábios falarem.

-Puta la madre!


Subi para meu quarto, minutos depois ele batia na porta. Recebi-lhe com carinho e ele também assim foi. Quando ele ia saindo. Disse-lhe.

-Em uma hora vou descer. Espero não encontrar ninguém e que a casa esteja do jeitinho que sempre é.

-Uma hora mano? Como vou fazer, limpar tudo sozinho.

-Lipo, a casa é sua também. claro que pode receber seus amigos. Mas nossa casa deve ser respeitada, ta cheio de puta e puto ai embaixo, entenda a posição que tenho na empresa. Por que não alugou uma suíte e fez sua farra vei. têm dançarinos em cima de um balcão de 15 mil reais vei, tem bebida s derramada em tapetes caros. Temos que respeitar o que conseguimos, lembre-se de onde viemos. Só moram pessoas de nome no prédio Lipo, o que temos exige que nos moldemos a certos padrões ao menos socialmente. To sendo careta não cara, to sendo realista. Faz o seguinte liga agora e reserva a melhor suíte da cidade tem uma no motel X de 1.200 metros te pago ela, marca com o povo La amanha, também vou. Depois que dispensar o povo e passar um paninho na casa sobe desse jeitinho que você ta uma delicia.

-Po fratello marquei de novo.

-Se não aprontasse não seria você seu pivete gostoso.

Ele correu pra mim e me deu um beijo.

-Tava doido de saudade Grandotte, já volto. Libera a faxina pra amanha?

-Não. E volta logo. Ah. Deixa os gogos, o casal do balcão da cozinha. Vamos dar um trato neles.

-Eiita, gostosao voltou cheio de gás, delicia o cara, e gata tem um buceta vei que tu ai pirar.

Desceu todo animadinho esfregando as mãos. Tomei banho, pus uma boxer e umas havaianas e fui dar uma espiada. Como já adivinhava o putinho tinha acordado a faxineira que limpava a sala com velocidade e no mezanino o safada tava com o casal lhe dando uma mamada. Estava ele deitado no diva de sunga, com o pau duro pra fora e os dois Le cuidando. Chamei-lhe, ele na maior cara sorri e fala. –Vem. Eu digo. –Não sobe você, ele se ajeita e vê puxando os dois pelas mãos com o pau duro pra fora. Olhava o Lipo e me via em nossa naturalidade em qualquer coisa relacionada a sexo. A alguns parecia bem estranho. Quando tirávamos nossas roupas nos despíamos de qualquer pudor.

Depois de subir a escada que levava a minha suíte nesta hora completamente aberta, pois La em cima todas as paredes são moveis, então academia, jacuzzi e ofuro estava num só ambiente junto com meu quarto e o terraço que tem uma vista estarrecedora ao primeiro olhar.

Então ele me apresentou o casal brincando Teo aqui são João e Maria, estavam perdidos na floresta, vão passar a noite conosco. Cada um veio e me beijou os lábios o “João” era um moreno bronzeado, olhos claros cor de mel, de cabelos lisos muito negros, 1,85mt, forte, abdômen sarado, coxão, barba por fazer, cara de garoto taludo, vestia um sungão branco igual ao do mano, com um volumo que parecia meia bomba. Depois do beijo. Falou acho quedei sorte dois gatos desse na floresta! E saiu dando lugar a uma bela ruiva de olhos cinzas, pernas longas, branca como mármore, curvas generosas. Vestia uma cara lingerie francesa. Saquei que o mano devia ter feito uma puta grana. Talvez uma viagem, e tinha torrado nesta farra. Ela me beijou me passando a mão no pau. Falou. Quem tem sorte sou eu Joãozinho 3 machos cacetudos e gostosos e vou ver vocês se pegando também. Vai ser uma farra das boas. Ela tinha uma voz deliciosamente rouca e sensual. Em seguida o mano os afastou e disse.

-Agora vou matar a saudade do maninho.

Beijou-me deliciosamente me chupou o pescoço e me amassava a bunda. Baixou minha cueca até os joelhos e me lambeu me olhando safado. Disse aos dois.

-Tem cacete aqui pra nos 3. Vamos dar um trato no dono da casa, nel mio fratello grandotte.

A loira disse.

-Fratello? São irmãos?

-Não vê a semelhança? Disse o Lipo.

-Porra que tesão. Dois machos gatos e irmãos se pegando! Disse o “João”

Felipo resolveu comandar a festa.

-João segura os braços do mano pelas costas e cuida dele eu e a Maria vamos cuidar do rolão.

João veio para trás de mim e me fez passar os braços por seu corpo se colou a minha sarrando todo seu corpo no meu, passava sua mãos por meu tórax, me beijava a nuca, me chamava de gostoso, suas mãos iam dos meus peitos a meu púbis e segurava o cacete brincando com ele na boca dos dois que me disputavam, sentia a mão do Lipo passeando por minha bunda e pegando no pau do João que parecia ser bom, pela sarradas que ele me dava, via a outra mão do Lipo com os dedos dentro Maria, de vez em quanto ele tirava de dentro e me oferecia o dedo melado do sabor dela.

-Prova mano que tesão o gosto dessa gostosa.

Ela Também mexia no cate do Lipo e acariciava minhas bolas, tava uma delicia sentir assim sendo o banquete de 3 gostosos. Ficamos um tempo assim, ai o Lipo mandou.

Agora vai La você garoto o negocio agora vai ser entre homens. Ela tomou o lugar do João e me guiou o dedo a sua buceta, esfregava os peitos nas minhas costas me fazendo sentir os bicos extremamente. Na frente o João e o Lipo me dividiam.

-Mano o João faz uma mágica que você vai adorar. Mostra a ele cara. Disse ao rapaz.

O cara ficou de pés e se abaixou só com o tórax na altura de meu cacete, e lentamente o engoliu inteiro, ficou alguns segundos com ele assim e eu sentia meu cacete ter passado por suas amídalas e estar no seu esôfago, Felipo sorria e disse

-Ele é capaz de fazer isso por horas e hoje vai fazer a noite inteira.

Veio e me beijou. De novo falou.

-Vou comer ele pra você depois quero que me coma, ainda comigo dentro dele. To com saudade desse cacete que cresceu dentro de min.

O Felipo foi atrás do João que tinha as pernas quase retas. Lambeu o rabo do garoto, encheu de lubrificante, metia dedos, ele fazia todos esses movimentos me olhando cheio de tesão e realmente me oferecendo cada movimento, eu gemia de tesão com dois dedos dentro de uma buceta muito quente e molhada, meu pau sendo fudido por aquela boca que parecia não ter fundo. Encapou o cacete e piscou pra mim me dando um sinal, tirei um pouco o pau de a boca do cara, e mandei-o lamber sabia o que o Felipo ia fazer. Ele disse batendo na bunda do João.

-Quer rola gostosão?

Ele disse.

-Mete gostoso

-Vai ter rola então.

Segurou firma na cintura do João e enfiou de uma vez, o cara deu um grito e eu meti a rola pra dentro da boca.

--Lambe o rabo de meu irmão menina e o meu também.

Tava uma cena gostosa demais, eu assistia pelo espelho. O cara de pe abaixado fudendo meu pau o mano comendo ele com fúria de macho, e a Maria ao nosso redor lambendo meu cu e o do Lipo.

De Repente o Lipo todo animado com a língua da ruiva resolveu presenteá-la.

-Vamos dar dois presentes a essa ruiva deliciosa Grandotte?

Disse isso com pau todo enfiado no João e ele tem meu pau na boca, o cara fez cara de triste, o Lipo disse.

-Calma Joãozinho tu vai ter rola de sobra ainda, vai ganhar um presentinho da coleguinha também.

Deitamos-nos na cama cruzando as pernas e fazendo nossos sacos se apertarem, o Lipo chamou à ruiva,

-Vem gostosa vai ter rola em tudo que lugar pra você.

Ela o beijou e se posicionou para nos cavalgar. Olhou para nos dois como se decidindo quem ia aonde. Olhou pro Lipo.

-Vai como preferir gata.

Ganhei a buceta, já sabia, mulher corre de me dar o cu. Ela foi entrando devagar e mexendo com delicia, João ficou acima de mim de pé me tendo entre suas pernas, Meteu a rola na boca da colega e nos com ela já na base de nossos paus, me levantei e brinquei com a língua no cu e no saco do João. A ruiva era uma amazona de valor, aqueles cabelos cheirando a delicioso perfume estavam presos nas mãos do Felipo que os tratava como rédeas. Ela deu um alto gemido durante o gozo, continuamos a bombar. Meu pau roçava o do Lipo às vezes, incrível a sensação de sentir no meu pau o calor do dele. Virei o João de frente a mim e o mamei. Só agora prestei atenção a sua rola, 20 cm e grosso, meio torto para direita, era circuncidado. Um pouco cansado das pernas ficou de joelhos em meu peito, foi agarrado pela ruiva que gozou de novo. Senti os músculos das pernas do Lipo se enrijecerem. Tirei o povo de cima de mim e dele. Levei para a cabeceira da cama e disso aos outros vamos o fazer gozar gostoso como nunca,

Deitei ao lado dele e o beijei agarrei seu cacete e dava ao casal que se esmerava nele. Depois o pus por cima de mim, sarrava sua bunda segurava seu cate e abraçava sei peito. Ele tinha as pernas abertas. Desse-lhe.

-Goza gostoso pro teu fratello que te amo. Te voglio fratello, te voglio tanti. Enche a boca desses putos, molha minha mão vamos dividir sua porra.

Ele mexia e gemia, Vi seus dedos dos pés se fecharem forte, tinha cada uma de suas mãos nas cabeças do João e da Maria. Senti uma onda de choque em seu corpo, seu pau pulsar em minhas mães, sua bunda se apertar em meu cacete. Sua voz rouca de excitação.

-Fratello, pra você, te amo cara, muito, muito...

Vi seus primeiros jatos bater na cara dos dois, minha mão melou de seu leite quente e grosso.

Quando ele descansou da convulsão do gozo levei minha mão à sua boca e a minha, dividimos sua porra entre nos dois.

Descansamos um pouco e convidei o Lipo para a jacuzzi. O céu estava belíssima meia lua nos observava como de uma estreita fenda. Pus a jacuzzi para encher lentamente tomamos uma ducha forte e fria no banho da sauna. Liguei o vapor e fomos os dois os primeiros a entrar, nus com toalhas na bunda dei um beijo nos lábios do Lipo.

-Grandotte, ta sendo uma delicia mano, acho que foi melhor que a festa. Tava com tanta saudade sua.

-Por que foi? Esta sendo, vai ser, sempre será.

-Fazemos os dois gozar?

-To preocupado com isso agora não, quando era puto ninguém se preocupava, se tirassem leite de mim no automático assim fariam. Delicias os dois, onde achou?

-O Rodrigo que chamei de João, é colega na agencia, delicia não é?

-E a Ruivona, foi muita pesquisa, queria saber o porquê de sua tara em ruivas e achei essa beleza. Cara como goza. Será que é tudo de verdade.

-Ai é problema dela deve esta te tirando uma puta grana não é? Pior são as que fingem de graça. Racho a grana dos dois contigo depois que eu fizer uma vistoria embaixo e ver o estrago.

-Pô Grandotte tu não ma da folga vei!

-Alguma vez você deu Lipão?

-Vem aqui vem fica no degrau de baixo que vou te fazer uma massagem relaxante pré você ficar bonzinho. E gritou.

-Marcela! Traz o óleo de massagem no balcão da pia quando vir. –Será que essa puta ta comendo o Rodrigo? Disse mais baixo, me fazendo sorrir.

Os dois entraram e sim ela devia ta dando uns amasso no carinha que já veio duro. Ela passou o óleo às mãos do Lipo, que espalhou generosamente em meus ombros. Relaxei entre suas pernas abertas com os braços em suas coxas que de tantos castigos de subir e descer de escadas estavam super toradas. Nesse movimento abri as minhas e a Maria\Marcela, meteu meu pau meia bomba na boca e enquanto João\Rodrigo se esbaldava mamando o Lipo por debaixo de seus braços que faziam uma gostosa massagem em meus ombros e nuca. Estava delicioso respirar aquele vapor aromatizado, ter as mãos do Lipo me massageando e a boca sedenta da Maria em meu cacete que já dava de novo brilhando de duro.

Olhei para trás e vi o belo rosto do Rodrigo numa careta para engolir. Pedi ao Lipo.

-Da ele pra mim? Quero-o me cavalgando.

O Lipo chama a Maria, e me da o Rodrigo. Rodrigão, homem delicioso. Sentou de frente. O danado já havia trazido camisinhas e gel. Ele tinha um rosto delicioso, safado e carinhoso, me encapou, passou gel em si próprio, e sorrindo disfarçando uma dor que sabia estava sentido, foi descendo devagar. Comecei a beijar-lhe incentivando-o. O Lipo pôs a Maria de frango assado a meu lado. Sempre me impressionava como o Lipo conseguia ser tão selvagem e másculo com as mulheres e tão carinho e gentil e ainda másculo com os homens.

Logo ela me apertava os braços num gozo alto. Não, não podia ser fingimento. Ela lacrimejava e sua boca durante o orgasmo dava tesão.

Depois do gozo da Maria o Lipo a liberou para mais uma ducha. Eu pus o Rodrigo de frango assado. Que teve a boca invadida pelo Lipo que deitou a bunda em seu peito. Peguei o pau do Rodrigo e o masturbei. Em minutos ele gozou. Perguntei ao Lipo se o queria. Ele respondeu.

-Não agora quero você. Só nos dois na jacuzzi.

Tomamos uma ducha para esfrias e sair no sereno. A água quente e a massagem das águas estavam muito aconchegantes. Deitei e o Lipo se jogou sobre meu corpo, espalhando água fora. Beijava-me como só ele me beijava, com língua que sentiu dentes cresceram e hormônios nos mudar o sabor. Atracados com nossos cacetes entre as mãos, nos fizemos todos os carinhos só nossos. Ele me pede que o coma ali de pé. Os dois prostitutos estavam deitados em cadeiras de sol nos olhando. O Rodrigo trouxe os apetrechos, camisinhas e gel.

Encapou-me e lubrificou o Lipo. E como sempre fomos só nós de novo naquele nosso planetinha.