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14 de abr. de 2013

As atualizações, um apronte do Lippo e uma coisa com o babbo! NPS CAP 58




Estou gostando de voltar a postar com mais regularidade. Fiquei devendo uma atualização sobre minha vida desde que eu parei de postar.  Aproveito o recesso que estou em familiglia na Itália. Comemoramos o aniversário da mamma. Se viva ela faria 65 anni, pena não tê-la mais entre nós, este ano fará dois anos que estamos sem ela, preferimos comemorar o seu nascimento. A mulher mais importante em nossas vidas, da minha do Lippo e do Babbo, alias, a unica importante junto com a Estelita nossa mainha baiana, guardadas as devidas proporções. Nos juntaríamos em Napoli e seguiríamos ao Vaticano para a missa dominical, seguindo instruções dela, fervorosa católica.
Um reward rápido.
Cortei todos os laços econômicos que ainda tinha com o Brasil. Vendi o que possuía em ações, investimentos,  mantendo  uma patrimonial dona de alguns imoveis, esta com sede no Uruguai, por razões fiscais.   A coisa mais difícil foi vender o Loft que o Cado me presenteou, onde eu vivi uma parte feliz de minha vida. A primeira casa própria, importante guinada para uma vida nova, Estelita, minha mainha, as reuniões com amigos, as farras, a sensação de que havia feito as coisas certas.
O Lippo e o Léo nunca mais voltaram a morar no Brasil desde que foram fazer o MBA na América. Decidiram continuar em NY, saíram da empresa, hoje trabalham em boas bancas de advogados na capital do Mundo. Não saíram ainda totalmente da minha aba, rsrsrsr. Ainda abusam morando no Loft que tenho em sociedade com o Cado.
O Cado se desfez de bom numero de ações da empresa, continua sócio, agora sem tantas responsabilidades. Eu e ele nos associamos numa empresa de locação de grandes guindastes. Também sou sócio de uma empresa de capital principalmente chinês, construtora de shoppings e outras obras. Faço principalmente prospecção de novos negócios e fiscalizo algumas obras. No trabalho vou bem, graças a Deus! Angola é o pais que mais cresce no mundo. Os chineses resolveram comprar a Africa! Estou ganhando umas comissões da venda dela.
É isso! O resto vou lembrando, vcs perguntando e eu contando.
Voltando ao agora.
Cheguei triste de Luanda, nesta terça dia 09, abril. Deixei o Haben, meu figlio, por causa da escola, o Cado foi a Angola para ficar com ele. Me hospedei em Napoli com il babbo mio, lá encontrei o Léo que veio em solidariedade, esperávamos o Lippo que estava em Wellingtton capital da New Zeland,  na sua primeira seria empreitada no novo emprego num importante escritório de advocacia em NY. O babbo meio irritado com o atraso do Lippo, difícil entrar na cabeça do vecchio a importância desta viagem dele. Eu mesmo sofria a falta do Lippo mais que todos. Uma vontade imensa de chorar a falta da mamma no colo de meu parceirinho da vida toda. A tristeza foi passando devagar, apaziguada por estar com o Léo e o babbo, por estar em Napoli lugar de minha raiz ancestral. O cheiro da terra, a visão dos olivais que prometiam uma boa safra, o ar carregado a cheio de mar na costa napolitana. Venho da terra, toda vez que piso descalço numa plantação lembro disso, me sinto parte dela. Quando falo de meu passado pode parecer  que fugi da labuta com a terra. Não! Queria conhecer e viver um mundo que eu sabia que existia alem daquele que eu conhecia, até onde sabia ficando onde estava acabaria velho, cansado, desamparado e sentindo saudade do que não fiz.   Lá vai eu divagando como sempre e esquecendo o que ia contar, rsrsrs.
Tinha uns 2 meses que não via o Babbo. Dopo a morte da mamma isso era muito tempo, desde sua partida tentava ao máximo estar presente na vida dele. Milhares de vezes  falei da minha paixão e admiração por este uomo. Sempre fomos unha e carne. O coroa virou um curtidor quando se viu sozinho, acho que é seu jeito de disfarçar a saudade de sua Cali, como ele chama a mamma. O tourão agora é oficialmente caçador de buceta em tempo integral, até  a produção do sitio ele entregou boa parte  nas mãos do Cado que se descobriu um ótimo homem campesino, apesar disso mantemos tradição de nas colheitas estarmos juntos tanto na do sitio quanto na da villa. O babbo e o Cado brincam de mandar em todos, o Léo se diverte, eu adoro, o Lippo reclama, é um playba mesmo! Não gosta de calejar as mãos colhendo olivas, mas ama os animais, especialmente uma entre as 15 bufalas que fazem a produção de leite para a muzzarella. Simplesmente cismou que é a reencarnação da Gioia. Sim! Acreditem! A esquizofrenia de falar com a foto da Gioia ainda se mantem firme. Inclusive a foto foi a primeira a saber de sua missão na Oceania. Antes de mim e antes mesmo do Léo. Pode??!! Vocês imaginam um cara de 28 anos, de terno, considerado um talento em sua area, se confessar com a foto de uma bufala?
Delicioso estar com o Léo. Nos vimos a pouco quando ele e o Lippo conheceram o Haben, que ficou pirado com os tios, juntos se tornam 3 moleques. Já prometeram que o Haben quando maior vai ser apresentado as “tradições sexuais”  da familglia macho. Derramei sobre eles todos os improprerios e juras de vingança. Na cara de pau me responderam.  –essa é boa, a gente pegou frangote, e ainda reclama depois que prometemos  esperar o leke ficar maior de idade? Dá vontade de esganar, não? rsrsr
 Haben,  chamo de negão, é a alegria maior de minha vida, por isso mudei muito de meu trabalho e investimentos para Angola e em Luanda fiz meu lar e o dele. Sim, mantenho meu lar e do Cado em Firenze, mas é inegável que meu principal papel hoje é de pai. É ensinar e aprender com meu negão sorriso. Surpreendente foi sem esperar minha explicação sobre minha relação com o Cado, o Haben por si só começar a chama-lo de babbo também. E tem gente que pensa que bambini são idiotas! São não! São ligados e melhor! Sem conceitos complicados. Na cabeça deles as coisas simplesmente são. Sem julgamentos, quando nós adultos não os enchemos de conceitos sem sentido. Já notaram como as crianças não reparam as diferenças de raça, de credo, de posição social e conceitos sexuais? Somos nós como pais ou como sociedade que lhes mostramos nossos conceitos nem sempre certos e justos? Penso que se de repente todos os adultos desaparecessem ficando no mundo apenas as crianças ainda não corrompidas por nossos valores, que esse seria o jeito mais simples de construir uma nova era, um gigantesco passo da humanidade para uma evolução de verdade. Se tiverem saco vejam esse link   http://www.youtube.com/watch?v=zE2hEaMpKQI   , dá para imaginar que o que falo bem que poderia ser verdade. Ô video fofinho!!!  Kkkkk (ÔÔÔ boiolice, kkkkk)
O Léo ainda é o mesmo lekão taludão sorriso entre a gente. Hoje tem 26 anos, nosso caçulinha. Até o babbo adotou o safado! Até a puteiros já foram juntos!  Agora o Léo tem um jeito mais adulto na verdade, não seria de outra forma, vivendo a vida competitiva de uma cidade como New York, porem se junta eu, ele e o Lippo, ai vira tudo garoto baiano de praia outra vez. Com o Lippo parece ter encontrado o parceiro de uma vida. O Lippo tem passado umas boas lições com ele. Lembram da época que o Léo era o cachorrinho do Lippo? Bem! Hoje o Lippo é seguro de si, seu jeitão faz o maior sucesso com os gringos e gringas. As vezes o leke cisma de meter onde lhe apetece. Lippo pira de ciumes! No ano passado pegou o Léo em flagrante quando foi a L.A. fazer um cirso de verão na UCLA. O putinho tava comendo um ginasta que inclusive é da equipe nacional. Não satisfeito também comia uma cherr leader do Texas que fazia um curso também. No ginasta o Lippo deu uma sova que lhe rendeu uma indenização absurda. O cara abriu um processo que eu e os colegas advogados dele corremos para impedir a continuação do dito que mancharia sua carreira. Da Cheer leader quem tomou um belo soco foi ele, rsrsrsr. O fiz ainda agradecer que foi só um soco e olho roxo. A mina era Cheer de um time de football texano, Imagina a vingança do time em cima dele?  E nessa confusão,  o Léo de gostosão-comedor-disputado. O mundo dá voltas!
De vez enquanto o babbo nos deixar claro que mesmo amando o Haben quer um neto com o nosso sangue. Sempre dá um toque de uma prima distante, uma garota bonita que poderia ser nossa encubadora. Não posso reclamar esse desejo. Respondo que se for pra agora vai depender do Lippo. Eu estou feliz com meu Negão. Não descarto de um dia dar um irmão ou vários ao Habi,  mas quero ele maior, talvez quando tiver uns 14, quando já conversemos como amigos e homens, então entro em nova produção. Por agora estou curtindo demais ser eu e ele. Amo o tempo que ficamos juntos, só nós dois em Africa.  Quando ele começar a adolescência, entrar na fase chata, egoísta e não curtir tanto ser eu e ele. Se bem que eu não tive essa fase, não tive tempo, mas cada historia é uma. Se assim for, estarei  na fase dos 40, por falta de porra não vai ser, se assim eu decidir outro filho. Estou gostando tanto que por mim teria uns 10.
O Lippo chegou a Napoli na quinta a noite. Passamos a noite conversando alegremente, na madrugada ele foge do que dividia com o Léo e vem pro meu. Meio dormindo vejo se aconchegando no meu peito. Estava nu como eu, como sempre dormimos. Nos enrolamos num abraço, sentindo nossos corpos que parecem reconhecer como irmãs as celulas de um e outro. De novo era o tempo que meninos dormíamos enroscado, tomando o cuidado de acordar antes dos babbos, para não nos flagrarem emaranhados. Acordamos juntos, tesão matutino, beijos, cada um com o pau do outro na mão, depois de um boa gozada, exercícios físicos, jogging nos bosques do sitio, uma mamada presenteada e um cu fratello! Banho na queda d´agua num frio de 10 graus. Coisa gostosa demais! A fodinha mais que o banho, rsrsr.
Na volta o Lippo me fala da ideia de buscar uns primos nossos, chamávamos de os romagnoli. Assim são chamados na giria romana os típicos romanos, mais os classe media que fazem o maisntream do povão. Já falei desses  primos, são um casal de irmãos, un ragazzo gostosim, cara bonita, corpinho palestrado (academia). Ela, ragazza com cara de santa, bem bonita e exagerada na pintura dos olhos. Os dois são o grau mais elevado de safadeza, deixam eu e o Lippo parecendo anjinhos. Não trepam entre si, na meteção, mas se tocam e adoram trepar na mesma foda. Já me devoraram e ao Lippo também. Acho que minha famiglia nasceu de algum sobrevivente Sodoma ou de Gomorra! Sendo que o lado descarado mesmo é do babbo. O lado da mamma é cheio de Siciliano. Tudo religioso, só peca nas entoca jurando que se assim fizer  Deus não vê. De siciliano ninguém em sã consciência fala mal em voz alta. Os que ousam normalmente dormem cobertos de terra ou ninguém sabe pra onde foi, ou se foi. Tenho uns primos desse lado que gosto muito, uns tesões da porra! Tudo cara de Cosa Nostra (mafia siciliana), ao menos assim penso, mas jeitão eles tem. Acho sexy, mas não arrisco meu cacete na tentativa de descobrir se rola não. E se rolar e cismar de comer o primo napolitano? Melhor ficar quietinho e se for comer primo, pegar os safados já conhecidos.
A ideia do Lippo era trazer o tal casal de priminhos putos e fazer uma surubinha basic, quem sabe até botar o babbo pra comer os sobrinhos emprestados.
-Está pazzo (doido) Lippo? Acha que o babbo no meio de um memorial da mamma ia entrar em farra?
-Você duvida?
Pensei 3 segundos.
-Não! Na verdade não! O babbo nunca foi muito com as fuças das Zie (tias). Ainda mais agora, ele me contou que a viuvada vive dando cantada nele.
-Ah! Grandotte! Então o vecchio já comeu!
-Diz que não. Quer distancia da mulherada que já enterrou os maridos. Diz ele que querem rola e só. Depois esperam a vitima morrer. KKKKKKKKk  Por isso nem arriscou a meter com medo de ser armadilha e obrigarem a casar. Kkkkkkkk
Lippo se acabou de rir. Comentou que as vezes até fica com ciumes do carinho do babbo com o Léo. Acha bobo de sua parte. Depois que a mamma morreu o babbo se ligou muito nele e que na verdade é até carinhoso a forma do babbo com o Léo, que podia ser como em muitas famílias que são destruídas pelo preconceito.
-È vero Lippo!  Ai está nossa forza como familgia, nada nos separa, aceitamos como somos, e veja que nem uma balança como a mamma temos mais. O babbo sabe que adesso somos só nós 3, está mais aberto as nossas naturezas, percebe que não é uma simples escolha. Somos como somos.
Continuei
-Quanto a farrinha, tenho uma ideia melhor. Como vc tem tempo ainda e o Léo também, podemos em Lunedi (segunda-feira) descer a Santorini com os primos. Seria um passeio pro Léo. Iriamos nos 5, sem meter o babbo, que na verdade ia querer é ser o fodão, kkkk.   Traçamos os priminhos tesudinhos. Estou até afim mesmo de matar saudade do rabinho de Stefanno e da buceta da Paola. A ragazza tem um controle nos músculos daquele xibiu que é impressionante. Lembra que ela travou vc dentro dela? Kkkk
-Impossível esquecer!   Eu estou mesmo é querendo usar os dois de putinhos pra nós 3. Imagina uma fodástica numa das ilhas perto de Santorini?
-Sei.... a 10 graus de frio?
-KKKKKKKK, ok. Então uma bela casa nas encostas de uma ilha, mas mais deserta e menos alta que Santorini. Vc detesta montar em burro.
-Fechado!
Chegando em casa ele olha na garagem e vê o carro do Cado.
-Puta que pariu! De quem é a Maserati?
-Nem tenta! È o xodo do Cado! Um dia volto a villa e ela está na minha cama.
-Linda! Carrão do caralho! Tá podendo o cunhadão hein?
-Lucros do Brasil.
-Vou pedir pra dar uma volta.
-Falei pra nem tentar! Fica na sua. Dopo domani (depois de amanha)  vamos ao Vaticano, voltamos com os cugini (primos)e descemos a Grécia.
-Está bem. Sempre me cortando!
-Cala boca!
-Scuza fratello. Só queria dar uma na orla de Napoli, dá umas paqueradas com o Léo. Uma macchina dessa é isca perfeita.
-Até parece que italianas abrem as pernas assim!
-Pensava nos napolitanos, não nas fêmeas. Kkkkkkk
-Com eles um motorino e uma lábia já basta., rsrsrs
Voltamos a casa, comemos a prima colazzione (cafe da manhã) junto a todos. Sacaniei a preguiça do Léo. No fim o puto safado confessa que não viu o Lippo no quarto, foi comer na madruga, encontrou o babbo, foram num bordel e voltaram no nascer do sol. Fizemos eu e o Lippo o maior protesto por não nos terem chamado. O babbo, com uma pontinha de veneno (ao menos achei eu, não se peso na consça) falou.
-Não queria incomodar os fratelli, achei que tinham assunto de irmãos pra por em dia.
Sarcasmo, não acham?
Depois daquele papo a muitos anos na Bahia,  falado quase em código o babbo nunca mais tocou na prosa que sabia que eu comia o Lippo.
Alimentados fomos dar uma volta na propriedade. O Lippo ficou no curral com a “reencarnação da Gioia”, o Léo resolveu dar uma corrida para manter em dia os exercícios. Safadinho tava mais gostosinho que nunca, ainda mais com barbinha de dois dias, todo com cara de querer ser macho. Tava dando certo. Se o Lippo demorar vou dar uns cata no cunha, rsrsr
Parece bandalheira, mas fico até mais excitado quando meio triste, acho que inconsciente querendo esquecer. Também fico excitado quando alegre, acho que para extravasar, rsrsr.  Sempre tenho uma boa razão para fuder. In veritá tenho andado calmo depois do Haben, é o encontro com os parceiros de boa foda que tá me deixando em estado constante de meia bomba, no minimo.  Na primeira manha eu e o babbo sozinho em casa o vecchio me flagrou na maior bronha matinal. Normal, eu e ele somos bem livres um com o outro, já fudemos muita puta juntos, desde que eu era pequeno.
-Poxa babbo desculpa!
-Desculpa por estar de cazzo duro? Bobagem figlio! Bata tranquilo, io que peço desculpa, devia ter batido na porta. Continua ai.
-Tudo bem babbo, agora deixa o cacete endurecer de novo, o flagra desceu o bicho! Kkkkkk
-Se te conheço bem, não demora.
-Bate uma comigo babbo! Começamos o dia tranquilão. Adoro uma bronha ou foda quando acordo.
-Ok, aceito. Matamos saudades do tempo das putas. Kkkkk Alias! Vamos a tarde comer algumas.
-Claro! Mas cada um com uma buceta. Te conheço vecchio safadão. Começa a meter e não para. Kkkk
-Chega pra lá. Quem gozar menos, paga as putas.
-Fechado!
O babbo sentou na ponta da cama. A cama é imensa, não nos tocamos. O vecchio põe a jeba pra fora! Impressiona sempre que veja. 2 cm maior que a minha e parece que são 10 cm, grossa como uma lata de coca-cola. No dia que que brinquei perguntando como a mamma aguentava, tomei um safanão tão grande pra respeitar a mamma, que nunca mais brinquei!
Não conseguia tirar os olhos do jebão. Já estava eu duríssimo e apertando na punha. O babbo também olhou meu pau.
-Filgiolo, somos abençoados. Kkkkkk Seu pau até parece maior que quando jovem.
-Queria que fosse do tamanho dos eu.
-Bobagem, somos quase idênticos. O dono do pau sempre acha os outros maiores que o seu próprio. Cosa di mascchio.
Bateu mais devagar, me olhou e perguntou se eu me ofendia se ele perguntasse uma coisa.
-Siamo amici babbo. Pergunta o que quiser, Nunca tivemos segredos.
-Você já teve vontade de pegar no meu pau, ou trepar comigo?
Fiquei livido, mas respondi honesto.
-Já imaginei como seria. Na verdade babbo não é tesão, é amor que te tenho. Tesão de fuder tenho não. Te amo como babbo e gosto assim. Dessa forma vc continuar me ver como figlio mascchio e eu eu te vejo como sempre vi, meu babbo machão.
Emendei.
-de ver seu pau gosto mesmo, me vejo nele. E sendo sincero vou gozar olhando pra ele. Posso?
-Está bem. Também sinto o mesmo. Vc é meu figlio macho. Te amo e admiro, Sabes que não tenho desejo em homem, mas vou gozar olhando o cacete do meu figlio macho.
Conversa que nunca vou esquecer. Tesão inimaginavel, nunca me senti tão próximo de meu babbo, tão seu figlio. Gozamos demais, na verdade gozamos o nosso amor um pelo outro. No fundo sei que antes de volta a Angola ainda vamos bater uma um pro outro, viajo demais nisso, essa conversa foi a clareza que precisamos para não errar um com o outro. Acho da vero que ele sente igual. Sei também que esse será nosso limite, uma mão amiga numa bronha. Não volto a Africa sem bater uma no rolão do meu babbo, o rolão que me criou. Vai ser nosso segredo. Só eu, ele e o Lippo (sem o babbo saber) terão noticia. E vcs claro! Aqui fica secreto mesmo! Rsrsr
Comparamos a quantidade de porra! Igualzinha! Fiquei pensando se ele tinha razão e minha caceta era mesmo do tamanho da dele. Pedi pra medir. Fui alem! Meti o dedo na porra dele e provei. Ele fez cara de nojo.
-Tem nojo não figlio?
-Oxxiiii! Vou ter nojo de sua porra babbo? Não sai dela?
-kkkkkkkk, verdade. Figlio, não tenho vergonha de nada que vc faz na sua vida. Vc é o homem mais macho que conheço. Tenho sorte de ser seu babbo.
-Quer provar a minha? Tem vergonha não! Prova a sua e a minha?
-Sei não!
-Vai logo que está quente babbo. Não vai deixar de ser macho por isso. Me impressiona vc nunca ter provado sua própria porra.
-Sou de outro tempo figlio, um tempo cheio de pecados.
Melei meu dedo com porra dele e passei nos seus lábios. Ele provou cheio de medo. Disse parecer agua sanitária.
-Prova mais. Umas são doces, outras salgadas, outras azedas. Cada macho tem um gosto, descobre o seu. Depois vai descobrir de seu figlio.
Provou. Disse que era verdade. A dele quase tinha um certo adocicado.
-Prova a minha.
Antes eu pus mais da dele na minha boca. Era excitante, ele olhava e tava quase duro também. E tínhamos acabado de gozar!
Melei meu dedo na poça de porra na minha mão. Passei na minha boca. De surpresa ele mesmo, melou o próprio dedo da minha porra e experimentou. Ai foi que não desceu mais o meu cacete. A dele e a minha era muito parecida no sabor, na textura a minha mais grossa, talvez pela idade, mesmo a dele sendo farta e também encorpada.
Rimos juntos.
-Babbo! Fizemos nada errado não! Meninos fazem isso lembra?
-É vero figlio, não ouve sombra de pecado. Também me senti compartilhando com um figlio, um amigo intimo.
-vamos tomar banho?
Vamos, vou então ao meu quarto. Bacio
-Não! Vem tomar bagno comigo. Sem pecado, lembra! Vou te atacar não coroa! Kkkkk
-Sei que vc me respeita. Não me constrangeu a nada. In veritá figlio sempre fomos iguais não é? Putoes todo! Como dizem no Brasile. Kkkkk
Tomamos banho no mesmo bagno, sem pegação, conversando como sempre, sobre sports, mulheres e a vida.
No começo da tarde acordei da cesta, dando uma volta nos jardins notei a falta da macchina do Cado. Corri em casa e nada do Lippo. No quarto o Léo ainda dormia. Perguntei pelo bandido, ele não sabia.
-Figlio de una putana! Roubou a macchina, vou matar!
Peguei meu carro e fui a cidade. Antes de chegar o vejo voltando de bicicleta. Pensei. –caralho julguei mal o cara! Devia estar sendo lavado, algo assim. Paro e faço sinal pra ele. Ele vem e me fala risonho.
Fala normal e alegre. Era inocente! Depois vi que estava alegre demais, inocente demais! A roupa não combinava com bike. Ofereci carona, ele tentou negar.
-Entra já!
Sentado ao meu lado observei as mãos nervosas. As mãos dele sempre o traiam. Eu e a mamma sabíamos disso. Fiquei esperando ele falar. Nada. Perguntei do carro. Na lata.
-Era isso que queria te falar. Vim trazer para lavar e fazer uma surpresa. Numa curva um viado atravessou a pista, bati num poste quebrei uma lanterna. Só a lanterna. É só trocar. Uma bobagem. Bobagem de nada! Juro Grandotte.
Parei o carro.
-Desce!
-Poxa não zanga!
-Desce!
-Ok, vou pegar a bici.
-Não! Vai a pé! Assim não vejo um pouco suas fuças e me acalmo pra não triturar vc no moedor de oliva.
-Tá frio Grandotte!
-Reza pra congelar!
Cheguei em casa emputecido, o babbo me pergunta. Conto. O Léo corre a pedir que eu seja paciente. Todo cheio de motivos pra eu começar a tratar o Lippo como homem adulto.
-Adulto Léo? Roubando carro como adolescente? Tem  mais 3 carros aqui, ele rouba o do Cado que avisei pra não tocar! Sabe quem vai ouvir do Cado durante meses?
-Ninguém Bigs. Todo mundo sabe que o Cado é doido pelo Léo. Vai é rir muito de sua cara.
-Vc é outro safado! Seu puto.
O babbo estava quieto, Serio nos disse.
-Subam, ele está chegando, sou o chefe aqui, o padre dele, quem vai resolver sou eu.
Falei baixinho ao Léo enquanto subíamos as escadas. Agora ele se fudeu de verdade!  Coitado do Léo sofria mais que o Lippo, descarado de todo, com os castigos que o amor dele sofria.
O lippo nem chegou na porta o babbo esperava. De cara seria mandou ele tirar a roupa. O Lippo sabia que ia apanhar igualzinho a muleke. Pediu quase chorando que o babbo deixasse ele explicar e mesmo assim ia tirando a roupa. Nunca nem interpelamos uma ordem do babbo ou da mamma. Assim que ficou de cueca o babbo deu uma cintada que estalou lá em cima. O Lippo ensaiou correr. Babbo mandou.
-Se correr vai ser pior.
Não aguentamos quando ele respondeu.
-Pode ser babbo, mas vou correr.
Saiu em disparada pelo jardim e o babbo atras cintando, até onde o folego deu. O lippo só voltou a tardinha. Cheio de medo. A raiva tinha passado e todos nos acabamos de rir. Menos o Lippo que nem sentar conseguia. Viajou de pé no trem quase a viagem toda, pois a bunda e costa da coxa doía ainda.
O cara cresce vira homem e continua o mesmo Lippo de sempre. Vou ter que aguentar esse safado que amo, desse jeito a vida toda. Falando com retrato de búfala, e aprontando, sendo um homem de sucesso no lavoro e no amor por outro lado. E o conjunto todo dele ainda será como sempre foi,  a melhor porção de mim.
Depois conto que mais houve entre eu e o babbo, foi bom demais. Melhor que jamais imaginei. Penso mesmo que eu sempre quis e nunca aceitei que quis.

12 de abr. de 2013

Em Budapest NSP CAP 57

                                                           (Gay Man from Budapest - Web´s photo)


Desembarcamos num começo de primavera ainda frio.  No desembarque o Ilya foi recebido por um carro diplomático. Ofereceu-me uma carona que gentilmente recusei, preferindo pegar um taxi, invés de tomar o trem ou alugar um carro, achava que o Cado já teria pego um se ele o quisesse, apesar dele não gostar de dirigir em centros urbanos. Troquei nomes de hotel e numero de telefonino com Ilya que fez uma pequena gozação quando eu disse que ficaria no Boscolo, um tradicionalismo 5 estrelas,  tem o Café mais belo do mundo, num glorioso prédio Art Decó.
-A mãe Rússia não pagaria o Boscolo nem que eu fosse  um Romanoff.
-Particularmente prefiro hotéis menores, mais este tem historia pra mim. Alem disso é italiano. Gostaria que aceitasse o convite para jantar. Se vc gosta de arquitetura só o salão já vale a pena.
-Grazie Italiano, verei como corre o dia e confirmo até o meio da tarde.
Depois do convite quase aceito me perguntei porque fiz a bobagem de convidar o Ilya para minha primeira noite com o Cado. Bem!  De qualquer forma não seria desagradável, o Cado certamente apreciaria a culta conversa do Ilya e me faria contar toda a foda com ele  pra excita-lo na nossa própria, taradinho o Cado! Rsrsrs
Chegando no hotel é difícil não se impressionar mesmo estando acostumado a palácios europeus com a beleza do lobby. Na recepção fico sabendo que não há nenhum hospede com o nome que procuro. Meio bobo, confirmo minha suite e assim que fico só, começo minha caça ao Cado. Telefonino não atende. Nenhum novo endereço em casa, onde inclusive a governanta se mostrou surpresa de eu estar um Buda. Foi então que senti minha testa dar uma leve coçadinha. Sinal de corno!
Já sabia como descobriria o hotel que ele estaria. Chamei o concierge e fiz que ele em inglês fingisse ser do escritório da Germania e confirmasse com a governanta lá de casa o numero do quarto e como quem nada o nome do Hotel.   Tiro certíssimo! Bem que eu sabia que aquela governanta croata, branquela, com cara de quem nunca viu rola, fora a minha, já que vivo nu em casa, era cupincha do cachorro-ordinário-sem-vergonha do Cado. Tinha certeza que ele estaria num desses hoteizinhos da moda com alguma “miss-modelo e atriz” de 40 kilos. Com certeza achou que eu não ia encarar o voo desconfortável e ele teria um ou dias de putaria, sim! Putaria do tipo que esquece a chegada do Matteo-maridinho-dedicado que estava na porra do deserto trabalhando pra ele.
Com o nome do Hotel, bastava descobrir onde o sacripantas jantaria. Coisa facil. O Cado não é do tipo que sai para jantar e escolhe o restaurante ao acaso, com certeza o concierge de seu hotel teria feito a reserva. Informação baratinha, nada que USD 200,00 para o concierge do meu hotel e USD 100,00 para o coleguinha dele do outro hotel.
Fiz reserva na mesma hora para dois, agora era rezar para o Ilya estar livre.
Agora era descansar um pouco, dar uma malhada. Estar malhando é ótimo para pensar numa revenge. Gosto de vendetta tipo de novela mexicana em cenas de climax  em que  todos os personagens, a vilã com seu penteado imenso armado de laque, o mocinho de bigodinho e dois nomes próprios e  a mocinha com cara de debilóide mais gostosinha ficam tensos parados como estatuas parecendo que esqueceram o script e estão com raiva de ficar naquela posição até o próximo capitulo no outro dia
Descansei, malhei, arquitetei elaboradamente a vendetta, apesar dos devaneios causados pela vaidade ferida. Nesses devaneios viro uma mistura de Dick Vigarista com Bruxa Má do Oeste ou Cruella com Dart Vader, vou literalmente pro lado escuro da força.  Na verdade é furia de momento, como disse vaidade ferida misturada a um tantinho de ciume e indignação por ter misturado nosso encontro com uma personal-extra-farra. Essas coisas devem ser feitas ou junto ou bem longe do partner. Mais verdade  ainda é que minhas vingancinhas e ceninhas  ciumentas fazem parte do ritual de nossa relação. É bastante util, eu me vingo do ciuminho, ele fica feliz e envaidecido pelo meu desejo de posse. De certa forma equilibra nossa diferença de idade. Seria muito natural o Cado se preocupar mais com isso, ele sabe que sou putão, mas tem certeza do que sinto e quero para nós. Cado é de touro, portanto quase matemático em muitas coisas, me conhecendo como ele conhece sabe que eu não ficaria um minuto ao lado dele, até pelo respeito que tenho por nossa historia, se eu sentisse que qualquer coisa tenha diminuído em nosso amor. Tenho a mais absoluta certeza que se um dia a gente não fosse mais um casal, continuaríamos a ser o melhor amigo um do outro.
Nunca o Cado se preocupou com o rumo que dei a nenhuma peguete dele. Ele apenas curte saber como conquistei e como trepei nos meus extras. Nunca me perguntou nada pessoal sobre a pessoa. Ele sabe que essas aventuras são como vitaminas ou bronhas, curto o momento como se fosse unico, depois que o pau tá limpo, só fica um gostinho bom e a certeza que com ele é sempre muito melhor. Pra ele acho que é a mesma coisa, com o temperinho de me ver ciumento. Mas se pego com outro macho, na encolha, que não seja uma armação nossa. Mato os dois, isso tenho certeza. Kkkkkkk Aquele rabo é meu e só meu, o pau divido, pois cacete é puto sem dono, mas o cu? Não meu amigo! Aquele ali tem dono sim. Só come se eu emprestar e estiver do lado. Porra só bebe a minha. Tem macho leiteiro em casa pra que?
O Ilya ligou me confirmando o jantar. Pedi que fosse de Black-tie inventando uma desculpa de um vernissage importante, e dizendo que troquei de restaurante por sugestão de um amigo. Respondeu-me.
-Conheço esse. Você gosta mesmo de lugares badalados hein? E sobre o smoking. Esqueceu que sou militar? Usarei farda de gala, ok?
-Dio Santo! Tá doido pra me ver de pau duro de novo, não é gostoso? Tesudo e em farda de gala?
-Não seria má ideia não, kkkkk
-Fica a vontade. Se quiser fazer um agrado é só pedir, em qualquer lugar! Adoro sexo e perigo juntos.
-Muito sacana você cara! Já me deixou duro e no meio de uma reunião. Até mais tarde, então. Te pego no seu hotel, estarei com o carro diplomático a disposição.
-Ok,  Poka. (até logo em russo)
Pontualmente um carro preto imenso que lembrava um navio e se exibia com bandeiras da Rússia parou na minha frente. O Ilya desceu. Me cumprimentou, o convidei para um brinde no bar do hotel.    Detalhe! O cara parecia um imperador russo! Estava escandalosamente tesudo. Por um momento lembre a cena de estar em metendo no rabo dele a menos de 24 atrás. Me deu vontade de novo! Rsrsrsr
Tomamos uma Grappa italiana. Apenas uma dose. Fomos ao Boutique Hotel Budapest, um hotel modernão e da moda em Buda onde neste momento minha galhada era alimentada.
Não sei se pela farda, pela imponência do carro diplomático, ou pela metidez do restaurante, mas parecia que um Imperador Austro Húngaro estava adentrando o restaurante tamanha a paparicação com que fomos tratados.Fomos postos na melhor mesa do salão.
 Comentei com o Ilya que me respondeu, que a farda sempre causa esse efeito.
-Devem estar achando que vc é algum Presidente de uma republica da ex-URSS, rsrsrs
-Ou que você é algum astro do cinema. Se você está me achando bonito é por que não se olhou direito no espelho.
-Que nada! Sou apenas ajeitadinho! ........ –  e falso modesto! Rsrsrsrs 
Pedimos um vinho antes da refeição. Estávamos sendo servidos e vemos luzes de flash e um pequeno tumulto na porta principal do restaurante. Perguntei o que era aquilo ao maitre.
-Uma celebridade, acho que uma atriz ou dançarina flamenca espanhola.
A curiosidade me fa esticar o pescoço pra ver a atriz. Assim que passaram da porta ficou completamente visível. Uma belíssima morena de olhos arrebatadores. Não me lembro de tê-la visto antes, ao contrario do seu acompanhante, aquele ali eu conhecia muito bem. Era nada menos que o Cado, todo sorridente se aproximando dela, depois de ter se afastado por causa dos fotógrafos.  O maitre os trouxe para mesa ao lado da nossa. Não me movi, mas também não consegui tirar os olhos do Cado. Assim que os seus olhos cruzaram os meus, vi que congelou, como se alguem tivesse gritado. Estatua!
Olhei para Ilya para ver se ele estava percebendo a situação. Nada! Ele estava com os olhos brilhando e boca semi aberta quase babando pela facínora, usurpadora, destruidora de lares espanhola.
O Cado costuma dizer que meu cinismo em algumas situações chega bem próximo do limite a ponto de quase se tornar mal-caratismo, que só não chega a tanto por fazer parte do meu arsenal cafajeste, rsrsrs. Naquele momento eu via que na escola que aprendi o cinismo ele era laureado com honra. Abriu um belo sorriso, convidou a vilã para vir até nossa mesa. Deu-me um abraço apertado beijando-me o rosto, cumprimentou o russo e apresentou a “ amiga” da família a nos dois. Ou seja estava provocando o Capeta não é?     
Falei em português:
-Está com família nova? Pois a que conheço nunca via essa Kenga!
Ele ficou transparente, juro que parecia uma tomografia. Apesar disso manteve o sorriso, mesmo que visivelmente artificial.  Se tem uma coisa que faz o Cado se borrar é uma ameaça de barraco meu. Barraco mesmo! Um mix de barraco baiano com italiano! Ele preferia uma armação maldosa minha, do modelo que corre nos bastidores. Meus barracos são de deixar um traveco de rua com vergonha.
Me pediu.
-Não faça nada que possa se arrepender. Em 2 minutos te ponho a par de tudo. Deixe-me explicar.
-Seu escroto! Você vai ter que ser muito convincente.
O Ilya disse a espanhola que era um fã ardoroso. Foi gentilíssimo com o Cado e os convidou para sentar conosco pedindo a minha anuência de modo gentil. Não teve jeito.
Pedimos que nos servissem mais uma taça e servimos os convidados. Provado e elogiado o vinho o Cado pediu licença para falar comigo sobre um problema de trabalho.
Minha vingança já estava toda armadinha na minha cabeça, mesmo antes de ouvir a explicação achei que devia continuar. Uma vingancinha quando já iniciada é como seu a empurrasse ladeira abaixo, não vale a pena tentar parar. Só termina no pé do morro com a merda toda feita.
Aceitei o convite do Cado para ir a sua suite e ver os tais papeis. Pedi milhões de desculpas ao russo e a sujeita. Antes de sair falei ao pé do ouvido do russo que mandasse a espanhola a suite do Cado em 10 minutos, pois ele na verdade tinha um presente a dar-lhe.
Fomos eu e o cara de pau a sua suite. O Cado tentava perdão dizendo que achava que eu demoraria mais 2 dias e que precisava dar um pouco de atenção a tal amiga que ele conhecera anos antes. Eu não dava uma palavra. Ele pedia um só ao menos.
-Cado! Espera chegar na suite. Preciso de espaço confinado para lhe dizer o que estou querendo. Não inventa desculpa! Seja macho e diz a verdade, ao menos assim mantenho o respeito. Não me trata como essazinhas que tu pega.
Entramos. Mandei que ele sentasse e falasse sem enrolação. Era uma desculpa para eu ficar a cargo de fechar a porta. Precisava dela destravada.
-Teo! Estou falando a verdade. Pensei que iria demorar mais 1 ou 2 dias. Fiz questão que você viesse, nunca te trataria de outra forma que não respeitosamente. Sobre Luz (nome da sujeita) é realmente uma amiga, na verdade já tive um affair com ela. ........
E parou por uns segundos a pensar
-Ah! Téo, me perdoa estava mesmo fazendo um bis. Só não pensei que ia dar esse imbroglio. Por falar nisso! Quem é o russo?
-Um amigo recente, conheci no aeroporto de Dubai. Sim fudi com ele. Sim o trouxe para provocar vc. Fiquei irado quando me vi sozinho, quando vc não atendia o telefonino.
-Sei. Quer dizer que vc pode e eu não?
-Nem vem fazer joguinho. Estou puto de vc me misturar com aquelazinha, nunca fiz isso com vc. Não vou discorrer agora sobre a relação que criamos. Única coisa que tenha certeza é sobre o respeito mutuo. Essa foi de fuder qualquer um Cado! Vc me tira de uma viagem de lazer, me põe a trabalhar, me faz voar durante horas me prometendo estarmos juntos felizinhos e casalzinho num lugar que antes já vivemos ótimos momentos, e fico sozinho na porra do hotel sem saber onde vc está e te encontro bancando o acompanhante de celebridade de segundo escalão!
Disfarçadamente olhei o relógio, faltava uns 2 minutos para o tempo que pedi ao russo, calculei que ainda teria uns 5 minutos contando com a chegada até ali. Precisava mudar o tom para reconciliação.  
E já fazendo cara de arrasadinho, cachorro perdido na chuva.
-Poxa Cado! Como vc quer que me sinta cara?
Efeito imediato!  Cado com a cara cheia de culpa me vem abraçar, todo cheio de pedidos de perdão e beijos. Eu continuo.
-Pronto! Sou um babaca mesmo! Fico emputecido e vc vem mansinho e me põe no bolso de novo. Me beija, tô morrendo de saudades de sua boca. Olha como já tô de pau duro só de estar em frente a vc.
O Cado me abraçava cheio de carinho, eu retribuía apertando contra meu corpo, roçando meu cacete nele, deixando na ponta do pé para estar mais próximo a meu rosto. Desabotoei o meu smoking e fiz o mesmo com o dele. O calor de nossos corpos passavam pelo tecidos das nossas camisas, deso botei minha braguilha e apertava firma a bunda que tanto adoro. Ele meteu a mão na braguilha, tirou e desabotoou os restos dos botoes que prendia a calça, pôs meu pau pra fora, amassava na palma da mão e se entregava num beijo delicioso. Sentia seu pau duro roçando no outro lado da minha virilha. Eu estava de lado com ele manuseando meu pau. Estava excitadíssimo eu, tanto pelo momento quanto que pelo que iria acontecer. Disse-lhe no ouvido.
-Deixa eu sentir sua boca molhando meu cacete. Tenho sonhado com isso. Sou viciado em ti meu tesão!
Cado se abaixou me cheirando o torso, de joelhos segurou meu cacete com as duas mãos, lambeu a cabeça  e a pôs na boca. Eu acarinhava sua cabeça, fechei os olhos e me entreguei a delicia de sentir meu homem se deliciando com um pedaço meu. 
De repente um som histórico nos tira do céu que estávamos. Parados a alguns passos estavam o russo e a sujeitinha. Ele encarava o meu cacete na mão do Cado. Ele paralisado com a surpresa nem lembrou de tirar, estava atordoado realizando a situação em que tinha sido flagrado. De joelhos com um cacete duro e grande na boca. Com o cacete de um cara 20 anos mais jovem que ele a pouco apresentara somente como seu sócio. Então ele se levantou depressa, tentando se recompor. Eu estava tentando filmar todo o momento, esqueci de guardar a rola. Cado me olhou e disse.
-Se conserta! Guarda esse cacete!
Falei baixinho.
-Que situação Cado!
-Nem vem com essa Matteo, tenho a mais absoluta certeza que tem dedo seu.
Não me deu tempo para resposta. Toda essa conversinha durou uns 5 segundos. Ele foi em direção a espanhola para se desculpar. Ela surpreendentemente entrou numa crise histérica! Mais espanhola impossível! Parecia um filme do Almodôvar! Gritava, insultava, falava num espanhol andaluz, coisa quase ininteligível, os espanhois do sul falam numa velocidade árabe, herança do passado mouro. Difícil entender quando eles falam mais rápido ainda e em histeria nervosa. O russo tentava defende-la, acalma-la. Quando me aproximei ela veio para cima de mim como uma louca. O russo a segurou. Não sei porque cargas d´agua começou a defender a espanhola e para tanto resolveu agredir o Cado. Dessa vez quem pirou foi eu.
-Calma Ilya! Não fala com ele assim não! Ele é meu companheiro!
Ele não deu a minima. Pior! Disse mais impropérios ainda. Fui pra cima dela e tentando mirar nele e não na espanhola que ele segurava, dei-lhe um murro na cara. No solavanco ele soltou ela. Rápido como um foguete ele respondeu meu murro com outro. Vi estrelas! O Cado partiu para segura-la e mantinha o braço para me afastar dele, pois eu já tentava revidar. A espanhola se soltou e caiu em cima de mim como um a gata enlouquecida. Me segurou pelos cabelos, quase subiu em cima de mim e me batia e arranhava onde ela conseguisse alcançar. Eu comecei a pedir para tirarem aquela louca de cima de mim.  A situação estava pra lá de patética, e tão patética que acabou por o Ilya e o Cado segurarem a doida tirando-a de cima de mim. Me levantei e pulei pro outro lado do quarto, estava um farrapo, parecia que uma matilha tinha me atacado.  Batem na porta, eram ois seguranças do Hotel. Finalmente nos acalmamos. Deram agua com açúcar pra doida, que arfava como um búfalo selvagem enfurecido. Os seguranças a levaram a outra suite que o Cado fez questão de alugar para amenizar o pequeno escândalo. Chamaram enfermeiros do Hotel que nos deram 2 bifes, um para mim outro para o Ilya. Puseram uma pomada no Cado e ofereceram uma bolsa de gelo. Na tentativa de segurar o russo tomou uma cotovelada na lateral da cabeça. Perguntaram de hospital. Tentamos pedir desculpas. Disseram que felizmente não havia hospedes no andar no momento, estavam jantando, ouviram os sons pelas câmeras do corredor e vieram averiguar. O  Ilya mostrou credenciais e pediu o máximo de sigilo. Tudo Ok . Deixaram-nos a sós, antes confirmaram que um carro levaria a espanhola a seu hotel quando ela relaxasse, haviam dado um calmante leve. Lembraram que a ela também não interessa escândalos.
Ficamos os 3 sentados em poltronas. Eu e o Ilya  com imensos bifes no rosto, o Cado e sua bolsa de gelo. Pedi desculpas.  O russo disse.
-Não te derrubei, mas a Luz te deu uma surra!
Nos olhamos uns segundos e não teve outro jeito rimos a valer. Tiraram muito sarro do meu estado. Foi ai que me olhando no espelho fiz balanço dos estragos. Meu cabelo parecia o da madame Mim quando acorda, olho crescendo e prometendo crescer mais ainda, meu smoking Zegna da ultima coleção estava um farrapo!
-Espanhola desgraçada! Ela é bailarina ou lutadora de rua?
O Cado.
-Talvez seja castigo Teo, foi mexer em vespeiro!
-Nem ligo. Ela tava alucinada! Isso já me deixou satisfeito!
Ilya.
-Um momento! Vocês estão me dizendo que isso tudo foi uma trappa do italiano! E que vcs são amantes?
Eu
-Não! Não armei. Amantes não! Somos casados!
Cado
-Foi ele sim. Isso ai com ciumes vira uma tormenta! Alem disso é cara de pau. Sei que vcs ficaram juntos e eu não posso nem bater uma bronha em outra intenção.
Ilya.
-Não acredito que vc armou essa confusão toda italiano. Ele sabe que ficamos juntos?
Eu
-Ilya! Ninguem mexe no que é meu. Sim Claro que sabe. Sou leal! Fiquei puto foi desse safado ter marcado comigo e com a piranha andaluz.
Novas risadas. O Ilya estava incrédulo.
Passado o temporal, conversamos um pouco. O cado safadamente pergunta.
-E a foda de vocês?
Ilya fica sem graça.
-Pode falar Ily,   Disse eu.
-Entendo vc Ricardo esse italiano é um tornado numero 5 numa planície plana.
-Eu sei. Por isso amo meu Tornadão. Kkkkkkkkk
Eu vi que se a conversa fosse nesse ritmo iria acabar num menage. Não queria menage. Queria meu Cado. Eu e ele.  Pedi de novo desculpas ao Ilya e pedi educadamente que nos deixasse a sos para conversamos e ajeitarmos as coisas.
Nos despedimos dele e marcamos um passeio antes de irmos.
Olhei o Cado machucado, me deu um aperto no coração.
-Não queria que vc se machucasse. Peço perdão por isso.
-Você está mais machucado que eu. Na verdade estou mais com vergonha que machucado. Tu fez uma amantezinha sem grande importância me ver te mamando. É brincadeira?!
-Sabe que quando me sinto sacaneado eu perco o senso. Com vc pior ainda! Verdade que no fundo deve ser medo de um dia uma dessas me tomar vc. Não é ciume sexual, juro! È uma paura desgraçada de um dia vc embarcar numa dessa. Tenho estado muito ausente, eu sei. Espero que lembre que posso não estar fisicamente contigo, posso não ligar de em cinco minutos, mas, vc está onde eu estou, sempre! Tenha certeza disso! Sei que sou safado também. Nunca Cado deixe passar por sua cabeça que uma aventurinha dessa possa ser maior que a nossa. Se um dia não sermos mais um casal não será por falta de amor e respeito.
-Eu sei Teo, acredito nisso. Quem fez a merda fui. No minimo fui de uma deselegancia sem limites.
-Deselegancia! Tu fui um mané, cachorrão.  Tu esfrega essas conquistas na minha cara pra medir pau comigo!
-Sem condições de medir pau com vc. Kkkkk
-Stu gosta de me ver doidinho pra te ter comigo.Eu sempre caio nessa sua.Kkkkkkkkkk te amo meu gostoso! Mesmo sendo catador de Kenga, kkkkkkk Vem cá. Vamos fuder que é o que precisamos. Fuder como só a gente fode. Cuida aqui do seu garoto vilão atrapalhado. Dessa vez me fudi mesmo! Apanhei feito puta veia. Kkkkkkkkkk Queria ver se fosse um macho teria a coragem que a doida teve.
-Se com o russo continuasse a briga ia ficar feia. Essa hora estaríamos numa delegacia.
-É verdade! Mão pesada da porra do milico!
-A cara dele ficou pior que a sua.
-Eu estava com mais raiva. Quando ele te desacatou fiquei cego! Vc, o Lippo e o Léo me fazem de leão de chácara de vcs. Aprontam e eu que dou e tomo as porradas!
-Vem meu michezinho tesudo, vou dar um banho em vc.
Quando ele me chama de michezinho a foda vai ser caprichada! Cado curte preferencialmente ser o passivo. Quando me chama de michêzinho é sinal que vai ser bem passivo e me quer mandão. Eiiiiita diliça! Adoro!
Adoro ver meu coroa gostoso, solteirão cobiçado pelas mulheres, belo e charmoso, financeiramente poderoso (no Brasil, aqui mantenho a fantasia, kkk), a meus pés, atendendo minhas ordens mais sacanas, implorando para mamar, beber leite. Pedindo quase ao delírio que lhe meta a rola e o foda forte, me dizendo seu dono, questionando o que pode fazer para me agradar.
Pedi que ligasse a banheira, preparasse um banho. Enquanto a banheira enche que namorassemos um pouco, depois ele ia ser meu putinho safado, mamador. Que eu o faria implorar para ele sentir de novo o dono do seu cu, de novo se apossar dele.
Encheu a banheira com óleos e sais aromáticos. Nos beijamos ternamente. Amassos e sarros, beijos, olhares apaisanados, uma boa prensa na parede. Tirei sua roupa lentamente, beijando o corpo do qual sou devoto. Com ele completamente nu o lambi, mordisquei e me demorei nos lugares que sei lhe alucinam. Fiquei de pé a sua frente, era a vez dele me despir. Da mesma forma ele fez. Conhecedor de cada milimetro de minha pele. Acariciava cada músculo. Tem um tesão louco em músculos, não imensos, mas com volumes e bem definidos. Essa é a razão maior de me dedicar tanto a uma forma física dá enorme sacrifício em manter. Não só pelos exercícios que até gosto, mas, pela alimentação rigorosa que exige. Não como açúcar, alimentos industrializados, sorvete, refrigerante, frituras e etc... Dieta rígida de 6 refeições dia. Em troca tenho a satisfação de meu gato, que basta ver um pezzo de pele minha que alucina, rsrrs
Cado se demora nos braços, gosta dos bíceps, triceps. Passa os dentes neles e os aperta para sentir a firmeza. Vai as costa e me faz levantar os braços para olhar os movimentos dos músculos posteriores, se aperta de peito nu neles e com as mãos espalma os peitos, me faz respirar para cresce-los, meus mamilos estão duríssimos, ele os aperta com os dedos, procurando o limite de minha dor, aguento firme, meu corpo lhe pertence, não posso reclamar. Me afasta as coxas e nelas encaixa seu pau grosso. Sinto-o quente quando o aperto entre elas. Afasta uma nádega e enche uma mão, sinto o midinho buscando meu cu. Põe o dedo na minha boca e me faz lubrifica-lo, volta a minha bunda e mete a cabeça do mindinho. Ele adora sentir meu cu retesar receando ser invadido. Puxa meu cabelo para tras, me fazendo descer a cabeça para trás e me beija o pescoço, morde a nuca e me diz.
-Meu michezinho está mais gostoso que nunca! Aqui atrás está como eu gosto, vejamos a frente.
Na minha frente, depois de outro beijo, morde meu mamilo, lambe meu suvaco, desce o tórax.
Brinca.
-Vou contar os gominhos, se faltar algum, vai ficar de castigo!
Desce lambendo pelo meio do tórax, morde o primeiro gomo direito, depois o esquerdo e a cada um faz a contagem. No umbigo, ele afunda a língua. Senta-se a minha frente, sinal que vai demorar na virilha. Junta seu rosto apertando-o contra meu ventre e esfrega-se se arranhando nos pelos cortados a maquina 1. Roça a língua no V, ignora o cacete que o faz fazer posições estranhas para se desvencilhar dele. Lambe o saco, bola por bola, está depilado como ele gosta e cuida para que esteja sempre assim. Confere cada vez que chego de viagem, é a primeira coisa que faz, junto com o beijo de boas vindas, mete a mão no meio das pernas e confere se continua liso como ele gosta. Brinca com as bolas, chupa, engole, alterna entre uma e outra, põe com esforço e destreza as duas, espreme entre lábios me fazendo tremer, não reclamo, ele pode tudo.
Me afasta as pernas ao máximo, e do saco vai ao caminho que leva ao cu, o cheira, lambe, beija, e língua o quanto pode. Me manda abrir as nádegas e dar-lhe espaço para meter mais língua. Assim faço. Quando me sente com as pernas tremendo, vai as coxas, morde e lambe a parte de dentro delas, continua descendo e morde e chupa a parte de trás do joelho. Foi com ele que descobrir o tesão que tenho nesta area. Quase me faz dobrar os joelhos de tesão.
Desce as batatas da perna, ali ele gosta de morder os gêmeos, músculos das canelas, também para ele trabalhados. É o único lugar que morde forte. Nos pés ele cheira, engole cada dedo, tenta morder a sola. Grito forte de tesão, caio na poltrona.
Me leva a banheira e me massageia,me poe entre suas pernas, minhas costas apoiadas em seu peito. Beija, esfrega, me roça o pau duro nas costas, brinca com meu cacete usando seus pés, foi só agora que ele o tocou. Terminado de banhar-me e eu de banha-lo. Inesperadamente fala firma.
-Senta ai na borda da banheira!
Sento. Cado me abraça, meu rosto em seu peito, seu pau logo abaixo do meu pescoço. Ele se afasta.
-Abra as pernas.
Sem pegar no meu pau, da uma lambida na glande, reajo imediatamente endurecendo mais ainda. Ele se põe de 4 e avisa. Agora vc manda. Me faça seu puto.
Lhe seguro os cabelos ainda úmidos. Dou um tapa leve no seu rosto, o lado que não está machucado.   Respondo.
-Vou te dar o que vc gosta meu puto tesudo. Sou seu miche, seu macho e seu dono, vou te mostrar porque!  - Mama!
Começa lambendo, lambendo com a língua toda, esfregando cada centímetro do mastro que não se move de tão duro. Minhas mãos pondo-as para trás, me abro mais, me curvo pra trás e ofereço ao meu puto o meu kct e nisso me ofereço inteiro junto. Quem é puto de quem? Penso. Não me interessa a resposta. Basta o amor tesudo que oferecemos um ao outro.
Por 15 minutos ele se desdobra em me satisfazer, sempre me olhando, eu tentando demonstrar em gemidos roucos e no rosto transtornado de tesão todo o prazer que ele me proporciona. O Chamo a cama. Não o deixe tirar o cacete da boca.
-Vou devagar e vc não vai tirar da boca.
De modo confuso chegamos a borda da cama. Dou um tempo no papel ativao e retribuo da melhor forma possível a mamada que ele me deu. Faço tão bem que ele quase goza. Paro e digo que ele só vai gozar com pau no cu.
O Ponho de 4, dedico-me a preparar seu cu para me receber. Lambo, beijo e chupo seu cu, brinco com a rola na entrada dele. As vezes o faço mamar um pouco mais. Varias vezes ele pede e nego. Varias vezes finjo que vou meter e paro. Quando o ouço implorar, pedir por tudo, o surpreendo metendo numa só estocada a cabeça. Paro para não machuca-lo, me deito nas suas costas. Rápido ele pede. Mete tudo Teo, mete sem pena! Isso é rabo de macho porra!
Começo sem atender os pedidos, indo devagar. Paro na metade e o sinto dar um coice para trás fazendo entrar o resto. Bombo lento, bombo forte. Trocamos varias posições. Na ultima o mando sentar, quero vê-lo rebolando, subindo e descendo, quero ver seu rosto próximo ao alcance de minha boca, na distancia de um abraço. Seu pau roça duro meu abdome.  Num gemido calado por meu beijo ele molha toda minha barriga e peito. Passo um dedo na sua porra e a divido num beijo com ele.
Deixo-o acalmar a respiração recostado no meu peito, e sempre mexendo meu lentamente no cu que ainda me acolhe. Vendo-descansado eu falo.
-Agora mama ate beber meu leite.
Sou obedecido, em 5 minutos lhe dou um rio de porra que não é desperdiçada em nenhuma gota.
Novo banho, relaxamento, conversas em dia e mais sacanagens até o nascer do sol. Nem sempre com penetrações, mas sempre com tesão. Uma mamada que lhe ofereço, uma chupada no cu, ele brincando com meu pau mole na boca do jeito que ele ama. E quando um outro de novo mostra-se duro é inquerido sobre um jeito de como fazer para baixar o mastro, é nisso que sempre brincamos, inventamos e gozamos deliciosamente.

28 de fev. de 2013

O Aeroporto, um milico! Continuação Cap 56


Continuando o capitulo. E tentando salvar o Eriko, seguidor deste blog, de uma crise de abstinência, rsrsrsr.
Ah! Antes que  comece, peço desculpa por eventuais erros ortográficos, meu word não corrige em português, uso versão em italiano, além disso ou arrumo tempo pra postar ou pra corrigir, vão aguentando ai, que breve compro uma atualização do corretor em português.

Depois de uma deliciosa sessão nas duchas, enxugamos um ou outro. Ilya abriu duas garrafinhas de vodka. Me ofereceu uma que não aceitei. Ele virou as duas em dois goles! Tem que ser Russo pra fazer isso!  Suas bochechas ficaram vermelhas, achei adorável, abri mais e o desafiei a beber. Ele não só bebeu como abriu outra e repetiu!  Com o corpo mais quente ainda pelo álcool, me abraçou me levando de volta ao Spa.
Na maca de tratamentos me pediu uma massagem. Sentei naquele bundão branco, alvo, com finas linhas dos negros pelos riscando sua alvura. As costas como o corpo, não são musculosas em exagero. Tem o corpo grande definido nos braços, peitos, coxas. Grossas coxas que como colunas sustentam o rabo redondo, farto e duro. Com os braços apoiando a cabeça em repouso nota-se alguns músculos nas costas, região do deltoide e das omoplatas. Uma nuca grossa coberta desde o começo com cabelos que cresciam para cima, dando aquele ar quase moleque do arrepiado de seu cabelo.
Enchi minhas mãos com o óleo encontrado numa pequena estante do aposento. Minhas mãos deslizaram nas costas largas, lembrei do meu cunhadinho que diz que sou tão grande que tem que trepar comigo de GPS pra não se perder! Rsrsr. Fazia movimentos suaves e fortes, apertava sua nuca procurando nódulos de tensão, descia em movimentos idênticos de ambas as mãos até pouco abaixo da linha da cintura, pressionava as vértebras lombares e bem lentamente me afastava deixando meu pau roçar sua pele, pressionava firmes ambas as nádegas, deixando escapar o dedão para a entrada do seu cu, sentia se contrair, ou por tesão, ou por receio de eu me aproveitar da posição em que estava.
Depois de massageá-lo até os pés, o fiz virar de frente. Seu cacete estava de pé, pulsando! Sentei em cima do pau, sem penetração claro! Mas o sentia entre minha bunda, gritando para me comer. Minhas mãos trabalhavam em seu tórax. Olhos nos olhos. Ele arfava baixinho, bochechas vermelhas, seus braços me sequestraram num beijo longo, meu tórax escorregava no dele. Sua mão agarrou meu cabelo. O cara deve ser artista do Cirque de Soleil pois num passe de mágica eu estava debaixo dele! Olha que a maca deve ter no máximo uns 75 cm de largura!
Senti a maca balançar. Se aquilo caísse com dois caras grandes como nós seria mais que patético, alguém ia se machucar. Parei tudo e sugeri um futton com cabeceira de madeira, ali mesmo na área do Spa.
Estendemos o colchão como uma cama.  Ilya deitou-se sobre mim, seu pau entre minhas coxas simulava uma penetração, beijava e mordia  meus mamilos. Abri minhas pernas e o prendi entre elas. Seu corpo oleado escapou com certa facilidade, ágil montou em meu peito e me segurando os cabelos me fez engolir seu pau. Metia  com com força me segurando pelos cabelos e me mandava manter a boca aberta. Enfiava o máximo, até sentir que eu não mais aguentaria, em seguida segurando as mãos na cabeceira da cama, retesou o corpo e me fez ficar debaixo dele, como se fizesse flexões enfiava lentamente seu cacete em minha boca em cada descida do movimento. Na posição fiquei com as mãos mais livres, apertava sua bunda e com a outra mãos fazia movimentos de massagem no área ao redor de seu cu. O Ily gemia e me dava comandos dos movimentos que eu deveria fazer com  minha boca e língua, dizia a força da mamada, ordenava aguentar o máximo na garganta,, se balançava  fazendo seu pau bater em minha cara, abaixava esfregando o pau e a pélvis na minha cara, me fazendo cheirar os pentelhos que rescendiam a sabonete, suor e macho.
Mudou de posição sentando em minha cara me entregando o cu e o saco. Ordenava por uma bola de cada vez na boca me fazendo brincar com ela sugando alternadamente entre forte e fraco. Usava meu nariz como um pau, rebolando em nele. Com o rabo na minha boca ordenava beijos, chupadas, mordidas e língua.
Eu estava amando a situação, embora realmente poucas vezes eu tenha preferido a posição do comandado. Na verdade sempre que alcanço o máximo nesse papel é com o mio fratello ou o Cado. Com ele sempre me coloco psicologicamente como submisso aos seus desejos, mesmo no papel de ativo mandão, pois assumo o controle para agradar suas fantasias.
Ali com o Ilya, percebi que mesmo me fazendo de seu putinho, eu o estava satisfazendo principalmente com estímulos anais. Com esse insight me liguei que mesmo pensando-se exclusivamente ativo, no fundo, talvez sem perceber, o milicão russo tava mesmo era precisando de uma boa rola no rabo. Se realmente como ele disse, isso nunca houvesse acontecido, foi por falta de sensibilidade dos parceiros ou mesmo certo preconceito ou medo inconsciente daquele macho. Alguns caras tem medo de assumir uma posição passiva receando ofender sua masculinidade, ou o que ele pensa dela. Besteira! E das grandes!! Coimo sempre digo, macho que é macho, assume seus desejos, e neles se realiza. Se a masculinidade de qualquer homem fosse perdida com uma enrabada, penso que dava pra contar nos dedos os que sobrariam, já que normalmente poucos escapam das meinhas infantis ou da curiosidade do próprio estimulo. Pra mim é simples. Se dar o cu der prazer, que dê. Tem uns babacas que tem medo até de língua no rabo. Que caralho de macheza é essa que tem medo de suas zonas erógenas? Bom chega de divagações! Voltemos a foda.
Tendo eu percebido o que falei acima. Num movimento brusco e forte, o agarrei pela cintura e derrubei ao meu lado. Aproveitando seu espanto montei nele, fi-lo ficar de bruços. Puto da vida, ele reclama:
-Porra! Era minha vez de ser o Boss.
-Eu disse que veríamos se você conseguiria. Acho que tem mais coisa que você realmente precisa.
-Filho de uma puta!  
Segurei suas duas mãos, o imobilizando. Disse.
-Calma milico! Não vai rolar nada contra sua vontade, na hora que quiser parar, paramos.
Deitei´me sobre ele e carinhosamente beijei sua nuca. Suas mãos agora livres, ainda nas costas, presas entre ele e eu, devagar ele tirou uma e a outra continuou, começou a me acariciar o pau. Meti minha mão por baixo dele e apertei o dele. Continuando com beijos e mordidas na nuca e orelhas.
Peguei cada um de suas mãos e firmemente as coloquei na altura de sua cabeça. Ele estava a minha mercê. Eu me esfregava lentamente sobre suas costas, meu cacete achou o meio das nádegas e lá se acomodou. Senti o delicioso calor de de seu rabo. Falava baixo e cheio de tesão em seu ouvido;
-Ily você é gostoso demais! Que rabo quente, macio! Quer que eu o acarinhe mais com a língua? Quer que beije e sugue esse rabo macho como ele nunca foi chupado?
-Italiano safado! Quero sim, quero sentir sua língua de novo.
-Então pede pro seu gostoso vai! Pede!
-Me chupa o cu!
-Parece que você não tá querendo não! Pede com mais vontade?
-Me chupa o rabo cara! Me faz sentir tesão no cu. Please!
-Fica de quatro, quero ele aberto pra mim, quero meu macho tesudo de quatro pra eu mamar muito esse cuzão.
Deixando de lado possíveis vergonhas, derrubadas pelo tesão, ele ficou de quatro.
Pensei que estava pertinho de conseguir o que eu queria, arrisquei ir mais longe.
-Abre o cu pra mim. Mostra ele me chamando.
Com relutância, o Ilya demorava a realizar o pedido. Dei um tapa na bunda deixando marcas dos dedos. Gemeu, mas fez!
Aquele macho de quatro com as mãos abrindo o rabo de pelinhos lisos, mostrando o rosadinho delicioso de um buraco que parecia desenhado! Caralho!! Meu cacete vibrou de tesão.  De joelhos fui até próximo a ele e mostrei como estava excitado com aquilo, fi-lo apertar meu pau ao mesmo apertei o dele e vi que também ele estava gostando, talvez mais do que quisesse demonstrar, mas rola não mente! Se ela quer, ela diz, rsrsrs
Voltei pra trás dele e cai de boca, língua e dentes no rabão.
Ilya gemia quase urrando! Aos poucos começou a rebolar o rabo na minha cara. Depois de um tempo me acabando no rabão. Fiquei de joelhos e comecei a roçar a rola, aproveitando que aquele delicioso cuzinho tava piscando. Tinha certeza que ia ser meu!
-Tá gostando meu gostoso? Ta curtindo minha rola no seu rabo? Ta sentindo a vontade que ela está de entrar em você?
-Italiano! Está gostoso demais cara! Mas acho que não rola não!
Acho não é certeza, acho é vontade! Pensei eu.
Continuei o trabalho de sedução. Roçava, encaixava, falava sacanagens. Ele rebolava, se contorcia de tesão. Alguns minuto depois, a frase magica!
-Mete Italiano! Tenha cuidado cara!
-Tu é macho milicão! Vou ser cuidadoso. Encapa minha rola que vou  te lubrificar.
Isso feito. Comecei a bater com o pau no rabo e o mandava piscar. Até que ele pediu de novo.
-Mete, to ficando doido cara!
- Melhor você sentar nele, você controlando será mais confortável  a você.
Eu deitado de pau apontando o teto. Ele de pé, foi descendo aos poucos, segurou o cacete na entrada e aos poucos foi abaixando.  Tentou 3 vezes sem ter coragem de dar passagem ao meu pau. Apesar disso eu via no seu rosto a vontade de me dar entrada.  Falou;
-Melhor  outra posição,  com vontade eu estou, ta faltando coragem de encarar a dor inicial. Quero dar o rabo pra você Italiano! Vem por cima, me faça ser seu, mas com cuidado.
Deitei-o de bruços, um travesseiro alto embaixo dele, empinava sua bunda branca. Fiz uma massagem ao redor do cu e iniciei uma penetração com o dedo maior, lentamente entrando e voltando, dizendo para ele relaxar e falando como estava gostoso senti-lo. Pedia que apertasse o cu e relaxasse, mordendo meu dedo. Na entrada do segundo ele gemeu mais alto, parei e ele pediu que continuasse. Fiquei um tempinho relaxando-o até sentir os dois dedos dentro, mexia-os e sentia seu agora total relaxamento, ouvia seus gemidos, via suas mãos crispadas, agarrando a almofado.
Dessa vez o Ilya implorou por rola, disse estar pronto e que queria agora.
Repeti a posição que ele fez comigo, como se fizesse um exercício de flexão, aos poucos depois de certa resistência a cabeça entrou. O corpo do russo se retesou inteiro, mordeu o acolchoado do colchão. Parei esperando ele relaxar e se acostumar com a dor. Ele pediu que voltasse a entrar. Demorei bastante até ter a metade do cacete dentro dele. Senti sua mão medindo para ver o que faltava.
-Caralho! Ainda está na metade! Mete cara! Está ficando gostoso apesar de doer pra porra.
E agora mais rápido entrei até o fim. Me deitei sobre ele.
-Estou todo dentro de você. Estou sentindo todo o calor de seu rabo macho gostoso. Quando você estiver acostumado vou te foder e vou ser dono desse cu tesudo.
Alguns minutos depois iniciei a sair quase até o tirar e entrar devagar até o talo. Ilya estava relaxado e começa a sentir prazer, agora ele me fodia o pau. Mandei que ficasse de quatro.
-Fica de quatro! Vou te comer como uma puta.
Bombei forte e o sentia arfar e gemar rebolando no meu cacete, dava tapas na sua bunda e mandava remexer, entrava e me movia de forma a ele sentir meu cacete circulando todo seu canal anal. Sempre falando como estava gostoso e como ele agora era meu putinho, perguntava se queria rola, se estava curtindo ser bem comido por um macho de verdade, se agora ele gostava de levar vara. No mesmo clima sacana ele respondia pedindo mais, dizendo que sim, era meu puto, que de onde eu estivesse teria que chama-lo para foder seu cu.
Mandei que ficasse de pé, que levantaríamos ao mesmo tempo, querendo não tirar meu pau dentro dele. O encostei numa parede, de surpresa tirei o cacete. Mandei que ele abrisse o rabo arrombado dele. Assim ele fez. Dessa vez meti todo e de uma vez, o abracei enquanto ele ainda soltava um urro abafado.
Comi o russo de todo jeito, em todas posições que ele e eu inventamos, quase uma hora metendo.
De repente a campainha da suite toca. Paramos. Mandei que o Ilya continuasse lá, que se abaixasse na mesa, apoiando o peito e ficasse com o rabo pronto me esperando. De pau duro fui atender a porta me escondendo atrás dela. Era o mensageiro que nos trouxe, o mesmo carinha meio afeminado que nos mostrou a suite. Me veio a mais sacana das ideias!
Mandei que entrasse. Me vendo nu e de pau duro ele ficou vermelho e desconcertado. Fui a poltrona onde estavam  minhas roupas, tirei USD 200,00 dólares e disse.
-Fica e você vai me fazer um serviço.
Ele recebeu o dinheiro, tentando tirar os olhos de meu cacete ainda duro. Fomos até o Spa. De onde estava, meu parceiro não o notou. Meti com tudo no rabo russo. Fodia com vontade e força. O viadinho não tirava os olhos. O Ilya notou sua presença e ficou meio apavorado. Falei.
-Calma meu macho tesão, ele só está assistindo como machos fodem.
Vendo o tesão do rapaz que de boca meio aberta assistia. Falei.
-Está gostando do que vê?
Ele quase imperceptivelmente balançou a cabeça.
-Abaixa aqui na mesa e mama meu amigo!
Ele titubeou.
-Não ouviu? Mandei mamar o cacete de meu amigo. Se fizer direitinho quem sabe também não ganha rola?
Antes de terminar a frase, a boca dele já engolia o Ilya.
Quase dez minutos fudendo a boca do leke, e ele diz.
-Abaixa as calças, vou te comer!
Na posição que estávamos era impossível. Ilya e eu o pomos na beirada da cama, com uma cusparada no rabo do menino ele meteu seu pau grosso e já encapado. O carinha deu um grito. Ilya pareceu nem ter ouvido, só parando quando estava todo dentro do rapaz e ele tremia debaixo do gigante russo. Dentro do menino ele me pediu. Agora mete você. Entrei e formamos um trenzinho comandado pelas idas e vindas das metidas do Ilya no boy. O garoto gemia e rebolava como uma putinha debaixo do Ilya que fazia o mesmo pra meu cacete.
Avisei que iria gozar, o Ily disse que gozaríamos juntos. Saiu de dentro do boy e me tirou dele. Disse que gozaríamos na cara do garoto. O muleke sorriu bem satisfeitinho com ideia, pois rapidamente ele puxou o lençol para proteger o uniforme. Abriu a boca e dava linguadas em nossos cacetes que masturbávamos um no do outro pelo gozo. Dois minutos depois inciei um rio de porra que lavava a cara do safadim e logo depois o Ily que terminou mandando o cara abrir a boca pra terminar dentro. Logo que terminamos o menino gozou um gozo ralo de porra e forte de prazer. Fomos nos banhar e mandamos que o boy saísse e nos adiantasse o check-in. Antes dele sair o Ily tentou dar mais cem dólares que não foram aceitos. Limpando o rosto rapidamente ele ia saindo quando parou e envergonhadamente perguntou se podia dar uma mamada em cada um depois de nosso banho. Respondemos, por que não?
Sorrimos um pro outro partilhando nossa safadeza.  Tomamos uma ducha rápida e nos vestimos. O mensageiro tinha arrumado nossos ternos e adiantado o que pedimos, nos vendo vestir parecia decepcionado.
Depois de prontos, o boy nos deu o talão de embarque.  Agradeci e disse;
-Agora seu premio! Ajoelha, abre as braguilhas tira o que você quer pra fora e mama, mas mama direitinho ou fica sem.
Imediatamente ele se ajoelhou e tendo os dois de pé ao seu lado, fez o serviço. E fez muito melhor que o esperado, o safado quase conseguia me engolir, tinha uma boca magica de abertura surpreendente, engoliu o Ilya inteiro, que segurou a cabeça do rapaz e fodeu até gozar, enchendo a boca de porra, até sair pelos cantos dos lábios.
Adorei o olhar do Ilya que assistia deliciado o mensageiro atender seu pedido para que o deixasse limpo. O leke passava a língua em toda a extensão do cacete, e sua mão não desgrudava do meu. Quando ele terminou com Ilya que ainda pediu que o próprio garoto guardasse seu pau nas calças, eu o mandei embora, mesmo com seu olhar que pedia meu gozo. Assim que saiu virei pro Ilya e disse.
-Não queria dar minha porra aquele que não desejo. Vou dar a você.
-Não bebo porra!
-A minha você vai beber sim! Vai beber a porra do macho que te descabaçou. Ajoelha e mama até tirar leite.
Assim ele fez. Normalmente demoraria mais na segunda, mas vendo aquele militar machão de joelhos, segurando meu pau com as dias mãos e mamando a cabeça do meu pau como um bezerro. Rápido lhe dei leite, e em boa quantidade! Tenho uma fabrica de porra rapidinha! Ainda bem! Ao menos justifica carregar sacão tão grande que exige certos cuidados para carregar  mantendo-os a salvo.
Nos concertamos e fomos ao terminal para nosso embarque.  E magicamente, fazendo algumas acrobacias com muito cuidado, ainda tocamos uma bronha um no outro durante a noite no voo. Chegamos a Budapeste numa ensolarada manha de primavera, o Ilya ainda me ajudou numa pequena vingança que fiz ao Cado. Essa conto no próximo post.

8 de fev. de 2013

O Aeroporto, um milico! NSP CAP 56


Miei Cari Amici!

Saudades imensas de nosso convívio que antes eram quase diários  Fiquei pasmo ao ver que o ultimo post desse conto que era quase um diário foi a mais de um ano, nele contava minha passagem por Tel-Aviv . Pretendo voltar a postar com mais frequência e para vocês não ficarem zonzos com as reviravoltas que vivi neste intervalo,continuarei o ultimo e ao fim atualizarei vocês até os dias de hoje.
De Tel-Aviv depois de me separar de meus companheiros de viagem,o irlandês Ian e o marroquino Ali, esperava seguir para a Índia  mas, fui para Dubai atendendo um insistente pedido do Cado para fechar pessoalmente um contrato da empresa e assistir uma palestra da Câmara de Comercio dos Emirados Árabes  e este foi o real motivo de eu ter cedido aos apelos do Cado, pois o principal palestrante seria o S A o Príncipe Herdeiro Hamdan Bin Mohammed Al Maktoum, ou como chamo intimamente o árabe-mais-tesão-gostoso-tudodebom-diliçinha-otimo-combustivelprabronha. Postei sobre ele no blog na época.
De Dubai iria ao encontro do Cado em Budapeste dar um ´´achado`` nele, que tinha me avisado que ficaria no Boscolo, hotel no qual ficávamos quando em viagens românticas.  Estava desconfiado que eu estava prestes a ganhar uns cornos. Vamos e venhamos! Também dou minhas escapadas, mas nunca! Nunca mesmo levo ninguém a qualquer lugar que frequento com o Cado. Não por razões sociais e falatórios de conhecidos, mas acho que meus lugares com ele, são só nossos. Pra que vou querer misturar minhas intimas lembranças de carinho e true love com aventuras que acabam quando levanto da cama de desejo satisfeito?  É miei amici, sou putão, mas sou todo direitinho! Cado é Cado e minhas trepadinhas aqui e ali estão em outro departamento, naquele que fica entre as coxas.
 Não reservei meu ticket para Budapeste, contava achar fácil um voo.  Havia pedido ao concierge do hotel que me comprasse um bilhete, minutos depois ele veio a minha suite avisar com a mais desolada das caras que não havia um voo minimamente decente naquele dia.  Resolvi arriscar o aeroporto e contar com a sorte. Segui para o imenso (o maior do mundo)  e magnifico aeroporto de Dubai.  Depois de rodar algumas companhias, acabei na russa, Aeroflot.  A atendente me informou que havia um voo com duração de 21 horas!  Fechei a cara e resmunguei.
-Signorina! Já tive que juntar coragem e necessidade para voar pela Aeroflot! Acha que vou aguentar 21 horas num Antonov? Fabricado com a maravilhosa tecnologia da ex-União Soviética?
Um sujeito atrás de mim no balcão sorriu. Olhei e me deparei com um belo exemplar  do macho eslavo. Um sujeito grande, de corpo forte, pele alvíssima, cabelos muito pretos cortados rentes nas laterais  e espetados em cima,  seus olhos negros encaravam com um toque arrogante, mas suas bochechas rosadas desfaziam todo aquele porte macho militar e lembravam mais um ragazzino do campo.
Diante da mudez da atendente, ele se adiantou e me olhando firme disse:
-Cuidado com o diz da tecnologia russa! Não lembro que nenhum pais mediterrâneo tenha mandado alguém ao espaço!  
Fiquei sem graça, não gosto de ser ou parecer xenófobo  Pedi desculpas falando que minha burrice em não ter feito reservas me fez descontar na Aeroflot. Ele me estendeu a mão sorrindo e num italiano corretíssimo me disse que estava fazendo troça.
Respondi, depois de apertar a sua mão com a mesma firmeza que ele apertava a minha :
-E alem da tecnologia aeroespacial, vocês tem videntes famosos. Se não estou diante da mistura de um militar e vidente, é s um grande observador. Acertou minha ascendência e idioma, tenho medo do que mais descobriu. Prazer me chamo Castigli, Matteo.
-Grensky, Ilya. Respondeu com ar afavel  e olhar sempre firme.
Sorri intimamente percebendo que eu também tinha acertado no meu primeiro olhar, vendo nele um ar de ragazzino, pois o nome Ilya me parecia jovem, leve, apesar do nome de família me parecer austero, soar como nome de ogro.
-Senhor Castigli?  Continuou ele.   - Estou nesse momento transferindo minha bagagem que iria a Paris para este  a Buda o trabalho me reclama em Miskolc, tenho dois tickets da Emirates e meu sub-oficial teve que seguir antes de mim e num Antonov! Rsrsr. Posso te passar o ticket dele e o senhor me paga o valor de face, pois terei que reembolsar ao estado.
Exultei com minha sorte. O único problema que passou rápido na minha mente era a vergonha de perguntar a classe do bilhete. Como se tivesse me ouvido ele respondeu.
-É First class, se importa?
-De jeito nenhum, na verdade tava com vergonha de perguntar se seria classe turística  infelizmente não caibo direito numa poltrona daquelas. Emirates é minha aérea preferida, tenho um preferencial card deles, mas o máximo que consegui foi uma bela suite no hotel do terminal 3. Infelizmente ela não tem asas. rsrsr
-Nenhum de nós dois cabem numa turística  Talvez seja util a tal suite sem asas, o nosso voo demora ainda 3 horas para embarque!
-É verdade, chè stronzo io! Rsrsr . Sendo o senhor militar, pensei que eram obrigados a passar esse tormento.
-Sou adido diplomático, tenho alguns confortos, apesar da austeridade dos militares.
Pedi desculpas pela impaciência minha para com a atende e convidei Grekkkhesvfsi ... sei lá! Para um café para fazermos a transação financeira dos tickets. Ele gentilmente disse:
-Imagina! Primeiro façamos os check-ins. Iremos no mesmo voo em poltronas uma ao lado da outra. Terei oportunidade de te dar uma aula sobre tecnologia russa! Rrsrsr
-Então o convido a um café. Preciso saber se o senhor ronca. Brinquei respondendo no mesmo tom a sua brincadeira.
Depois dos check-ins entramos numa imensa esteira rolante que nos levaria a area de alimentação do aeroporto.  Escolhemos um café de estilo europeu, o  interior lembra um bistrô parisiense, mesas pequenas, poltronas amplas,  luz agradável.  Escolhemos uma mesa de canto. Me dirigi ao toillet,  e o vi limpando as suas com lenços úmidos anti-bactérias. Quando voltava do lavabo o analisei de longe e notei que era bem mais gostoso que percebi a primeira vista. Minha altura, ar muito viril, coxas grossas, um pacotão no meio das pernas.  “Maschio” é a primeira palavra que se pensa ao ve-lo. Porte rigido, rosto de angulos fortes, braços que apesar do bom corte da farda, pareciam apertados dentro dela.
Sentei ao seu lado no sofá que cercava nossa pequena mesa. Por um átimo de segundos cruzamos olhares, criou-se um vácuo  E comecei a contar, 1 segundo, 2 segundos, 3 segundos! Segundo a lei máxima da desejo, se um homem sustenta um olhar por 3 segundos ou mais com outro. Só existe duas explicações. Ou ele quer te matar ou que trepar contigo. Nunca falha! rsrs. De qualquer forma, resolvi ficar na minha e deixar o ataque por conta dele, pois até ali todas as iniciativas partiram dele. O que não me impediu em pensar como seria estar numa cama com ele, ouvindo-o falar baixo palavras safadas no acento rígido de  sua língua-pátria, imaginava aquela boca carnuda e rubra que parecia ser de outro rosto que não aquele tão másculo  engolindo meu cacete, pensava como deveria ser belo o seu pau branco e rosado, seu rabo firme. É galera, em pouquíssimos segundos pensei toda putaria possível e desejável.
Saí do transe e falei a primeira coisa que pensei.
-Il Signore.. Sorry. Are you a diplomat?
-Pode falar em italiano se preferir, acho muito bonito o som das línguas latinas.
-Grazie.   E continuei em italiano. -Trabalha com diplomacia?
-Sim, sou conselheiro militar da Russia nas Nações Unidas. Um deles, a bem dizer.
-Belíssima profissão! Acho que me daria me bem na diplomacia. Sou empresario do ramo de construções,minha especialidades é prospecção de negócios  formação de consórcios para grandes obras, também fui lobista profissional junto ao Congresso brasileiro.
-Parabenizo a diplomacia brasileira, é famosa por sua elegância nas cortes internacionais, apesar de pessoalmente discordar de alguns caminhos escolhidos por ela. O importante é que pelo que vejo, temos talentos em comum. Talvez por isso a simpatia e atração.
Atração?  Pensei.  Agora é certeza! Esse ai tá me querendo. Rsrsr. Porque ele usou a palavra atração? Estranha a colocação dessa palavra,  tenho certeza que ele sabia exatamente a alma da palavra que expressou.  Então agora era minha vez de dizer que também queria.   Passei a mão no cacete, que antes de mim já adivinhava o que viria. ÔÔÔ Cacete danado sô! Rsrsr.  Ele seguiu o movimento de minhas mãos, deixou escapar um quase imperceptível sorriso. Deliciado o vi repeti o meu  gesto. Segui sua mão grande e de dedos com pelos muito negros segurar o que prometia ser delicioso.
Olhei para o relógio e vi que faltava duas horas para nosso voo. Estava na hora de adiantar o jogo predador e caça e começar o negocio serio, ou seja, boca na boca, mão no pau e pau catando buraco quentinho.  Decidi virar protagonista da estoria.

Pus minha mão na sua coxa, apertei firme, o encarei e disse.
-Estava com muita vontade de sentir o calor e a textura destas coxas. Na verdade Ilya, estou com um monte de vontades e acho que você também está. Temos apenas duas horas para responder nossos desejos. Vamos sair daqui, alugar uma suite num dos hotéis do aeroporto. Me segue.
Imediatamente levantei, deixei alguns dólares em cima da mesa e me dirigi a saída do bistrô. Não olhei para me certificar se ele me seguia. Isso eu tinha certeza. Se não tivesse aceitado o que falei e quase ordenei, ele teria no minimo feito um escarcéu ou me dado um murro.
Uns dez metros fora do bistrô-café, sinto uma garra me apertar o punho com tanta firmeza que me fez estancar de imediato.  Virei-me e o Ilya fingindo uma cara de bravo, disse-me.
-O senhor é muito mais ousado que imaginei que seria! Chega a beira da petulância!    
A mão continuava algemando meu punho. Mantive-me sereno. O rosto dele parecia esperar uma explicação, uma  justificativa, ou na verdade algo que convencesse da necessidade de continuar, de me seguir.  Esbocei um sorriso, pedi.
-Sua mão tá amassando o punho do paletó. Na verdade está estranho um homem fardado interpelando um civil dessa forma. Confesso que achei sexy a demostração máscula  Rsrs Vamos logo cara! Deixa de onda! Tu que foder também! Kkkk
Com essa ele sorriu de orelha a orelha, sua mão afrouxou e segurou a minha num aperto. Falou.
-Italiano safado! Era eu que queria ser o predador.
-Estava demorando my friend! Nós dois somos grandes, tem muita carne pra experimentar.
-É verdade. Disse ele.  Desde que estava atrás de ti na fila, não consegui parar de pensar em outra coisa alem de sua bunda.
-kkkkkkkkk, vai ser briga feia! Eu estava querendo a sua!
Ele soltou uma expressão russa que mesmo eu não conhecendo o idioma entendi ser algo como `merda`
-Bobagem Ilya, tem essa de ativo ou passivo não. Dois caras querendo fazer putaria entre si, sempre dão um jeito. Vamos fazer um sarro tão bom, que cu nem vai fazer falta. Saiba apenas de uma coisa! Vou chupar esse rabo de forma tão gostosa, que quem vai pedir rola é você!
-KKKk, Cuidado italiano! Olha que tenho uma língua famosa em certos lugares! Vamos ver quem pede pau no cu primeiro! KKKK
Eita que esse russo tá me saindo melhor que a encomenda! Sabe falar putaria, em italiano! Uma das muitas coisas que me excitam é falar e ouvir putaria. Dita entre machos, de modo sem vergonha e diretamente. Puta que pariu!  É pau duro na hora!  respondi
-Aceito o desafio! Agora vamos logo pra porra da suite, eu começo a te amassar aqui mesmo!
Chegamos ao famoso Terminal 3. O mais chic do aeroporto. Território da sofisticada Emirates Airlines. A companhia mantinha um luxuoso hotel spa neste terminal. Um conforto extra e muitas vezes necessário aos principais clientes da empresa.  Importantes businessmen, funcionários do alto escalação do mundo árabe  turistas ricos e alguns Sheiks dando uma de modestos, se abstendo dos próprios jatos particulares.
Fizemos um check-in agradavelmente rápido, instantâneo  logo que apresentei meu Preferencial Card dizendo que teria apenas poucas horas para descanso antes de um longo voo. Quando o gentil, baixinho indiano meio afeminado, com uma bunda que parecia feminina atendente pesquisou minhas milhagens, ofereceu-me uma incrível suite que mais parecia um spa completo, com direito a massagens e banhos a escolher. O rapaz viadinho nos levou a suite, rimos entre nós, pois ele não tirava seus olhos de vontade da gente.
Assim que a porta do pequeno palácio se fechou atrás do bellboy que nos apresentou as acomodações  o Ilya me agarrou, apertando de forma vigorosa. Retribui o abraço de urso que colavam nossos corpos tão juntos que seria impossível a passagem de um átomo  Sentia seu pau duro contra meu, sua mão segurava minha nuca forçando minha boca contra a dele enquanto sua a língua literalmente me estuprava num beijo. Eu retribuía todos os apertos, amassos, mãos, na mesma intensidade,  urgência e força. Estávamos numa luta! Talvez por sermos os dois essencialmente ativos, estávamos tentando dominar o outro, um jogo em que o vencedor sairia como macho-alfa. Percebendo isso, fiquei mais excitado ainda, mais feroz me tornei e o meu parceiro sentindo a igualdade de força do oponente-parceiro , correspondia a meu contra-ataque. Nessa luta feroz de desejo de posse e afirmação, tirávamos nossas roupas quase rasgando-as.
Já nus, ainda de pé entre beijos carnívoros  sentíamos nossos cacetes tão duros que doíam se curvando devido a nossa proximidade. A mão grande de dedos peludos achou um caminho e afastando os corpos agarrou meu pau. Fiz o mesmo com o dele. Ilya com a mão firme em meu cacete afastou-me de si, abaixou os olhos procurando ver o que segurava. Por instante analisou meu pau, fiz o mesmo com o dele. Achei ter uns 18 cms, parecia o do Cado, porem mais grosso ainda, e o olha que o do Cado apesar de menor que o meu tem uma cabeça gigante e considerável grossura. A beleza do pau do Ilya era sua alvura. Uma pele branca fina e de cor exatamente igual ao total do Ilya, via-se as veias que irrigavam e enrijeciam o membro, tornavam a cabeça de um tom escuro de rosa. Essa delicia era circundado por negríssimos pelos, surpreendentemente lisos, não em abundancia, mas em volume exato a dar rusticidade a sua masculinidade ao mesmo tempo que era um perfeito fim ao caminho de pelos também negros e lisos que cobriam os peitos fortes e desciam em linha reta pelo meio do abdômen deixavam a vista um umbigo raso, e depois de circundarem graciosamente o pau, iam ficando mais raros num saco grande  quase nu onde bolas também grandes eram guardadas.
Com a outra mão eu apertava uma bunda de estatua grega. Firme, pequena,  redonda, lisa até chegarem ao meio das nádegas  Ai apareciam de novo os lisos negros, bem finos, crescendo em direção a junção dos montes, como que nos convidando a separar as bandas e descobrir como seria o cu daquele macho gostoso.
Distraído na minha pesquisa geográfica, ouvi pela segunda vez meu nome. Meu nome de família.
-Me chama Matteo. Estamos com o pau um do outro em nossas mãos. Somos íntimos.
-Matteo . Disse ele sem tirar os olhos do tratado que também ele fazia de meu corpo.  – Seu pau é perfeito! Grande, poderoso, reto. Acho que o pau mais bonito que já vi.
E dando um beijo em seu pescoço, depois subindo até sua orelha com os dentes arranhando seu pescoço, eu sussurrei.
-O seu também é belo!  E o que faz belo um cacete é o desejo de agradá-lo, de te-lo entre as mãos, a boca, de sentir o gosto com a língua  e para alguns, de tê-lo fazendo parte de si. Ajoelha e me mostra como você o quer. Mama!
A ordem o fez perceber quem havia ganho a luta. Como bom guerreiro, assumiu a batalha perdida. Depois de beijar-me desta de modo extremamente carinhoso. Ele deu honras ao vencedor. Começou a descer lentamente, chupando todo meu tórax  Parou nos gomos do abdômen, olhou pra mime de modo quase infantil perguntou-me.
-Você é executivo ou atleta? Seu abdômen e seu cérebro parecem de corpos diferentes.
Sorri, falei.
-Sou do campo, arava a terra, trabalhava com uma enxada. Respondi apressado pensando. –que pergunta mais besta! Já tão perto do pau!       E de novo serio e ordenando. – Quero sua boca em meu cacete, que tente engolir todo, quero foder sua boca depois que você deixa-lo todo babado. Quero você aprendendo como gosto que me mame.
Pensei que tantas ordens estavam deixando-o desconfortável  Desejava-o ativo e dominador como eu em meus momentos selvagens, desejava-o igual, aquele era apenas o momento de aproveitar minha vitoria. Sabia e desejava que logo eu estivesse honrando-o da mesma forma. Era uma batalha de gladiadores e o vencido serviria ao vencedor, e os dois lados são bons quando aproveitados livremente. Para mostrar isso lhe disse.
-Tudo que me mostrar, que me oferecer vou te dar em dobro! Mostre que merece!
Antes de terminar a frase, sua língua passeava o corpo de meu pau, em seguida o segurou com as duas mãos e devagar engoliu a cabeça, chupando alternadamente entre forte e fraco.
-Agora tenta engolir. Sem as mãos, se apóia em mim, nas coxas, na bunda.
Altura e peso dele tornava a tarefa meio ingrata.
-Ily, você é dos machos mais gostosos que me deram o prazer de entrar em sua boca.   Disse de forma carinhosa, ao mesmo tempo acarinhava seu cabelo forcando a entrada na boca. Agarrei firme seu rosto.
-Mama meu pau me olhando, veja o tesão que você ta me dando! Percebe que você está me comendo? Me devorando. Você vai engolir até muito ainda! Quero minha masculinidade engolida por você. Vou sentar naquela poltrona, você vai de joelhos com meu pau na boca, e entre minhas pernas vai me mamar até que ache justo.
Assim foi. Seu coração e seu pau duro mostrava o quanto estava excitado, seus olhos mostravam a surpresa que ele mesmo sentia ao descobrir isso. Sentado relaxadamente, tendo entre minha coxas aquele deus eslavo submisso ao próprio tesão recém descoberto, com seus bracos envolvendo minhas coxas e por baixo as mãos brincando com meu saco.
O cheiro de sexo e macho que impregnou o ambiente nos excitava ainda mais. Nossos corpos tão parecidos em tamanho,  eu depilado e ele com pelos. Minhas mãos curtindo a textura desses tapete macho, ele se agradando de minha pele lisa. E sua boca descia e subia vagarosamente. Ele ouvia minhas predileções e imediatamente as fazia.Quase me fazendo gozar perguntou:
-Esta gostoso?
-Muito.
-Vai me foder a boca?
`-Vou. Engole.
-Me faz engolir!
-Puto Gostoso!  Segurei seu cabeça e ao contrario do que ele esperava, o fiz engolir devagar, mas não parei, ao sentir seu limite, forcei mais um pouco. Suas mãos cravaram minha coxas, fui ao máximo  passei da metade de meu pau, faltava pouco, mas iria machuca-lo. Repeti isso umas três vezes. Depois aumentei o ritmo, quase dois minutos metendo, sem tempo para ele respirar. Perto do gozo parei.
Ele levantou a cabeça ofegando, rosto vermelho, meu pau e sua boca babadas, eu arfava, meu corpo retesado de tesão.  O puxei pra cima de mim, no minha barriga senti seu cacete melado de pré-gozo escorregar no meu babado das das babas, de pau e boca. Beijamos. Agradecíamos o prazer. Naquele momento desejei imensamente retribuir o prazer que ele tinha me dado.
Ansioso esperei por seu movimento. Foi como desejava.
Terminando o beijo, as mãos que acariciavam meus cabelos que na época usava preso num pequeno rabo de cavalo à italiana. De repente o seguravam forte. Me olhou dizendo.
-Me fez seu puto! Agora vai aprender a ser o meu.
-Faça!
-Vamos nos banhar. Melhor! Vou te banhar e você a mim.
Fomos ao banheiro, na verdade uma casa de banho estilo greco-romano, uma pequena piscina de mármore  duas duchas mais uma outra com design italiano, parece uma maquina lava-gente, sauna, ofurô, macas de massagem e um solarium com vista da silhueta da cidade, lembra a cidade dos Jetsons, o comics dos anos 70/80.  Estava na frete dele, recebi um tapa forte na bunda! Minha bunda branquinha que mostrava minha cor natural e marcava o desenho do sungão pelo contraste com tom garoto-vagabão-de-praia-que-parece-michê do resto do corpo.
Virei enfurecido pra ele e via pelo reflexo do espelho o exato desenho de sua mão na minha bunda. Reclamei.
-Figlio di una putana!
Ele sorriu. Com uma mão segurou meu rosto partindo pescoço, com a outra deu tapa leve na face.
-Italiano com bunda de brasileiro. Mereceu o tapa, e aceita seu macho agora pra não levar outros. Mas tenho certeza que não será preciso, você está doido pra ser meu puto. Não está?
-Afim estou mesmo. Quero ver se consegue que eu seja!
Nas duchas nos acariciávamos  nos esfregando, usando óleos  descobrindo em nossos corpos cantinhos que pareciam se tornar erógenos naquele instante, pois antes não sabíamos  Parecia que o toque do outro o tornava sensível ao prazer. O tesão nos tornava um Rei Midas, que ao toque transformava qualquer coisa em tesão.
Meu pau não baixou um só momento desde que decidimos foder, e o mesmo com ele. Um tesão que parecia aumentar a cada provocação nossa, a cada oferta de prazer que era também quase uma afirmação de seu poder sobre o outro, do desejo de mostrar ser capaz de dominar afirmando-se como macho dominante e ao mesmo tempo querendo experimentar ser submisso a esse poder.

Continua.....e com minha vez de ser o putinho!   Se gostaram!


Conto de autoria do editor do blog, foto da web.