Saudades imensas de nosso convívio que antes eram quase diários Fiquei pasmo ao ver que o ultimo post desse conto que era quase um diário foi a mais de um ano, nele contava minha passagem por Tel-Aviv . Pretendo
voltar a postar com mais frequência e para vocês não ficarem zonzos com as
reviravoltas que vivi neste intervalo,continuarei o ultimo e ao fim atualizarei vocês até os dias de hoje.
De Tel-Aviv depois de me separar de meus companheiros de
viagem,o irlandês Ian e o marroquino Ali, esperava seguir para a Índia mas, fui
para Dubai atendendo um insistente pedido do Cado para fechar pessoalmente um
contrato da empresa e assistir uma palestra da Câmara de Comercio dos Emirados Árabes e este foi o real motivo de eu ter cedido aos apelos do Cado, pois o
principal palestrante seria o S A o Príncipe Herdeiro Hamdan Bin Mohammed Al
Maktoum, ou como chamo intimamente o árabe-mais-tesão-gostoso-tudodebom-diliçinha-otimo-combustivelprabronha. Postei
sobre ele no blog na época.
De Dubai iria ao encontro do Cado em Budapeste dar um
´´achado`` nele, que tinha me avisado que ficaria no Boscolo, hotel no qual ficávamos quando em viagens românticas.
Estava desconfiado que eu estava prestes a ganhar uns cornos. Vamos e
venhamos! Também dou minhas escapadas, mas nunca! Nunca mesmo levo ninguém a
qualquer lugar que frequento com o Cado. Não por razões sociais e falatórios de
conhecidos, mas acho que meus lugares com ele, são só nossos. Pra que vou querer
misturar minhas intimas lembranças de carinho e true love com aventuras que
acabam quando levanto da cama de desejo satisfeito? É miei amici, sou putão, mas sou todo
direitinho! Cado é Cado e minhas trepadinhas aqui e ali estão em outro
departamento, naquele que fica entre as coxas.
Não reservei meu
ticket para Budapeste, contava achar fácil um voo. Havia pedido ao concierge do hotel que me
comprasse um bilhete, minutos depois ele veio a minha suite avisar com a mais
desolada das caras que não havia um voo minimamente decente naquele dia. Resolvi arriscar o aeroporto e contar com a
sorte. Segui para o imenso (o maior do mundo) e magnifico aeroporto de Dubai. Depois de rodar algumas companhias, acabei na
russa, Aeroflot. A atendente me informou
que havia um voo com duração de 21 horas!
Fechei a cara e resmunguei.
-Signorina! Já tive que juntar coragem e necessidade para
voar pela Aeroflot! Acha que vou aguentar 21 horas num Antonov? Fabricado com a
maravilhosa tecnologia da ex-União Soviética?
Um sujeito atrás de mim no balcão sorriu. Olhei e me deparei
com um belo exemplar do macho eslavo. Um
sujeito grande, de corpo forte, pele alvíssima, cabelos muito pretos cortados
rentes nas laterais e espetados em cima,
seus olhos negros encaravam com um toque
arrogante, mas suas bochechas rosadas desfaziam todo aquele porte macho militar
e lembravam mais um ragazzino do campo.
Diante da mudez da atendente, ele se adiantou e me olhando
firme disse:
-Cuidado com o diz da tecnologia russa! Não lembro que
nenhum pais mediterrâneo tenha mandado alguém ao espaço!
Fiquei sem graça, não gosto de ser ou parecer xenófobo Pedi
desculpas falando que minha burrice em não ter feito reservas me fez descontar
na Aeroflot. Ele me estendeu a mão sorrindo e num italiano corretíssimo me
disse que estava fazendo troça.
Respondi, depois de apertar a sua mão com a mesma firmeza
que ele apertava a minha :
-E alem da tecnologia aeroespacial, vocês tem videntes
famosos. Se não estou diante da mistura de um militar e vidente, é s um grande
observador. Acertou minha ascendência e idioma, tenho medo do que mais
descobriu. Prazer me chamo Castigli, Matteo.
-Grensky, Ilya. Respondeu com ar afavel e olhar sempre firme.
Sorri intimamente percebendo que eu também tinha acertado no
meu primeiro olhar, vendo nele um ar de ragazzino, pois o nome Ilya me parecia
jovem, leve, apesar do nome de família me parecer austero, soar como nome de
ogro.
-Senhor Castigli? Continuou ele. - Estou nesse momento transferindo minha
bagagem que iria a Paris para este a
Buda o trabalho me reclama em Miskolc, tenho dois tickets da Emirates e meu
sub-oficial teve que seguir antes de mim e num Antonov! Rsrsr. Posso te passar
o ticket dele e o senhor me paga o valor de face, pois terei que reembolsar ao
estado.
Exultei com minha sorte. O único problema que passou rápido na minha mente era a vergonha de perguntar a classe do bilhete. Como se tivesse
me ouvido ele respondeu.
-É First class, se importa?
-De jeito nenhum, na verdade tava com vergonha de perguntar
se seria classe turística infelizmente não caibo direito numa poltrona
daquelas. Emirates é minha aérea preferida, tenho um preferencial card deles,
mas o máximo que consegui foi uma bela suite no hotel do terminal 3.
Infelizmente ela não tem asas. rsrsr
-Nenhum de nós dois cabem numa turística Talvez seja util a
tal suite sem asas, o nosso voo demora ainda 3 horas para embarque!
-É verdade, chè stronzo io! Rsrsr . Sendo o senhor militar,
pensei que eram obrigados a passar esse tormento.
-Sou adido diplomático, tenho alguns confortos, apesar da austeridade dos militares.
Pedi desculpas pela impaciência minha para com a atende e convidei
Grekkkhesvfsi ... sei lá! Para um café para fazermos a transação financeira dos
tickets. Ele gentilmente disse:
-Imagina! Primeiro façamos os check-ins. Iremos no mesmo voo
em poltronas uma ao lado da outra. Terei oportunidade de te dar uma aula sobre
tecnologia russa! Rrsrsr
-Então o convido a um café. Preciso saber se o senhor ronca.
Brinquei respondendo no mesmo tom a sua brincadeira.
Depois dos check-ins entramos numa imensa esteira rolante
que nos levaria a area de alimentação do aeroporto. Escolhemos um café de estilo europeu, o interior lembra um bistrô parisiense, mesas
pequenas, poltronas amplas, luz agradável. Escolhemos uma mesa de canto.
Me dirigi ao toillet, e o vi limpando as
suas com lenços úmidos anti-bactérias. Quando voltava do lavabo o analisei de
longe e notei que era bem mais gostoso que percebi a primeira vista. Minha altura,
ar muito viril, coxas grossas, um pacotão no meio das pernas. “Maschio” é a primeira palavra que se pensa ao
ve-lo. Porte rigido, rosto de angulos fortes, braços que apesar do bom corte da
farda, pareciam apertados dentro dela.
Sentei ao seu lado no sofá que cercava nossa pequena mesa.
Por um átimo de segundos cruzamos olhares, criou-se um vácuo E comecei a
contar, 1 segundo, 2 segundos, 3 segundos! Segundo a lei máxima da desejo, se
um homem sustenta um olhar por 3 segundos ou mais com outro. Só existe duas
explicações. Ou ele quer te matar ou que trepar contigo. Nunca falha! rsrs. De
qualquer forma, resolvi ficar na minha e deixar o ataque por conta dele, pois
até ali todas as iniciativas partiram dele. O que não me impediu em pensar como
seria estar numa cama com ele, ouvindo-o falar baixo palavras safadas no acento rígido de sua língua-pátria, imaginava aquela
boca carnuda e rubra que parecia ser de outro rosto que não aquele tão másculo
engolindo meu cacete, pensava como deveria ser belo o seu pau branco e rosado,
seu rabo firme. É galera, em pouquíssimos segundos pensei toda putaria possível e desejável.
Saí do transe e falei a primeira coisa que pensei.
-Il Signore.. Sorry. Are you a diplomat?
-Pode falar em italiano se preferir, acho muito bonito o som
das línguas latinas.
-Grazie. E
continuei em italiano. -Trabalha com diplomacia?
-Sim, sou conselheiro militar da Russia nas Nações Unidas.
Um deles, a bem dizer.
-Belíssima profissão! Acho que me daria me bem na diplomacia.
Sou empresario do ramo de construções,minha especialidades é prospecção de negócios formação de consórcios para grandes obras, também fui lobista
profissional junto ao Congresso brasileiro.
-Parabenizo a diplomacia brasileira, é famosa por sua elegância nas cortes internacionais, apesar de pessoalmente discordar de alguns
caminhos escolhidos por ela. O importante é que pelo que vejo, temos talentos
em comum. Talvez por isso a simpatia e atração.
Atração? Pensei. Agora é certeza! Esse ai tá me querendo. Rsrsr.
Porque ele usou a palavra atração? Estranha a colocação dessa palavra, tenho certeza que ele sabia exatamente a alma
da palavra que expressou. Então agora
era minha vez de dizer que também queria.
Passei a mão no cacete, que antes de mim já adivinhava o que viria. ÔÔÔ
Cacete danado sô! Rsrsr. Ele seguiu o
movimento de minhas mãos, deixou escapar um quase imperceptível sorriso.
Deliciado o vi repeti o meu gesto. Segui
sua mão grande e de dedos com pelos muito negros segurar o que prometia ser
delicioso.
Olhei para o relógio e vi que faltava duas horas para nosso
voo. Estava na hora de adiantar o jogo predador e caça e começar o negocio serio,
ou seja, boca na boca, mão no pau e pau catando buraco quentinho. Decidi virar protagonista da estoria.
Pus minha mão na sua coxa, apertei firme, o encarei e disse.
-Estava com muita vontade de sentir o calor e a textura
destas coxas. Na verdade Ilya, estou com um monte de vontades e acho que você também está. Temos apenas duas horas para responder nossos desejos. Vamos sair
daqui, alugar uma suite num dos hotéis do aeroporto. Me segue.
Imediatamente levantei, deixei alguns dólares em cima da
mesa e me dirigi a saída do bistrô. Não olhei para me certificar se ele me
seguia. Isso eu tinha certeza. Se não tivesse aceitado o que falei e quase
ordenei, ele teria no minimo feito um escarcéu ou me dado um murro.
Uns dez metros fora do bistrô-café, sinto uma garra me
apertar o punho com tanta firmeza que me fez estancar de imediato. Virei-me e o Ilya fingindo uma cara de bravo,
disse-me.
-O senhor é muito mais ousado que imaginei que seria! Chega
a beira da petulância!
A mão continuava algemando meu punho. Mantive-me sereno. O
rosto dele parecia esperar uma explicação, uma justificativa, ou na verdade algo que
convencesse da necessidade de continuar, de me seguir. Esbocei um sorriso, pedi.
-Sua mão tá amassando o punho do paletó. Na verdade está
estranho um homem fardado interpelando um civil dessa forma. Confesso que achei
sexy a demostração máscula Rsrs Vamos logo cara! Deixa de onda! Tu que foder
também! Kkkk
Com essa ele sorriu de orelha a orelha, sua mão afrouxou e
segurou a minha num aperto. Falou.
-Italiano safado! Era eu que queria ser o predador.
-Estava demorando my friend! Nós dois somos grandes, tem
muita carne pra experimentar.
-É verdade. Disse ele.
Desde que estava atrás de ti na fila, não consegui parar de pensar em
outra coisa alem de sua bunda.
-kkkkkkkkk, vai ser briga feia! Eu estava querendo a sua!
Ele soltou uma expressão russa que mesmo eu não conhecendo o
idioma entendi ser algo como `merda`
-Bobagem Ilya, tem essa de ativo ou passivo não. Dois caras
querendo fazer putaria entre si, sempre dão um jeito. Vamos fazer um sarro tão
bom, que cu nem vai fazer falta. Saiba apenas de uma coisa! Vou chupar esse
rabo de forma tão gostosa, que quem vai pedir rola é você!
-KKKk, Cuidado italiano! Olha que tenho uma língua famosa em
certos lugares! Vamos ver quem pede pau no cu primeiro! KKKK
Eita que esse russo tá me saindo melhor que a encomenda! Sabe
falar putaria, em italiano! Uma das muitas coisas que me excitam é falar e
ouvir putaria. Dita entre machos, de modo sem vergonha e diretamente. Puta que
pariu! É pau duro na hora! respondi
-Aceito o desafio! Agora vamos logo pra porra da suite, eu
começo a te amassar aqui mesmo!
Chegamos ao famoso Terminal 3. O mais chic do aeroporto. Território da sofisticada Emirates Airlines. A companhia mantinha um luxuoso hotel spa
neste terminal. Um conforto extra e muitas vezes necessário aos principais
clientes da empresa. Importantes
businessmen, funcionários do alto escalação do mundo árabe turistas ricos e
alguns Sheiks dando uma de modestos, se abstendo dos próprios jatos
particulares.
Fizemos um check-in agradavelmente rápido, instantâneo logo
que apresentei meu Preferencial Card dizendo que teria apenas poucas horas
para descanso antes de um longo voo. Quando o gentil, baixinho indiano meio afeminado, com uma bunda que parecia feminina atendente pesquisou minhas
milhagens, ofereceu-me uma incrível suite que mais parecia um spa completo, com
direito a massagens e banhos a escolher. O rapaz viadinho nos levou a suite, rimos entre nós, pois ele não tirava seus olhos de vontade da gente.
Assim que a porta do pequeno palácio se fechou atrás do
bellboy que nos apresentou as acomodações o Ilya me agarrou, apertando de
forma vigorosa. Retribui o abraço de urso que colavam nossos corpos tão juntos
que seria impossível a passagem de um átomo Sentia seu pau duro contra meu,
sua mão segurava minha nuca forçando minha boca contra a dele enquanto sua a língua literalmente me estuprava num beijo. Eu retribuía todos os apertos,
amassos, mãos, na mesma intensidade, urgência e força. Estávamos numa luta! Talvez
por sermos os dois essencialmente ativos, estávamos tentando dominar o outro,
um jogo em que o vencedor sairia como macho-alfa. Percebendo isso, fiquei mais
excitado ainda, mais feroz me tornei e o meu parceiro sentindo a igualdade de
força do oponente-parceiro , correspondia a meu contra-ataque. Nessa luta feroz
de desejo de posse e afirmação, tirávamos nossas roupas quase rasgando-as.
Já nus, ainda de pé entre beijos carnívoros sentíamos nossos cacetes tão duros que doíam se curvando devido a nossa proximidade. A
mão grande de dedos peludos achou um caminho e afastando os corpos agarrou meu
pau. Fiz o mesmo com o dele. Ilya com a mão firme em meu cacete afastou-me de
si, abaixou os olhos procurando ver o que segurava. Por instante analisou meu
pau, fiz o mesmo com o dele. Achei ter uns 18 cms, parecia o do Cado, porem
mais grosso ainda, e o olha que o do Cado apesar de menor que o meu tem uma
cabeça gigante e considerável grossura. A beleza do pau do Ilya era sua
alvura. Uma pele branca fina e de cor exatamente igual ao total do Ilya, via-se
as veias que irrigavam e enrijeciam o membro, tornavam a cabeça de um tom
escuro de rosa. Essa delicia era circundado por negríssimos pelos,
surpreendentemente lisos, não em abundancia, mas em volume exato a dar
rusticidade a sua masculinidade ao mesmo tempo que era um perfeito fim ao
caminho de pelos também negros e lisos que cobriam os peitos fortes e desciam em
linha reta pelo meio do abdômen deixavam a vista um umbigo raso, e depois de
circundarem graciosamente o pau, iam ficando mais raros num saco grande quase nu onde bolas também grandes eram
guardadas.
Com a outra mão eu apertava uma bunda de estatua grega.
Firme, pequena, redonda, lisa até
chegarem ao meio das nádegas Ai apareciam de novo os lisos negros, bem finos,
crescendo em direção a junção dos montes, como que nos convidando a separar as
bandas e descobrir como seria o cu daquele macho gostoso.
Distraído na minha pesquisa geográfica, ouvi pela segunda
vez meu nome. Meu nome de família.
-Me chama Matteo. Estamos com o pau um do outro em nossas
mãos. Somos íntimos.
-Matteo . Disse ele sem tirar os olhos do tratado que também ele fazia de meu corpo. – Seu pau é
perfeito! Grande, poderoso, reto. Acho que o pau mais bonito que já vi.
E dando um beijo em seu pescoço, depois subindo até sua
orelha com os dentes arranhando seu pescoço, eu sussurrei.
-O seu também é belo!
E o que faz belo um cacete é o desejo de agradá-lo, de te-lo entre as
mãos, a boca, de sentir o gosto com a língua e para alguns, de tê-lo fazendo
parte de si. Ajoelha e me mostra como você o quer. Mama!
A ordem o fez perceber quem havia ganho a luta. Como bom
guerreiro, assumiu a batalha perdida. Depois de beijar-me desta de modo
extremamente carinhoso. Ele deu honras ao vencedor. Começou a descer
lentamente, chupando todo meu tórax Parou nos gomos do abdômen, olhou pra mime
de modo quase infantil perguntou-me.
-Você é executivo ou atleta? Seu abdômen e seu cérebro parecem de corpos diferentes.
Sorri, falei.
-Sou do campo, arava a terra, trabalhava com uma enxada. Respondi
apressado pensando. –que pergunta mais besta! Já tão perto do pau! E de novo serio e ordenando. – Quero sua
boca em meu cacete, que tente engolir todo, quero foder sua boca depois que
você deixa-lo todo babado. Quero você aprendendo como gosto que me mame.
Pensei que tantas ordens estavam deixando-o desconfortável
Desejava-o ativo e dominador como eu em meus momentos selvagens, desejava-o
igual, aquele era apenas o momento de aproveitar minha vitoria. Sabia e
desejava que logo eu estivesse honrando-o da mesma forma. Era uma batalha de
gladiadores e o vencido serviria ao vencedor, e os dois lados são bons quando
aproveitados livremente. Para mostrar isso lhe disse.
-Tudo que me mostrar, que me oferecer vou te dar em dobro!
Mostre que merece!
Antes de terminar a frase, sua língua passeava o corpo de
meu pau, em seguida o segurou com as duas mãos e devagar engoliu a cabeça,
chupando alternadamente entre forte e fraco.
-Agora tenta engolir. Sem as mãos, se apóia em mim, nas
coxas, na bunda.
Altura e peso dele tornava a tarefa meio ingrata.
-Ily, você é dos machos mais gostosos que me deram o prazer
de entrar em sua boca. Disse de forma
carinhosa, ao mesmo tempo acarinhava seu cabelo forcando a entrada na boca.
Agarrei firme seu rosto.
-Mama meu pau me olhando, veja o tesão que você ta me dando!
Percebe que você está me comendo? Me devorando. Você vai engolir até muito
ainda! Quero minha masculinidade engolida por você. Vou sentar naquela
poltrona, você vai de joelhos com meu pau na boca, e entre minhas pernas vai me
mamar até que ache justo.
Assim foi. Seu coração e seu pau duro mostrava o quanto
estava excitado, seus olhos mostravam a surpresa que ele mesmo sentia ao
descobrir isso. Sentado relaxadamente, tendo entre minha coxas aquele deus
eslavo submisso ao próprio tesão recém descoberto, com seus bracos envolvendo
minhas coxas e por baixo as mãos brincando com meu saco.
O cheiro de sexo e macho que impregnou o ambiente nos
excitava ainda mais. Nossos corpos tão parecidos em tamanho, eu depilado e ele com pelos. Minhas mãos
curtindo a textura desses tapete macho, ele se agradando de minha pele lisa. E sua
boca descia e subia vagarosamente. Ele ouvia minhas predileções e imediatamente
as fazia.Quase me fazendo gozar perguntou:
-Esta gostoso?
-Muito.
-Vai me foder a boca?
`-Vou. Engole.
-Me faz engolir!
-Puto Gostoso!
Segurei seu cabeça e ao contrario do que ele esperava, o fiz engolir
devagar, mas não parei, ao sentir seu limite, forcei mais um pouco. Suas mãos cravaram minha coxas, fui ao máximo passei da metade de meu pau, faltava
pouco, mas iria machuca-lo. Repeti isso umas três vezes. Depois aumentei o
ritmo, quase dois minutos metendo, sem tempo para ele respirar. Perto do gozo
parei.
Ele levantou a cabeça ofegando, rosto vermelho, meu pau e
sua boca babadas, eu arfava, meu corpo retesado de tesão. O puxei pra cima de mim, no minha barriga
senti seu cacete melado de pré-gozo escorregar no meu babado das das babas, de
pau e boca. Beijamos. Agradecíamos o prazer. Naquele momento desejei
imensamente retribuir o prazer que ele tinha me dado.
Ansioso esperei por seu movimento. Foi como desejava.
Terminando o beijo, as mãos que acariciavam meus cabelos que
na época usava preso num pequeno rabo de cavalo à italiana. De repente o
seguravam forte. Me olhou dizendo.
-Me fez seu puto! Agora vai aprender a ser o meu.
-Faça!
-Vamos nos banhar. Melhor! Vou te banhar e você a mim.
Fomos ao banheiro, na verdade uma casa de banho estilo
greco-romano, uma pequena piscina de mármore duas duchas mais uma outra com design
italiano, parece uma maquina lava-gente, sauna, ofurô, macas de massagem e um
solarium com vista da silhueta da cidade, lembra a cidade dos Jetsons, o comics
dos anos 70/80. Estava na frete dele,
recebi um tapa forte na bunda! Minha bunda branquinha que mostrava minha cor natural
e marcava o desenho do sungão pelo contraste com tom
garoto-vagabão-de-praia-que-parece-michê do resto do corpo.
Virei enfurecido pra ele e via pelo reflexo do espelho o
exato desenho de sua mão na minha bunda. Reclamei.
-Figlio di una putana!
Ele sorriu. Com uma mão segurou meu rosto partindo pescoço,
com a outra deu tapa leve na face.
-Italiano com bunda de brasileiro. Mereceu o tapa, e aceita
seu macho agora pra não levar outros. Mas tenho certeza que não será preciso,
você está doido pra ser meu puto. Não está?
-Afim estou mesmo. Quero ver se consegue que eu seja!
Nas duchas nos acariciávamos nos esfregando, usando óleos
descobrindo em nossos corpos cantinhos que pareciam se tornar erógenos naquele
instante, pois antes não sabíamos Parecia que o toque do outro o tornava sensível ao prazer. O tesão nos tornava um Rei Midas, que ao toque transformava
qualquer coisa em tesão.
Meu pau não baixou um só momento desde que decidimos foder,
e o mesmo com ele. Um tesão que parecia aumentar a cada provocação nossa, a
cada oferta de prazer que era também quase uma afirmação de seu poder sobre o
outro, do desejo de mostrar ser capaz de dominar afirmando-se como macho
dominante e ao mesmo tempo querendo experimentar ser submisso a esse poder.
Continua.....e com minha vez de ser o putinho! Se gostaram!
Conto de autoria do editor do blog, foto da web.
Conto de autoria do editor do blog, foto da web.
Nossa eu nem acreditei, praticamente no dia que eu venho tu manda uma atualização!
ResponderExcluirSaudades desse Blogueiro e seus relatos.
Continua essa porra caralho! :D
Um abraço!
À presto!
saudades desse conto te acompanho desde o orkut
ResponderExcluirsou um grande fã seu meu grande
marcos