22 de ago. de 2010

NSP Cap 32 Um retorno súbito


E eu tão inocente ali, mas todo felizinho depois de uma noite e madrugada deliciosa com o hermanito, vejo depois de sua saída romântica, aqueles dois predadores prontinhos pra me rangar, e roer os ossos. Mas como sempre pra sexo não tem jeito, o safado aqui já tava feliz e todo dado.
Quando o Lipo anunciou que seria eu o prato principal, apenas sorri e abri os braços e declarei.
-Até que enfim lembraram-se de mim, estava por ai largado até que tive de apelar para soldados do outro país. Se bem que o Sebastien foi uma deliciosa experiência, argentino gostoso do caralho. E adorei o fora que deu em vocês.
Lipo.
-Ô meu Grandotte sente desprezado não, estamos aqui para reparar nossos erros.
-Erro seu que não resistiu a mim! Rsrsrsr Eu toda vez perguntei se não ia chamar o Bigs.
-Léo larga de ser puxa saco do Grandotte!
-Nem puxei ainda, mas vou fazer isso agora.
E meteu mãozão debaixo das cobertas atrás de meu saco.
-Achei o sacão do cunhadão!
O Lipo
- Divide comigo?
Eu sorria dos dois discutindo como se eu não estivesse e usando meu corpo como a um brinquedo. Estava gostoso demais sentir aquelas mãos quentinhas no saco. 
A coisa tava começando a esquentar quando o telefone toca. Era a Silvia.
-Diz Silvinha! Só porque já é Segunda feira tu quer me pôr pra trabalhar?
-Salve Matteo! Pode tirar a buzanfa de Buenos Aires e voltar correndo pro Nordeste.  O bicho pegou lá na região das obras da Hidrelétrica. O povo que foi deslocado está fazendo protesto, paralisando o inicio das obras.
-Eu mereço! Silvia liga pra eles e peça pra protestarem depois de amanhã! Rsrsrrs
-O negocio é sério, brinca não! O governo já mandou representante.
-Nada pior que esses babacas do governo. No mínimo a imprensa grava com nossa logomarca ao fundo e invés do governo a culpa é nossa. Faz o seguinte.  Freta um jato e me manda pra lá, manda as ultimas noticias e vídeos da imprensa para o meu mail. No avião vou pensando no que fazer.  Outra coisa Silvia, quero um carro simples lá, quanto mais simples melhor.
A farra tinha acabado de acabar. Perguntei aos meninos se eles queriam ficar. Lipo disse que viria comigo e seria útil, afinal é advogado. Léo também abdicou da licença e imediatamente entrou em contato com a Silvia para preparar documentação que poderia ser necessária. Duas horas depois estávamos num jatinho em reunião frenética traçando uma estratégia.
Chegamos à pequena cidade já à tardinha, muito melhor pra nós chegarmos sem chamar atenção. O líder dos protestos já havia sido avisado de minha presença para uma reunião no dia seguinte junto com o secretario de governo. Logo que cheguei numa pousada que estava recebendo os empregados de maior patente da empresa, pus uma roupa simples, passei na padaria comprei pão e broas. Cheguei de surpresa na casa do líder que descansava enquanto esperava a esposa por a mesa do café.
 No nordeste, principalmente no interior não jantamos, temos o costume de tomar um café com pão, cuscuz ou bolo, muito parecido com o café da manhã. Pedi licença e entrei me apresentando e pedindo desculpas por vir sem convite e por isso tinha trazido pão fresco e algumas broas para as crianças.
Imediatamente fui convidado a sentar à mês. Falei sobre a lavoura que ele tinha e lhe contei de meu passado de lavrador. De como sua esposa lembrava minha mamma ali naquele fogão a lenha. No fim do café éramos amigos de infância. Então entrei no assunto que me levou ali.
-Edvaldo sei que o progresso parece cruel, e não costuma pedir licença ao passar por cima de certos costumes. Mais também conheço a palavra de um nordestino, sei que é mais forte que qualquer escrito. Você e seu povo fizeram um acerto com o governo. Sei que pensando em dias melhores. Ganharam suas terras e o dinheiro foi pago. Sei que você é honesto. Me diz de verdade o que falta.
-Não podemos trabalhar esta terra que nos deram, vai demorar meses para que tiremos sustento dela. Como vamos viver até lá?
-Nisso você tem razão. Vou te fazer uma proposta e assino embaixo do que vou lhe dizer.
-Conseguirei uma espécie de auxilio do governo enquanto vocês não produzem. No máximo conseguirei uns seis meses, no mínimo três. Mas mandarei maquinas da empreiteira para abrir o campo para vocês e mais, mandarei técnicos e sementes, isso por conta da empresa. Prometo-te que em quinze dias seus campos estarão semeados e adubados. O que me diz?
Ele me olhou firme por uns momentos, mantive meu olhar nele. Eu estava dizendo a verdade, inclusive sobre o auxilio do governo, eu já havia garantido durante o vôo ao menos três meses, tentaria esticar para seis, justificando com o nosso auxilio por conta própria. A empresa teria que investir, e no final não seria coisa de derrubar lucro nenhum, pelo contrario salvaria o nome da empresa de aparecer como destruidora do meio ambiente ou usurpadora de gente humilde. Tudo isso foi iniciado por trapalhadas bobas do governo federal e por malandragem de governos locais.
Depois de 2 minutos ele me diz.
-Vou confiar no senhor, mas tenho que conversar. Juntar meu povo para informar.
-Sinto muito Edvaldo, minha proposta esta de pé até amanhã meio dia. Não poderei manter maquinas paradas por mais dias. Sugiro que nós dois hoje à noite mesmo sigamos para as casas dos que têm mais influência e de manhã juntemos o povo. Estarei lá para mostrar minha cara e minha verdade. O que acha?
-Aceito, vou por a botina, seguimos agora.
Bingo!  Agora sabia que tava tudo certo, restava agora encarar alguns desconfiados e encrenqueiros, mas estes perdem a força quando separados. Foi esse meu plano. Entendam que não era minha idéia enganar ninguém, agilizei o máximo que pude um processo que no mínimo leva dias. Forcei que aceitasse rápido porque quanto mais demorasse mais perderíamos dinheiro e nossa imagem mais desgastaria, pois ninguém lembraria que quem fez a merda foram os políticos. No fim quem esta lá pra mostrar a cara é a empresa. Como empreiteira nunca teve boa imagem junto ao público, iria sobrar para o consórcio. Como contra ponto, quanto mais eles discutissem, menos tempo teriam para plantar. Acredito que eu tenha feito o justo. O governo tinha feito a parte dele. Mas governo não é babá de ninguém. Querendo ou não eles tinham vendido suas terras.
Mandei um recado para o Lipo escrito em italiano e cifrado o mais possível para que ele avisasse aos representantes do governo que o acordo já estava fechado e que me fora impossível fazer com que aceitassem apenas três meses de auxilio. E como tal representante já me havia confessado ter recebido carta branca para o limite de seis meses, que nos encontrasse amanhã na sede da prefeitura para fecharmos o acordo. Ele sairia como o herói da parada.  Também pedi que arrumasse um boi para fazer um churrasco depois das votações.
Voltei de madrugada para a pousada. O Lipo e o Léo me perguntaram como foi tudo. Contei-lhes. O Lipo questiona o porquê do churrasco.
Eu disse.
-Mano, o dia vai estar perdido amanhã. Está tudo caminhando bem. Mas é preciso se cercar. Quer apostar como todo mundo resolve rapidinho e vota mais rápido ainda sabendo que tem churrasco e forró logo depois?
-Grandotte você pensa em tudo cara! Pensei que era só para selar a paz e ficarmos mais próximos deles.
-Lipo, depois da digestão da carne e mais algum tempo, nada vai impedir que outros problemas apareçam. O que temos a fazer é cumprir nossa parte à risca, e ficar no pé do governo para que cumpra a dele. Quando o próximo problema surgir estaremos com pontos a favor. Cumprimos nossos acordos.
Léo
-Bigs, trabalhar contigo é melhor que fazer MBA.
Respondi.
É a pratica Léo. Desde os 16 anos me treino observando as pessoas e tentando decifrá-las. Sabe Léo? Em nenhuma profissão sabemos tanto sobre gente. Uma pessoa mente pro analista, pro padre, para um amigo, mas quando com um michê num quarto de motel ela se despe de todas suas máscaras. Depois de tantas que vi cair, aprendi a reconhecer alguns tipos pelos olhos.
Quando amanheceu saímos eu e o Lipo pra fazer jogging pelos campos ali perto. O Léo disse estar morto e que não iria. Correndo naquelas estradas simples lembramo-nos de como parecia com o lugar de onde viemos. Talvez mais pobre ainda, mas com a mesma paisagem. No meio do caminho vimos crianças indo à escola e como eu não tinha visto nenhuma construção que lembrasse uma escola, parei uma menina e perguntei onde era a escola. Fiquei pasmo com a resposta.
-Daqui a duas léguas e já andamos uma.
Puta que pariu! Mais de 15 km de estrada. E eram crianças pequenas, vi um aparentando seis anos entre elas. Perguntei se não tinha transporte escolar. Elas responderam que sempre foram a pé para escola. Fiquei estupefato.  Aquelas crianças andariam quase 30 km ida e volta para estudar. Será que de tão cansadas era possível que aprendessem alguma coisa na escola? E mesmo que fossem só para a merenda, quando chegassem em casa já teriam fome de novo.
Fiquei numa fúria incontida e me dirigi à casa do Prefeito. Chegando lá o encontrei saindo pela garagem numa bela SUV importada.  Foi ai que o sangue subiu e me forçou a respirar com calma para não falar-lhe enfurecido. Lógico que o carro pode ter sido comprado honestamente, mas sinceramente duvidava muito, inclusive por que não combinava em nada com a simplicidade da casa.
Ao ver-me saiu sorridente como se ele governasse a filial do paraíso.Vendo minha cara cismada, e agindo como todo político, ficou mais amigável ainda.
Passei-lhe informes de como estávamos resolvendo os problemas dos colonos.Então lhe perguntei sobre transporte escolar. E ele me veio com todas as desculpas inúteis.
 Conheço muito bem o nosso orçamento federal. O bastante para ver a montanha de dinheiro que é destinada a educação por vários meios e programas. Simplesmente não se justifica o que aquelas crianças estavam passando há anos. Enquanto ele se inventava em labirintos de mentiras e sofrimentos e descasos, eu encarava sua bela SUV. Ele notando se apressou em me dizer que era comprada com seu dinheiro. Foi a minha deixa para chamar-lhe para uma conversa particular.
-Sr. Prefeito. Posso ser jovem, mas não idiota. Tenho o costume de saber em detalhes onde meto os negócios da companhia. Aposto que sei melhor que o senhor quanto esta cidade arrecada em cada setor, e quanto recebe do governo de sua participação em impostos federais.
-São apenas números.
-Números não mentem, diferente das pessoas.
-Como pessoa pública não é difícil investigar sua vida. Acho que seria uma boa idéia, arrumar um ônibus escolar tinindo de novo para os estudantes de sua cidade.
-Para isso são necessárias licitações, votações e etc..
-Sei disso, mas sei também que qualquer político sabe fazer tudo isso de forma bem rápida quando necessário. Não nos interessa um escândalo na cidade em que o governo e a minha empresa estejam investindo tanto, creio que pro senhor também não. Então vamos agilizar!
Ele parou um pouco, me encarando com certa fúria no olhar. Era bem possível saber o que se passava na sua cabeça. “o que este moleque forasteiro quer?”
Então para não mexer nas boas relações que tínhamos construído até ali. Propus.
- A Prefeitura compra o ônibus e nossa empresa faz a manutenção dele enquanto construímos a hidrelétrica. E mais! Ajudaremos diretamente à escola com a merenda escolar tornando ela de melhor qualidade. Não acha que assim todos ganhamos?
Um sorriso de raposa passou por seus lábios. Então o golpe final.
-Melhor vender o carrão! Não vai combinar na TV, uma cidade que tanto precisa de ajuda com um apartamento sobre rodas como este carro. Pode pegar bem mal para o senhor, e se pega mal para o senhor pega para nós todos, afinal somos amigos, não é isso?
Podia sentir seu coração quase chorando ao notar a sutil ameaça de corte de “ajuda” da empresa e saber que ia ter de se despedir do carrão. Mas dei uns dois tapinhas nas costas dele. Quem sabe consolava o filho da puta?
Cheguei ao escritório das obras e contei a novidade ao Lipo que rolou de rir por eu ter castigado o prefeito e ao mesmo tempo tornado melhor a vida daquelas crianças.
Aproveitamos para dar as boas novas durante os festejos da votação que resolveu o problema que me tirou da folga na Argentina. Quanto à escola, vai muito bem. Até já apareceu no telejornal estadual como exemplo de boa merenda escolar.
Voltamos felizes à Salvador com os bons resultados da viagem.  No Primeiro dia do escritório a Silvia me esperava com cara de quem me adorava como à um Deus.  Falei.
-Que cara é essa mulher?
-Liguei para você na Argentina com um baita problema  e três dias depois você volta com ele solucionado e um tremendo marketing social já em andamento. Você vai acabar tornando-se um case a ser estudado nas faculdades de Administração. Me conta seu segredo?
-Silvia! Mas eu já te contei meu segredo.
Cheguei próximo a seu ouvido e disse baixinho.
- Estava vestido com uma cueca da Ermenegildo Zegna poderosíssima! Tinha pra ninguém minha gata. Kkkkk
-Seu safado! Na verdade acho que seu sorriso deve ter hipnotizado a população da cidade.
-Não! O que hipnotizou a cidade foi um baita churrasco de três bois, dois porcos e cinco bodes. Saímos antes que eles fizessem a digestão.  Mas na verdade Silvia, o acordo foi bom para ambos os lados. Se posso te ensinar alguma coisa my friend é isso. Um negócio só é realmente bom se os dois lados ganharem. O Ricardo já chegou?
-Sim hoje cedo. Está na sala dele, todo envaidecido com os feitos do pupilo.
-Vou lá vê-lo, não despacho hoje à tarde, me dê uma licença prêmio.
-Ok, mas o representante do governo te seguiu até aqui, quer ter uma conversa contigo antes de Brasília.
-Porco imundo! Que espere, vou ver o Cado primeiro. Dá um belo chá de cadeira no filho da puta com o pior café que você conseguir.
-Falou o vingador dos oprimidos!
Entrei na sala da Cado e ele assistia uma reportagem gravada sobre o fim dos protestos e as benesses que a empresa estava proporcionando à Escola Municipal. Assim que me viu fui banhado por seu sorriso e seus belos olhos verdes brilhavam de contentamento. Seus braços abriram pra me receber. Encostei-me nele cheio de saudade e o apertei forte, o levantei do chão. Brinquei desarrumando seu cabelo alinhado.
-Meu garoto se você continuar assim vamos ter que trocar de cadeiras. Te dou a Presidência.
-De jeito nenhum.  Uma parte de seu sex appeal é esse cargo, e uma parte do meu tesão por você é servi-lo. Me dá um beijo que morro de saudade dessa boca.
Ele saiu do meu abraço, foi até a porta e a trancou.
-Um beijo não. Vou dar mais que isso.
Voltou a me abraçar e junto me levou até o imenso sofá da sala contígua a seu Office.  Tirou meu terno e sentou no meu colo de frente a mim. Beijava-me ora com delicadeza e ora com volúpia. Afrouxou minha gravata e desabotoou a camisa, me deixando apenas com a regata que usava para evitar o suor. Fiz o mesmo com ele. Enquanto fazíamos isso tínhamos um sorriso de reencontro nos lábios, nossos olhos se afundavam em si mesmos. Ver o desejo dele me enche o coração do amor que seria sempre dele, fazia meu cacete vibrar por baixo da underwear, meu corpo estava fervendo por ele. Sabia que ele sentia o mesmo, e num abraço forte e quieto deixei nossos peitos baterem juntos até estarem no mesmo ritmo.
A felicidade que me invade sempre que estou com o Cado é a mesma de sempre. Já ouvi falar que os drogados sempre buscam o efeito da vez primeira do uso da droga. Eu sou um viciado feliz, sempre que tenho meu homem comigo sinto todo o tsunami de emoção, carinho, ternura e completude da primeira vez de quando ainda cobrava por sexo. Quando apenas sonhava que seria dele como sou hoje, que eu seria senhor do coração do cara de olhos verdes que me fuzilou numa noite de verão e mudou pra sempre minha vida.
Ricardo pôs sua mão sobre minha nuca de forma a me empurrar a um beijo sem fim enquanto me deitava no sofá. Eu adoro estar sobre o controle de seu desejo. Podia sentir faíscas saindo de meu corpo quando o dele se assentou sobre o meu e pude senti-lo inteiro sobre mim.
Disse a ele.
-Cado! Eu te amo demais cara! Sei que vai ser sempre assim. Me toma pra você.
Então ele me sorriu. O sorriso que me desmancha e me torna seu escravo, o sorriso que é só dele, com os verdes dos olhos que nunca vi em outra pessoa.
 A base de nosso amor é a admiração recíproca, o respeito que temos à nossos valores e conquistas, o fogo que sentimos quando nossos olhos se encontram e o terremoto causado no fundo de nosso ser quando nossos corpos estão juntos colados com fome um do outro.
-Meu garoto! Não sabes como é bom me perder em você! Sentir teus braços me querendo com tanta vontade. Encontrar esses lagos azuis que são seus olhos sempre cheio de carinho. Isso é felicidade Matteo, você  me é a tradução da felicidade.
Meu coração explode feliz a cada confissão dessas. Até hoje não lembro um dia em que não nos falamos de amor. Quando estamos brigados escrevo na minha agenda e repito pra ele nas pazes. Claro que como todo casal discutimos, mas discutimos com uma civilidade que beira o ridículo. Brigas de grandes explosões geralmente são provocadas por mim. Meu sangue italiano se mistura a minha fúria baiana e viro um Etna de ira. Mas isso é raro, raríssimo. Morando em casas separadas nos vemos quando estamos cheios de boa vontade um com o outro. Graças a Deus o sucesso que tem sido trabalhar em dupla fez com que não briguemos seriamente nunca, apenas discussões sobre pontos de vistas. O grande número de viagens dos dois, evita que caiamos numa rotina que talvez fosse mortal como a muitos casais. Ainda hoje quando saímos pra jantar, falamos como se não nos víssemos há anos. Sinto pena dos casais que com os anos vêm seus jantares se tornarem um encontro sem palavras, com apenas frases banais trocadas. A liberdade que damos um ao outro e a sinceridade com que tratamos nossos problemas e opiniões não deixam que erros se acumulem. Talvez tenhamos descoberto como ser feliz e fazer o outro feliz . Isso foi aprendido desde nossa relação michê-cliente, a sinceridade e honestidade sempre foi nosso ponto de partida.

20 de ago. de 2010

Delicada Atração Cinemão

Delicada Atração

Titulo Original: Beautiful Thing
Direção: Hettie MacDonald
Roteiro: Jonathan Harvey (roteiro e peça teatral)
Produção: Inglaterra, 1996

Elenco

Glen Berry
Scott Neal





Sinopse

Jamie e Ste são vizinhos e colegas de colégio no subúrbio Londrino. Ste vive com um irmão marrento e um pai alcoólatra que vive espancando-o. Jamie mora com a mãe. Sensibilizada com a vida de Ste ela o chama para se hospedar em casa dela no quarto do filho. Nasce daí uma intimidade que culmina em amor. No meio de tudo incertezas, medos e a dura aceitação de si mesmo.

Comentário

O Filme é de uma sensibilidade impar, os garotos não modelinhos bonitinhos mas gente normal o que de certa forma torna o filme mais bonito ainda e diferente de clichês.
Viver na barra pesada de um subúrbio operário, ter problemas de re;acionamento familiares, tudo isso se torna pequeno com a descoberta do amor. Filme delicioso.


*Dedico este post a Rô (Rogério), meu amigo Leke de Sampa, que com sua sensibilidade e generosidade me dá intermináveis horas de divertido bom papo. Me deixa contemplá-lo no seu belo caminho a um futuro radiante.
Rô a delicadeza ( e outras coisas) deste filme parece com seu coração.
Este você precisa assistir.


Um baccio grande meu leke querido.

Matteo

16 de ago. de 2010

De repente Califórnia / Shelter Cinemão

De repente, Califórnia
Shelter
Direção: Jonah Markowitz
Produção: EUA  2007

Elenco

Trevor Wright
Brad Rowe  
Tina Holmes




Sinopse
Forçado a desistir do sonho de entrar para uma prestigiada escola de arte, a fim de cuidar da sua família, Zach habitua-se a uma vida onde troca suas necessidades em favor da irmã mais e do sobrinho, que o ama como pai. Um belo dia conhece o irmão mais velho do seu melhor amigo,que regressa pra casa em busca de inspiração para um novo livro, Shaun e Zach acabam por desenvolver uma grande amizade. E isso uma hora vira amor. Então o destino obriga os dois a fazerem suas escolhas.

Comentários

O filme é muito simpático, leve e os dois atores muitos bonitos, não é dramático demais e mostra de forma despreconceituosa o iniciou e o meio da relação. Preferi o cartaz americano achei meio bobo o cartaz brasileiro mostrando corpos sarados como se gay só gostasse disso. Mas postei também o cartaz nacional Vale a pena ver, o cinema americano come,ando a discutir mais sobre o tema de forma mais justa, sem afetações ou piadas.  Acho que é um bom filme para héteros deporem preconceitos e entender que as relações homossexuais não São orgásticas e depravadas como eles imaginam. São relações normais, com conflitos muito parecidos com qualquer relação, a diferença é que além de enfrentar todos os mistérios de uma relação de amor ainda ter que lutar contra um preconceito ridículo em pleno século 21.
O filme tem uma empatia imensa com o público, me impressionei de quantos saem da sala de cinema adorando o filme.
Outro ponto bem legal no filme é a trilha sonora, deliciosa. Preste atenção

11 de ago. de 2010

O cara do msn Conto curto

Já tava cansado de navegar na net. Trabalhei on o dia inteiro ligado com a Bolsa de São Paulo. Sou executivo, tenho 28 anos, 1,94 de altura, moreno de pele branca, corpo atlético formado em academias e corrida que é meu vicio.
Estava desconectando quando no Orkut que entrou automaticamente, recebi um pedido de amigo, antes de aceitar fui pagina ver de quem se tratava. Era um carioca, jovem, tinha em sua descrição uma forma divertida e encantadora de se ver.  Aceitei e imediatamente o cara me postou um scrap.
-Msn?
Poxa tava cansado, queria dormir, mas lembrei das palavras divertidas sobre si mesmo que ocara se descrevia. Mandei o meu e em dois minutos nos apresentavamos.
-Oi,     Teclou ele.
-Oi      Respondi.
-Sempre começamos assim não é? Meio sem graça e falando esse Oi cheio de intenções?
-Tem razão respondi, sempre tem muita vontade de algo neste primeiro Oi.
A conversa seguiu de forma gostosa,  fluiu como poucas vezes fluiu no MSN com alguém, pois sou sempre meio cético com estas relações de web.  Senti pelo cara um carinho imenso pela forma com que ele falava. Trocamos fotos e ele adorou minha aparência, eu fiquei imediatamente fissurado no que vi. Um homem jovem de 23 anos com uma cara de safada e amiga, com um jeito gostoso e másculo. Ele dizia ser tímido e não ser de muitas paqueras, pois sua timidez o travava.
Eu cheguei a duvidar de sua sinceridade, não era possível que um homem gostoso, bonito e gentil como aquele fosse tão só como ele dizia ser.
Esta foi apenas a primeira conversa de muitas,e cada vez mais meu interesse aumentava. Me deliciava com o jeito sincero e doce do cara. Tinha recebido dele uma foto que me deixou doido de desejo. Imaginava estas qualidades naquele corpo tesudo que eu passava horas olhando em quanto conversávamos.
Ás coisas chegaram  num ponto que não agüentava mais. Queria muito tê-lo nos braços queria muito realizar nossas fantasias, fazer coisas que dizíamos um ao outro no MSN. Realizar estes desejos se tornou imperioso. Marquei viagem pro Rio depois d anotar o nome e o curso da faculdade onde estudava. Planejava fazer-lhe uma arriscada surpresa.
Cheguei no santos Dumont e faltava uma hora a saída dele da ultima aula. Já tinha reservado carro e fiz questão que fosse um parecido com o meu de verdade. Queria ser reconhecido por ele assim que nos cruzássemos. Aluguei um S.U.V. fora de estrada. Estava de terno ainda, tinha saído do trabalho direto para o aeroporto. E agora meio que perdido numa cidade em que eu não conhecia o transito com intimidade me apressava para não perdê-lo.
Cheguei na porta da Faculdade faltando 10 minutos para a saída. Fiquei do lado de fora do carro na saída onde ele disse ser sua habitual.  Com o plano de lhe fazer surpresa fui pescando detalhes em nossos papos sem que ele percebesse..
Encostei na lateral do carro e debaixo dos Ray Ban escuros buscava aquele que era meu objeto de desejo há muito. Não demorou e de cima de uma escadaria  o vi pela primeira vez em carne e osso. Esperei que se aproximasse. Ele ia passar direto mas o encarei debaixo dos óculos, ele olhou de novo e eu lhe sorri, ele estranhou, me provou então sua timidez, eu sem emitir som falei apenas mexendo os lábios sou o Marcelo. Ele sorrio meio sem acreditar e então gritei vem aqui Leonardo!
Então seu sorriso se tornou largo e se mostrou mais bonito do que eu pensava. Se aproximou meio assustado e eu num ímpeto lhe dei um abr,o que senti o deixou sem jeito.  Lhesegureinos braços e abrindo a porta o empurrei para dentro. Corri para o lado do motorista. Ele disse.
-isso é um seqüestro?
-Dos melhores!
-Cara você é mesmo o Marcelo?
-Sou sim, sou o Marcelo, o Marcelo que te quer, que precisa de você. Vem comigo?
-Demorô!
Sorri, estava  feliz como uma criança. Ao vivo nossa pouca diferença de idade parecia maior, talvez por ele  ainda ser um estudante e carregar nos ombros uma mochila, talvez por eu estar metido num terno caro. Mas nada disso diminuiu meu tesão, pelo contrário estava literalmente subindo pelas paredes. Aquele garoto parecia ser de uma necessidade vital a mim naquele momento.
-Onde você vai me levar?
-Ao paraíso! Vou te tratar com carinho, vou te beijar muito, vou conhecer cada milímetro de teu corpo, vou desvendar cada músculo que faz teu sorriso. Esta tarde nós vamos ser um do outro cara. Esta tarde o mundo se acaba e nós dois estaremos nos amando. Me fala de um motel bem legal, o melhor que você já tenha ouvido falar.
-Não conheço motéis Celo.
Quando ele me tratou da forma que me tratava no bate papo. Virei o carro na rua mais tranqüila que vi. Parei o carro. Olhei fixo pra ele. Me aproveitando do escuro dos vidros do carro. Lhe puxei pelo pescoço e me entreguei no beijo mais entregue que já dei. Percebi que ele também assim o fez. Demoramos uns 10 minutos neste beijo sem fim, que não nos permitia respirar.
Paramos e nos encostamos nos encostos de nossas cadeiras tentando recuperar o ar que demos um pro outro. Falei.
-Cara, que beijo do caralho, acho que nunca beijei ninguém dessa forma.
-E ele me olhou e me sorriu, e nesta hora tive um carinho tão grande por ele, que por pouco não o despi ali mesmo.
-Bom! Se você não conhece um motel, acho que tem um hotel que todo o planeta conhece, e vamos pra lá.
Chegamos na porta do Copacabana Palace, deixei o carro com o manobrista e pedi a melhor suíte disponível. O Leonardo falou.
-Celo precisa isso tudo não cara, deve ser muito caro.
-Voce acha que sair do nordeste pra encontrar o cara que mais desejei na minha vida e vou ficar num quartinho mixuruca, merecemos o melhor meu camarada e vamos ter.
Recebi as chaves da suíte e seguimos o bellboy. Ele nos apresentou o quarto, o despedi da forma mais rápida que pude. Queria estar a sós com urgência com meu Leonardo.
Assim que ele fechou a porta o agarrei num longo beijo, desta vez senti sua pegada. Pegada de homem, pegada como só um homem faz com outro, com força viril e máscula, quase brutalidade,  com desejo imenso.
Caímos na imensa cama King Size nos despindo, arrancando nossas roupas quase as rasgando, nossos movimentos eram fortes, nossos músculos estavam retesados de tesão. Por um momento paramos. Segurei-lhe o rosto. Queria guardar pra mim aquele rosto, os olhos claros, o sorriso doce e ao mesmo tempo safado. Por uns segundo lhe olhei firme e nossos olhos se banharam em si mesmos e nossos desejos eram os mesmos e nossas vontades eram imensas, e o prazer que dávamos um ao outro, naquele momento era  claro, era infinito.
Ao mesmo tempo em que nossas mãos desbravaram nossos corpos encontraram nossos sexos, e seguraram firmes como em timões de barcos, sabíamos que ali um guiaríamos o outro por zonas de prazeres indescritíveis.
E nos abaixamos em busca de nossos cacetes e neles encontramos nossos gostos, neles sentimos o homem em cada um de nós. E a cada movimento e a cada nos olhávamos era bom demais, encontrar felicidade neles, em ver os ritos de prazer que nossos rostos denunciavam. E em sua boca encontrei um prazer incrível que me fazia tremer, e na minha boca o engoli com volúpia e tinha ele todo pra mim.
E minhas mãos acharam conforto em sua bunda e a apertaram como que lhes agradecendo a quentura, a firmeza e a maciez. E no meu ouvido ele gemeu, gemeu como macho, gemeu de desejo por outro macho.
E quando ele me deu as costas, deitado na cama vi como eram largas e bonitas e me deitei naquele que me desejava, encostei minha boca em sua nuca e te falei de meu desejo em seu ouvido e o quanto ele era gostoso, e o quanto era bom estar com ele. E sentindo em suas nadegas um delicioso aconchego meu cacete vibrava  e convidou minha língua aquele lugar Então o lubrifiquei com minha e descobri um prazer gigante e descobrir que dava prazer a ele pois sentia seu corpo tremer  a cada toque. Então ouvi seu pedido pra que lhe fizesse seu.
E duro entrei nele, e vi como era macho de agüentar me inteiro vi me queria apesar da dor que vinha em ondas junto com prazer. E entrei e sai lentamente  ate ouvi seu pedido  de que fosse forte e que fosse rápido e que fosse mais fundo.
E num tsunami gozamos juntos. E depois do descanso veio o banho de carinhos trocados.
Depois disso realizei meu maior desejo. Tê-lo com a cabeça em meu peito, entre meus braços que o aconchegavam junto a mim a dividíamos o calor de nossos corpos.
E nos olhamos e nos beijamos e de novo  tudo recomeçou.

O Fantasma Cinemão

O Fantasma
Direção:  João Pedro Rodrigues
Ano:2000

País:Portuga
Duração:90 min
.

Sinopse

Sérgio é gari cidade de Lisboa. Vive  numa pensão.tem uma vida sexual meio à deriva entre homens e mulheres.
Certa noite trava conhecimento com um jovem pelo qual se sente atraído. Obcecado, tenta conquistá-lo mas vê-se frustrado nos seus propósitos. Veste-se de látex e o seu procedimento torna-se ainda mais irracional, numa viagem inconsequente motivada por obsessões fetichistas. Quem gosta de masoquismo e roupas de látex vai curtir.



Comentário

Não é um filme fácil de gostar. O Sérgio não é bonzinho, é obcecado e sádico. Chega a matar por prazer. Mas nós conhecemos pouco o cinema português e esta incursão vale a pena. Tenha paciência com o Sérgio, uma coisa ele é. Gostoso


Não pus mais fotos, por que a pesquisa deste filme é realmente difícil na net.b mas por incrível que pareça não difícil baixá-lo na net. Caso o faça, tente achar que legendas, nem pense que dá pra entender o português numa boa. me lembro que o vi pela primeira vez em Roma, me ferrei tentando entender o português, fui salvo pelas legendas em italiano.

NSP Cap. 31 Farra Porteña

Depois das comemorações da empresa , estava saindo de manhã de casa quando o Lipo me diz.
-Que tal irmos a Buenos Aires comemorarmos, eu, você e o Léo.
-Gente chega de festas! Agora é trabalhar Lipo.
-Ô meu Grandotte, vamos fazer uma viagem só nos três e a passeio! Seria tão bom!
E me acariciou os cabelos dando um daqueles devastadores sorrisos. Nem precisa dizer que topei né?
-Ok, mas me dê um tempo quero dar inicio à algumas coisas, tenho umas idéias que quero antes falar com o Cado, e tenho você na mira inclusive.
-De que se trata?
-Acho que você deveria passar para empresa nova. Precisamos de alguém de confiança lá dentro e lá mano o campo para você será maior. Sei que ama Comércio Exterior e acho que pode ser sua chance. Que você acha?
-Grandotte, se você diz que é melhor pra mim e que precisa de mim lá dentro que argumento tenho mais?
-Bom Lipo, quero que faça as coisas com o mesmo amor e empenho que faz onde está. Por isso não quero que vá só por que estou falando que seria bom.
-Ok, Grandotte, vou me dedicar da mesma forma sim. Amo a área que atuo então cara seja onde for, farei com amor, e no meu coração vou ter o agrado de estar te ajudando.
-Valeu mano, hoje pela manhã vou ter um papo com o Cado sobre isso. Terei reunião com ele hoje cedo, tá todo mundo alegrinho, mas esqueceram dos equipamentos pesados que vamos ter de comprar. Eu,a Silvia e o Léo fizemos pesquisa no mundo todo para ver preços de compra e aluguel. Acho que seria uma boa oportunidade do Cado viajar com seus novos sócios e apararem arestas.
-Tu pensa em tudo meu Grandotte!.
-Sou pago pra isso. Bacio fratello, buon giorno a te.
-Anche a te.
Cheguei no escritório e todos ainda tinham aquela cara de ontem. Entrei na minha sala seguido pela Sílvia.
-O que é que você faz pra estar com essa cara de que chegou de férias enquanto todo escritório parece que foi vitima de um rolo compressor?
-Acordo às 05:30 de manhã, treino na academia, corro e jogo vôlei. Dou um mergulho no mar e subo a Ladeira da Barra correndo. Tudo isso antes de você entrar no carro pra vir pra cá. Larga de ser preguiçosa e encara ao menos um jogging de manhã. Rsrsrsrrs
-Deus me Livre! Se fizer tudo isso de manhã acho que deito na cama e só levanto no outro dia.
-Então não jogo olho gordo na minha carinha de descansado. Passa a minha agenda Silvette, tô precisando de um buraco pra ir a Argentina.
-Negócios por lá?
-Que nada, farra e das boas. Nem só de grana vive o homem. rsrsrrss.
-Ah! Então começa convencendo o Sr, Ricardo a não te mandar para China e Rússia, para pesquisar sobre os equipamentos.
-Você chegou a falar de nossa pesquisa?
-Ainda não, essas surpresas gosto quando você diz todo cheio de si e eles caem duro no chão.
-Essa é minha garota. Dá a pasta ai e me anuncia pro Cado.
Entrei no escritório do Ricardo com meu sorrisão de bom dia. Dei um beijo no meu homem.
-Nossa quanto frescor, que você faz pra ficar assim?
-Deuses! Tô me sentindo um pé de alface tenra. Todos já me disseram isto esta manhã. E você anotou a placa? Parece que um trator passou por cima de você.
-Tô preocupado Matteo com a grande compra de equipamentos que devemos fazer.
-Falasse com seu garoto e teria dormido os sonos dos justos e felizes.
Entreguei um calhamaço de pastas pra ele.
-Que é isso?
-Prospectos, cópias de contratos e averiguações de preços de equipamento em todo o mundo. Já tinha feito o serviço meu caro.
-Estou começando a me sentir um babaca. Você tá sempre à frente.
Levantei da cadeira onde estava, fui até ele e lhe dei um beijo na boca e o abracei.
-Seu garoto cuida de você. Tá sempre um passo à frente pra te fazer felizinho.
-Bom, então só falta marcar viagem pra você ir às compras.
-Não Cadão! Vai você às compras. Tive um ideia e comentei com o Rogério. Acho que seria uma boa oportunidade de vocês ficarem mais próximos, meu relacionamento com eles está excelente, mas vocês estão distantes demais para quem são sócios em tão grande empreendimento, e quanto aos equipamentos que serão arrendados a Laura vai com vocês. Então acho mais justos os 3 presidentes saírem a campo sozinhos. Vôos separados lógico por questão de segurança. Mas durante a viagem vocês vão estar coladinhos.  Trate de usar este charme natural e seus belos olhos verdes e  voltarão amigos de infância. E eu meu caro tenho uma importantíssima missão.
-O que fará?.
-Vou pra Argentina fazer a orgia do século com o Lipo e o Léo. Kkkkkkkkkkkkkkk Aliás, queria te indicar o Lipo para a empresa nova, tá faltando gente lá que seja nossos olhos mais confiantes. Que você acha do Lipão.
-Se você acha que ele é o cara, não discuto. Puta que pariu que inveja dessa farra!
-Faço uma particular pra você, quando eu voltar. rsrsrs
-Ok, my Captain, Deus! Sou escravo desses imensos olhos azuis! Marque a viagem pra China . Você está certo. Vou tentar voltar mais próximo desses dois, quem sabe amigos?.
-E na verdade devem ser amigos mesmo. Poucos dividem tanto interesses quanto vocês. Ah! Tem mais uma coisa. Falei com a Silvia, Léo e o Lipo para investirem em imóveis de preferência lógico de nosso portfólio. Hoje vão me dar as respostas. Quero comprar os apartamentos que os três escolherem, te pago a vista, vou revender a eles.
-Você é um filho da puta!
-Sou né?  Mais não vou ganhar em cima deles não é só pra não perder a manha de capitalista. Vou comprar como sócio e revender pela tabela só isso.
-Você não tem jeito Matteo, se eu fosse como você desde o principio acho que já seria o homem mais rico do país.
-Liga não meu Cado. Você já é o mais gostoso. Tá de bom tamanho.
-Sai daqui seu facínora. Vai ganhar nas costas dos próprios acóolitos. Ao menos uns 200 mil tu vai ganhar nessa jogada.
-Será que tudo isso?
-Nem vem que sei que você sabe até os centavos que vai ganhar nessa.
-Rsrsrsrs R$ 225.540,00 é redondo sem centavos. kkkkkk
-Cafajeste! Sai da minha sala. KKK
-Vou bancar a farra em B.Aires. né vei. E o resto vou comprar mais 3 quarto e sala, no prédio que você vai lançar. Reclama não que todos vamos ganhar.
-Você já deve ter mais apartamentos que eu. Te saco Grandão! Tu tá sempre comprando imovéis com toda grana que ganha, já tem quantos?
-Não digo, é segredo de estado. Vai que você só fica comigo por meu dinheiro?  rsrsrsrsrrs
-Bobo, vai trabalhar vai.
Uma semana depois o Cado embarcava pra Alemanha, a Laura para a China e o Rogério para a Russia. Enquanto os esperava o Ricardo freqüentaria a feira de construção da Alemanha. 
O Lipo e o Léo estavam transformados em dois Sacis Pererê de animados com nossa viagem. Disse a eles que nós mesmos iríamos programar tudo. Nos juntamos num Sabadão, reservamos um puta hotel, um puta carrão. E anotamos tudo que tínhamos pra fazer lá. O Léo apareceu com um Gay Guide do ano da Spartacus, me deu de presente, viciei. Até hoje compro todos os anos, chamo The Bible, tem todos os países do mundo e suas cidades, com comportamentos, leis, lugares da moda, boates,saunas, boutiques  e cruising areas (áreas de caça), tão detalhado que vem inclusive como você deve ir vestido a cada local. Em cinco línguas. É uma bíblia pro gay com passaporte. Se você costuma viajar, compre vale a pena.
Fomos primeiro para Punta no Uruguai. Praia horrorosa,ao menos para um expert baiano, água gelada demais. Em compensação o país é  muito simpático e com belos homens. Mas me sentia sempre num resort, daqueles em que tudo parece artificial. Ficamos no Conrad, hotelzão de Luxo metido a muito mais do que é na verdade. Cassinos e gente besta de toda América latina, mas sempre com aquele ar de excursão. É verdade, sou isso mesmo que vocês estão pensando. Um metido! rsrsrsrsrs. Mas levante a mão quem adora estar num lugar com cara de lugar de excursão.
Seguimos para Buenos Aires, ai sim a coisa muda, ai sim sofisticação. Ficamos no Unique Plaza um hotel  boutique que não deve em luxo e sofisticação aos melhores de New York .
O Léo estava de queixo caído a viagem inteira, desde a primeira classe no vôo, o carro sofisticado que locamos e o hotel. Falava.
-The Bigs! Tu sabe comemorar vei. Nunca mais comemoro nem fim de gincana sem você. Que amigo classudo da porra que arrumei. Tô sem graça vei, vou ter roupas pra sair com vocês não.
O Lipo diz.
-Relaxa meu Léozinho quem convida dá banquete, o Grandotte vai te levar e vai te dar um banho de loja.
Em seguida me olhou e deu uma piscada. 
Ah! cara sem problemas em dar uns presentes pro Léo, além do mais seria divertido arrumar aquele garoto bonito e deixar ele nos trinks. Logo que chegamos no hotel levamos ele pro SPA e dissemos ao  recepcionista.
-Para nos dois massagens, e pra este garoto aqui, tudo cabelo, barba, bigode, pés, mãos, banhos, massagens. Queremos ele transformado.
No começo da noite. Vestido com um blazer esporte que compramos para lhe mandar enquanto se vestia, reaparece o Leo. Ficamos de queixo caído com o garoto skatista do Porto da barra transformado num sofisticado galã porteño.  Eu e o Lipo ao mesmo tempo.
-Puta que pariu!
O Lipo pulou na frente e deu um beijo no Léo dizendo.
-Nem pense em olhar para o lado, esta noite Léozinho você é meu.
Cheguei junto ao Léo e lhe abracei, cheguei a ficar comovido de ver meu caçulinha bonito e elegante daquele jeito.
-Hoje vamos a Puerto Madero, vamos exibir nosso bonitão e amanhã vamos te transformar no brasileiro mais chic de Buenos Aires.
-Pô galera vocês estão exagerando o Léo aqui é ajeitadinho mas não é isso tudo não.
Falei pra ele.
-Tá vendo o espelho não moleque? Não tá vendo que homem bonito refletido no espelho? Ë você Léo! Você transformado em homem sofisticado. E sabe o que é mais bonito deste homem? O coraçãozão gigante que tens no peito, e esse jeito moleque que encanta a todos que te conhece. Cara vou até me arrumar melhorzinho tô me sentindo um bagaço do seu lado. E foi neste dia que vi pela primeira vez o verdadeiro amor do Lipo pelo Léo. O Lipo estava tão orgulhoso do Léo que não tirou os olhos de cima dele um só minuto.
 Tinhámos reservado dois quartos contíguos, a idéia era dividirmos eles entres nós. Acabei sozinho numa cama imensa, mas muito feliz ouvindo os amores dos dois na suíte ao lado. No dia seguinte demos um banho de loja no Léo, tomando o cuidado de escolher roupas que ele pudesse usar na Bahia e em suas viagens de trabalho. O Léo nos abraçava e beijava a cada presente. E nas escolhas das underwears, acabei passando o resto da tarde sozinho de novo, pois o Lipo ao ver o Léo em cuecas de luxo enlouqueceu de tesão.
Na hora do jantar nos reencontramos. Eu voltando das compras. Abandonado cai na farra das cuecas que são minha perdição. Cheguei e os dois já estavam me empurrando pro banho, me encheram de beijos e carinhos dizendo estar amando a viagem.
Jantamos num elegante e badalado restaurante, fomos a uma danceteria GLS. Estávamos hospedados no bairro mais Gay friendly de Buenos Aires, a paquera rola solta. E uma coisa temos que dizer de nossos hermanos, os straights são cafonas, os gays elegantes, mas todos são belos. Como tem homem bonito naquele lugar!
Depois de duas taças de champagne eu já tava entregue, dançando como um louco, já tinha arrumado um paquera muito gato, mezzo argentino mezzo francês e inteiro gostoso, Dançamos muito, ficou impressionado com a beleza do casal Lipo e Léo.  rrsrrs dito assim parece nome de dupla sertaneja, mas os dois estavam realmente de arrasar quarteirão.
De repente uma mão me agarra. Era o Léo me chamando pra dançar com eles. Subimos numa gaiola suspensa. Gente! Acho que nunca fechei tanto como naquele dia. Eu o Léo e o Lipo tiramos as camisas, e dançávamos nos esfregando e nos beijando. Por um momento olhamos a pista embaixo e estavam todos nos olhando, tínhamos virado a atração da balada. Fingimos não ver e continuamos o nosso show,  nos divertimos como nunca. Quando finalmente pedi para descer a gaiola, me veio o Sebastien com minha camisa numa mão e dezenas de toalhas de papel na outra. Me enxugou ali mesmo, me vestiu e me beijou. Em seguida falou.
Me tira daqui e me leva com você, to morrendo de tesão quero dar pra ti agora brasileño.
Não me fiz de rogado, largai as chaves do carro com o Lipo e peguei um taxi para o hotel. Com o cara a tiracolo.Ficou surpreso com a hospedagem. Acho que ele tava pensando tratar-se de brasileiros em bandos. Aqueles que ficam nos 4 estrelas decadente. Brinquei com ele.
-Sou chic vei.
Ele não entendeu porra nenhuma, mas aquela altura pouco me importava. Eu estava alto como poucas vezes fico. Tava de champagne Cristal até o tampo do juízo. Se for tomar um porre de champagne que seja do bom.
O Sebastien devia ter realmente ficado impressionado com a dança, estava com uma fome de Leão em mim. Mal deu tempo de ligar o ar condicionado do quarto. Avançou sobre mim com fúria selvagem. Me deu um imprenssão na parede. Eu adorando aquele cara bonitão com tanta vontade de meu corpo. Me  tirou o blazer quase rasgando, me desabaoou a camisa e só ficou contente quando eu já estava de torso nu, apenas com a calça me protegendo a nudez, fiz o mesmo com ele e fiquei contente ao ver um belo peito macho com poucos pelos, ele era pouco mais baixo que eu e o Lipo, devia ter em torno de 1,80, físico bem definido e uma cara quadrada com barba por fazer que tinha me chamado atenção na primeira vistoria que dei na danceteria. Tava com fome de homem naquela noite.  Há um dia e uma noite que via o Lipo e o Léo num amor roxo, tava doido pra pegar o Léo mas o fratello não deu um centímetro de espaço, e eu tava muito feliz de vê-lo assim com o Léo sempre torci pra estarem juntos de verdade, via ali o companheiro ideal pra meu maninho.
O Sebastien me empurrava contra a parede e mantinha seu corpo tão colado ao meu que não passava nem pensamento, sua boca ficava na altura de meu pescoço e ele se aproveitou bem disso, me chupava e mordia e lambia, suas mãos tinham a velocidade  da luz e a cada segundo sentia a pressão delas em algum ponto do meu corpo.
Em meu ouvido chegavam a palavras calientes como, sabrossura. Essa eu gostei, ditas com o sotaque portenho me deixavam todo arrepiado. 
O baixinho era danado e forte, me fez afastar as pernas me deixando com o rosto na altura de receber seus carinhos. O cara deve estava me tratando como posse exclusiva. Seus gemidos e gestos muito másculos cuidando de seu macho. Minhas mãos e braços colavam ele mais ainda ao meu corpo. A todo momento parava e admirava cada pedaço de mim antes de cair matando com a língua e a boca.Seus dentes tinham a pressão exata. Não gosto de mordida forte. Uma vez um carinha conheceu a sensação de voar depois de me morder forte nos mamilos. O Surpresa da dor foi tanta que nem pensei., Garrei o cara e joguei do outro lado do quarto.
Empurrei um pouco o Sebastien queria-o nu, desabotoei seu jeans e tirei com pressa, vi que tinha coxas fenomenais, fortes e com pêlos na medida, e ainda por cima uma cueca boxer que me deixou doidinho, adoro cuecas caríssimas. E dentro dela uma rola que parecia muito grossa, mas não tirei ainda, apenas meti o mãozão e enchi com aquele volume quente e duro.  De novo de pé, dessa vez foi ele que desabotoou cada botão de meus jeans, me olhava com olhos de predador. Imaginava a cena para um assistente, devia parecer que dois Leões se pegavam com fúria. Ele tirou minha calça, se afastou e disse.
-Hombre tu eres a  pessoa mais gostosa e bonita com quem já estive.
Sorri de modo safado e disse.
-Aproveita tudo então.
Ele fez o mesmo que eu, devia ser vidrado em cuecas também pois vi no seu sorriso uma imensa satisfação, quando me tirou as calças, também encheu suas mão com meu pacote, mas parou com ela em cima e disse.
-Não pode ser! Quero ver isso que tenho nas mãos já.
Tirou minha cueca com pressa, meu pau bateu com força em seu rosto, fez aquele barulho Slapt!
Então ouvi a expressão Puta La madre que carajo!
Fiquei todo orgulhosão, mas com mais vontade de ver o dele, e corri a baixar sua cueca. Vi uma rola de uns 18 cm mas de uma grossura fora do normal, me lembrava a do Ricardo, tentei segurar e minha mão que sei ser imensa não fechava em volta. Falei.
-Cara isso é uma garrafa. Puta que pariu digo eu.
E rimos agarrados um ao cacete do outro.  
Ele me empurrou numa poltrona próxima e me fez abrir as pernas, falou que eu tinha coxas deliciosas, grossas e másculas. Tenho menos pêlos que ele. Senti suas mãos firmes apertando-as, quase como se quisessem fazer parte delas. E sem usar as mãos aproveitando da rigidez que eu estava com o cacete apontando para o alto. Ele passou a língua sem tirar os olhos dos meus. E mostrou gostar, e subiu e desceu por todo o corpo da rola.
Falou.
-Matteo tu é demais, nunca vi uma cabeça de rola tão grande, vai me arrombar, mas não vou deixar de ser teu, de sentir você dentro de mim.
Depois de fazer sua lingua passear por todo o corpo do cacete, ele se concentrou na cabeça, e sua língua dava voltas por sobre ela. Eu me segurava nos braços da poltrona, gemia como um Leão acuado pelo desejo. Sua língua parecia imensa e mais quente que qualquer uma que já tenha ido ali. Sentia seu cacete bater na minha canela. O empurrei para o tapete macio e formamos um 69. Sua rola há muito custo coube na minha boca, eu estava com ela escancarada para engolir. Ele fez o mesmo sacrifício e mais ainda, pois não conseguia chegar a metade de meu cacete.
Enquanto nos chupávamos, nossas mãos continuavam suas explorações e descobriam corpo quente, pele macia, pelos de macho.
Pus ele de quatro sobre meu corpo. Pensei. Quero ver se agora, se puto não vai engolir mais rola. Na primeira engolida que deu forcei sua cabeça pra baixo, faltou pouquinho pra ele terminar tudo. E comecei a lhe pincelar a língua no cu, Um belo cuzinho, rosado como uma de criança e depilado como quem curti receber rola. O safado já ia de boa em quase todo o tamanho de meu cacete. Dava pra sentir no meu pau seus gemidos quando eu metia a língua em seu cú.
Caras o cu do macho parecia doce, era liso, cheiroso e piscava a cada investida de minha língua que parecia ter vida própria ali naquela entrada apertada.
Vi que ele estava adorando a linguada no rabo.Então o pus de quatro na cama e voltei a fazer lhes os carinhos com a lingua. Ele urrava e rebolava. Aqueles urros másculos me deixavam mais louco ainda. Meu pau tinha espasmos com o desejo que eu provocava nele. Até que ele com as próprias mãos afastou as nádegas e vi aquela delicia piscar me chamando.  Encapei o bichão e me esfreguei por cima dele. Passei uma mão de lubrificante em seu rabo e sem meter roçava nele. O Sebastien rebolava, eu mexia como um louco. Então ouvi a frase que tanto adoro.
-Me come cara, tô louco pra ser seu.
Antes que ele terminasse, enfiei com força a cabeça. Ele enterrou a cabeça no travesseiro durante um grito de dor.
Me deitei sobre ele e disse.
-Você pediu, agora vai ter um macho dentro de você.  Agüenta que você vai gostar.
Voltei a entrar,  a cada centimetro penetrado eu voltava e lubrificava de novo, antes da metade ela tava laçeado gostosamente.
Eu mexia não só para dentro e fora, mas para os lados e para cima e para baixo. Ele se contorcia de tesão e dizia nunca ter sido comido daquela forma. Minhas mãos estavam firmes na sua cintura e o conduzia sempre com força, tendo total controle nos movimentos dele e nos meus.
Mudei-o de posição, o pus de pé com as mãos apoiadas no dossel da cama, de novo entrei nele, dessa vez devagar,  entrava e saia lentamente. Ele já estava na minha forma, tinha um cu apertado e quente, era delicioso estar dentro dele. Ele mexia de uma forma que me enlouquecia, sua forma máscula me pirava e deixava meu pau a ponto de explodir. E quando eu ia fundo com força o Sebastien empurrava para trás como querendo mais. Abracei por trás e fazia deliciosos movimentos de vai e vem, segurei seu cacete grossão e o apertava sem mover. Me surpreendi ao sentir que ele apertava meu pau dentro dele e todo o seu corpo se retesava, ele estava gozando. E gozava farto.
Logo terminado a gozo dele o pus de frango assado na cama, me deitei sobre ele me melando com sua porra, o beijava com ternura e lhe chamava gostoso e tesão. Ele me segurava entre seus braços e pernas. Todo dentro dele mexia o cacete dando pequenos espasmos e de repente ele falou.
-Continua.
Quando me levantei de sobre ele, vi que ainda estava duro. Delicia de macho.
Comecei a bombar mais forte e mais rápido, via seus olhos brilharem de tesão. Apesar do ar condicionado eu pingava de suar em cima dele, e ele pegava essas gotas com os dedos e passava na boca.
-Matteo você é o melhor homem que já tive. Me enche a boca de porra, quero sentir seu gosto.
Isso me deixou deliciado. Fixo em seus olhos eu mordia meus lábios. Abri suas pernas em V e via me entrar e sair dele, saia completamente e entrava inteiro.  Apoiei suas pernas em meus ombros e comecei-lhe uma punheta. O Sebastien gozou de novo, menos de 15 minutos depois de seu ultimo orgasmo. Isso foi o que bastou para me levar ao céu. Sentindo meu gozo chegar. Tirei a camisinha lhe segurei pelos cabelos e enfiei minha rola em sua boca. Ele forçava para engulir mais.Mas eu queria gozar na boca, não na garganta, queria ver sua boca cheia de mim.
Gozei urrando como um animal. E vi sua boca cheia de meu leite, segurando seu queixo falei.
-Bebe seu macho.
Assim ele fez. E antes que eu desmoronasse ao seu lado ele limpou meu cacete que tinha  porra também, rapidamente fiz o mesmo nele. Caimos lado a lado respirando ofegante.
Ele me olhou de forma profunda como poucas aventuras já me olhou. Falou entre um riso feliz e sua respiração ainda ofegante.
-Foi a melhor trepada de minha vida!
Respondi.
-Foi não, nem pensa que acabou! Daqui a pouco tem mais. Quero mais de você, também to curtindo e muito.
Descansamos um pouco e fomos ao banho. Lá nos banhamos um ao outro. Comi ele de novo, dessa vez de pé os dois, socando com força bruta, sem pena. E dessa vez demorou mais, já que havíamos gozado e ele duas vezes . Mas  gozamos juntos e foi delicioso.
Terminamos o banho e dormimos abraçados quando o sol já brilhava alto. Antes do sono pedi o desjejum no quarto.
Acordamos com o Léo e o Lipo nos olhando e com olhos que eu conhecia bem.
Assim que o Sebastien acordou, aqueles dois garotos deliciosos nos convidaram pra trepar a quatro, e veio a surpresa.
-Chicos tive a melhor noite da minha vida, com o melhor homem que até então já estive.  Convite delicioso, mas quero ficar com essa noite pra sempre na memória.
Se vestiu me deu um beijo gostoso, um abraço apertado. Nos meninos um beijo no rosto. Deixou o telefone dele em cima de um aparador e foi embora.
O Léo falou.
-Bigs que cara bonito vei. Tu deve ter dado uma surra de rola hein safado. Dá pra ver pelos olhos do cara que ele ficou caidinho.
E o Lipo.
É, mas foi embora, então Grandotte se prepara que vamos te dar um trato!

Ai é história pro próximo capitulo.

8 de ago. de 2010

Marcio Garcia The Man



Nome Completo:  Marcio Garcia Machado
Nascimento: 17 de Abril de 1970 / Rio de Janeiro
Profissão: Ator, Apresentador, Escritor, Dublador, Produtor e Diretor de cinema.

Marcio Garcia é casado com Andréa Santa Rosa, de seu casamento tem 3 filhos. Tem hoje 40 anos e continua mais gato que nunca!
Começou sendo modelo fotográfico, depois foi apresentador da MTV, neste ínterim iniciou curso de atores da Globo e em 1994 teve seu primeiro papel numa novela Tropicaliente. Iniciou sua carreira junto com Rodrigo Santoro, Daniela Escobar, Giovana Antoneli, tá em boa companhia o bonitão. Dois anos depois tem seu primeiro papel no cinema No filme “O Guarani” sendo o protagonista
Daí em diante vários sucessos tanto como apresentador quanto como ator. Como apresentador fez Gente Inocente, Vídeo Show e um programa de games. Faz varias novelas, sendo até hoje  lembrado como o michê carioca numa trama de Gilberto Braga “Celebridade” grande sucesso do horário nobre.
Na TV Record apresentava o programa Melhor do Brasil nas tardes de Sábado.Ficou na rede por 4 anos.
Agora o Marcio envereda pelo cinema como diretor e começa muito bem tendo seu “Predileção” sido ganhador de diversos prêmios mundo afora. Chamou atenção dos estúdios de Hollywood e e seu curta se transformara num longa, e já fez um novo filme de estúdio americano.
Marcio já atuou também como dublador, nos três filmes da série A Era do Gelo, onde faz o personagem Diego.
O cara dá sorte, sua última novela, ganhou o Emmy internacional, o filme (curta) que dirigiu e roteirizou já acumula diversos internacionais inclusive de Direção, e seu trabalho já lhe rendeu prêmio no Filme Carmo em 2009.
Seu ultimo trabalho na TV foi marcante, um dos piores vilões já visto na Globo, na minisérie “Na forma da Lei” e convenceu direitinho.
E Olha ai na foto recente deste quarentão, ai o Matteozinho pira, já sou chegado nos 40 e um corpicho desse encimado por um carão matador. Matteuzão vai á loucura e torce pro vilão.
That's the Man, talentoso, bonito, e inteligente.

7 de ago. de 2010

Reinas / Rainha

Reinas / Rainhas

Direção: Manoel Gomez Pereira
Produção 2005 Espanha

Elenco

Carmen Maura
Marisa Paredes
Veronica Forque
Mercedes San Pietro
Bethiana Blum






Sinopse.

Casamento gay legalizado na Espanha, um grupo de 20 casais gays se preparam para seu casamento. Entre esses 20, 4 são os casais protagonistas do filme, ou melhor , as mães de algum dos cônjuges.

Comentário
Divertida e despretensiosa comedia com toques de Almódovar, duas das principais atrizes são suas atrizes fetiche, Marisa Paredes e Carmen Maura, há também a grande atriz argentina Mercedes Sanpietro.  Imagine quatro mães muito loucas se chegam a Madrid para o casamento dos filhos, pro vocês terem idéia uma delas come o namorado do filho. Deliciosa comédia espanhola, vale a pena pelas quatro grandes mulheres las Reinas. Compra pipoca pega seu gato e riam com essas maravilhosas loucas.

6 de ago. de 2010

Luiz Mott Gay Hero

Luiz Roberto de Barros Mott
Nascimento São Paulo 06 de Maio de 1946
Profissão: Antropologo, Historiador, Pesquisador, Ativista.

Luiz Mott.
Esse deveria ter sido meu primeiro post de Gay Hero, se temos um herói Gay brasileiro é este aqui, um dos mais notáveis ativistas brasileiro em favor dos direitos de gays, lésbicas e bissexuais e todos os transgeneres possíveis. Este paulista de coração baiano, não tem superpoderes. Usa sua inteligência e ativismo em favor de seus irmãos de minoria. Se bem que é meio ridículo nos tratarmos por minoria, pois ninguém melhor que nós sabemos o quanto estamos espalhados por toda a sociedade.
Mott grita em nossa defesa, grita por nossos direitos, não se cansa de lembrar que diariamente gays são assassinados apenas por serem gays, vitimas do mais terrível motivo de more o simples ódio.
Luiz Mott estudou no  Seminário Dominicano de Juiz de Fora, Formou na Usp em Ciencias Socias, fez mestrado em Etnologia na Sorbone na França, é doutor em Antropologia pela Unicamp e professor emérito no Departamento de Antropologia da UFBA.
Desde 1970 é Soteropolitano de coração, a cidade de Salvador lhe concedeu o titulo de Cidadão honorário, e 2006 a Assembléia Legislativa da Bahia o tornou cidadão Baiano.
Em 1977 Luiz Mott assumiu sua condição Gay, era casado com uma mulher e tem uma filha.
Em 1980 fundadores e primeiro presidente do Grupo Gay da Bahia, a primeira ONG no Brasil a defender os direitos dos homossexuais. Tornando a Bahia a pioneira na defesa de tais direitos.
Luiz Mott influenciou não só um grupo, não só uma gera,ao, sua influencia vai muito além, suas contribuições nos estudos da  homossexualidade é profunda, é citado por diversos estudiosos de todo o mundo.
Pois é amigos existem muitos heróis entre nós e este deve ser o chefe de tal liga da justiça, a, esta vivo e lutando por nossos direitos, quem sabe invés de no preocuparmos tanto com nossos corpos e roupas deveríamos dar mais apoio aquele que luta cotidianamente para que nossos iguais tenham direitos para que nossos irmãos não sejam mortos impunemente.
Afinal corpinhos musculosos em roupas de grife só tornam nosso enterro um pouco mais chic, Mesmo assim vai ter alguém dizendo, Que roupa ridícula, esta bicha nunca soube se vestir.
Ä aqueles que acham bobagem levantar bandeira lembro que a cada três dias em nosso país tão gay friendly um homossexual é morto e raros são os crimes desvendados, elucidados com  culpados presos.
Mott tem vários trabalhos publicados em diversas línguas, muitos deles espalhados de forma esparsa.  Segue alguns de seus livros.
§  Lesbianismo no Brasil (1987);
§  Escravidão, Homossexualidade e Demonologia (1988);
§  Sexo Proibido: Virgens, Gays e Escravos nas garras da Inquisição (1989);
§  Epidemic of Hate: Violation of Human Rights of Gay Men, Lesbians and Transvestites in Brazil (1996);
§  Homofobia: A violação dos direitos humanos dos gays, lésbicas e travestis (1997);
§  Desviados em questão: Tipologia dos homossexuais da cidade de Salvador, Bahia (1987);
§  Homossexuais da Bahia: Dicionário Biográfico (1999);
§  Violação dos Direitos Humanos e Assassinato de Homossexuais no Brasil (2000);
§  Manual de Coleta de informações, sistematização e mobilização política contra crimes homofóbicos (2000);
§  Violação dos direitos humanos e assassinatos de homossexuais no Brasil (2000);
§  Causa Mortis: Homofobia. Salvador (2001).