5 de dez. de 2013

Contos de Michê Parte 08

Parte 08
Alguns fias se passaram, tempo de maré acabou. Havia uma conferência importante em Salvador e tinha chefes de Estados, políticos e poderosos por todo lado. Tinha fechado com dois cliente 3 dias cada um. Com isso livrei a cara do mês tranquilão. Políticos pagam até melhor que ricaços, a grana não é deles mesmo! Somos investigado sobre passado e nível de confidencialidade. A agencia que trabalhava tinha nisso além do book de modelos de alto nível, seu maior marketing de vendas. Ser especializada nesse nicho, não trazia grande rotatividade quanto as outras, mas com um bom programa valia 10 dos normais. Estava em época de prova na faculdade tinha que me virar em mil, a sorte era que durante as reuniões eu estaria livre para assistir aulas e fazer as provas. O tempo para estudar era em transito e quando o cliente apagava na cama, invés de descansar pegava os livros e enfiava a cara, amanhecia usando os livros de travesseiro e com o cliente querendo foda antes de sair pro trabalho.
Na época de trabalhos em grupo ou dupla já tinha o meu fixo, metade mulheres e metade playboyzinho viado enrustido. Dava mole a todo mundo para que aguentassem meus atrasos e eventuais faltas. No meio desses tinha um cara filho do dono das maiores concessionarias da Bahia. Branquinho magrinho do rabão e pau pequeno, de cara até bonitinho. Metido a besta que só ele. A maioria das reuniões eram na cinematográfica cobertura de sua família. Há muito sacava ele, várias vezes tive que ir as aulas vestido puto, tipo jeans justos e camiseta idem. Na facu tinha fama de gostoso intocável e discretão. Primeiro não tinha tempo de ser universitário no sentido de curtir a galera e andar em turma. Minha atenção no máximo era dirigida a algum professor ou fessora que nas matérias deles eu precisasse uma força, caia de charme pra me ajudarem quando necessário. O Professor de cálculo era cliente da pica. Dava pau em troca de nota já que era matéria a se dedicar e quase nunca tinha tempo, vivia passando no limite, até que descobri essa brechinha e nota foi as alturas.
A primeira que saquei do playboyzinho magrinho rabão, foi no primeiro dia de aula, vi que ele dava umas discretas secadas no volume, eu fingindo não ver dava a clássica passada de mão. Sem interesse momentâneo era sempre bom deixar o povo na fissura caso necessidade. Certo dia eu já convicto que o carinha curtia macho na encolha, pois já fazíamos reuniões em seu casa, eu estava no corredor durante o intervalo com uns colegas metidos a fodedores e vendo o passar por trás de mim, falei mais alto que estava na secura vivia de pau duro sem tempo de meter por causa da facu e do trampo. Putinho diminui velocidade e me catou aula inteira tentando manjar rola. Logicamente dei o show que ele queria. O vi indo ao banheiro no intervalo seguinte e depois de 1 minuto entrei sorrateiro. Estava vazio e deu pra ouvi-lo batendo uma bronha tentando conter os gemidos. Fiquei até duro sabendo que a bronha era em minha homenagem. De safadeza fiquei, Quando ele saiu eu estava no mictório. Acredito que sem muita experiência na manjação de rola em banheirão ele tentava ver pelo reflexo do espelho. De costas o cumprimentei alegre, pois éramos colegas de grupo.
-Fala Dudu, tudo de boa contigo, pegando muita gata?
-De boa Matteozão. Que nada! Pegando ninguém, também trabalho, e cadê tempo?
-Pois é cara, eu na seca também. Olha aqui véi agora o cacete vivie assim.
Virei mostrando picão duro.
-Vi que olhou e engoliu seco. Ficou um tempo só olhando.
´-Puta que pariu cara! Como você faz pra encher essa pica de sangue. È um monstro meu rei.
-KKKKK, que nada maluco! È proporcional ao meu tamanho, Já pensou eu desde tamanho com piquinha?
O playboy tentou esconder um volume que nem precisava esconderijo pois faltava rola. Tirou os olhos e se virou tentando esconder o nervosismo. Fui com o pau ainda pra fora ao lavatório, lá o guardei mostrando dificuldade para caber na calça, de proposito dei uma ajeitada no saco e antes de lavar as mãos, segurei sua nuca de forma amigável dizendo.
-Pois Dudu o bicho tá pegando pra nós dois. Deixa eu cara, aula vai começar. Porra ví tu ta sentindo cheiro de porra? Acho que tinha safado bronhando aqui, se pego um desses no tesão que estou peço um mamadão. Kkkkk
Sai sem lavar as mãos. Logo voltei e o vi lavando o rosto tentando normalizar as feições.
-Nem lavei as mãos cara, kkkkk Mas o certo é lavar antes né? Se a rola está sempre zero bala pra qualquer eventualidade? O certo é pegar o cacete limpinho com a mão limpinha. Kkkk
Mantive o carinha m alta tensão uns dias. Nem era de sacanagem era pra passar o tempo, o mesmo fazia com as patricinhas que disfarçam melhor mas manjam rola igualzinho puto de macho.
Passados uns dias notei um olhar diferente nele. Como tenho rabo preso logo achei que o segredinho de michê tinha vazado, pois via no olhar dele que agora ele me via acessível a ele.
Um novo encontro no banheiro e ele diz que depois da aula queria me dar uma carona pois queria ter um dedo de prosa.
-Aceitei. Agora tinha certeza que ele sabia e jogaria comigo, ou chantageando, ou tentaria me humilhar e baixar minha bola, ou pediria pica sem rodeios e de graça. Pior que nem era o tipo que eu foderia por amor, rsrsr
No fim da aula, dentro carrão dele, saímos e ele estaciona num quiosque em Ondina. Pracinha na zona sul, onde a galera cai no podrão mata fome pertinho da praia.
-Matteo, você conhece Judite Alves Santa Cruz?
-Acho que não, porque?
-Você já trabalhou pra ela,. Não lembra de uma socialite que casou ano passado? Casamentão badalado. Sei que estava na despedida de solteira dela.
Como havia imaginado ele descobrira. Eu tinha trabalhado como gogo boy, fiz streap, e pra completar fiz um programa com uma velha, conhecida na sociedade por ser papa garoto. Foi uma período de marcado em baixa e eu desesperado pra pagar as contas trepava até cachorro se pagassem.
-Ah sim lembrei. E dai.
-Pois é cara, eu sabia que você tinha um segredo. Nome tu não tem, trampo normal está obvio, pois o horário de nossas aulas é péssimo pra trabalho, você vive como garoto de sociedade, se veste com grifes, está sempre em cima. Porem ninguém sabe nada de você a não ser o que você conta, bem pouco diga-se de passagem.
-Sim Dudu, sou puto, faço programa, me sustento a mim, meu irmão e minha família assim, e dai cara? Onde é que você entra nisso. Está afim de me foder com a galera? vá em frente meu rei. O corpo é meu, a pica é minha, pago minhas contas honestamente e com muito trabalho. Se quiser me queimar vá em frente, ou diga o que quer de verdade de mim.
-Poxa Matteo, relaxa cara, um homem desse tamanho falando nervoso desse jeito deixa a gente pensando que vai usar de violência.
-De jeito e maneira Dudu. Estou sendo direto e claro, enquanto você está tentando que eu me sinta pressionado a sua mercê. Tira isso da cabeça, sou macho o bastante pra aguentar o porradão.
-Matteo estava tentando apenas te dizer que continuo seu amigo.
-Amigo de cu é rola Dudu! Sei bem o que você quer, e vou te dizer seu viado enrustido você quer cair na minha vara que eu sei disso. Tu manja ela desde do começo do semestre.
Tirei o cacete das calças e mostrei, ele fixou olhar. Peguei sua mão e pus em cima, o bichão respondeu no ato ficando teso.
-Não é essa jeba que você quer te enchendo a boca e atolado no seu rabo?
Ele ficou quieto, e não tirava a mão da pica. Tirei a mão de cima, guardei a rola e disse.
-Pois bem cara se quiser vai pagar igual os outros, e é caro viu? Não pensa que vai ter de graça me chantageando não. Escolhe. Me queima sabendo que está me fodendo e vai ganhar uma surra como você nunca tomou, ou paga a rola que tanto quer. Agora me leva em casa seu filho da puta! E só fala se for pra me responder o que perguntei.
De cabeça baixa e deixando notar que tremia, ficou parado.
-Está esperando o que viado pra me levar pra casa?
Ele arrancou o carro. A única coisa que falou no curto trajeto foi.
-Poxa cara desculpa, não imaginava qu seria assim.
Não respondi. Na porta do flat, Sai do carro e da janela falei.
-Você não imaginava mesmo que seria assim Eduardo, achou que me teria em suas mãos. Alem dee tudo é burro. Sabe porque? Errou ao pensar que o poder estava contigo. Está não véi, tá bem aqui no meio de minhas coxas. Boa noite.
-Eu quero do jeito que você falou.
Voltei a janela e perguntei.
-Quer o que?
-Você.
-A mim você não terá nunca. O máximo que vai ter é minha pica dura pra te dar leite quente e grosso, por uma hora vai ter meu corpo te amassando, vai sentir o que é estar debaixo de um macho de verdade, vai saber o que é estar com um cacete desse tamanho te fazendo gemer como o viadinho que você com ele te varando. E pra ter isso vai pagar caro e perguntar quando terei tempo pra você. Vai ou sai de baixo?
Suas mãos estavam crispadas no volante e o pintinho empinava um tantinho a calça.
-Quanto custa.
-Pra você, por sua mal criação. 2 mil uma hora.
-Porra Matteo! Ai é sacanagem.
-Sacanagem foi o que você fez seu otário, normal pagaria mil duas horas.
-Ok, cara, Tô num tesão filha da puta em você, sempre tive. Queria agora, mas só tenho 500 paus aqui.
-Com isso o máximo que vai ter é uma pegada e como estou bonzinho, deixo sentir o gosto da baba, isso tenho muita.
-Pô ]Matteo te dou a grana amanhã.
-Nem vem. A regra da casa é na hora. Dinheiro na mão cueca no chão.
-Pode ser no carro? estou sem os cartões e a grana vou dar toda, aceito o que faz pelos 500, hoje pois depois quero tudo.
-Acho que você não entendeu Dudu, não sou puto de rua. Na hierarquia dos putos sou top. Não faço na rua pra acabar rolando baixaria não.
-Ok. Entra ai, vamos na minha casa, dou um jeito de te pôr no meu quarto, a casa está dormindo essa hora.
-De boa, mas lembre que é pegada e lambida, sem choro nem vela.
-Entra Macho, estou até tremendo de tesão.
Entrei, subi os vidros, baixei as calças e antes que ele pegasse falei.
-Olha! Tem mais, na normalidade faço as fantasias dos clientes, sempre me mantendo ativo. Mas contigo a história é que vai ser meu viadinho obediente, está claro? Sem essa de namorinho. Estou puto contigo cara! Entendeu véi?
Pondo a mão em cima da cueca, sentindo a dureza que minha cena de machão me dei tesão ele responde.
-De boa cara. Só uma pergunta. O sigilo é total.
-Quesito básico isso man.
-Então posso confessar que em minhas bronhas meu tesão sempre foi esse, ser seu viadinho. Curto mulher cara, mas gosto de macho também.
-Sei..Dudu, não me interessa o que é ou finge ser. Sigilo tenha certeza que terá. Se sua fantasia é essa, formou. Se joga que vou te mostrar o que é estar com um macho que saber foder como você nunca imaginou. Pega nessa pica logo viado, e pega feito homem, com força que isso ai não é cristal não, isso é um cacete de macho.
Na portaria do luxuoso condomínio, os vidros escuros nos deram privacidade. Estacionou na garagem. Antes que saísse do carro, falei.
-Vem aqui minha puta dá uma lambida na baba que estou me melando todo aqui.
-Aqui na garagem?
Me estiquei pro lado em que ele sai, peguei pela nuca e disse.
-Viado, não me faz mandar duas vezes. Entra, fecha porta e obedece porra!
Veio docinho de boca aberta, segurou o mastro, viu que suas mãos pequenas não davam conta de fechar. Esticou a língua pra fora, lambeu a baba farta.
-Gostou putinho? Curtiu o gosto da baba de seu macho?
-Caralho cara, gostoso demais!
-Espera a leitada que tu vai ver o sabor do meu mingau de pica. Vai viciar viadinho!
Ele estava com sua mão debaixo dele mexendo no pauzinho. O rabo já mostrava que gosta de pica, arrebitado e mexendo só em estar com a vara na mão e a língua brincando nela.
Puxei-o pelas orelhas.
-Chega, vamos subir.
Sai do carro enquanto me ajeitava já indo em direção ao elevador. Ele corria se apressando a me alcançar.
O elevador era particular levava direto ao vestíbulo de sua casa. Ele saiu primeiro, a casa toda dormia. Me chamou, respondi o chamando de volta, me encostei no fundo do elevador, calça desabotoada e pau de fora.
-Quero outra lambida.
-Ma.....
Nem terminou lembrou da última reação e caiu de joelhos. De surpresa, segurei sua nuca até que engasgou na tora. Mandei que levantasse.
-Me leva no seu quarto me puxando pelo cacete.
Kkkkkkk, o safado suou frio. Se não obedecesse achava que eu faria escândalo, se obedecesse corria o risco de ser visto.
-Vai demorar? Perguntei
Assim ele me levou com a mão firme no meu pau guiando-me lentamente para não fazer barulho.
Assim que trancou a porta.
-Tira a roupa. Mandei.
Muito sem graça ele tirou só deixando a cueca. Estava sem graça por causa do tamanho de seu pau que parecia menor ainda perto do meu. Fingi que nem vi.
-Vira de costa.
Virou, dei uma pegada no rabo, a única coisa volumosa no corpo magro, não seco, tinha músculos, como o que chamamos falso magro. Com pegada perguntei.
-Gostei do rabo. E tu gostou do maozão amassando ele.
-Viagem cara, você mandando desse jeito, com a pegada de macho que você tem, é de fazer gozar só te ouvindo. Quem diria que o Matteozão todo discreto na aula é esse Alfa todo.
Ele vestia uma cueca slip, daquela tradicionais que lembram sunga de natação. Puxei ela pra cima enfiando a parte traseiro toda no rabo dele. Dei uma boa pegada e um tapa. Safado gemeu fininho. Curva pra frente putinho, vou dar uma olhada nesse cu.
Podia ser a fantasia dele comigo ser submisso, mas com certeza ele não estava acostumado, um playboyzinho daqueles pode até sonhar, mas poucos corajosas se despem do poder que a posição social e o dinheiro lhes dá. Por isso titubeou um pouco. Com certa força, o peguei com as duas mãos na cintura e o encostei na parede forçando a se curvar, com outro tapa mandei que empinasse, assim foi obedecido.
Tirei a cueca enfiada e numa pegada rasguei apenas o fundo. Lambi o dedo e meti sem muito preparo.
-Aaiiiiii.
-Cala a boca. Até que é apertadinho. Vou gostar ai de dentro. Mas vamos deixar de papo, ajoelha e mostra que sabe fazer numa pica. Antes tira minha roupa.
Apressado tirou minha camiseta e desceu minhas calças junto com a boxer. Me via completamente nu pela primeira vez.
Seu olhar tinha desejo e admiração.
-Pode passar mão.
Foi mão passando meu corpo todo, peito, braços, coxas, adorou o tanquinho.
Pronto agora mama. Disse isso virando-o de frente e espremendo ele na parede fiz que ficasse entre a rola e a parede. Vendo que eu estava fazendo mais do que prometi, ele sorriu e tentou ser a melhor mamada possível. Difícil era consegui chegar a ¼ de rola, por causa da grossura.
-Abre a boca caralho, engole essa caceta. Ao menos tenta de verdade.
A resposta me deu certeza que era isso a onda que ele queria, queria mesmo ser viadinho de cabra Macho.
-Me ajuda meu macho! Me faz engolir mais.
-Perdeu a noção do perigo cadelinha?
-Vai me adestrando.
-Bem, você pediu. Põe a língua um pouco pra fora, abre a boca o máximo, relaxa a garganta.
Tinha ele colado a parede e minhas mãos firmes em suas orelhas impedindo qualquer movimento. A dificuldade começou antes da metade, continuei até que engasgasse e formasse bastante saliva, tirei e o deixei respirar. Fiz de novo e de novo. Putinho gostava disso, nas outras antes que eu começasse a entrar no bocão ele puxava antes.
-Vai quere provar o mingauzão?
-Com certeza.
Tirei o pau da boca da boca, subi as calças. Disse.
-isso vai ter quando puder pagar. Se veste. Da minha grana e me leva em casa.
-OOOO Matteo por fav...
-Nem termina. Te dei mais que prometi. Se quer mais se vira em grana que tento arrumar um tempinho. Vamos logo, estou com sono.
No caminho me perguntou se podia ir com ele na mão.
-Dudu! Me enche o saco não.
Me deixou na porta, de novo pediu desculpa pelo que fez e agradeceu o que dei. Disse-lhe apenas um Ok, me virei e subi pra dormir agarradinho com meu maninho.
No dia de aula seguinte. Antes que entrasse na facu o vi esperando-me dentro do carro. Me vendo me chamou do modo eu sempre nos falávamos. Assim que entrei.
-E ai Dudu, de boa?
-Cara nem consegui dormir, devo ter batido umas 3 punhetas. Toma aqui.
Me deu um bole de dinheiro.
-Tem 5 mil ai, vendi um relógio que meu pai me deu de aniversário. Pleas contas estou comprando 2 de 1:30 hr, não isso.
-É, mas não é necessário me pagar antecipado.
-Prefiro assim cara, assim marcamos as duas logo.
-kkk, Está na larica de pica mesmo não cara?
-Poxa Matteo fico sem graça quando fala assim.
-Besteira Dudu, as coisas aqui são entre nós, relaxa que nunca vou te tratar diferente na frente dos outros, sei que no fundo fica tesudo do jeito que falo contigo, é ou não é?
-Pior que é. Rsrsr
-Quando vai querer? Tenho tarde livre amanhã, a próxima marcamos depois que se recuperar da varada que esse cu vai tomar.
-Fechado amanhã então.
-Se liga de arrumar um motel legal cara. Saiba valorizar seu macho. Entendeu man?
-Sim, vou te dar o melhor que posso.
-Assim é que se fala putinho, deixa o macho feliz que ele faz o putinho feliz também, dá uma pegada aqui pra lembrar o que te espera.
Mãozão pousou na rola e só saiu quando mandei.
A noite atendi uma madame com o marido. Primeiro ele curtia ver a coroa me mamando de 4 entre minhas pernas comigo usando um shortão folgado com o pau saindo pela lateral, em seguida se juntava a ela até terem as caras esporradas. O coroa marido delirava quando segurava a pica com as duas mão e via o tanto que sobrava.
Na tarde seguinte fui com o Dudu para um super motel. Ele tinha me pedido que viesse suado da academia e usando apenas moletom sem cueca e tênis. Esperei onde marcamos e assim que avistei o carro tirei a camiseta grande que vestia, ou seria preso com a rola solta sem cueca num moletom.
-Porra Matteo! Avistando você do modo como sonhei nem consigo acreditar que vou ter você.
- Gostou Dudu! Profissa meu rei, faço valer o que me pagam.
-Posso meter a mão dentro da sua calça?
-Duduzão meu putinho, a pica é sua se sirva.
Pôs sua mão pra dentro e sorriu parecendo ter ganho a mega.
-Matteo, quer ir dirigindo? Não aguento mais vontade de mamar esse pauzão.
-Encosta e trocamos.
Trocamos lugar sem sair do carro. O Dudu aproveitou e deu um sarrinho na pica com o rabão. Nem bem me aprumei, senti o calor de sua boca em volta da cabeça. Me abaixei um pouco no banco, abrindo as pernas e adorando ver o playboyzinho metidão dando o máximo pra agradar minha pica.
-EEEiiita bezerrinho, andou treinando ontem pra hoje.
-è- a vontade cara, não via a hora de fazer isso.
Pus a mão sobre sua cabeça sem fazer força.
-Está ficando melhorzinho nisso. Continua meu viadinho boqueteiro.
-É isso que quero Matteo. Te agradar, não liga pro meu prazer. O prazer está em ser usado por você.
-Ok, Cala a boca e mama essa jeba cadelinha, sei muito bem como lhe tratar
Na porta do motel ia tirar da boca com medi c ser visto na recepção. Afundei sua cabeça na rola e já com o vidro aberto, disse alto o bastante para o recepcionista ouvir e o Dudu saber que viram ele na rola.
-Mandei para de mamar sua puta?
Na garagem ele num tom tentando evitar que parecesse que reclamava. Antes que terminasse.
-Deixa de onda! Acha que um porteiro de motel vai te reconhecer por que viu um viado de costa engolindo pica?
-è verdade.. Já disse isso sorrindo.
Na bela suíte que ele alugou perguntei.
-Veio com a Jockstrap como mandei?
-Sim.
-Mostra.
Estava até tesudinho o playboyzinho. Realmente tinha um bom rabo. Não um rabão 10, no máximo 7,5. Mas o cachê dobrado deixava picão feliz.
-Vem tratar seu macho, tira minha roupa, me dá um banho. Antes faça o que quiser, pois já que me pediu pra vir suado, deve estar querendo sentir o gosto de macho não é?
-Quero sim, quero lamber todo seu suor, quero passar a mão em você todo. Posso me esfregar em cima de ti?
-Se divirta putinho, vou ser sua Disneylândia, cai dentro.
Me pôs no meio do quarto, passava as mãos em todo o corpo. Eu só usava só moletom, logo ele tirou meus tênis e do pé iniciou as lambidas que queria. Nas coxas ainda por cima do moletom ele viu que estava duro já.
-Como essa cobrão cresce rápido, nem o meu que é pequeno é tão pronto. Está curtindo macho?
-Estou sim, você dá um bom putinho.
Baixou o moletom e tomou um tapa de pica na cara.
-Isso não pode ser carne deve ser de ferro, rsrsrsr
Eu estava me divertindo com a alegria dele. Sou sujeito do bem, me alegra distribuir felicidade.
No cacete acarinhou rápido, decidiu subir. Parecia ser fissurado em peitão musculoso, com os braços então ele enlouquecia. Ficou tempão apertando chupando, pedindo para flexionar e ver crescer. No tanquinho esfregou a cara depois o rabo. Beijava e lambia meu pescoço, tentou beijar, não deixei. Não fazia parte do pacote dele, nem era o jeito que queria usá-lo, meu tesão era fazer dele o mais viadinho possível, sabia que era isso que ele queria de verdade.
Enquanto ele parecia uma serpente se esfregando e me apalpando. Perguntei.
-Já trepou muito macho.
-Não. Na verdade tenho pouca experiência Matteo, essa fantasia que estou realizando contigo me envergonhava. Só tive três homens, 2 primos e um amigo.
-Era putinha dos primos né?
-Me botavam pra mamar.
-Típico. Por que e tão travado? Nos dias de hoje e com a grana que tens, nem é tão problema assim.
-Família ultra conservadora, meu pai é como você todo machão. Um dia você o conhecerá numa das reuniões do grupo. Ele parece que me detesta pôr no fundo sacar o gosto.
-Babaquice! Nenhum pai tem direito de escolher com quem o filho vai pra cama.
Ele parou o que fazia. Puxou uma cadeira, sentou e me puxou pelas coxas até ficar de frente a ele e ter minha pica lhe pressionando a bochecha. Olhou pra cima, percebi em seu olhar que assim assumia de vez comigo a posição que acabava de admitir o envergonhava. Ali se mostrava submisso a mim, assumindo o tesão que tentou rejeitar.
-Matteo, falando serio cara. Me perdoa como agi contigo. Foi minha inexperiência em lidar com isso, eu estava a ponto de pirar com o tesão que sinto por você, cada ida as aulas era um pânico entre a vontade de te ver e a raiva do poder que meu desejo lhe dava.
Passei a mão em sua cabeça, e pra não entrar em climinha te amo, batia a pica dura na sua cara.
-De boa cara! Estamos quites, só não vou mudar o acordo, porque viadinho que tenta desrespeitar macho tem que pagar por isso. Aprendeu.
Se ocupou em caçar a rola com a língua e não respondeu. Dei uma batida forte com o cacete na sua cara.
-Responde cachorra! Aprendeu quem é o macho aqui? Aprendeu que agora é escravo dessa pica?
-Sim aprendi Macho, o que você quiser vai ter de mim, me viro em dinheiro mas vou bancar meu macho.
-Delicia viadinho. Vou te mostrar uma posição legal pra ter a boca fudida. Deita lá cama e poe a cabeça pra fora.
Deitou e lhe apertando as bochechas lhe abri a boca. Abre a boca viadinho, quero ver minha rola descer garganta abaixo e não reclama não que vai ser pior.
Segurei a vara com uma mão e com a outra lhe segurava o topo da cabeça. Fui metendo, ensinando como devia fazer. Ia e voltava a cada vez metendo mais. Vi que depois de um tempo a baba grossa que lhe escapava da boca o inundava o rosto e pingava na beira da cama, estava cansando e mostrei-lhe que o tempo quem ditava era eu. As vezes parava e fazia como gostam meus meninos em casa, mergulhava o sacão como se fosse um sache de chá em sua boca.
Deitei na cama e mandei mamar, por mais uns 20 minutos. Queria vê-lo no limite. Não fiquei mais pois o tempo acabaria e não sobraria para o tempão que queria socar no rabo dele, queria cu assado.
-Isso mesmo meu bezerrinho já aprendeu que só para quando mando. Vem me dá banho, vou fazer um enema nesse cu, deixar limpinho pra ser torado.
No banheiro o que faria sabia que o envergonharia, mas era ótimo método para que se soltasse de vez e se liberasse todinho pro macho dele. Tanto deu certo que chegou um dia que o fiz pagar boquete pra uns 3 amigos de turma, os mesmo metidos a fudedores , os que s achavam os alfas da sala. De troco além de ver que o viadinho estava completamente dominado, mostrei aos pseudo machões o que é macho picão em ação. Tanto me respeitaram depois que acabei comendo os 3 um a um e fazendo grana boa. Os 3 pegadores caíram na vara e gostaram muito, todos no velho esquema de volta de farra bêbado, viraram putinhas felizes do michezão.
Mandei que o putinho se acocorasse e o ensinei o que faria, ordenei abrir o cu e receber a duchinha, encher o reto e mijar pelo cu, até a água sair limpinha, entre uma duchada e outra metia o dedo e mandava dançar nele perguntando se gostava.
Limpinho mandei que de 4 no chão se abrisse. Feito isso dei a primeira chupado de cu que ele recebeu. E o subzinho gritava que nem doido, dizendo ter sido a melhor coisa que já fizeram nela.
-kkkk Melhor tu vai ver agora. Com a vara atolada nesse rabinho.
Deitei-o na cama, travesseiro arrebitando o lombo. Relei muito a cabeça da tora na portinha, alaciei com até 3 dedos. Passei um gel anestésico. No primeiro pedido implorando rola, enfiei a cabeça. O grito foi tão alto que afundei sua cabeça no colchão. O telefone tocou perguntando se estava tudo bem. Respondi na cara dura que era viado perdendo o cabaço, passei o fone a ele mandado que confirmasse. O porteiro não sabia se ria ou se ficava sério. Tomei o fone de volta. Disse.
-Desculpa ae cara. O carinha brincou com o tamanho da jeba, mas agora tá felizão.
Desliguei e perguntando a ele.
-E ae putinho, posso terminar, tá de boa? Frescura da porra putinho! Anestésico e tudo! Não é macho não porra pra aguentar pica?
-Vou aguentar sim, acho que meteu antes do efeito total do anestésico.. Me dá só mais um minuto.
-Ok, quero te machucar não véi, mas essa foi primeira e único com anestésico, putinho meu aguenta tora sem essa porra.
-Continua.
Sofreu menos, mas depois que passou metade aguentou firme. Todo dentro, parei pouquinho.
-Viu putinho, está com a jeba todinha dentro de você.
-Estou sentido como se fosse sair pela boca.
-kkkk sai não carinha. Quando estiver confortável dá um sinal rebolando esse rabo e vai sentir o que é ser bem comido.
Deitei todo meu peso sobre seu corpo magro, pareceu sumir debaixo de mim. Não reclamou. Pelo contrário.
-Cara tu não sabe o tanto que sonhei estar assim todo coberto por você.
Dei uma rebolada na vara no cuzão,
-Fode cara. Mete a vontade no seu viadinho.
Tirei e meti toda, agora gemeu com tesão, eu fingia não ouvir aquele miado de viado, curto meter em cu de macho, viado mando é trampo.
A partir daí o Duduzinho gemeu, rebolou, pulou, dançou na vara em todas as posições por uma hora, nesse tempo gozou duas vezes. Terminei gozando na boca pois implorava pra parar por não aguentar mais o ardor.
Bebeu tudo, limpou a pica. Descansamos 15 minutos, tomamos banho e leitei o rabo por fora depois que mamou e dei umas socadas rápidas pra não judiar demais.
Na saída foi pra garagem com as pernas abertas, me pediu que o deixasse em casa dele e de lá tomasse um táxi pois não tinha condições de dirigir, sentava de lado.
A meio caminho perguntei.
-Gostou Duduzinho.
--Nunca vou esquecer esse dia Matteozão.
-Quando quer a próxima.
-Preciso no mínimo uma semana pra voltar a andar eu acho.
-Te avisei, Por isso disse pra não marcar logo a segunda.
No prédio, com os vidros fechados, me pediu que me deixasse beijar-me no pescoço. Deixei. Antes que eu entrasse no taxo que ele esperou comigo no carro. Tirou uma pulseira de platina do pulso e me deu.
-Não é paga, é um presente que dou por que quero.
-Brigadão Duduzão, vou nessa cara. A gente se vê na facu. Dudu! Deixa eu te dizer uma coisa man. Estamos quites, somos os mesmos camaradas de antes. Na foda o modo que te trato faz parte da sua fantasia, se um dia a sua for outra, me faça saber, tu tá pagando. Só não espere de mim algo mais que a camaradagem e a relação comercial que temos, apesar de sim sentir tesão na foda, tesão tenho fudendo e dando prazer do jeito que me querem. Entendeu man? Estou sendo grosso nem cruel não estou sendo direto e franco.
-Não vou esquecer. Nem tenho a ilusão de um cara como você sentir mais que isso por mim.
-Entendeu porra nenhuma, não sou melhor nem pior que ninguém, estou apenas pondo os pingos nos is. Pra você é uma foda bem paga, pra mim é mais que isso, é o caminho que vai me levar onde quero. Caminho que curto de verdade trilhar, nasci puto e fodedor, mas apenas um caminho.
Até mais brother!
Virei para o táxi e antes de entrar dei uma pegada no volume mostrando a ele e rindo safado.
Ele retribui sorrindo e balançando a cabeça.
Tomara tenham curtido!

Contos de Michê Parte 07

Parte 7
Ciao amici,
Esse final de semana com o poderoso, me rendeu uma grana que me deixou uns dois meses mais tranquilo. Apesar de faturar legal bem antes desse cliente, a manutenção não era barata, só em roupas, perfumes, sapatos, spas, academia e alimentação balanceada pra manter 95 kg de corpão sarado gastava uma baba, havia também minha faculdade, meus cursos de línguas, além do mais e muito mais importante que tudo isso, mandava grana pra minha família no interior, bancava os estudos de mio fratello, além de roupas e outros cuidados para ele que é o ser que mais amo neste planeta.
Havia mudado para um flat na Barra, bairro nobre de Salvador. Levei comigo a senhora que fazia a faxina semanal do cu de gato. Estelita que chamo de Mainha. Mio fratello já morava comigo.
Cheguei as 5 da manhã em casa. Já entrei gritando pelo Lippo, joguei a mala no chão e corri os cômodos de casa. Nada de encontra-lo estava morrendo de saudades louco para abraça-lo e ver seu em seu rosto o sorriso que faz meu coração dar cambalhotas. Queria também falar do Ricardo que não saia da minha cabeça apesar de todos os esforços.
Me vendo sozinho tomei uma ducha, fui pra sala ainda nu e catei o note para ver meu mail.
Apaguei com o note cozinhando os ovos. Acordei com os coitados quase fritos. Fui a cozinha e bebia um copo de leite quando sinto um tapa de estalar na bunda. Era a Estelita que já chegava me dando bronca.
-Vai botar uma roupa moleque sem vergonha!
Me virei e não tinha percebido que acordara de pau duro, na Bahia chamamos “tesão do mijo” . Quando a Estelita olhou pra baixo e viu a tora dura.
- Valei meu Nosso Senhor Jesus Cristo! Você é aleijado menino! Vai cobrir essa indecência!
Jogou um pano de prato de cima de mim, que para o cumulo do ridículo ficou dependurada na pica. Tentei cobrir com a mão enquanto pedia desculpas e corria pro banheiro pra mijar e pôr uma cueca.
Estava me trocando quando ouvi a voz do Lippo na cozinha. Nos encontramos já na sala e ele veio correndo, pulou em cima de mim, cruzando os braços em meu pescoço e as minhas em minha cintura, me beijou o rosto e ia beijando minha boca, quando lembrei a ele da Mainha.
-Vamos pra quarto. Disse ele
Nós jogamos em cima da cama ainda abraçados, ai sim ganhei o beijo que tanto esperava. Depois montou em meu colo tendo eu deitado na cama.
-Grandotte, estava morrendo de saudade.
-Está amassando meu pau.
-KKKKKK Tadinho, eu com tanta saudade dele! Disse isso me pegando o pau.
-Lippo estou destruído! Somando devo ter trepado umas 20 horas. Trepei com o coroa, com dois lekes e com a tripulação do barco, 3 marinheiros. Um deles é de fechar comercio.
E todo ciumento.
-Melhor que eu?
-Ninguém é melhor que vc.
Deitamos um ao lado do outro, de lado um de frente pro outro. Passei a mão no rosto que pra mim é do homem mais bonito que já vi.
-Vini qua Grandotte mio, voglio mille bacci. (Vem cá meu Grandote, quero mil beijos) (escrevo alguns trechos em italiano, pois é assim que falamos em família, na verdade Napolitano, pois é o dialeto da região de onde viemos)
Não tinha contado ainda a vocês leitores sobre a minha história com meu irmão. Pensei em postar aqui só as fodas com clientes, mas fica difícil de me entender completo sem falar de minha relação com ele. Lippo é mais novo que eu. Me lembro mesmo sendo ainda muito pequeno do dia que a mamma voltou do hospital com ele nos braços. Se abaixou pra me mostrar e foi como se eu tivesse cara a cara com um anjo, nos olhos dele me vi refletido, mas não era eu inteiro era a melhor parte de mim. A partir daí passo a vida cuidando e protegendo o meu fratello-amore. Na escola batia em quem lhe perturbava, brigava com os irmãos das meninas que ele atentava querendo fazer putaria, ele me ajudava nas conquistas adolescentes. Minha alegrias são as dele, as deles são as minhas. Quando eu era moleque e tinha uma hortinha no sitio, ia a feira de sábado e lá vendia minhas hortaliças, voltava correndo pra casa, pegava o Lippo e ia na sorveteria comprar sorvete pra ele. O dono da sorveteria ficava bobo de uma criança gastar todo dinheiro que tinha pra comprar um sorvete pro irmão e ficar mais feliz que o outro só em vê-lo com os olhos brilhando de alegria.
Começamos a fazer sexo no início da puberdade e desde então nunca paramos. Sei que para alguns o incesto é estranho. Nunca pensei como pecado, não pode ser pecado uma coisa que pra nós significa a continuação de nosso amor fraterno, na cama eu e o Lippo nos tornamos um só, um amor tão puro e verdadeiro, tão único que mesmo mantendo essa relação temos nossos amores terrenos, namoradas, namorados, amantes. Pois o que temos eu e ele, é só nosso, não é terra é céu.
Lippo
-vai sair?
-Estava pensando em ir a academia depois ao Spa, talvez corte o cabelo.
-Nem tenta Grandotte, quero ele assim.
-Lippo, tenho que mudar o visual de vez em quando por causa do trabalho.
-Vou pensar. Penso melhor se você ficar comigo o dia todo hoje.
-KKKKKKKKK, safadinho, fico sim. Vamos ficar na cama, ligar o ar no máximo, comprar sorvete pra você e assisti um monte de desenho.
Assistíamos desenhos animados, com o ar congelando, o Lippo deitado com a cabeça em meu pito e meu braço o aconchegando a mim. De repente a porta se abre e entra o Leozinho de bermuda de praia sem camisa dizendo estar fugindo da Estelita que queria bater nele com uma colher de pau por ter sujado o piso da sala de areia de praia.
-Se ela não te pegar seu puto, quem vai te bater sou eu. Rsrsrsrs
-Bigs!! Que coisa mais linda do mundo meus machos preferidos de cuequinha abraçadinhos! Onde é que tu tem andado? Sempre viajando e trabalhando desde do meu niver não nos vemos.
-É só ver o Grandotte que esquece de minha existência!
-OOOO meu Lippinho, como vou esquecer do cara mais gato da Cidade? Disse o Leozinho, beijando na boca o LIppo e safadamente pegando no pau.
-Olha ai Lippo como esse Piriguete é da pior espécie. Beija o namorado e ataca o cunhado.
-Estava só dando boas vinda ao Picão-Mor.
Pra quem não conhece o Leozinho é um garotão de praia, tudo troncudinho, estilo muleke taludo, 1,75 cm, rosto lindo, sorriso permanente, carinha de safado, e um quadril com design by Capeta. O moleque dançando música baiana é de fazer roda ao redor dele, o rebolado tem vida própria. O conheci quando me espionava e seguia, descobriu que eu era GP, juntou 3 meses de mesada e me alugou para uma foda onde me deu o cabaço. Desde então fomos ficando amigos, hoje o considero meu irmãozinho mais novo. Depois de muito esperar se tornou o parceiro do Lippo e vez ou outra relembra o tempo que me dava o cu, visitando o picão.
Tirou a bermuda ficando de sunga., Vi que estava úmida.
-Nem vem deitar com essa porra molhada.
Tirou a sunga, deixando completamente nu o corpo largo, forte, uma marca de sungão de babar numa bunda perfeitinha, e o pau de 19 cm totalmente depilado. Deu aquele sorrisinho putinho e se meteu debaixo das cobertas.
-Vou ficar com o pau de vocês na mão só pra esquentar elas, frio da porra aqui!
-UMHUM... dissemos eu e o Lippo em coro.
-Se quiserem podem esquentar a mão de vocês no meu, ta de boa..
-KKKKKKKKKKKKKKKKKKK
-Galera tem edição especial de noticias. Vocês tem mais de uma semana que não aparecem no porto (praia da barra)
-Conta. Fofoqueiro!
-kkkk Pela ordem.
1 – Terminei o namora com a Nanda, me deu tapão na cara e tudo. Me pegou comendo uma amiguinha dela. Novela Mexicano, fiquei na fita como “ A Usurpadora”
2 – Sabe aquele surfistinha que me dá umas mamada de vez em quando? Estou achando que o pai do puto quer me dá uns pega.
3 e melhor de todas, o Marcelão voltou da Itália.
Eu
-E o Conde que estava bancando ele em Veneza. Dou 5 cm de minha pica se o babaca não fez merda. 
Leo
-Merda é apelido, o Conde viajou, deixou ele com o filho e a filha. Só que o Marcelo não sabia que o Condão tinha câmeras em todo o palácio. Resultado. O conde chegou viu as fitas e tinha filminho do Marcelo comendo o filho e a filha dele, na sequência. Tipo metida em escala industrial.
-Puta que pariu, só com o Marcelo essas merdas. E ae? Disse eu
-E ae? o puto voltou com uma mão na frente e outra atrás, sem presentes, sem grana, e de classe econômica, com as mesmas roupinhas que foi.
-Puto burro, é bonito, malão, mas com meio neurônio só em funcionamento. O bicho é metido, t5emos nossas rixas, mas um dia vou meter naquele rabão dele.
-Eu acho que a rixa dele com você, não é só por você fazer muito mais grana e ter mais moral. Acho que ele tem tesão recolhido por tu.
-Mais e sua gata? Falou o Lippo.
-Ahh. Vou ficar de free lance um tempo. Só digo uma coisa, a baixaria valeu a pena, a amiga é mil vezes cachorra, a safada pedia pica em qualquer lugar. Uma vez almoçando na piscina da Nanda, enquanto ela saiu pra comprar cerva, a puta tirou meu pau da sunga pela lateral, deixou duro, puxou o biquini de lado e sentou na pica até gozar. A Nanda chegou e corri pro chuveiro pra baixar a rola dura.
Lippo
-Caralho Leozinho, nem me contou essa, boa demais, fiquei duro.
-Estou vendo. Deixa eu dar um agrado no molecão.
Puxou nossas cobertas, pegou o controle do ar e diminuiu, baixou a boxer do Lippo, liberando o pau dele. Lippo tem a rola bem parecida com a minha,um pouco menos grossa e 2 cm menos, tem 21, mas forma exatamente igual. O taludinho segurou a pica do Lippo, ficou de 4 empinando aquele rabo brancao onde a sunga cobria. Me deu um risinho pra lá de cachorra.
-Eeeeita família dos genes bom da porra!
Passava a língua por todo o cacete do Lippo tão babão quanto o meu, fazia isso me olhando e ao Lippo. Meu irmão fazia chiado, me apertava o pau e levemente me punhetava, vendo que ele babou um pouco, passou o dedo e pôs na boca do namorado. Passei o dedo na baba do Lippo e na boca do Leo, meti a mão debaixo do rabo do Lippo apertei sua bunda e enfiei o dedo no cu dele, que logo começou a rebolar dançando em meu dedo e devagar metendo na boca do Leo que pegou sua mão livre e pós na própria nuca pedindo ao Lippo que o fizesse engolir.
Lippo virou o rosto pra mim e meteu a língua na minha boca. A mão do Leo se juntou a do Lippo, tinha uma no saco e outra na vara.
Ficamos eu e o Lippo de joelhos na cama. Lippo pegou os dois travesseiros pôs debaixo de nossos paus. Disse.
-Está fim da rola dos irmãos não é seu putinho de praia? Deita ai e usa essa boca gostosa.
-Demorô, rsrsr
Deitou e em cada mão segurou um cacete, juntava as cabeças dos dois, colava o corpo de um no outro, lambeu juntamente os dois. Abracei o Lippo e beijei-lhe, de novo pus o dedo no cu irmão. Le apertava minha bunda, vez ou outra brincávamos com o pau e o saco do Léo.
Lippo se abaixou e tirou meu pau da boca do Leo.
-Vai pro saco Leo, deixa eu matar saudade do Grandotte.
A boca em que acompanhou o crescimento de meu desde garoto, a língua que conhecia cada milímetro de meu corpo, criou e conhece perfeitamente o jeito que gosto de boca na pica. Segurei seus cabelos.
-Deixa eu foder essa boquinha maninho?
-Faz o que quiser Grandotte, como sempre.
O fiz babar de fazer pingar na cara do namorado dele.
-Agora deixa o Leozinho ganhar a cota dele.
Disse isso soltando os cabelos do Lippo e puxando os do Leo.
-Vem meu Leozinho, engole pica.
Lippo decidiu mamar o namorado, que tirou meu pau da boca pra dizer.
-Isso meu italianinho dá trato na rola de seu carinha que está se acabando na rola tesuda de seu irmão bom de pica.
Pus todo mundo deitado de lado, agarrei o cacete do irmãozinho e chupei com força do jeitinho que ele gosta. Assim fizemos um triangulo em que o Leo me mamava, eu mamava o Lippo que mamava o Leo. Era tanta chupação que fazia barulho alto. Aumentamos o volume por causa da Estelita.
Por varias vezes trocamos posições deixando todos se mamarem. Os dois resolveram me pegar juntos de novo. Bezerros famintos. Logo eu e o Leo mamamos o Lippo, seguido de eu e o Lippo mamarmos o Leo..
Pus os dois de cu pra cima e chupava-os o rabo alternadamente enquanto se beijavam e se punhetavam. Me surpreenderam se juntando pondo-me de barriga pra baixo dando-me um banho de gato que terminou no meu presenteado com duas línguas. Me puseram de 4 e enquanto um me mamava outro me chupava o cu.
Deitaram de barriga pra cima com a cabeça fora da cama e pediram um movimento que adoravam que lhes fizesse. Deixava meu saco pendente e subia e abaixa sendo recebido pelas bicas abertas deles. Abaixei a frente e mamei os dois metendo dedos no cu da molecada.
Lippo pediu.
-Deita Grandotte quero sentar no Grandão.
O Lippo e eu não usamos camisinha entre nós. Só fazemos isso entre nós e sempre com constantes exames.
Deu umas engolidas babando a rola, e com a maestria de rabo tão íntimo sentou devagar já gemendo gostoso sem dor além da basiquinha necessária.
-Me dá pica pra mamar Leozinho.
Lippo rebolava gostoso me mordendo a pica, Leo dividia sua rola entre o Lippo e eu.
-Vira de costa e abre o cu Leo, vamos iniciar os serviços, rsrsr
Leo de pé curvado abriu o rabo pra receber a língua do Lippo.
Taludão mexia gostoso na língua do maninho que nem por um segundo esqueceu onde estava sentado.
Pedi.
-Senta um pouquinho na minha cara Leo quero chupar cu também.
Léo acocorado em meu rosto, beijava o Lippo agarrado ao pau dele.
Leo
-Porra caras, bom demais, quero pica no rabo véi.
Lippo
-Vem cachorrão, tem cacete pra tu aqui, senta gostoso.
Fiquei na beira da cama, da bunda ao tórax pra dentro. Lippo pulando gostoso se inclinou pra trás pra meter no namorado.
-Caralho Lippão saudade dessa pica cara, fode gostoso seu puta meu macho. Puta que pariu que viagem doida tomar rola do cara que está sentado na tora do irmão.
-Grandotte tem coisa melhor que está fodendo seu pauzão não brother! arregaça seu maninho que é sua puta.
Eu
-Muda a posição galera. Vou fuder como se deve esse rabo meu maninho cu quente, morde essa pica como só você sabe.
Lippo mandou o Lippo ficar de 4 na cama com a cabeça colada ao colchão. Me levantei junto com ele, sob seu pedido de não sair de dentro. O Léo de 4, Lippo se abaixa, dá uma lambida no cu dele e me pede pra socar seu rabo. Dá um tapinha dizendo ao Leo.
-Empina o cuzão que lá vai vara.
Mete logo essa pica sem frescura Lippão, quero gemer no cacetão. Arromba que depois seu irmão vai me fazer gritar que nem viado.
Gemeu tão gostoso com a enterrada do Lippo que animou nos dois. o Lippo forcava a bunda querendo mais pica e eu metia forte lhe puxando pelos ombros.
-Caralho Leozinho que rabo gostoso do caralho cara! Vira meu viadinho vai! Rebola que nem puta no meu pau.
Comecei a seguir o ritmo imposto pelas metidas do Lippo no parceiro. Beijava sua nuca e o esfregava em meu peito.
-Esse rabo é meu vida toda né maninho. Vou ficar velhinho atolado nesse cu.
-Grandotte! É seu vida toda sim, tira toda e bota tudo.
Ficamos um tempinho assim, inventando algumas posições. Lippo trocou de lugar com Leo. Agora seu namorado metia e tomava socadas minhas.
-Porra véi, não tem como acostumar com essa tora.
-Doendo Leozinho?
-Doendo está! Tem como receber uma tora dessa sem dor não! Mas está é gostoso demais. Dentro de seu maninho e o cunhadão cravando essa taca de jegue.
Outras variadas de posições.
Leo diz.
-Quero gozar caras. De 4 pro Cavalgando o cunhadão e bebendo o namoradinho.
Assim foi, e perto do gozo o taludo pedia socada sem pena do próprio rabo. O Lippo limpou o cacete dele e me beijando me deu um tanto da porra. E arfando enquanto passava a língua nos meus peitos e abdômen reclamou sua vez.
-Tambem quero de 4.
Sabendo que adoro que fique de 4, se arreganhe e peça pica, assim ele fez.
-Mete a tora Grandotte, faz o maninho chorar nessa vara, quero gozar contigo maltratando e me tratando de viadinho mesmo.
-Só se for agora seu vadiozinho. Abre mais ainda esse cuzinho e pisca pra mim que vai tomar pica feito cadela.
Enterrei o mastro devagar fazendo ele pedir todo. Tirei e tudo e entrei de novo várias vezes, ele implorava foder forte.
-Isso mesmo maninho, viadinho dos bons tem medo de pica não. Quer bombada? Quer ser torado quem nem puta. Vai ter.
-Mete logo seu puto!
Foi uma sessão de cravadas de 20 minutos, quando sentia que um de nós dois ia gozar eu diminuía. O Léo vendo cena de novo endureceu.
-Fica de 4 ai do lado dele Leozinho. Vou faturar 2 de vez.
Mais 10 minutos alternando.
-Lippo deita em cima do Leo, fiquem aqui na beirada. Levantei um pouco as pernas do Leo que estava debaixo do Lippo também de pernas abertas. Os dois cus ficaram um em cima do outro. Alternei metendo. Eles se esfregavam e beijavam loucamente um ao outro.
Troquei de posição encostando o Lippo na parede pedindo que empinasse, soquei pica e o Léo de joelhos me chupava o cu e o saco do Lippo.
Lippo teve seu gozo bebido pelo Leo, seguidamente sai de dentro dele e limpei a rola do mano.
Sem descanso eles me pediram que ficasse de pé e se ajoelharam me mamando. Antes de gozar pedi que fossemos ao box do banheiro. Demos banho um no outro sendo eu o ultimo que recebi os cuidados dos dois.
De novo se ajoelharam, antes de dar mamadeira dei umas socadas em cada um. Levantei e disse.
-Tirem leite.
Molecada caiu matando me tirando altos gemidos. Só pararam quando encheram a boca e limparam dividindo a rola como sócios.
Fomos fazer uma refeição, dormimos um pouco e acordei com os putinho com as cabeças apoiadas em cada uma de minhas coxas dando um banho de língua em minha pica. Firam assim até conseguir nova leitada e juntos ajoelhados a minha frente me fizeram mama-los e leitaram minha cara toda.
A energia deles é impressionante, se eu deixasse iam me tarar de novo no banho. Não deixei pois tinha cliente na manhã seguinte. Uma doida que me pagava mil paus por semana para todas as terças feira lhe leitar todo o rosto, não tocava em mim, apenas inclinava a cabeça no braço do sofá, o funcionário viadinho dela me punhetava e direcionava o gozo por todo o rosto da patroa. Me usava como cosmético. Detestava essa velha. Esnobe, nojenta e fora minha porra parecia ter nojo de mim, nunca me dirigiu a palavra. Quem acertava tudo era a bichinha, fui escolhido depois de uns três que segundo a bicha não tinham quantidade nem qualidade o bastante. A porra da véia fez até exames laboratoriais na porra para saber, composição de minerais e o escambau, além de saúde obvio. A infeliz da bicha um belo dia sacou o poder que tinha sobre meu ganho e me chantageava a deixar ele mamar, e 2 vezes tive que foder aquele rabo murcho. Até que viciou e vi que o poder agora era meu, a bichinha dizia que não vivia mais sem o picão, blefei que não fazia mais questão da grana. Resultado, ainda consegui um aumento, pois passei a cobrar do sacana, e só de vingança no primeiro mês deixei o viciado em pica de puto sem salário. Vendo o viadinho tão viciado até que passei a curtir socar naquela boca até fazer vomitar, engasgar e babar que nem cachorro raivoso, mais fazia desse jeito mais a bicha viciava. Com todos esses males, 4 mil por mês era metade de minha despesa fixa. Depois então com mais 2 mil da bichinha, valia engolir o sapão. Poucos anos depois, voltas o mundo deu e a vi sentada à frente da minha mesa implorando uma negociação na compra que ela fez de um apartamento de minha empresa. Sua bela fortuna tinha ido ralo abaixo. Nunca vi um rosto se sentir tão humilhado como vi o dela. Sou do mal não, mas fiz questão de lembrar-lhe quem eu era. Já o viadinho, deu pena naquela época mesmo, com a sacanagem de eu cobrar o mês inteira dela, se atrapalhou todo em seu orçamento, mas nunca deixou de bancar a pica que amava, até que um dia sem grana chegou a me oferecer seu carro. Claro que não aceitei, sou Hitler não, mas também so voltei a dar rola com grana em cima. Viado voltou com tanta fome que me deixou fazer engolir inteiro o cacetão, sofreu que nem doido mas queria. Foi o primeirão que comeu a vara inteira na boca. O mais doido dessa história nem é a veia doido que queria retardar o tempo na base da porra. Foi a bichinha, ai vi o que uma fissura numa pica é capaz de fazer, é como se fosse droga. Junta-se a isso os fetiches doidos do viado. Só mamava ajoelhado e comigo sendo bruto, curtia que vissem ele se acabar no rolão, me mamou em táxis, em ruas escuras, terrenos baldios, sempre de um jeito que uma pessoa o visse sendo submisso. Nessas ondas eu usava um boné, era só o que me faltava ser visto dando mamadeira para um viadinho daqueles. Num motel de boa, na profissão já comi muito, mas muito viadinho afeminado, mas no meio da rua, é coisa de Michê de calçadão. Ele também gostava de beber e ter a cara melada de porra e voltava assim pra casa. Bem, cada doido com suas fissuras!

Espero que tenham curtido!

Contos de Michê Parte 06

Parte 06
Dormir por 2 hrs, eram já 17:30 hrs estávamos próximo a marina, os garotos desembarcariam e voltariam ao continente. Vesti uma calça moletom, fui ao deck. Passei batido dando apenas um olá aos marines e aos garotos que assistiam da ponte ao belo pôr do sol. Escorada a mureta assisti a troca de turno celeste. O Branquinho sorridente veio me perguntar se desejava algo para lanchar. Tentei acordar o cérebro para responder-lhe com o mínimo de simpatia. Passei a mão por seu rosto liso.
-Apenas um shake, vou fazer um pouco Tai-Chi para acordar o corpo.
Não aguentando minha falta de menção a prometida foda,..
-E Sobre hoje à noite?
-rsrsrs, Tô esperando tão ansioso quanto vc. Vamos nos liberar dos moleques, adiante o serviço seu e jantamos juntos. Ok?
-Legal, estou ansioso.
-vem cá gostosinho, dá um beijo.
Me deu um beijo terno, acariciando meu rosto e peito. Eu dei um bom amasso no rabo duro e firme.
-Sabe de uma coisa Branquinho? Deixa os outros pro fim de nossa foda. Quero me dedicar a delícia que é vc.
Ele sorriu, me bitocou um beijo e saiu dizendo chamaria o barco para buscar os lekes.
No Deck sozinho, pus um CD, respirei regulando a postura, me desliguei, conectando-me a natureza majestosa que me cercava, iniciei os movimentos lentos e centrados do Tai-Chi. Uma consciência total de meu corpo vem acompanhada da impressão que posso controlar e sentir cada musculo, cada fibra e célula que constroem. 30 minutos depois, terminada a série de movimentos respiro me religando. Sinto como um reboot, meu corpo estava como se tivesse dormido 12 horas de sono profundo. Por um momento contemplei o céu mais densamente estrelado que me lembro de ter visto até então. Me viro, vejo que tinha uma plateia me assistindo. Q Branquinho e os lekes da ponte me o assistiam como a um jogo importante. Os safados tudo de pau duro. Depois eu é que sou o tarado!
Branquinho chegou. Pus a mão em cima de seu volume.
-Que é isso garoto! Está pensando em que? Rsrsrs
-Estava assistindo a coisa mais sexy que já vi. Um cara gostoso pra caralho, exibindo um corpo poderoso, fazendo movimentos perfeitos enquanto a tora solta entre suas pernas balançam livres e pesadas. Posso pegar?
-É seu safado, fica à vontade.
Me encostei na mureta e vi os lekes babando lá em cima com as mãos dentro das calças. Não dei atenção e pus minha mão em cima da mão que me apertava o cacete. Com a outra mão forcei sua cabeça pra baixo. Imediatamente meu bezerrinho estava de joelhos com as duas mãos me segurando a pica. Movia ela em todas as direções olhando como se o estudasse. Colou seu nariz a minha virilha e aspirou forte capturando meu cheiro, fez o mesmo com o saco, e por minutos se divertiu deixando ele espalhado sobre seu rosto.
-Gosta de sacão né Branquinho?
-Poxa cara, tem como não gostar de um sacão bonito desses? Olha o tamanho dessas bolas! E o saco tão pesadão!
Passou a língua por ele todo.
Neste momento os lekes se aproximam. E com aquelas carinhas safadas pedem.
-Matteo, deixa a gente dá mais uma mamada antes de ir.
-Está vendo que está ocupado não lekes? Por falar em ir embora, cadê minha parte da grana Machinho? Está querendo me dá um olé?
-De jeito nenhum. Quero fazer uma proposta.
-Manda.
-Tu me deixa mamar e bater uma sentado no seu pau e te dou a grana toda. Vou demorar não Matteo, rapidinho cara.
-Fechado moleque passa a grana.
Neste momento o barulho do barquinho que os levaria a marina chamou atenção, e tão distraído estávamos que ele já amarrava o bote. O marinheiro do barquinho era um senhor aparentando 35 anos, moreno, de corpo naturalmente forte e super bronzeado da lida ao sol.
O Branquinho ia parar.
-Continua, nem conheço esse sujeito pra ele tirar uma boca que tá cuidando de meu pau.
Assim que ele pôs a cabeça no Deck ficou meio sem graça com a cena.
Falei.
-Chega ai cara, os moleques já vão, deixa só o carinha terminar o trato que tá me dando, pode encostar ai.
Meio sem jeito o morenão se encostou na mureta e não conseguia disfarçar olhar o Branquinho de joelhos agarrado as minhas coxas e tentando pôr o amasso pra dentro.
Olhei o morenão que já estava tentando esconder a barraca com a mão.
-Garotão aqui é bom de boca man. Entende por que não dá pra parar não é? Kkkk
-Não é por nada não senhor, mas o rapaz gosta mesmo de pica. Olha a vontade que tenta engolir um pauzão desses.
-Ele vai conseguir. kkkkk Mas vejo que já está taradão também né?
-E como não ficar? Não sou muito chegado a viado não, mas sei que os caras chupam rola como ninguém.
-Machinho dá um olá pro cacete dele.
Logo o morenão arriou o short jeans e vendo o Machinho de joelhos diante dele segurou a nuca e esfregou a cara do leke na rola.
-Poxa senhor valeu! Que garoto da boca quente,
Vai lá loirinho, sei que tá babando ai.
Tendo os dois putinhos aos seus pés o morenão batia com a rola na cara deles e os sacaneava xingando e ordenando mamar. Não vi perfeitamente o cacete dele, mas pela sombra e pelo entusiasmo dos garotos devia ser das boas.
-Branquinho, deixa eu ganhar a grana do leke, depois vamos tomar banho juntos.
Ele se levantou não antes de dar uma sugada longa e forte de me deixar bambo, ficou de pé lambendo os lábios de saliva com gosto de rola. Dei um amassão rápido nele.
-Branquinho gostoso da porra. Tu me deixa doido de tesão seu puto.!
Virei-o de costas para que fosse se adiantar e me deixasse trabalhar. Com ele de costas e exibindo o sonhado rabão não resistir em gruda-lo com suas costas em meu tronco e dar uma sarrada nele. Soltei-o e dei uma mãozada no traseiro dele, tão durinho que parecia que bati em madeira.
Deitei numa cadeira de sol, com as calças arriadas até as coxas de pau em riste, encapei a pica. disse ao moreno.
-E ae Macho! Traz esse moreninho ai de boca agarrada na vara e faz ele sentar no pau aqui.
O morenão andando devagar sem deixar os garotos sair de serviço, chegou ao pé da chaise. De perto vi que era um belo exemplar de macho caiçara.
-Loirinho, dá uma babada aqui. Moreno! Ajuda ai lubrificando no cuspe o cu do Morenhinho.
Este vendo que o loirinho já estava de boca cheia, reclamou que o acerto, incluía mamar.
-Tem razão cara. Sai Loirinho, sua boca é carinha, mas grana é melhor.
Nem olhei a cara dele, mas penso que não se incomodou muito pois vendo a jeba do moreno livre tratou de cuidar dela. Machinho se jogou no cacete, pra minha sorte a pressa dele em tomar no cu, fez com logo sentasse na vara. Carinha já estava arrombadinho e sentou sem problemas, rapidinho estava pulando que nem louco. O moreno vendo isso socava sem pena a boca do Loirinho que batia a maior bronha. Pouco depois gozou e recebia jatos de porra na cara. O Machinho então pirou tanto que sai e entrava na rola. Tratei de segurar meu pau, com medo dele quebra-lo. Não é maluquice não, tive um amigo que aconteceu isso, uma bicha muito doida quebrou o pau dele, pulava e numa descida errou. Não fosse a rápida ida ao hospital o cara estava despauzado! Kkkkkk
O moreno com o cacete melado de porra meteu a vara na boca do Machinho saltitante. Isso bastou para ele gozar aos gritos.
Terminado me deu um selinho agradecendo, pôs a grana na minha mão e os três s despediram. O morenão muito mais safado que mostrava, assim que os lekes embarcaram me perguntou.
-Amigo, valeu a gozada, eu estava precisando, viúvo a 1 ano, estava só na bronha. Mal lhe pergunte, os garotos precisam ir hoje mesmo?
-Acho que o voo deles só saem amanhã.
-Posso levar eles pra minha casa.
-Safadão, está afim de regaçar os putinhos não é? Kkk Pode sim, se eles quiserem, fique à vontade, mas presta atenção que eu disse se eles quiserem
-Ok
Fiquei meio receoso e perguntei a eles diretamente.
-Meninos o cara aqui está convidando vocês a passar a noite com eles, está afim de trepar com os dois, estão afim?
-Claro! Disseram em coro.
O mundo está perdido! Kkkkkk
Assim que partiram o Branquinho estava ao meu lado. Disse ter preparado a minha cabine.
-Pena não ter uma hidro lá. Disse ele
-Vamos tomar um banho de mar, o céu está tão lindo!
-Melhor não, essa baia tem tubarões e as luzes do barco chamam atenção deles. Podemos fazer uma sauna, queria te dar uma massagem, o que acha?
-Gorj se você me chamar pra tomar sol no Saara ao meio dia fazendo essa carinha, eu ouvir sua voz sair dessa boca vermelha e carnuda, eu vou sem pensar.
-Fala assim não cara que fico todo mole. Rsrsr Se tu me chama termino meu noivado e cuido de ti o resto da vida.
-Cai nessa não Branquinho. Trepar com puto é bom, se apaixonar é merda. Além disso meu tesudinho , tu não ia conseguir me bancar. Kkk
Mesmo sorrindo, vi que essa chamada a real o deixou meio sem graça. Tinha acabado de me fazer uma declaração que abandonava sua vida hetero pra me servir, eu rápido como uma cobra disse a verdade que o desejo encobre.
Agi certo, talvez na hora errada. Isso é coisa que se diga antes da foda?
-Branquinho. Estou sendo duro falando de grana, mas não só isso. Estamos é cheio de hormônio cara. Isso é coisa de pica, não confunda com o que chamam de amor. Afeto sim, empatia, tenho, nós temos um pelo outro, è isso que fez o que estamos sentindo mais gostoso do que simples vontade de esporrar. Sacou meu eslovaco tesudão?
-Está de boa Matteo, vc está certo, é que o tesão que sinto em vc é tanto que eu não sei que sinto. Posso te perguntar uma coisa que achei estranho?
-Sim.
-Vi uma seringa hipodermica quando arrumei sua cabine.
-Está pensando que é droga? Rsrsr Não é um hormônio que as vezes uso para regular a testosterona. Tenho em excesso, até é bom pra mim, mas tem seus problemas também. Levo só em caso de estar alto demais. Por exemplo, com muito excesso, tenho insônia, fico acelerado e num mal humor de dar medo ao Diabo.
-kkkk, Por isso que essa porra de cacete não baixa, kkk
-Pois é, como eu disse tem um lado bom. Depois te conto mais sobre isso agora vamos a sauna. Disse terminando o assunto, por mais amiguinho que quisesse ser, depois de quase 6 horas em foda, de estar com o saco tão cheio de porra que doía, de tanto que fissurei no cara, queria mais era me esfregar e meter nele que ficar de papo DR e falando de meus hormonios. Já basta as mulheres fazendo buceta doce. Macho resolve a relação de pau duro gemendo na cama.
Passando no corredor que nos levaria a sauna encontramos os outros dois.
-E ae Matteo, vai rolar a sacanagem?
-Caras, estou muito afim de ficar com o Branquinho aqui, mas se quiserem pau no cu eu topo.
Ficaram se olhando, pareciam estar com vergonha um do outro.
-Bem, vcs que sabem, se quiserem lá pras 22 estaremos no deck. De boa caras, estou de olho no carinha desde a primeira vez, curto vocês, mas tu viram que trabalhei o dia todo.
-Ok Matteo relaxa, mas acho que vamos sim, melhor vocês nos chamarem se tiverem afim. Você botou a gente na fita hoje, foi bom demais
Disse isso me estendendo a mão.
-Valeu caras, vou chamar sim, vocês são gostosos pra caramba, rsrsrs
Mas eu queria ouvi-los dizer que queriam tomar no rabo.
-Mas diz uma coisa caras. Voces estão afim mesmo de me mamar e me darem o cu feito macho.
De novo a demora. Passei a mão na rola. Eles olhavam. Pus pra fora.
-Estão ou não afim? Se não, tranquilo.
O Baixinho pau torto foi o que primeiro falou.
-Olha cara, nunca fui só passivo não, nem o amigo aqui.
-Comigo será assim, vão experimentar.
Meio constrangido foi o grandão que respondeu.
-Ok, vamos experimentar.
-Então sintam ele com as mãos.
De novo a incerteza.
-Caras de boa, se forem ficar nessa viadagem deixa quieto.
Antes de eu terminar a frase o grandão já tinha o cobra na mão. Olhei o baixinho. Dessa vez com mais firmeza disse.
-Pega!
Com as duas mãos na rola, olhei o Branquinho.
-Cola em mim gostoso, me abraça por trás.
Senti a pele morna, lisa e suave do Branquinho esquentando minhas costas, com a mão lhe desabotoei as calcas e saquei seu pau fora, ele encaixou em minhas coxas e me apertava junto a seu peito com as mãos apoiadas em meus peitos, seus dedos massageavam meus mamilos e sua boca corria solta na minha nuca e ombros, altura que ele alcançava.
-Ajoelhem machos me mostra o que me espera. Disse isso empurrando-os a baixo e sem mais gentilezas no tom. Sabia que estava desconcertando eles, pois não deviam estar acostumados a ouvirem um ativo lhes mandando, mas, isso não impedia que estivessem curtindo a experiência. Eu fazia essa safadeza para que soubessem como se comportar mais a noite e mais soltos topassem dar o cu a eu e meu Branquinho. Minha ideia era fazer os dois de putinhos. Aliás, os 3 kkkkkk. Queria mesmo era dar o rio de leite que tinha guardado pra galera toda.
Dei uma socada na boca de cada um. Me abaixei e dei um beijo me-engana-que-gosto.
-Ok, machos, vai ser legal, mais tarde fazemos a farrinha.
Subiram, dei a mão bem bonitinho pro Branquinho. Na sauna eu tirei suas roupas, ele as minhas, era minha vez de sentir na língua aquele corpo alvo e gostoso. Depois de um beijo, desci seu pescoço, segurando seus braços, chupei cada mamilo rosinha e miúdo, e minha pele se arrepiou vendo a dele arrepiada e sentindo suas mãos mexendo em meus cabelos e soltando-os, suas mãos se emaranhando nos cachos despenteados. Desde o dia anterior não penteava os cabelos apenas passava os dedos e os amarrava. Na época estava juntando coragem para corta-los num corte mais moderno, Leozinho meu futuro cunhadinho dizia que com eles soltos parecia um mochileiro argentino. Sacanagem do putinho, geralmente usava preso em gel num rabinho quase imperceptível. Precisava coragem não por extremo apego aos cachos, mas pra mim era o último laço que me ligava ao Matteo lavrador, outra coisa importante era a adoração que o mio fratello tinha pela cabeleira. Ele se perdia em meus cabelos quando dormimos agarrados.
Outra vez me encontrei com seu umbigo piscininha, fiquei por lá um pouco e sentia seu pau duro debaixo do meu queixo. Correndo a língua em sua virilha tão alvinha e delicada ouvia deliciado seus gemidos, as vezes falava em português, outras exclamava em sua língua. Entendendo o mínimo, pedi-lhe que ele falasse seu idioma e depois traduzisse, Sorri-lhe dizendo que era tesudo ouvir sua língua.
Também segurei seu pau estudando-o. Tão alvo, que via suas veias pulsantes, ele o fez dar um coice.
-Faz de novo!
Um coice forte me fez passar a língua e ter na boca o gosto de moleque branquinho, gosto bom que pediu que o tivesse inteiro. Pica na medida pra mamar, dá pra engolir sem grande esforço e faz que abra mais a mandíbula por causa da grossura e pincipalmente pelo cabeção cogumelo.
Os gemidos viravam gritos, meus cabelos viravam as cordas que ele me fodia a boca até delicado demais. Tirei o pau da boca.
-Fode essa boca cara! Boca de macho que mama pica, tem peninha não!
Quase gozou só nas palavras. O Machão que ele tanto queria estava de joelhos com o pau dele na boca pedindo que metesse.
Foi ele que me fez subir agarrou-me loucamente.
Chamei-o a entrar na sauna. Sauna seca.
Lá dentro fizemos um 69. Depois cai matando de língua no cu. Ele pediu-me que lhe desse o meu a chupar. Fiquei de frango. A posição me deu tesão, eu de frango pernas avertas pra ele. Puta que pariu que cara gostoso! Estava de pé me segurando as pernas, chegava a babar de tesão, os músculos de seu pito mostrando a força que fazia a me segurar, mamou pica babando muito. Lambeu saco, me fez tremer de verdade com o trato que me deu no cu.
O Calor nos fez tomar uma ducha. Me chamou a salinha ao lado. Deitou-me na maca. Rápido e montado em minha bunda, massageou com óleo minhas costas, braços, desceu da bunda e fez A MASSAGEM na rabão do macho aqui. Se tivesse gosto na coisa, era ali que pediria pau no cu. Mesmo ele pedindo não rolou, mas falei.
-Rola, não, mas língua e dedo vai de boa.
-Branquinho fez o putão aqui rebolar na porra do dedo tesudo dele.
Nem sei por que a palhaçada de não curtir dá o cu, mas admito que virei putinha no dedo do cara. Pra completar o safado me meteu rola na boca com seu dedo em meu cu.
Me virou de frente me fazendo contorcer no tesão com ele sarrando o rabão na minha rola e fazendo uma massagem magica nos peitos. Invés de sair de cima, ele só se virou para me massagear as coxas. Quando me afastou as pernas e se dedicava a parte interna delas, rio de baba de minha pica melaram seu rabo, tornando mais delicioso o sarro. Ai foi demais da conta! Levantei, peguei pelo braço, e os dois de pau duro, nus pelo deck. Vi os outros dois na ponte, fingi que não. Apoiei o Branquinho na mureta, curvei-o a frente saindo do barco, afastei sua nadegas, colei nele.
-Vou te comer gostoso. Tá pronto pra me dar o cu?
-Mete rola!
Sem frescura, encostei a cabeça no cu e entrei com ela. Branquinho tremeu, soltou um urro de dor, fiquei parado, passei a mão em seu rosto e senti umas lagrimas aguentando a dor.
-Machuquei?
-Caralho cara, dói muito! Nunca senti tanta dor. Está passando fica quieto, se você mexer acho que parto ao meio.
Enverguei tentando encostar nele sem deixar o pau entrar, não deu. Cheguei minha mão a rola dele que ficou meia bomba com a dor. Segurei nele depois de passar saliva e gel nas mãos, amassava e punhetava para anima-lo, de novo ouvi gemidos sentindo a pau crescer. Mexi muito devagar. Tempão assim ele relaxou, comecei a falar sacanagens.
-Está curtindo Branquinho?
-Agora está ficando legal.
-Quer o picão todo?
-Vai metendo cara, to bom pra caralho.
-Então rebola esse rabo tesudo na vara de seu macho.
-Cacete gostosa da porra!
-Isso meu Branquinho vira minha cadela, pede pica.
Nesse ritmo ia entrando. Todo dentro, me apoiei em suas costas.
-Tem 23 cm de pica grossa dentro desse rabo que está me deixando doido de tão gostoso que é.
-Fode Macho. O cu é seu.
Levei pra chaise onde mais cedo o Machinho me fez de parquinho.
-Vem Branquinho aprende a cavalgar um macho.
Se o Machinho tinha feito o diabo, nem sei como chamar o que o Branquinho fez, algumas vezes parei pra evitar o gozo. Várias vezes ele pedia uma nova posição e eu adorava agrada-lo.
Gozou montado em mim virado de frente. Meu peito melado completo de porra, ele deitou nele sem sair do mastro, e mesmo cansado ainda rebolava devagar.
Ficou uns 10 minutos assim, voltou a pular.
-Quero ver você gozando cara.
-Quero ver você de boca cheia Branquinho. Fica de 4 que to perto de gozar e quero dar uma socadas.
Pus o putinho de 4, tão bom estava meter nele assim que segurei uns 15 minutos sem gozar.
Ele disse que ia gozar de novo e queria gozar com meu cacete na boca.
Pedido atendido.
Deitei ele na chaise e com ele deitado foder sua boca e o ajudava na bronha.
Avisei que vinha leite e engoliu sem deixar escapar a pica.
Foi tanta porra que no 4 jato ele já de boca cheia tirou e mirou ele mesmo no próprio rosto.
De surpresa ouvimos os sacanas batendo palmas e assobiando.
-Filhas da puta, desçam aqui que a vez de vocês.....
Até mais amigos, fica pro próximo post

Contos de Michê cap 05

Ciao amici! 
Ai vai a demorada continuation, rsrsr
Cliente Subimisso, lekes safadinhos

Na cabine iluminadas com dezenas de velas o cliente me aguardava vestido no macacão justo de borracha, buracos davam acesso ao seu pauzinho, ao cu e a boca, pequenos furos no nariz e olhos. Os moleques, o loirinho e machinho foram vestidos com folgados shorts de nylon, cortados curtos, não usavam cuecas. O marinho tesudo logo atrás deles esperando que o liberasse. Mandei que entrasse junto. Ele deu um sorrisinho. Dei uma olhada para o cliente que de 4 com o rabo empinado olhava a tudo. Olhei tentando ver se via alguma desaprovação em seus olhos e me vendo liberado, fiquei todo felizinho, estava doido pra foder o marinheiro.
O Gorj, esse é nome do marinheiro, entrou e se postou em posição de descanso, assim mesmo, no estilo militar. Os garotos esperavam olhando tudo ao redor. Me dirigi ao cliente.
-Deixa minha rola dura viado!
Caiu de boca, tento segurar, dei um tapa na bunda.
-Não mandei pegar, usa essa boca de mamador de pica.
Os garotos olhavam cheio de tesão. O marinheiro com o mão cheia de seu próprio pau, alternava olhando a mamada e me encarando vendo-me retribuir o olhar tanto pra ele quanto pra seu.
O mamador tentava me engolir a rola. Cara bom demais em chupar, dos poucos que me engole inteiro, com certo sacrifico-o, muita baba e lagrimas e baba, mas consegue.
Quando conseguiu nesta vez, segurei sua cabeça, mostrei aos três que assistiam sem acreditar no feito do cara.
Aos meninos falei.
-É isso que vocês terão que tentar. O loirinho arregalou os olhos assustado, o machinho putinho, passou as mãos nos lábios. O marinheiro meteu a mão dentro das calças brancas, a cabeça de seu pau ficou pra fora. Ele ia guardar.
-Deixa assim, vem aqui. Fica de costa me mostra a bunda.
Vi aquele rabão duro e branco. Uma bunda farta e firme, sem um pelo sequer. Dei meu dedo para que ele lambesse. Falei para o passivão tirando meu pau de sua boca, abri mais as pernas, Estava agora da altura do marine. Puxei sua cabeça para um ombro, ele desequilibrou por causa das calças apenas abaixadas. O segurei, falei no seu ouvido, não baixo, queria que todos ouvissem.
-Delicia de rabo branquinho! Vai deixar eu meter nele?
Senti que ele si arrepiou.
-Poxa cara nunca dei. Difícil aguentar um monstro desses. Sei não amigo.
Puxei o cliente pelas orelhas, não machucando mas chamando sua atenção e o fazendo me olhar.
-Resolve isso ai, quero esse cara pra eu foder.
Fui aos moleques. Os safados estavam de pau duro. Bom demais de tesudo ver aqueles dois lekinhos lindos de rostos tão inocentinhos, de corpos lisinhos e fortes, de pau duro e fome de cacete de macho. Isso os daria e muito.
-Vão encher a banheira.
-Matteo! Deixa a gente chupar seu pau um pouquinho? Disse o moreninho tirado a machinho e foi reforçado pelo loirinho.
-Por favor cara!
-Ajoelhem e mamem, saibam dividir revezem um no saco outro na rola.
Ouve uma briguinha silenciosa e muita rápida pois acabei logo, pelo direito de mamar a pica. Dei um tapinha no rosto de cada um.
-Sem confusão tem rola ai pros dois!
Eu estava com os pelos do corpo aparado a máquina, a barba por fazer, pois o cliente gostava que eu a mantivesse de 2 dias. Os pelos apenas aparado no saco me espetava. Era um alivio receber uma boca neles. Como disse o cliente era mestre na boca, além de mamar delicioso, tratava meu saco do jeitinho que gosto, lambia inteiro primeiro, brincava com as bolas, adorava ele ser grande, pesado carregando bolões que fabricam a imensa quantidade de porra. Isto agradava a muitos clientes, não sabia que tantos curtiam saco grandão e muita porra no gozo. O machinho mostrava que em pouco tempo alcançaria o profissionalismo do coroa.
Depois de uns 3 minutos, vi que a negociação com o marine havia chegado a termo. Mandei que os meninos fossem a banheira preparar o banho. Banheiro, aliás sala de banho perfeita pra fodão, assim como toda a cabine, cheia de brinquedinhos que eu havia escolhido junto com o passivão. Uma cadeira que dava asas à imaginação, permitindo inúmeras posições. Um balanço em tiras de couro. Show de bola pro passivo tomar no cu e mamar, permite que ele deitado sirva o ativo estando ele de pé. Por último uma grossa corda elástica pendia do teto. Esta, além de outras maneiras, eu usava fazendo um balancinho, pondo o cuzão sentado, eu deitado de cacete duro e o gostoso subindo e descendo nele ao sabor do vai e vem do elástico.
Banho pronto, ordenei ao cliente.
-Vai banhar os garotos, poderá ver pelo vidro seu marinheiro do rabinho gostoso cuidar do saco de seu macho. Ele vai me depilar.
Prontamente o sujeito obedeceu.
Estando eu e o marine a sós, mas sendo observados claramente pelo trio no banheiro. Fui até a ele. Fiquei parado a sua frente, muito próximo, o tanto que meu pau duro permitiu. Olhei seu rosto bonito, os olhos claros, passei as mãos em seu corpo ainda vestido, fiz com a cabeça de meu pau babando rocasse na cabeça do pau dele que escapava pela borda da calça. Suspiramos de tesão.
-Você vai ser meu branquinho gostoso, vou te lamber todinho, de amassar como massa de pão, beijar muito sua rola e descabaças esse cuzinho que deve ter custado bem caro.
-cara estava doido pra trepar com você, você não tem ideia! Só peço que seja legal comigo, estou falando a verdade, nunca dei o cu. Mas se for pra ser comido, que seja por você.
-Relaxa cara, vou ser cuidadoso contigo. Com você vou ser eu mesmo, trepar como trepo na minha vida civil. Também estava muito afim de estar com você.
O abracei e beijei. No beijo sentimos que o que falamos sobre nossa vontade de um pelo outro era real. Afastei um pouco e comecei a despi-lo. Desabotoei a alva camisa, vi o corpinho definido que tanto desejei, seus mamilos rosados, a caixa de peito bem formada, sem exagero, a barriga sarada, um umbigo tão perfeitinho que dava vontade de mergulhar nele. Me abaixei puxando suas calças até seus pés. Na boxer branquinha seu cacete tentava fugir. Desci a boxer. Cacete de 17 cm, calculo, e de uma grossura surpreendente. Sua virilha era aparada a máquina e desenhada em triângulo, saco depilado. Passei as mãos sentido sua pele alva desde os pés, as canelas musculosas, e as coxas bem feitas que sustentavam uma bunda de babar, merecedora da melhor das inaugurações. Fiz que virasse de costas e eu mesmo abri sua bunda em bandas, Um cuzinho pequenininho, com pelinhos loirinhos aqui e acolá, tão claros que eram quase imperceptíveis. Cuzinho estava nervoso como ele só, piscava igual semáforo com defeito. Encostei o nariz arrepiando o dono do cu. Cheirinho de sabonete e banho recém tomado. Passei a língua e o Gorj tremeu soltando um gemido abafado. Passei de novo, dessa vez firme querendo entrar. Ele empinou o rabo. Por mais 2 vezes o fiz gemer assim. Levante e me grudei junto ao seu corpo, encostei-o na parede e com os braços o fiz subir um pouco na parede curva do barco fazendo que meu pau se encaixasse nas suas coxas. Sentia seu saco lisinho repousando logo depois da cabeça de meu pau. Ele juntou com sua mão o seu pau no que no meu. Acariciou o saco e guardou em sua outra mão. No seu ouvido, usando o truque certeiro do sotaque italiano, respirando tão forte quanto ele, sussurrei.
-Eu sabia que você é macho que precisava de uma boa pica. Gostou da língua não foi? Somos bem semelhantes, nascemos mesmo pra foder com macho, curtimos macho com macho.
-Matteo! Que tesão da porra é esse cara! Sabia que você é gostoso, mas não sonhava que era tanto.
-Sou gostoso de verdade com quem acho gostoso. O resto é trampo, faço direitinho, mas é trampo.
-Vai me fazer gozar só com essa pegada, putão gostoso, isso é que é macho que sabe foder! Cara me faz seu puto.
Não parava de sarrar nele. Ainda babado pela saliva dos meninos metia nas coxas dele e ele as apertava me pressionando.
Sem que nos ouvissem disse-lhe.
-Aqui vai ser uma rapidinha, só uma amostra. Não posso sair do texto do Ativão mandão agora. Foda mesmo será a noite, vou te foder no deck. Vai ser festinha nossa, quero os outros dois assistindo o descabaçamento, sei eu vocês todos brincam de casinha. Hoje a noite vou ser o papai de vocês. Topa?
-Os sacanas vão adorar, tudo doido pra brincar contigo. E o coroa?
-Vou dar uma surra de pica nele que vai estar mortinho a noite, deixa comigo. Também vou fazer o puto rebolar o rabão riquinho na galera toda aqui.
Olhei pra trás e via que estavam mais entretidos no banho. O loirinho estava de pé sendo ensaboado. O passivo doido pra mamar ele.
-Nade de mamadeira agora seu viado! Mandei dá banho. Está querendo ser castigado?
-Perdoa macho!
-Perdoar o caralho! Vem aqui seu viadinho chupeteiro!
Sai de trás do marine, fiz que ficasse ao meu lado.
-Está de palhaçada comigo? Prefere o castigo ou ficar sem pica o resto do dia?
Falava e batia meu pau na sua cara.
-Castigo.
-Ok, depois não reclama. Já que diz que sou seu dono. Vou fazer de você a puta cadela que é.
Ao Gorj falei.
-Chama os outros.
-E você viado senta na cama e arreganho o cu, seus empregados todos vao te meter rola.
Quando o marine saiu. Deixei o papel de lado e perguntei baixinho.
-De boa?
-Certo não é não, mas você me deixou tão cheio de tesão me tratando como seu viadinho submisso que hoje Matteo você manda o que quiser, sem as regras que combinamos, mas sem violência extrema. Me faz do mais infame viadinho.
-Só por isso vou deixar você dá uma lambidinha.
Acariciei sua cabeça com carinho. Putinho sub merece uns agradinhos. Comprou o rabão que eu tanto queria, aquilo sim era presente, relógio cara não tem cú.
-Outra coisa. O rabo do marine, fica pra amanhã só nos três, o que acha?
-Disse que você manda macho. Se você quiser compro o cu de todo mundo pra você.
-KKKKKkkkkkk aquele ali basta. Só estou pensando se faço só eu e ele ou deixo você ver. (aproveitei a moral que ele me deu no momento)
-Sim senhor.
Se meus planos fossem outros que não o de me formar e sair da vida puta profissional, estava ali um que me daria boa vida e eu teria chance de fazer um ótimo pé de meia. Ele não era tarado só no meu corpo e cacete, eu havia acertado na mosca em equilíbrio e medida perfeita as taras dele. Tinha isso e o tamanho e calibre do cacetão que não se acha em liquidação, rsrsrs. Mas, dinheiro compra tudo e cacete por maior que seja nem é tão caro para um poderoso daqueles e nem tão raro quanto meu super Ego de jovem gostava de pensar Nunca me iludir em cair nessa. Quanto duraria? 2, estourando no máximo 5 anos, pois chegaria um momento que quem não aguentaria ser escravo sexual de alguém seria eu. Da mesma forma que se ganha, você deve em satisfação ao mantenedor. Imagina o Matteo putão de nascença com cabresto na pica? Logo a minha tão dona de si que muitas vezes comandava o Matteo todo.
Os marinheiros chegaram.
Se riam discretamente pra mim fazendo sinal positivo. A galera já chegou de pau duro, um grandão muito branco ia tirando a roupa.
-Vocês 2 Ponham só o pau pra fora o cu do viadinho precisa esse trabalho todo não. Peguem o gel ali, lubrifiquem o cu do puto.
O grandão e o baixinho, foram a mesa. Pegaram o imenso pote de gel. Era até engraçada o cena, o contraste de altura, os paus duros. O do grandão, pau normal, devia ter uns 16, normal também em grossura. O do baixinho era uma pica vistosa 20 cm, normal de calibre, torta para um lado. Acertei também no marinheiro que seria meu, esse sim um corpo na medida que gosto, pau arromba cu pela grossura, e bom de mamar. Gostosinho estava em moda na época, a Europa Oriental se abria e belíssimas mulheres e rapazes brancões bonitos e de pauzão enchiam elencos de filmes pornô, esquinas de michês e putas. Eles dormiram um tempo. Vieram com tanta sede ao pote que fizeram os preços do Sex Market caírem. Aprontavam muito com bichas ricas encantadas com o pauzão num corpão bonito. Caiam nas drogas. O reinado foi curto. Nesta época, passei tempo fazendo GoGo boy em boates, trabalhinho do cão! Streap em festas privadas, esse bom! Comi muita perua mal comida, mas mulheres são menos generosas com pica. Raramente trepei com mulheres que curtem de verdade uma rola. Tem sim, porem bem menos que homem. Esses se gostam do negócio, amam! Elas trocam um fodedor roludo, pela estabilidade e segurança facinho. Putinhos já vi irem aos infernos por um Macho ogrâo, feio, grosso, mas que entrepernas tem um rei. Mulheres fazem, mas fazem pelo todo, não só pelo Picasso.
Enceram a mão de gel, passaram no cu arrebitado. Cuzinho piscava faminto.
-Olha o cu pedindo rola! Esse viado sabe rebolar numa caceta, vocês vão gostar.
Meti o dedo no cu do passivão. Gemidinho de viado miando, logo estava rebolando assanhadinho para o dedo.
-E ae putinho, diz pra min se vai dar gostoso aos machos aqui.
-Vou sim.
Então vai ter rola a vontade. Vai lá pro balança que vai ganhar uma rodada de rola.
Rapidinho ele estava lá, com o tronco apoiado no balanço.
-Não! Fica com o tronco deitado em suas pernas, pões elas pra dentro também que quero esse cu bem aberto.
Com os garotos.
-Venham
Aos marines.
-Vão lá e encham o puto de pica, façam-no pedir pau, ele gosta. Quero boca e cu ocupados.
ao meu gostosinho.
-Vem pra cama comigo, antes pegue espuma e barbeador.
Ele foi, na volta me viu de troco apoiado na cabeceira, pernas abertas e os meninos brincando com minha dura. Acordaram entre eles de dividirem a baba. Apertavam lambia e quando pingava passavam as línguas, uma vez um, depois outro.de pica em mim.
Cheguei mais próximo a beirada.
-Ajoelha ai na beirado meu Branquinho, me depila o saco, esta me espetando, você faz isso?
-Vou adorar cuidar desse sacão, rsrsr.
-Loirinho, vai chupando o Banquinho, vai se amarrar na rola grossa do bonitão.
Saiu meio triste, mas quando se deitou pra ficar na altura da rola do Branquinho se entusiasmou.
O Branquim tinha talento pra mandão.
-Chupa essa rola feito Macho. Gosto de pegada firma, língua danada, e sugada forte. Não vem mamar feito viadinho. Ouviu moleque?
Nem respondeu, já estava cumprindo as ordens com a rola grossona inteira na boca. Branquinho adorou e com uma meu no meu saco a outra na cabeça do pirralho fodeu um pouco a boca do leke. Este mostrou que curte ter a boca fodida babava e nem respirava, o cara folgava a força na cabeça dele e o mamadorzinho com carinha de anjo voltava querendo rola. Sorri e comentei,
-Ahhhh rapaz esse ai em duas aulas vai engolir o meu com certeza. Não vai loirinho?
-Vou tentar pra caramba.
-E tu ai machinho, vai me acarinhando o peito, os mamilos, chega esse cuzinho pra ca e senta no meu dedo. Estou achando que tu vai ser o primeiro a dançar na vara.
Surubinha boa viu rapaziada!
Eu estava recebendo afogos do machinho pra la de tesudo, o Braquinho me cuidando o saco como se fosse a coisa mais preciosa do mundo, tendo o cuidado de volta e meia passar a língua na rola sem esquecer de meter na boca do leke. Loirinho guloso pra caralho. Você dá uma pica ao carinha e ele não larga mais, é daqueles que mamam felizes por horas. De brinde você vê aquele jovenzinho todo definidinho de rosto de modelo. Nessa hora me toquei que só nessa viajem ganhei dois cabaços, Puto de sorte eu. Na frente a coroa se acabava nos marinheiros o que metia atrás comandava o ritmo das engolidas. Vez ou outra eu mandava trocarem.
Eu pensava em como fazer para não dar leite ao coroa. Queria porra e muita pra minha farrinha com a marinheirada. Vi8ajava em comer todos. Primeiro uma mamada geral, todos em todos, depois rodada de chupada de cu, também geral, depois a inauguração, com ele já arrombando e fodendo minha caceta, eu e ele caímos de boca nos cus e picas dos outros dois, então com eles já excitados eu comer eles e o Branquinho também, assim ele não ficaria de viadinho pros colegas mais tarde. Na hora da foda tudo é festa, depois os caras ficam tirando da cara do doador de cu e fazem de putinha daí pra frente. Sei que Branquinho não é só passivo, também curte meter, eu estava excitado em nos dois meter nos outros. Dar aos outros ele não conseguiria, minha intenção era entrar e demorar uma vida pra sair. Por isso a reserva de porra, dar um tanto para todos.
-Quer leite de pica? Perguntei ao coroa.
-Sim
-Ouviram? Alimenta o cara.
-Meu Macho! Pede pra eles meterem forte sem pena?
-Esse gosta! Rsrrs Sai do cu, que vou mostrar vocês como meu putinho curte uma varada.
O Baixinho saiu.
-Pega meu pau e dá rocada na entrada.
Baixinho fez de boa. Tirei a mão dele, segurei pelos ombros e meti tudo. Assim mesmo, o gostava assim, nem na primeira ele pedia devagar, gostava de sentir o arregaço e sempre socando vara forte, de vez, enlouquecia quando tirava e metia seguidamente o mais forte possível. Haja cu!
Os marines
Porra! Nunca vi um cara aguentar um cacete desse, dessa forma e gostar tanto.
Sai e dei a vez ao baixinho que aprendeu direitinho.
-Quando tiver perto de gozar passa para o outro. Vamos ver se ele aguenta os dois.
-Quer experimentar duas picas no cu Putinho?
Tudo que Meu Macho quiser eu aguento.
-Ahhh, meu viadinho safado, por isso gosto de você. Rsrsr
Sentei na cadeira erótica, abri a tampa do meio do assento. Meu cu exposto pra baixo.
-Vem aqui loirinho, dá um trato no meu cu. Machinho, experimenta o Branquinho, vamos ver se ele gosta mais de sua boca ou do outro. Quem Ganhar vai ser o primeiro a ganhar picão no rabo. Você meu Branquinho, senta no meu colo, quero te agradar também.
Ele sentou-se virado pra mim, nossas picas se esfregavam e nos trocávamos beijos e caricias. Eu adorava estar com ele e o moleque me fazendo arrepiar fazendo festa de língua no meu cu. Como o Machinho esperava a rola do outro, mandei ele descer.
-Agora me chupa a rola meu Branquinho, faz nele o que o leke faz na sua.
Coroa leitado, Eu, o marine e os lekes nível máximo de sacanagem e tesão. Estava na hora de comer cu.
-Quem ganhou meu Branquinho?
-Loirinho.
-Ai viu machinho, não fez direito perdeu a vez.
Amarra o Loirinho na elástica.
-tem medo loirinho, Vou ser legal mesmo com você. Doer vai. Pau no cu doi pra caralho. Mas olha molequinho gostoso, você tem talento cara, vai curti. Se estiver mal mesmo, você diz e tentamos outra, ok?
-Kkkkkk Estou com tanta vontade de dar o cu pra você, que vou aguentar com certeza.
-KKKKKKKKKK, Vem aqui na caminha que vou iniciar esse rabinho de putinho. Fica de 4 pra mim igualzinho você fez mais cedo.
Cai de língua no cu cabaço do Loirinho, me dediquei mesmo, tinha que faze-lo me desejar fodendo ele como se fosse a coisa mais importante de sua vida, assim ele aguentaria, tomar no rabo já exige coragem e muita vontade, um cacete do porte do meu então, sujeito tinha que estar à beira da loucura, rsrsr
Dez minutos de serviço e o Loirinho, saiu da posição. Estava pedindo como louco pra eu que metesse. Se aproximou e pediu feito criança em supermercado que eu fodesse logo ele.
Puseram-no na posição que eu tinha pedido. Balançava preso na elástica feita em balanço, deitei para que medissem a altura. Branquinho encapou e lubricou mais ainda com gel o cu que pingava de minha saliva.
Minhas mãos em sua cintura, encaixou pica no cuzinho. O sujeito estava tão afim que se balançava pra entrar. Deixei-o a vontade para tentar até que vendo tão corajoso forcei a entrada.
-Segura ele! Disse aos marine que assistiam ao lado. O grito foi alto e seu rosto se contorcia de dor. Esperei que o ápice da dor passasse. Olhei o coroa, me pedia com o olhar que metesse, o safado curte ser arregaçado e achava que todo mundo gostava!
Com ele relaxado.
-E ae Loirinho? Acha que aguenta? Quer mudar de posição!
-Já entrou o cabeção que era o pior, maior que o resto! Tira o cabaço desse rabo do jeito que você sabe. Quero tudo dentro! Vai Macho!
Fui entrando devagar. Levei uns 5 minutos para chegar a metade, ele fazia cara de dor, mas também gemia, com tesão. Levou a mão até o pau.
-Porra! Ainda tem pica pra caralho! Mete o resto, vai mais firme, quero aguentar esse cacete igual ao coroa.
Com sua bunda colada em mim, o bicho safadão, institivamente mexia. Cuzinho virgem, quente apertado pra porra. Me espremia a pica e deixava como se ela fosse cozinhar de tão quente. Ele vendo-se mais confortável, eu já mexia e rebolava feliz com maestria. Pedi que subissem altura, queria-o só com a cabeça dentro. Comecei a puxa-lo de volta. Loirinho pirou na rola, gemia pedia mais. Nasceu pra tomar vara o moleque, ia viciar em foder pica. E das grandes, já que o primeiro foi. Meu cunhadinho, namorado e parceiro de meu fratello, foi eu que descabacei. Até hoje Leozinho diz que se eu descabaço o cara tá fodido, vai passar o resto da vida viciado em picão no rabo. Completa -Sorte que catei o irmão, picão e metedor , com o algo mais, curte tomar no rabo. Coisa que Bigs (me chama assim desde sempre) é fresco. Parece que o cu é de ouro.
-Cara vou gozar.
-Espera Loirinho.
-Vou aguentar não.
-Então vamos mudar posição. Para o descabaço ser completo tem que fazer a clássica dos tomadores de vara no rabo. Vou meter de 4, ai moleque, tu pode dizer que é putinho profissa.
De 4, ele sentiu de novo um pouco mais de dor. Quando iniciei as socadas que ele pediu, vendo o coroa gostar, disse que ardia e naquela posição sentia mais.
-está doendo muito?
-Estou sentindo mais, só isso.
-Então aguenta porra. Se resolveu dar o cu, vai tomar pica do jeito que quero.
Putinho gostou da bronca e mexia o rabinho duro como uma vadia experiente. Dei tapinha, ele adorou. Anunciou que de novo estava perto.
Pus de frango.
-Mama seu coleguinha Machinho. Cai de boca na rola
Dito e feito. Loirinho foi a céu.
-Vocês dois dividam o leite dele e mostra pra mim.
Me pareceu que o recém arrombadinho do cuzinho 10, gozou por horas. Loirinho encheu a boca dos dois. Terminado eles mostraram as bocas esparramando leite. Mandei que na minha mão pusessem a metade, e lubrifiquei o cu de cada um com a porra do lekinho.
Agora vem você Machinho, vamos começar logo de 4, arreganha o cu, vamos! E tu Loirinho deixa ele te limpar a pica.
Com rabo dele cheio de porra fria, chupei não. E além do mais sabia que o safado não era virgem, tinha enganado o coroa por causa da grana, Então ia tomar vara sem muita cerimonia.
-Depois de entrar a cabeça, depois do grito, e aquelas coisas de sempre dos que não estão acostumados a picão. Machinho deu show. Me fodeu o cacete de tudo que foi jeito. Pediu pra gozar pulando na vara. Coroa bebeu sozinho, tadinho merecia, me deu 2 rabos zero bala.
Coroa experimentou dando altos gritos os dois marines dentro dele. Via o sofrimento e perguntava se queria parar. O sujeito ficava até bravo. Quando recebeu e acomodou os dois pedia roda de cacete em volta pois queria mamar todos.
Só quietou depois de muito rebolar nas rolas do caras e lhes beber o gozo. A minha ainda guardadinha. Achei que no meio de tanta pica que nem saberia o de onde veio os jatos de leite. Puro engano, quando sós, ele disse que sentiu falta do meu, apesar de nunca ter bebida tantos machos. Sabe muito bem que não me bebeu pois o meu ele nunca esquece o gosto. Dizia que era doce.
-Sei que tá guardando pro cara que comprei pra você. Tudo bem, vc merece, essa foi até hoje a melhor foda de minha vida. A melhor parte foi te ver no comando. Rapaz tu es o sujeito mais sensual que conheço, exala testosterona. Quando está no rolo de ativão, não tem nada mais masculino que sua pessoa.
-Que bom Alexsander, não só por estar satisfazendo vc e cumprindo minha parte do trato, mas te respeito como homem e amigo.... blablabla (texto de puto feliz pelos pontos marcado com cliente ricão e sob controle meu. Mas eu gosto mesmo do cara, sempre me respeitou e tratou bem, eu admirava sua inteligência e cultura)
-Então agradecido libero vc pra fazer o que queira, vou descansar, estou exausto. Só levanto amanhã. Está de folga até de manhã. Vc sabe como me acordar.
-Leite quente na fonte.
-Isso mesmo.
Apesar das camisinhas e imensa quantidade de gel que eu usava picão estava vermelho. Pensei até em deixar pra madruga a foda dos marines. Picão respondeu ao pensamento.
-Depois porra nenhuma, já segurei até agora, tem que liberar o estoque ou vou estourar.
-Que rola tarada! Disse o restinho de juízo lá do cantinho onde se escondeu.
Pra quem duvida da coragem dos moleques, da fome do Coroa por pica, no perfil tem foto a foto é a do bichão, quem curtir manda msg que teclando a gente se acerta, Não sou mais Garoto de Programa, essas historias são do meu passado. Agora é por amor a arte. Se o rabão agradar Matteozão cai dentro.

Depois mando a do povo do mar. Desculpa pela demora da continuação, espero que tenha valido a espera.
Baci a tutti


Contos de Michê 04

Ciao galera,
Tenho recebidos comentários muitos legais sobre os contos, aproveito para agradecer a gentileza dos que comentarem e votaram e tambem dos que apenas leram e curtiram. Aos que sugerem que vire escritor, agradeço o elogio, mas não tenho talento, escritores criam, eu apenas relato, mesmo os que fantasio e posto no no blog são apenas adaptações de fodas e momentos reais.
Continuo de onde parei no numero 03.
Depois do agradável Domingo com o Ricardo e seu filho, voltei pra casa e não encontrei o Lippo, il fratello mio, estava cheio de saudades dele, curto chegar em casa vê-lo que finalmente estamos juntos de novo, amo receber logo da porta o sorriso largo e carinhoso que me aquece il cuore, e amo mais ainda receber seu abraço forte, senti em sua nuca seu cheiro, aperta-me de encontro ao meu corpo, sentir a maciez dos lábios mais belos e doces entre todos. Tomei uma ducha relembrando minha ultima noite e o dia q terminava. Tentava entender o por que de me sentir domado quando aquele homem maduro de olhos cor de selva, corpo de atleta e sorriso matador se dirigiam e pousavam sobre mim, e me fazia arrepiar quando mirava os meus olhos. Porra é essa? Primeira regra de profissionais do sexo, nunca amar um cliente Merda certa. Sim galera como cliente, pois na despedida, Ricardo me disse que na próxima pagaria, pois não era justo. Vcs acreditam? Rsrs Por isso digo que puto é tudo carente mesmo, eu pensava que seria um namorinho light e o cara quer um puto. Tive que aprender a engolir meu primeiro toco, estava acostumado a ser o Bonzão, tesudo que todos querem. Ai o primeiro macho que curto mais que sexo e amizade me bota de puto.   Sem outro modo de fazer, decidi tentar para de pensar nisso, as vezes uma simples impressão cresce só por ser pensado demais. 
Uma semana passou, atendi um ricaço já da lista, e da lista UbberMegaTop, trata-se de um CEO de importante empresa mundial de alimentos, era a 4 vez que o atendia, na primeira tinha vindo para uma reunião com o governo federal, fui contratado com 10 dias de antecedência para atender a todos detalhes. Me joguei na internet e jornais lendo sobre o mundo de seus negócios, li uns 3 romances em francês para afiar o idioma e poder conversar na língua mãe dele. O esquema seria chegar e primeiro rolar um amasso, beijos e pegação, depois eu ficava a sua disposição. Nunca usava roupas, sempre nu, a todo momento ele mamava, o sujeito ficava horas com meu pau na boca, curtia ser enrabado por bastante tempo, as vezes fazia a refeição sentado no meu colo com o cacete em seu rabo., duas vezes por dia me tirava leite, normalmente de manhã e no fim da tarde, exigia que fosse muita porra ( um dos quesitos principais pelo qual fui escolhido foi pela quantidade de porra), eu não gozava a não ser nessas ocasiões. Foi então que ele se fixou em mim, na primeira gozada que dei ele quase chorou de alegria devido a ambulância do liquido que tanto amava, e com o sabor que disse ser único, resultou que devido a noite eu lhe dar a mesma quantidade ele me dobrou o cache.   Na 2 ele me convidou para as Bahamas, ilha particular, jatinho, e um belo Tag Haer de presente que me foi enviado com um bilhete de Olé e uma confirmação que tudo seria entre nós como na prima volta (primeira vez)sentiram o novel? Kkkkk.   Nesta ele se colocou nu, prendeu-se a uma cadeira que pendia do teto, pensei ser a cadeira que muitas vezes vi e inclusive tenho uma delas, mas esta invés de balançar lateralmente, esta só subia e descia. Eu ficava deitado sobre um estrado que também regulava altura. Nu e de pau em riste assistia ele subir e descer no meu cacete, as vezes rápido, ou lento, conforme seu desejo. O que no começo era delicioso, se mostrou uma tortura me fazendo controlar o gozo. Acho que foi uma das coisas que mais me exigiu concentração e controle. Em outra vez que ele sugeriu esta brincadeira, respondi-lhe que adoraria pela manha, na primeira ordenha. Era o truque para eu poder gozar naquele modo que era uma delicia que podia virar tortura.
Na 3, Fernando de Noronha. .Previamente pedido que mantivesse pelos no corpo e barba por fazer. Ficamos num Yatch. Foi a primeira vez com outros participantes. Fui avisado ja a bordo do jatinho. Aceitei, mas, pedindo desculpas pelo inconveniente, falei que seria acertado novo valor, ele respondeu que faria acerto direto comigo, não aceitei, primeiro por que desde sempre nossos contatos foram via agencia, eu não iria dar uma de esperto com um cliente top da agencia e acabar com a cara amassada num ¨acidente ¨. Pacientemente ele apenas fez um sinal com a cabeça ao mordomo-secretario que sempre o acompanhava, minutos depois recebo mensagem da agencia dizendo que atenda aos desejos do cliente e seria bem recompensado na volta. Sorri-lhe de volta de novo me escusando e dizendo estar a disposição de qualquer desejo seu, desde que nos limites já estabelecidos. Vi um sorriso maldoso numa repuxada dos lábios. Então começa a dizer que na verdade seria um presente a mim. Eu teria a disposição dois mancebos com carinhas de anjo e deles eu me serviria de sua virgindade no cu, e ele apenas assistiria e me obedeceria caso eu quisesse. Seu tesão seria ver-me macho possuindo fedelhos. O mais engraçado é que na verdade os meninos eram apenas pouco mais novos que eu, apenas minha barba de dois dias, corpo com pelos a maquina 2 e estatura maior me fazia parecer mais velho.
Chegamos eram umas 11 da manha e o paraíso que é aquele lugar inacreditável parecia desabitado. Do aeroporto um carro nos levou a um ancoradouro e num bote seguimos pro Yatch imenso. A bordo tirei as roupas e circulava nu entre a pequena tripulação, três marinheiros que vestiam apenas shorts curtos. Os 3 jovens e com sotaque do leste europeu. Um deles, o Gorj, agraciou-me com um bela mamada no ultimo dia em que me serviu a prima colazzione (cafe da manhã) no convés, longe dos olhos do patrão e de seu escudeiro, porem bem a vista dos outros dois que exibiam os volumes armados nos pequenos shorts e sorriam pra mim.
Depois de breve descanso e um bom brunch acompanhado de excelente conversa, o cliente imediatamente apos ultimo gole numa taça de champanhe, ajoelhou-se entre minhas coxas e serviu-se de meu cacete. Caraca! O cara sabe mesmo dar uma mamada numa rola! Em poucos minutos a baba de suas tentativas de engolir o danadão, pingava do meu saco.
Ouvi um barulho de um bote aproximando. Logo depois vozes de adolescente respondendo perguntas e sendo advertidos sobre o trato. Detalhes deste trato perdi, concentrando-me em não encher a boca que me devorava de porra. Diga-se de passagem que mesmo com o som de visitantes ele não parou um minuto.
Um dos gostosões marinheiros veio a frente acompanhado de dois jovens lindos, eu juraria que não teriam mais que 15 anos. Um loirinho tipo anjinho e um bem branco com cabelos lisos e muito pretos. Eram aquele tipo magros e definidinhos, peles muito lisas e alvas, coxas bem feitas, enfim corpinhos de academia. O impressionante era a juventude que exalavam e na beleza do sorriso que longe de inocentes prometiam diabruras.
Ficaram parados admirando o boquete que o coroa não parava, ficaram de olhos arregalados quando numa tirada de boca para o passeio da língua em meu saco eles viram a primeira vez o tamanho do cacete que em pouco os divertiria.
De repente o cara para e olha os meninos, de novo olha pra mim e pergunta se gostei. Disse que muito, mas que eu queria sua palavra que eram maiores, que estavam ali por livre vontade. Ouvi um sonoro sim completado com a frase.
-Pode ter 3 minutos a sós com cada um, assim vc tira suas duvidas e ficamos todos a vontades. Antes porém eles também devem se satisfazer um minimo. 
Chamou os mulekes e disse-lhes que poderiam passar a mão por meu corpo.
Senti mãozinhas delicadas e de pele fina me correndo o corpo,o rosto, o contorno do queixo, os cabelos, os peitos, as coxas, os pés, virilha, saco. Não lhes foi permitido pegar no pau ainda.
Pela milésima vez pedi desculpa, mesmo vendo que essas duvidas e questionamentos de alguma forma o excitavam. Era como se o lado submisso dele gostava de ter que me satisfazer. De outra forma eu não estaria sendo tão chato, afinal puto é pra fazer o que foi pago, não pra questionar legalidades, sendo que um cara daquele é praticamente inacessível a lei.
Aceitei, levantei-me, sem dizer palavra peguei o loirinho pelo braço e o arrastei a sala. Um segundo marinheiro nos seguiu. Perguntei-lhe se era maior, o marinheiro mostrou-me documento dele. Se estava de livre vontade. Ele respondeu-me que vendeu a virgindade, mas que já mamava muitos dos colegas e era seu sonho ser tratado como um putinho. Sorri e mandei-lhe ajoelhar. Tendo seu rosto a centímetros de meu kct, mandei que o marinheiro o pegasse e o pusesse na boca do garoto. Esse marinheiro foi meu desejo desde q vi sua cara, corpo lindo, pouco pelos e um volume que chamava atenção. Depois de minha ordem, ele olhou rapidamente para os lados. Logo eu disse-lhe que quem estava no comando do sexo ali era eu, que não se preocupasse. O tesudo agarrou meu pau com força, espontaneamente e automaticamente apertei o dele e senti a delicia de seu cacete crescendo na concha que minha mão fazia envolvendo-o. O garoto olhava pra cima, nos via em nosso sarrinho sacana, seus olhos brilhavam e sua pele visivelmente arrepiada, de boca aberta esperava pica.
-Poe na boca do muleke.
Antes de obedecer o marinheiro esfregou meu pau no rosto do menino que perseguia a pica com a língua de fora. O marinheiro me olhava e sorria. Puxei-o e meti minha língua na boca dele.Ele soltou o meu pau e pôs o dele fora. Eu o apertei nas mãos e vi que sem ser imenso era grosso, e muito branco de cabeça rosada. Ligados em nos, eu o mariner, Foi a deixa para o anjinho encher a boca com minha rola, e ousadamente tentar pegar a do marinheiro. 
Parei tudo. Mandei que o loirim ficasse de pé e de costas, que mostrasse o cu. Puta que pariu! Bunda pequena e firme, cu lisinho e de cor suculenta. Pequenino e suculento, piscava como um louco. Lambi um dedo e meti bem devagar. Ele gemia como um gato.
Sem avisar disse que saísse e viesse o outro. Fiz as mesmas perguntas.
Esse era mais machinho, mas nem por isso menos obediente e desejoso de servir a um macho . já entrou de pau duro, grande, uns 20 cm, fino e empinadíssimo para cima, dava pulinhos de quando em vez. Se ajoelhou antes que eu terminasse a frase. Mandei que só passasse a língua, e puxei´lhes os cabelos muito pretos quando tentei meter na boca sem ordem. Também mandei que ficasse de pé e de costas. Meti o dedo,ouvi um gemido que me soou falso. Pedi que o marinheiro me trouxesse gel.
Tinha apenas alguns segundos para falar com o leke o que eu precisava.
-Sei que não é virgem.
-Mas....
-Cala a boca muleke que sou puta velha de janela, fica tranquis, mas se prepara que ä grana de sua ¨virgindade¨agora tem sócio. Ou é isso, ou saio agora e falo a verdade lá fora.
Ele virou me olhando quase com raiva. Meti de novo o dedo no rabo dele e sorri. Ele disse.
-Ok, só ser fudido por vc já vai valer mesmo!
Fomos a cabine onde o cliente ja vestia um macacão colado ao corpo com os rasgos nos lugares que já falei. Estava de 4. Como já havíamos combinado. Os 3 estariam me obedecendo, sem masoquismo, humilhações e submissões explicitas. Ele queria apenas ser um voyeur, um objeto em que um ativo demonstra sua virilidade sobre 2 meninos.
Continua.............