21 de abr. de 2011

Justin Bruening.................The Man


Justin Bruening

Nascimento: 24 de Setembro de 1979, Chadron, Nebraska,  Estados Unidos
Profissão:  Modelo, Ator

Bruening se formou e imediatamente mudou-se para San Diego. Lá um caça talentos o descobriu numa lanchonete. Coisas-De-Hollywood
Começa a trabalhar como modelo para a famosa  marca de roupas Abercrombie & Finch.
Depois de fazer curso de teatro faz seu primeiro papel  ao ser convidado por Judy Wilson diretor de uma telenovela chamada “ All my Children.  Continua na TV fazendo aparições em “Cold Case” (Arquivo Morto no Brasil), e CSI: Miami.
Seu papel mais marcante para os brasileiros é o de Michael Knight, na releitura da serie de TV “ “Knight Rider” (Super Maquina no Brasil) Aquele do carro falante que se chamava Kitt, mais esperto que o piloto.  Assumindo o papel antes feito por David Hassellhoff (BayWatch) o garoto fez um Michael pra lá de sex. Você nem lembra da porra do carro falante.
Agora ele voltará como Steve Trevor na releitura da serie televisa Wonder Woman (Mulher Maravilha). Ele fará o possível par romântico da Mulher poderosa que na antiga série mudava de roupa rodopiando como um peão. Um amigo meu, mais velho disse-me que era clássico para os futuros gays a sua descoberta sexual rodopiando sozinho no quarto na frente do espelho. Isso sem falar de outra série antiga dos anos 70. “A Poderosa Isis”  KKKKKKKK O povo dos anos 70 até que era bem divertido! 
Mas vamos combinar que este gato numa série de TV é de dar agua na boca. Será que vamos dar alguma atenção a tal Mulher Maravilha?
Quem sabe esta nova Wonder Woman em vez de rodopiar para trocar de roupa, rodopia bonito em cima do Moço Gostoso pra Caraca!

12 de abr. de 2011

O Retrato de Dorian Gray..........Cinemão

O Retrato de Dorian Gray


Título Original: Dorian Gray
Direção: Oliver Parker
Produção: EUA/ 2009


Elenco


Colin Firth … Lord Henry Wotton
Ben Barnes … Dorian Gray
Rachel Hurd-Wood … Sybil Vane
Ben Chaplin … Basil Hallward



Sinopse


Um belíssimo jovem é retratado por um pintor e no resultado deste trabalho descobre sua beleza. Faz um pacto para que a pintura envelheça em seu lugar e no seu lugar sofra as consequencias de suas ações.
Acontece que Dorian é vitima de seu tempo e da sociedade. Sua alma se corrompe e ele se apavora ao ver as transformações que sua alma sofre devido aos seus pecados.


Comentários

O filme é bom. Belos cenários e uma primorosa atuação de Colin Firth como Lord Wotton. Claro que nunca será tão sublime quanto o livro de 1890, único romance do irlandês Oscar Wilde. Meu escritor preferido.
Numa projeção de 1 hora e 47 minutos perde-se seus maravilhosos diálogos e famosos paradoxos de efeito. Mas está lá na película a venenosa critica que Wilde fez a Inglaterra Vitoriana, a poderosa, aristocrática e hedonistica sociedade que dominava o mundo na época. Wilde critica o modo como vivem os poderosos, a hipocrisia da sociedade de seu tempo e seus valores. Tudo isso pode muito bem ser questionado ainda hoje em nosso tempo. Ou você duvida que sejamos menos pecadores que Dorian? Quem não esconde seus pecados em sótãos escuros? Quem hoje não procura prazer imediato e instantâneo? Como nos deixamos seduzir tão facilmente pela beleza externa?
O esteta Wilde cinicamente nos pergunta. Seria o prazer sinônimo da felicidade? Seria o belo sinônimo do bem? Será que a beleza da beleza não seria sua efemeridade?
Uma questão que sempre discuto com outros fãs do romance é. Dorian foi vitima dos conselhos de Lord Wotton ou a semente do mal já se escondia em seu coração?
Descubra você. Soube que já está em cartaz no Brasil. Assista ao filme, mas corra para ler e reler o livro logo em seguida.

12 de mar. de 2011

NSP Cap 52 .... Natale, Capo D'anno ed La Befana.

iDormir por cima do Cado. Tão bom sentir o calor do corpo dele abaixo do meu. Lembro-me de no meio do sono ele ter me tirado de cima dele dizendo que o estava matando. Aconcheguei-o no meu peito.  Graças aos aquecedores das cocheiras não morremos congelados. Acordei sentindo o peso de olhos nos observando.
Abri meus olhos bem devagar, apertando o Cado contra mim e me enroscando mais ainda nele. Foi quando tomei um susto que nunca esperava! Quem estava me olhando era o babbo! Dei um pulo ficando de pé e fazendo o Cado rolar pelo monte de feno.
-Babbo! Tá fazendo o que aqui?
Ele me olhou de cima abaixo. Tinha um cobertor nas mãos.
-Ia cobrir vocês, e avisá-los que daqui a pouco os empregados estarão na lida. Achei que ia ficar estranho eles verem os patrões nus na cocheira enrolados que nem due serpenti (duas cobras)um no outro.
Eu estava de pé com as mãos na cintura completamente nu na frente dele sem saber o que dizer. Olhei rápido para o Cado. Rápido, mas o bastante para ver que ele fechou os olhos de novo e simplesmente fingiu que dormia.
-Babbo não sei o que dizer! Tô me sentindo um......
-Você é meu filho, estava deitado com um homem, o homem que sei que você ama. E tô vendo que você está com o cacete duro de vontade mijar.
Olhei pra baixo e realmente eu tava duro! Tomei o cobertor das mãos dele, e ficou pior ainda, pois ficou uma barraca armada.
-Larga de ser bobo filho. Não quero te constranger. Já vi essa rola dura muitas vezes. Ou você esqueceu-se das noitadas que fizemos juntos?
E piscou os olhos pra mim continuando a falar, e falou num tom mais alto.
-Já que o Ricardo não acordou! É bom você acordá-lo e levá-lo pra casa.
Estava vermelho de vergonha, e o safado do babbo tinha sacado que o Cado estava acordado. Resolvi ficar mais natural, já que o flagrante foi dado e ele mostrou que não se incomodou. Pior! Tava tirando onda com minha cara! Falei
-Vou fazer isso! Buon giorno babbo!
Fui beijá-lo e ele disse.
-Vai mijar primeiro. Tô acostumado a te ver duro não a você ficar esfregando essa rola em mim.
Fui pro banheiro das cocheiras mijar e o babbo foi atrás. Encostei no mictório e ele do lado abriu a braguilha e pôs o cacete pra fora. Mijou também.
Comecei a rir.
-Porra babbo tu tem um cacetão da porra Vecchio!
-Igual o seu! Tu é bem servido também. Mas pára de olhar ou não consigo mijar.
-Babbo! Tu bate muita bronha?
-Todo dia!
-Anche io! Todo santo dia.
Rimos juntos. Balançando os cacetes para enxugar o resto de mijo. Perguntei.
-Babbo, você tem vergonha de mim pelo que você viu?
-Figlio mio. Você é homem, um homem de verdade. Tenho certeza que nunca fará nada que eu me envergonhe. E gosto do Ricardo, sei que ele te ama de verdade. Dá pra ver isso cada vez que ele te olha.
-Obrigado babbo! Sei que você preferia que fosse de outra forma.
-Te amo do jeito que você é! Você é meu melhor amigo filho. Você é meu confidente, meu companheiro de putaria. Você é meu orgulho.
Ele-me abraçou. Me deu um beijo no rosto e um tapa na bunda que estalou.
-Vai levar o Ricardo pra casa. Descansem mais um bocado. Bela festa hein?
Nesta hora entra o Cado vestindo apenas as calças. O babbo ia se retirando e ao passar pelo Cado lhe beijou as faces falando.
-Buon giorno figlio!
O Cado respondeu e quando estávamos sós.
-Não tive coragem de encará-lo, sei que ele sabe. Mas nos pegar nus dormindo nas cocheiras? Pensei que ele fosse te bater e me matar. Pensei que ele já tinha ido embora. Entro aqui e ele me beija me chamando de figlio? Vocês italianos são tudo doido! Que foi isso?
-A benção dele a nossa união. Ele te chamou de figlio Cado!
Abracei o Cado quase chorando. Senti que o coração dele tava disparado. Também emocionado.
-Poxa Cado você não imagina as coisas que ele me disse. Tô tão feliz que tenho vontade de correr nu pelos campos.
-Imagino Teo. Você merece isso meu menino. Eu conheço a sua luta para ver os seus sempre bem. Também estou feliz dele ter me aceitado dessa forma. Bem se vê que você veio de outro grande sujeito.
Fomos para casa principal. Levei o Cado para meu apartamento. Foi a primeira vez que ele entrou lá. Estávamos tão excitados com o que aconteceu que nosso sono desapareceu.
-Poxa arrasou no seu apartamento hein? Designers brasileiros?
-Sim. É uma homenagem ao Brasil.
-Tá muito lindo! E o banheiro?
Levei-o a sala de banho.
-Nossa sua coleção do Volpi! Ah, hoje vou dormir aqui.
-Não hoje nós vamos passar o dia fudendo que nem dois desesperados. Fica ai que já volto.
Liguei pra cozinha e pedi pra servir nosso café da manhã no meu terraço.
Passamos o dia trepando, comendo, namorando, conversando, trepando mais. Cada hora que um batia na porta tomava um fora. Dormimos agarrados. No outro dia tomamos café com a família e fomos cavalgar fizemos um pic-nic no campo na beira de um lago voltamos à tarde. Juntos montamos a árvore de natal. Uma coisa fizemos apenas eu, o babbo e o Lipo, logo que todos se recolheram após a ceia. Montamos o presépio. A coisa mais sagrado do natal para a mamma. Ficamos os três pondo cada peça do jeito que ela gostava, lembrávamos das histórias dela, de seus risos, suas brigas conosco. Recusamo-nos a chorar. Sentíamos sua presença conosco. Não a queríamos triste. Guardei o Menino Jesus para pôr na manjedoura na noite de natal.
Era tarde, estávamos cansados. No tapete do salão, o babbo se encostou ao sofá, eu e o Lipo deitamos nossas cabeças no seu colo. Ele começou a contar a historia que adorávamos ouvir. A história de como ele conquistou a mamma, a ida deles para o Brasil.
Dormimos os três juntos no tapete. De manhã fomos acordados pela governanta. Eu e o Lipo ajudamos o babbo subir.
Dois dias depois era véspera de natal. Eu e o Cado passamos a manhã visitando os trabalhadores do sitio, fomos as suas casas levando presentes para seus filhos. Mais tarde fomos visitar os amigos de Siena e Firenze. Chegamos a tardinha para nos preparar para a ceia. O clima em casa era de festa. Conforme eu havia combinado com o Buffet, eles aprontaram a mesa e deixaram todos os pratos prontos na copa. Queria em casa apenas minha família e amigos. Não gosto de comemorar o natal sabendo que quem está ali me servindo também tem família e está longe dela.
A ceia foi uma cacofonia de risos, palavrões, gritaria geral. Coisa italiana! Todos falando ao mesmo tempo, discutindo, rindo. Antes do inicio o babbo fez uma oração. Ao lado de sua cadeira um lugar vazio representando a mamma. Até a foto da benedeta Gioia estava na mesa ao lado do Lipo. Eu já estava acostumado a viver com o fantasma da Búfala, mas o JG se atreveu a rir e deu de cara com um Lipo de cara fechada pra ele chamando-o de vaqueiro insensível. Teve que pedir muitas desculpas para ver o sorriso do Lipo de novo.
À meia noite diante de todos pus o menino Jesus na manjedoura. Então foi impossível não chorar lembrando mia vecchia. Ajoelhados eu, o babbo e o Lipo rezamos por ela. Sempre o Pai Nosso e a Ave Maria em nosso dialeto napolitano. Depois pedi por todos que amo, pelos amigos distantes e por muitos que não conheço pessoalmente, os meus amigos da net.
Feitas as formalidades voltamos ao vinho, ao riso, aos abraços e distribuímos os presentes à maneira americana. Segundo a tradição italiana mais antiga os presentes são dados nel giorno della Befana, mas isso vai longe já. Nos dias de hoje distribuímos doces no dia 06 de Janeiro.
Era madrugada quando a maioria se recolheu. Ficamos apenas eu e o babbo. Ele tinha o rosto corado do vinho e riamos muito. Vestidos apenas de cuecas devido ao calor etílico, fomos à cozinha comer algo para finalmente nos deitar.
Eis que minutos depois aparece o JG, ainda alcoolizado, nunca o tinha o visto com os cabelos soltos. Parecia um mestiço índio com os cabelos muito lisos na altura dos ombros. O cowboy não é acostumado a beber e tava muito engraçado. Perguntei pelo Rick.
-O Rick tá roncando que nem um porco, sempre faz isso quando bebe.
-Fui dar uma olhada no Cado e nos outros e estão todos no sétimo sono já. Eu e o babbo ficamos aqui bebendo e falando mais um pouco.
Não pude deixar de notar o corpão do JG e na engraçada boxer cheia de cavalinhos que ele vestia. Também o babbo notou minha fissura na bunda do vaqueiro quando ele ficou de costas procurando algo na geladeira. Ele disse pra mim em italiano, pois sabe que o JG não fala nosso idioma.
-Até eu comia essa bunda. Vamos dar um trato nesse bambino?
-Babbo, isso vai dar merda! Se o Rick descobre me mata.
-Mata depois que já comemos! KKKKKKKKKKKK
Devia estar realmente bêbado para fazer o que fiz.
Encostei na traseira do JG me roçando nele enquanto fingia ajudá-lo na geladeira. Mas o safado bem que percebeu e não se moveu do lugar. Vendo que fui bem recebido. Puxei os cabelos dele pra trás forçando suas costas a grudar no meu peito. O abracei sentindo seu peito forte subir e descer mais rápido. Beijei o pescoço dele dando leve mordidas. Ele pôs as mãos para trás me abraçando de costas. Ficamos alguns minutos nos esfregando assim. Puxei-o para trás e me sentei num banco de frente a geladeira. Ele no meu colo de costas pra mim, aquela bunda maravilhosa se encaixando deliciosamente no meu cacete.
O babbo foi à frente dele e baixou a cueca exibindo seu cacetão meia bomba. Peguei a mão do JG e levei ao pau do babbo. Ele estava dócil. O babbo puxou a cabeça dele para seu púbis e falou.
-Mamma bambino.
E ele assim ele fez.
Jg estava sentado no meu colo e eu mordia e fava sacanagens no ouvido dele. Com ele entre eu e o babbo. Segurei a cintura do babbo e fazia ele engolir o cacete do Vecchio que o segurava pela cabeça fudendo a boca do cowboy bem lentamente. Tirei as mãos da cintura do babbo e procurei o cacete do JG, puxei as boxers para o lado deixando livre um pau de uns 19 cm com a cabeça totalmente exposta e bolas grandes. Punhetava ele devagar com uma mão e com a outra brincava com suas bolas.
Caralho aquilo tava gostoso demais. Ele rebolava no meu colo. Sentia sua bunda musculosa se esfregar no meu cacete que gritava por liberdade.
Segurei ele com força, falei com o babbo que ele sentasse no balcão da cozinha.b O Vecchio assim fez. De pernas abertas ainda se oferecia para a boca do JG que seguiu o comando sem voz. Abaixou-se para continuar tratando a rola do babbo, eu me abaixei. Estava louco para chupar aquele cu. Afastei as pernas dele e cai matando com a língua enquanto minhas mãos apertavam os músculos daquela bunda tão perfeitamente redonda. Ele gemia cada vez que o cacete do babbo dava espaço para ele emitir som. Vi o babbo comandando o boquete segurando os lisos cabelos dele. Cena do caralho. Fiquei doido. Abri o mais que pude com as mãos aqueles montes deliciosos, brincava com minha língua no rabo dele, o sentia forçando na minha cara.
Na cozinha só se ouvia o som de três machos gemendo. Levantei-me e dei uma boa roçada naquele rabão. Corri para minha bolsa e peguei lubrificante e camisinha. Voltei e vi o babbo que o babbo tava adorando a mamada dele. Fiquei de pé ao lado dos dois e puxei os cabelos do JG para que me mamasse também. Ele veio com a boca aberta engolindo a cabeça e com a mão não largava o cacete do babbo.
Baixei ao seu ouvido e falei.
-Me deixa comer esse rabo gostoso?
Ele balançou a cabeça sem parar de mamar. Abri a camisinha e mandei que ele me encapasse. Depois que ele fez isso voltou a chupar o babbo e se posicionou de pé mesmo. Esperei ele relaxar. Ele segurava o cacete do babbo e lambia como a um picolé. Segurei fortes as ancas dele. E entrei com a cabeça. Ele tentou escapar pra frente e deu um grito mais alto.
-Porra babbo, enche a boca desse moleque!
Não parei, fui entrando devagar até passar toda a cabeça. Parei um pouco e mexia vagarosamente para os lados, fazendo espaço para fuder. JG tava com metade da rola do babbo na boca. Meu olhava minha ação.
-Fode filho! Vamos fuder ele pelos dois lados.
Nem precisou pedir de novo. Comecei a entrar muito lentamente. Não queria machucar o cowboy. Ele pareceu estar gostando pois estava frenético com o cacete do babbo na boca e cada vez ele engolia mais.
Comecei a bombar. Eu estava realizando um sonho!  Entrava inteiro dentro do cowboy, chegava quase a tirar e entrava de novo. Ficamos assim um bom tempo.
O babbo fala.
-Vem pra cá filho, também quero o cu desse bambino.
Troquei de posição com o babbo que rápido encapou o próprio pau, e começou a tentar entrar.  Senti as mãos do JG me apertarem as coxas com muita força.
-Porra babbo! Devagar tu vais machucar o JG!
Ele foi mais lento. Demorou um pouco e ele disse.
-Tá vendo! O safado me engoliu inteiro. Delicia de bunda.
JG se balançava para frente me engolindo e voltando se oferecendo pro Babbo.
Babbo pediu para sentar queria o moleque cavalgando ele.
No colo do Babbo de costa para ele o JG me mamava. Vi que estava com o cacete brilhando de tão duro. Babbo anunciou que estava perto de gozar. Eu também estava. De repente JG explode num gozo abundante sem se tocar.
Eu e o babbo sentamos no balcão e batemos punheta com a ajuda da boca e das mãos do JG. Gozamos juntos lavando o rosto dele de porra.
O babbo goza como eu. Imensa quantidade de porra.
Caímos os dois para trás exaustos. JG se jogou por cima de nós dois. Esperamos nos recuperar. Ouvimos a voz do JG.
-Puta que pariu! Que foda gostosa!
Eu e o babbo rimos, a cara e o peito dele estavam melados com muita porra.
JG me deu um beijo. O babbo se levantou. Estava já indo embora quando o JG fala.
-Tio, por amor de Deus não conta pra ninguém.
-Sossegado moleque fica entre a gente.
Tirei-o de cima de mim e falei.
-Relaxa meu gostosim. Fica de boa. Nosso segredo é só nosso. Mas vou mais de vez em quando. Tu és delicioso cara!
-Filho da puta gostoso! Respondeu ele já saindo.
Vi aquele rabo maravilhoso indo embora. Fiquei mais um pouco. Deixei uma das janelas abertas, pois a cozinha cheirava a sexo. Corri para meu apartamento e tomei uma bela ducha. Sabia que receberia bem cedo à visita do Cado atrás de foda. E eu estaria pronto!
Acordei muito tarde. Bate minha vitamina e fui pra academia. Encontrei todos lá menos o babbo e o Zio que estavam nas hortas. Todos querendo tirar o álcool do sangue. Malhei junto com o Lipo, pegamos os mesmos pesos. Chamei o mano para correr nos bosques comigo. Os outros. Já nos bosques falei pro Lipo.
-Fratello tenho que te contar uma coisa.
-Diz Grandotte.
-Comi o JG.
-Dio Santo! O Rick vai te matar!
-Ele disse que não ia contar pra ninguém, pediu a mim e ao babbo que não contássemos também.
-Peraí o babbo tava no meio?
-Foi ele que deu a idéia. Estávamos na madruga na cozinha e chega o JG meio alto ainda. O babbo percebeu minhas olhadas pra bunda do JG. Cara! Eu tava alto ainda, simplesmente me cheguei no JG, ele foi receptivo e acabamos os dois comendo o cowboy.
-Caralho! Porra ninguém me chama pra uma festa dessas. O cara é um tesão.
-Lipo, por favor, mantenha o bico fechado. Não fala nem pro Léo. Tu sabes que se o Rick desconfia, ele trava comigo.
-Tranquilo Grandotte! Se tu tá me pedindo, vou fazer boca de siri. Mas cara que inveja da porra que eu fiquei agora!
-Tu perdeu mesmo foi a desenvoltura do Babbo. Pegava o moleque pelos cabelos e metia rola na boca dele. Deu um tesão do caralho só de ver.
-Ahh!  Vocês já fizeram muita farra juntos!
-Mas nunca com outro homem Lipo! Sabe o que tô com medo agora? O Vecchio desembestar a comer a galera toda.
-Ihh, vai dar confusão se ele vier pra cima do Léo. Com aquele rolão! Tem condições não!
-Vamos ficar de olho nele! Se bem que ele tava alto de vinho também. Ele nunca mexeu com amigos nossos.
-Sabe de uma? Vou voltar agora mesmo. Sei bem como o Vecchio é safado, não vou desgrudar do Léo.
-Será que ele faria isso?
-Não duvido. Acho que ele já comeu a prima e se comeu a prima, não duvido que já tenha pegado o primo.
-Cara! O babbo tá dando WO na gente. KKKKKKKK
Lipo voltou batido pra sede. Eu resolvi ficar quietinho. Se não perguntarem não falo. Nem pro Cado.
Mas os dias passaram sem mais incidentes. Ficou cada um com seu parceiro. Soube apenas de uma farra que fizeram o Léo, o Lipo, o Babbo e o Zio, foram juntos num puteiro e se acabaram. Preferi não mais mexer com o JG. Porra, uma transa de bebedeira é uma coisa, uma armação deliberada é outra. Eu não iria ser traíra com o Rick assim do nada.
Na noite de Réveillon fizemos o mesmo esquema da ceia de Natal. Dispensei os empregados. Ficamos apenas nós. Comemos, bebemos, brindamos o ano de 2011. Trocamos abraços e beijos carinhosos desejando que passássemos todos unidos como havíamos passado os últimos dias.  Sabemos que estando juntos e saudáveis podemos tudo.
Uma hora da manhã.  Eu, o Cado, os primos, o Léo, o Lipo, o Rick e o JG. Fomos para uma boate em Firenze. Alugamos dois taxis para levar e trazer essa cambanda toda. Dançamos até as oito da manhã. Nas ruas os fiorentinos andavam felizes desejando bom ano novo. Comemos la prima colazione (Café da manhã) do ano no “The St Regis Florence” o Cado dizendo que devemos começar o ano com classe para dar boa sorte. Voltamos para a villa dormindo nos taxis. Chegando em casa fizemos a molecagem de cair na piscina do lado de fora que não é aquecida.
Cinco dias depois fomos todos para Barberino Val D’Elsa. A prima fantasiada de La Befana, coberta de trapos, chapéu de bruxa, vassoura na mão, Distribuímos doces para as crianças que nos cercavam felizes.
No dia seguinte foram todos embora. O safado gostoso do JG quando me abraçou me disse que queria repetir a farrinha que fizemos. Depois eu que sou o putano da história?  O babbo se despediu sob meus protestos! Voltou para Napoli. Senti a imensidão do solar. A casa de um dia para o outro estava vazia. Restou apenas eu e minhas lembranças felizes das festas. Restava-me o consolo de encontrar o Lipo e o Léo em Manchester na Inglaterra onde comemoraríamos meu aniversario.
Sozinho lendo na biblioteca, o telefone toca.
Era o Brad, um modelo nova-iorquino que eu havia conhecido em Barcelona. Um Big loiro com tudo que o capeta gosta. Já postei sobre ele na seção The Man aqui no blog. O cara parecia ser hetero. Tinha tomado um toco dele na primeira vez que dei em cima. Mas via grandes possibilidades de virar o jogo. Eu sempre vi uma luz no fim do túnel ali. E nessa luz ele estava nuzinho. Convidei-o para ir comigo e com os meninos para Manchester ver o show da Shaka. Eu tinha comprado um camarote. Exultei com a resposta. Ele estaria em Londres e adoraria comemorar o meu aniversario comigo.
Essa é a história do próximo post.

11 de mar. de 2011

NSP Cap 51......A inaugaração da Villa!

Voltei super relaxado para casa. Minha cabeça estava em ordem de novo. De novo eu era o Matteo de sempre, sorriso pregado na cara e coração de guerreiro.
Antes de voltar para a Villa, subi até Firenze para ver como iam os preparativos do Buffet para as festa de fim de ano. Seriam três. Um baile de Fantasia para a inauguração da Villa, a Ceia de Natal, e a festa de Capo D’Anno (Réveillon). Dias antes eu havia cancelado a festa de meu aniversário no dia 14 de Janeiro, pois descobri um show da Shakira em Manchester na Inglaterra e preferi ver minha deusinha Colombiana. Foi providencial essa mudança, eu e o Cado estávamos para fechar um grande negócio que mudará nossas vidas e tornando possível tê-lo morando boa parte do ano aqui na Europa. Preciso pôr os miolos para trabalhar na primeira semana de Janeiro numa reunião definitiva em Lisboa.
O negócio consistia na venda de nossa parte no consorcio para uma das maiores empreiteiras do Brasil. Com a entrega da Hidrelétrica no fim do Governo passado, eu havia recebido a parte final de meu pagamento e comissões. Tinha farejado o interesse da empreiteira a um bom tempo, então simplesmente troquei tudo que me era devido por ações do consorcio. Assim eu, e a empresa do Cado juntos formamos a maioria das ações. Eu saquei que gigante como é, ela iria querer ter o controle acionário do consórcio. Esse controle só se concretizaria com a compra das minhas ações. Eu estava disposto a vendê-las a preço de armas nucleares.  Matteozão não é tão ambicioso não! Mas adoro ser caro. KKKKKKKKKKKKK Vamos combinar que os preços da Hermenegildo Zegna estão nas alturas! Meu cacete tem alergia de cueca relenta!  KKKKK.  Falando sério.  Minha intenção é concentrar meus negócios na firma da Germânia e alguns investimentos em Luanda. Continuo com a vontade de fazer uma ONG. Agora captando recursos aqui na Europa e investindo em educação de crianças carentes no Brasil. Como dizem os sábios. Dinheiro precisa ser acariciado.  Mas precisa ter bom uso também..
Em Firenze. Tudo adiantado pelo cerimonial.  Passei no ateliê para medir e dar palpites na fantasia que eu usaria na festa. Pouquíssimo pano! O que mais vai aparecer tem me feito soar muito na academia.
Voltei para a Villa, estava louco para rever o Babbo. Acostumei-me com sua presença. Na verdade gostaria que ele ficasse pra sempre comigo, mas o Vecchio turrão cisma que ficará até o fim da vida em Napoli, diz que não vai se separar da mamma de jeito nenhum. Quando em Napoli vai dia sim dia não trocar as flores do tumulo dela. Desde que está na Villa a cada dez dias ele vai lá para contá-la como vai a vida dele e matar saudades dela, e as flores continuam sendo trocadas a cada dois dias por um empregado dele.
Chegando a Villa me surpreendi vendo a Giovanna, a sobrinha da Princesa nossa vizinha com um sorriso que passava em muito das orelhas. Pareceu-me que estava mais senhora de si, vestia um belo traje de montaria, tinha os cabelos presos num coque baixo.  Estavam tão entretidos no terrazzo da piscina que nem me viram chegar. Fiz uma reverencia simples para ela que me beijou com intimidade e dei um grande beijo e abraço no babbo, que provando que continua sendo um Touro de verdade me ergueu do solo. Falei no ouvido dele.
-Seu Vecchio safado! Tá se exibindo não é?
Ele me respondeu dando um tapa na bunda que me deixou meio sem graça. Fui convidado a partilhar do café que eles tomavam. A Giuliana falava de seus estudos de arte para o babbo que fingia interesse. Ele falava para ela de flores e jardins a deixando encantada e eu aproveitava para ver o meu Vecchio em plena ação
Giuliana disse que precisa ir. Ofereci-me para levá-la. Ela estava à cavalo. O cavalariço trouxe um belíssimo puro sangue árabe.  Ela saiu num galope rápido, perfeita amazona, via-se sua elegância, sua educação nobre. Típica nobreza italiana. Moram num belíssimo Palazzo renascentista, que se mantém da venda dos produtos que cultivava e do haras respeitado.  Têm abatimento dos impostos por manterem parte do Palazzo aberto a visitação durante a temporada de turismo. Os atuais nobres não são mais os bons-vivants de antigamente, hoje eles sabem vender sua nobreza e charme a preço que lhes mantenha o luxo. Os mais hábeis transformam a nobreza numa espécie de griffe, os menos se casam com ricos burgueses.
Assim que ela saiu. Falei com o babbo.
-Seu libertino! Falei para não se meter com elas.
-Ah bom! Achei um gerente pra minha rola! Larga de bancar o santinho! Não vê que a menina tá mais feliz!
-Desculpa babbo! Tu sabes que não ligo pra suas aventuras. Pelo contrário sou orgulhoso de meu Tourão.
Voltamos abraçados pra dentro de casa e contei-lhe as novidades de Napoli. Na ceia falamos sobe minhas descobertas junto ao Etna. Agradeci-lhe o conselho. Ele me disse.
-Sabia que seria bom pra você! Tu és inteligente meu filho. Estão certas suas reflexões. Acho que serei o próximo a visitar o Etna.
Passamos boa parte da noite conversando sobre meus projetos e os deles. Estávamos entusiasmadíssimos com a vinda dos meninos e dos amigos e parentes. O Lipo e o Léo chegariam primeiro, pedi-lhes que passassem em Roma na vinda e fossem buscar pessoalmente o Zio (tio) irmão do babbo, viria acompanhado de seus dois filhos, um belo casal de jovens tipicamente romanos. Já falei deles pra vocês. Eles conhecem bem o Matteozinho, com tudo que passaporte de diversão permite. Já se divertiram muito comigo e eu com eles. O que a prima é boa de boca o primo é bom de bunda. KKKKKK.
A chegada deles foi uma festa. Lindo ver como o babbo e Lipo tinham uma nova relação muito mais carinhosa. Os primos estavam bestificados com a Villa. O Zio e o babbo já brigavam com cinco minutos de encontro, riamos muito com os dois, mas emocionante mesmo foi na manhã seguinte quando eu e o babbo levamos o Lipo para ver os animais e as culturas que plantamos. Ele se apaixonou pela búfala e por um jumento. O babbo brincava dizendo que ele devia ser filho do Minotauro. O Léo foi com os primos cavalgar. Divertidíssimo vê-lo montando. Ele não tinha coragem de fazer o cavalo obedecer-lhe. Na verdade o cavalo o levou a passeio. O Lipo em minutos já estava intimo do jumento passaram o dia conversando. Parece que funcionava a tal conversa, o animal era famoso por empacar do nada, mas seguia o Lipo como um cachorro. Com todo amor do Lipo pela terra ele e o babbo não desgrudavam.
Três dias depois chegam meu Cadão, o Rick e o namorado João Gerônimo, o cowboy. Legitimo vaqueiro nordestino metido a texano. Ele estudou agropecuária no Texas e adotou toda a cultura country. Homão da porra! Jeito rústico, riso fácil, inteligência rápida, pernas grossas arqueadas e um bunda de fazer babar, sempre exibida em jeans justos que fazem meus ovos doer só em ver, rosto quadrado emoldurado por um cabelo muito liso sempre preso num rabo de cavalo.
Fui para Firenze buscá-los. Meu coração estava aos pulos! Iria ter o Cado comigo de novo! Iria rever meu doce Rick e de quebra me distrair com a visão do cowboy desfilando aquela bunda que me era proibida.
 O primeiro a sair pelo portão de desembarque foi o Cowboyzão que me abraçou efusivamente. Aproveitava uma lasquinha daquele corpo forte quando o Rick me puxou pelos ombros mandando eu me comportar. Sorri-lhe. Dei-lhe um beijo e senti nos seus braços o quanto sou querido por ele. Ele brincou por me ver de novo com o cabelo mais comprido. Prometi que seria por pouco tempo. Perguntei pelo Cado. Ele respondeu.
-Tá vindo aí. Grandão seja um pouco paciente com o coroa.
Ia perguntar por que, quando o Cado aparece no portão. Imediatamente o verde dos seus olhos me inundou. Seu sorriso largo me engoliu. Corri para ele de braços abertos. Quando procurei sua boca para um beijo ele me ofereceu seu rosto, ficou meio sem graça e saindo do meu abraço me apresenta uma morena de cabelos muito fartos, sorriso americano de dentista, corpo esculpido a bisturi e muita malhação, 200 quilos de silicone só nas tetas.
Imediatamente entendi o aviso do Rick. Dei um sorriso comprado a dois tostões. Na verdade fiquei passado. E cada segundo que passava eu estava tentando uma maneira de matar a morenaça bem rapidamente e o Cado bem devagar, tipo cortar ele em pedaços bem pequenos usando uma tesourinha de unha.
Meu olhar de AR-15 para o Cado o deixou bem desconfortável. Mas mantive o sorriso na cara, meio amarelinho, mas estava lá.
No caminho de volta eu evitava olhar para a cara do Ricardo. Mas era pura felicidade com o Rick e com o JG, e menos puro, mas feliz com a sujeita que se nominava Priscila. Nome de cachorro!
Chegamos a Villa e fiz as honras de anfitrião. O Cado estava deslumbrado com o resultado, o Rick também, o JG e a cachorra da TV Colosso. Estavam boquiabertos.
Pus todo mundo nos seus aposentos pessoalmente. Rick adorou a decoração do quarto dele, o JG mesmo macho demais para prestar atenção em decoração também elogiou. Cado ficou satisfeitíssimo com o apartamento dele. Cobria-me de elogios que eu fingia não prestar atenção. A cachorra. Alojei no apartamento mais distante que lembrei. Infelizmente o canil já estava todo ocupado. Ela adorou, mesmo parecendo decepcionada por não ficar no apartamento do Cado. Imagina! Me cornear debaixo de meu próprio teto!
Depois de todos instalados eu voltava pelo imenso corredor quando o Cado me puxa pelo braço e me leva ao seu apartamento.
-Poxa Teo! Poxa meu menino! Estava com tanta saudade de você e me tratas assim?
-Cinismo tem limites Ricardo!
-Teo! Não consegui me livrar dela. Ela não tem família na Bahia. Tinha um contrato para um comercial, mas foi cancelado. Tive que trazer! Pára Teo! Vem cá e me dá sua boca, me dá um abraço meu menino.
Sei que ele aprendeu essa desfaçatez comigo, mas cai direitinho, até a pagina 2. Dei um abraço, recebi o beijo que esperava. Se eu ficasse ali mais 2 segundos tava fudido. Quando ele veio cheio de mão entre minhas pernas. Eu me afastei. Primeiro por que ele ia ver que eu já tava duro feito aço. Segundo por que era chegada a hora vendetta.
Ele ficou sem graça. E disse
-Larga de frescura Teo!
Ai pirei de vez!
-Frescura o caralho! Respondi aos gritos! Meu sangue italiano estava borbulhando.
-Fala baixo! Eu não estou gritando contigo.
Parei, contei até 2487. E falei calmamente. Você tem 48 horas pra tirar a canina daqui, ou vou usar minhas armas. Enquanto isso seu filho de uma égua, você não toca em mim. E se eu sonhar que você encostou um dedo na quadrúpede. Vou fazer adubo de vocês dois.
-Mas Teo! Como farei isso?
-Não me interessa e não quero saber! Se vira! Porra Cado eu estava louco pra te ver cara! Estava sonhando em estar junto com você. Trabalhei que nem uma mula para ter tudo pronto e te agradar. Você faz uma merda dessas? Como você se sentiria se eu esfregasse um peguete meu na sua cara véi?  Dentro de sua casa?
Ele abaixou a cabeça.
-Teo me perdoa. Fiquei sem graça de me livrar dela. Pensei que você fosse levar na boa. Olha! Juro que não vou encostar nela. Fica assim não meu garoto, meu coração ta apertado de te ver assim.
Bem civilizadamente.  Eu disse.
-Meu amor. Pimenta no rabo alheio é refresco. Não vem com essa de ficar com pena de mim por uma situação que você mesmo provocou. Afinal que porra é essa? Virou ONG de Piriguete?  Olha Ricardo tu sabes que não ligo quem tu come. Mas não vem me esfregar o cardápio na cara não. Nunca fiz isso contigo. Exijo tratamento igual. Nem mais nem menos. Resumindo, ou você se livra desse mostruário de silicone, ou eu vou lustrar os carros com eles.
Ele riu. Descaradamente riu! Eu não agüentei e ri também. Então ele veio cheio de braços me agarrando. Dei um pulo para trás.
-Aqui tu só pega quando for meu de novo. Vou ser civilizado, educado, gentil e amável. Um doce! Mas vou azedar em 48 horas.
Fui para meu apartamento comer minha raiva. Ele me seguiu. Bati a porta na cara dele.
-Poxa Teo deixa ver como ficou seu apartamento!
-Va a fanculo Ricardo!
-Olha a educação!
Abri a porta e com a cara para fora dela eu disse.
-Ok. Por favor, senhor Ricardo se dirija ao jardim e sente seu anus na primeira tora de madeira que lhe aparecer no caminho!
Bati a porta de novo. Gritei. Vai tomar banho almoço é daqui à uma hora!
-Vem dar banho em mim!
-Viado!
-Meu Gostoso.
-Stronzo di merda!
-Amor da minha vida.
-Canalha!
-Meu tesão.
-Pára Ricardo, ou vou engrossar de verdade.
Por dentro eu já me ria. Não sei como o Cado consegue me fazer isso! Eu estava puto da vida, mas estava doido para me jogar em cima dele e beijar, amassar, apertar, fuder até dizer chega. Talvez eu aceite essas barbaridades que ele faz de vez em quando por saber que eu faço também. Não da maneira que ele fez dessa vez. Realmente eu estava magoado, mas sabia que na hora que a representante da TV Colosso tivesse ido embora eu ia ser todinho dele.
Resolvi não estragar a festa, fui tomar um banho de banheira para acalmar. Antes cai na ducha fria, estava morrendo de tesão no desgraçado, infeliz, filho da puta.
Quando estava na banheira bateram na porta. Pensei que era Cado e não respondi. Ouvi a voz do Rick pedindo licença para entrar. Gritei que entrasse. Ele veio com a cara que eu conheço muito bem. Sabendo da cachorrada do pai, queria defende-lo, mas sabia que eu estava com razão também. Logo que entrou tentou me fazer sorrir.
-Nossa que visão tio! Tinha me esquecido de como você é gostoso!
-Tio seu cú seu viado traidor de uma figa. Você sabia e nem pra me preparar o espírito!
-Poxa Grandão! Eu só soube no Aeroporto. Disse a ele que ia dar merda. Mas ele tava na confiança que você ia se apiedar da sem-família.
-Vai à merda Rick.
-Relaxa Grandão ele vai dar um jeito.
-Por falar em jeito, por que você não vem tomar um banho comigo?
-Grandão safado! Tá querendo me usar pra se vingar de painho.
-Mais ou menos. Porra Rick tô mal véi.
-Nem vem que conheço essa cara de cachorro que caiu da mudança, se eu te der ousadia, o pai e o JG me tiram o couro.
-Nada véi! Fica só aqui dentro comigo pra gente conversar de boa. Tu sabes que não faria uma cachorrada dessas com o filho da puta do seu pai.
Ele sorriu. Tirou a roupa e entrou na banheira. Tudo bem que é enteado, mas que o Rick é gostoso pra carai lá isso é. Lembrei-me de nossa ultima foda. Eu sentado numa poltrona com as pernas abertas, ele no meio delas me fazendo mais que feliz. Mas ficamos ali conversando sobre as coisas dele.
Ouvimos outra batida na porta. Era o Léo.
-Entre Léo, tô na banheira.
Ele entrou e vendo eu e o Rick juntos, ele sorrindo disse.
-Pô Bigs, isso que é jeito de tratar enteado.
-Larga de palhaçada Léo. A gente tá só conversando.
-Ô Bigs? Quem é a gostosona que chegou?
Fiquei puto de novo! Peguei o primeiro sabonete que vi pela frente e taquei no Léo mandando ele se fuder.
Ele saiu correndo. Não voltou mais. Olhei pro Rick e caímos na risada.
-Grandão você é um figuraça cara!
-Porra Rick, tô com um tesão da porra no seu velho e aquele puto faz isso. Bate uma comigo?
-Tá bem!
Ele começou a passar a mão na própria rola. Percebi ele me olhando pelo canto dos olhos, eu olhava ele ficando duro. Eu disse.
-Não Rick! Mão de broder véi! Eu em tu e você em mim.
-Filho da puta! Tava esperando eu ficar excitado né? Está bem. Tô com saudade do rolão do tio.
Pegamos um no pau do outro, nossos corpos roçavam, dei um beijo no pescoço dele. Ele veio até minha boca.
-Beijo na boca não Rick ai é fuleragem com os caras. KKKKKKKKK
-É mesmo né? Então soca aí Grandão tá gostoso pra caralho.
Comecei a aumentar os movimentos. Meu pau duraço nas mãos de meu enteado gostoso. O Rick lembrava direitinho como curto uma bronha. Apertada, às vezes lenta, às vezes mais rápida.
-Pô Rick, dá um beijo na rola.
Ele deu e depois começou a engolir devagar. Puta que pariu! Delicia!
-Dá a sua pra mim.
Ficamos no deck da banheiro num 69.
As mãos livres percorriam nossos corpos. Engoliamos um ao outro. Gozamos juntos. Descansamos na banheira com as cabeças recostadas um no outro. Rimos de nossa brincadeira de moleque. Lavamo-nos na ducha. Conversando como se nada tivesse acontecido.
Aquilo na verdade foi só uma brincadeira. De vez em quando rola essa molecagem entre todos nós. Quando nos juntamos ficamos tão bobos que parecemos moleques imberbes. Até campeonato de punheta a gente faz de vez em quando. Pode existir coisa mais inocente? KKKKKKK. E o Cado já participou umas duas vezes.
O almoço foi servido na beira pátio interno. Eu havia providenciado aquecedores externos para podermos curtir os jardins. Durante o almoço o clima era de risos, falávamos sobre a festa dali a dois dias.
A cadela siliconada se enturmava não parava de falar. Apesar de minha cara feia olhando pra ele o babbo tava todo solicito. Lógico! Não tirava os olhos das tetas da mulher. Eu realmente tentava ser gentil. Afinal a porra já tava em casa mesmo. Eu não trataria mal um hóspede.
Todos querendo descobrir a fantasia do outro. Só o Lipo e Léo tornaram publica as deles. Seriam os Super Gênios. Uma versão ao menos já que seriam dois homens invés de um casal. Foi quando a Priscila au-au falou que ainda não sabia o que usar.
-Cadinho não me avisou que haveria uma festa à fantasia.
Quando eu ouvi “Cadinho” quase gofei o vinho. Veio num ímpeto uma sugestão pra fantasia dela.
-Por que não vem de Glick Priscila? Os meninos vão precisar completar a fantasia deles. E a inútil me pergunta.
-Quem é Glick?
-O ajudante do Super Gênios, um macaquinho muito simpático.
O Cado me fuzilou com o olhar. Então tentei melhorar.
-Os Super gênios não são nada sem o Glick, na verdade o Glick é até mais inteligente que os dois. E mais! Usa uma capinha bem bonitinha.
Ela.
-Ah! Mas deve ser chato para dançar.
Sugeri outra.
-Então venha de Puffi, como a Pitufina.
-Quem é?
-No Brasil chama Smurf. Te sugeri a Smurfete
-Boa idéia! Tão bonitinha azulzinha.
-É verdade. E era a única fêmea da aldeia. Tenho certeza que ela dava pro Papai Smurf e pro resto da aldeia né?
Com essa o Cado não agüentou e riu também. Mas só riu quando viu que a tapada não tinha visto maldade na idéia.
No dia seguinte chegou o pessoal do cerimonial. Começaram a montar a pista de dança que cobriria a piscina do pátio interno que também foi todo coberto devido ao frio. Montaram o palco para a banda de rock e uma pequena orquestra. Criaram quatro simpáticos caramanchões do lado fora. Eu tinha pedido que não modificassem muito a decoração da casa. Achei sem sentindo fazer uma festa para inaugurar a casa se ela não fosse mostrada como realmente era. Além disso, não seriam mais que 200 pessoas. Como não consegui lugar para muitos que moravam fora. Aluguei uma parte do Palazzo da Principesa.
No dia da festa correria geral. Casa cheia de operários ultimando os preparativos. A empresa que contratei não me decepcionou. Tudo estava perfeito. Manobristas, Majordome (mordomo)de Libré anunciando convidados. Bebida de primeira, banda de rock muito legal. Os garçons também em libré, usavam apenas a casaca, meiões e calças. Com o peito nu. Eu tinha pedido um clima meio perverso. E olha que me apareceu cada gato!  Very fancy baby!
A parte externa da casa estava iluminada com tochas imensas. A alameda estava multicolorida com belo jogo de luzes. Arrasei galera.
Nós todos estávamos curiosos para conhecer a fantasia um do outro. Como já sabíamos a do Lipo e Léo. Pedi a eles para receberem os convidados. Só que os danados enganaram a gente o tempo todo. Lipo era Lion-O e o Léo o Panthro, personagens dos Thundercats. Puta que pariu! Estava muito sexies! Com as coxas fortes de fora. Indecentes. O Léo com aquele corpo troncudo dele tava demais como Panthro. Brinquei muito com o Lipo chamando atenção para o desenho da espada de Tandera. É uma buceta!Então é obvio que o Olho de Tandera nada mais é que um cu. Kkkkkkkkk
-É verdade Grandotte! Escolhi a fantasia certa. Kkkkkkkkkk
-Vocês estão ótimos!
Mais divertido ainda foi ver que eles fizeram um conluio com os primos que se vestiram de Wilikat e Wilikit os adolescentes do cartoon.
-Ah! Bigs vai lá se arrumar que tô doidim pra ver sua fantasia.
-Nada especial Léo. Diante da de vocês deu até inveja agora! Porra vou ficar parecendo o Mumm-Rá. KKKKKKKKKK
Me aprontei. Por coincidência saímos eu e o Cado ao mesmo tempo de nossos Apartamentos. Ficamos nós dois nos olhando.
Fiquei excitado vendo o Cado. Fantasia simples, mas que me deixou taradim. Ele estava de Clark Kent. Elegantíssimo num terno estilo anos 50, óculos, cabelo engomado, camisa aberta mostrando a marca do Supeman.
Ele me olhava do com o mesmo olhar de desejo.
Eu estava de Thor. O Deus nórdico. Meio estilizado, misturei o super herói do cartoon e o Deus da lenda. Tronco coberto por um colete em tiras de couro. Os braços e costas tinham desenhos nórdicos como tatuagens. Calças rústicas de couro bem justas, botas também rústicas que iam até os joelhos. O cinturão largo que segundo a lenda dobrava sua força. Maquiei meu cabelo de loiro invés do verdadeiro vermelho do Deus. Nas mãos o Martelo Mjolnir.
-Teo! Você conhece a lenda do Deus Thor? Parece muito com você.  Um grande guerreiro, conhecido por sua bravura e honestidade. Sabe que ele era famoso não só pela força, mas também por comer um boi numa refeição? Então foi por isso que deixou o cabelo crescer! Garoto você tá exalando sexo. Essa calça tá desenhando suas coxas de forma deliciosa, esse malão então.... Me dá um beijo?
Dei um beijo nele, um beijo que eu desejava há muito! Mas quando ele veio cheio de mão. Fiz ele parar.
-Teo! Libera. A Priscila tá indo embora amanhã. Fiz...
-Não quero saber o que você fez pra se livrar da piriguete. Vamos descer, nossos amigos estão esperando.
Dei a mão a ele e disse.
-Cado, eu tô puto da vida contigo, mas eu te amo cara.
-Eu também te amo meu menino! Me perdoa, fiz merda e das grandes.
-Perdôo não! Não vou correr o risco de você fazer de novo. Mas também não vou guardar magoas. Você nunca guarda das bobagens que eu faço.  Na verdade seu safado se essa calça não fosse uma segunda pele, eu a arrancava agora.
-Não provoca não que eu esqueço a festa e tiro ela eu mesmo.
-Você vai ter essa chance. Estás lindo de Clark Kent.
Descemos juntos, os salões já estavam cheios. Na parte inferior da escada a cachorra nos olhava admirada. Não larguei a mão do Cado. Mas devo admitir.  Ela estava escandalosamente linda. Era Jessica Rabbit. A salafraria estava escondendo o jogo. A fantasia estava perfeita nela. Voluptuosa. Curvas exageradas. Era a própria Mrs. Rabbit em carne e osso e muito silicone. Em seguida vi o babbo. Nunca o tinha visto tão elegante. Usava um smoking, o toque de fantasia era dado por uma cartola alta e uma echarpe branca. Vestido como Lord inglês. Seu porte atlético e os claríssimos olhos azuis o fizeram um dos homens mais belos e bem vestidos da festa. Tanto que pedi que ele abrisse a festa dançando a valsa com a Principesa que usava um antigo vestido de baile com uma saia que parecia ter metros de circunferência. Depois ela me disse que ela era o personagem de Deborah Kerr em “The King and I”. O Cado pediu a dança a Giuliana, ela era Titânia a Rainha das fadas de “Sonho de uma noite de verão”  Eu ousadamente dancei a valsa com mio fratello. O Zio fantasiado de Nerone (Nero) convidou a Sirigaita. Pensei. Ainda bem que ela vai embora de manhã, ou ia rolar pau entre o Zio e o babbo.
Duas valsas depois a banda de rock começou a balada junto com o Dj.
Sai da pista para entreter os convidados. Abracei amigos, exibi meu fratello e o Cado. Diverti-me com as escolhas das fantasias. Surpreendi-me com a filha da viúva moçambicana que eu havia apresentado ao Babbo. Uma bela mestiçinha de curvas poderosas. Quando prestei atenção à fantasia dela. Tomei um susto! Não pela personagem que ela escolheu, mas por me fazer lembrar um amigo que amo.  Ela estava de Beyoncé. Este amigo é fã dela e toda vez que a vejo em vídeo, ouço as musicas e me faz lembrar ele e me faz querê-lo próximo. Tenho certeza que ele teria curtido muito esta festa. Não é meu Lê?
Os Thundercats me fizeram entornar duas taças de champagne e me arrastaram para a pista. A safadinha da prima tava assanhada como ela só! Passava as mãos em nós todos. O primo já estava sendo reservado para os prazeres do Lion e do Pantrhon.  Já estávamos bem altos, sorrindo e dançando como loucos. O Dj põe uma mixagem de músicas da Shakira. Começando com Waka-waka. Eu posso até me envergonhar de contar, mas não posso negar que fiz o que fiz. Fomos os três dançar no queijo fazendo os movimentos da coreografia da musica. Quando olhei pra baixo o Cado me olhava entre incrédulo e risonho. Ah! Foda-se! Ele sabe que Shakira não dá pra segurar.
A festa correu lindamente. Antes do fim a Priscila Au-Au veio se despedir. Acompanhei-a até o carro. Assim que ele entrou na alameda indo embora. O Cado agarrou minha mão e me levou as cocheiras. Ali mesmo ele arrancou minhas roupas. Eu quase rasguei as dele. Rolamos como animais no feno. Eu sorria com todo meu corpo em êxtase por cima do meu Cado. Ele estava selvagem, eu adorando ser devorado por ele. Entreguei-me sem reservas. Não ouvíamos mais o som da festa. Agora o mundo era aquele monte feno, era eu e ele. Nossos corpos se esfregavam latejando de desejo. Nossos corpos marcados a dentes e dedos, tal a violência que nós queremos. Não ouve tempo para preliminares. Virei-o e apoiei-me em suas costas, o comi com força. Derramei meu esperma por seu corpo que minutos depois se misturou ao que escapou de minha boca. Marquei meu homem. Dividindo com ele a marca a fogo que ele fez no meu coração quando eu tinha 20 anos.