7 de abr. de 2013

É com orgulho que posto este conto. Leiam e descubram quem o mandou!


Meu Grandão me ajuda nas  provas do semestre!

Oi Galera.


Apesar de ser primeira vez que vou narrar uma aventura sexual, sou o primeiro e mais fiel leitor das aventuras do Matteo, vocês me conhecem desses contos-diário. Sou o Lippo, irmão do Matteo, ou como o chamo desde sempre o Grandotte! Não sou bom como ele em envolver seus leitores e amigos de forma tão sensual  em suas fodas. Muitas dessas conheço por ouvir dele, algumas partcipei e outras ouvi de colegas dele quando em sua antiga profissão.  Apesar da extrema discrição profissional  do Grandotte, é impossível  evitar algum boca a boca. Sempre um cliente tipo viadão espalha o fato de que pegou o cara gostosão que tá passando ali. O Grandotte deixava rolar, sem negar nem confirmar, afinal era o cliente falando e fazendo propaganda e da boa, pois nunca lembravam de contar que alugaram a tal rola gigante.
Escrevo com a ajuda do Grandotte. Escrevi e ele editou. Eu queria que tivesse o clima e ritmo que ele sabe construir.  A visão, a percepção dos fatos é minha. Por isso não estranhem ler a prosa do Matteo com atitudes que diferem das dele.
Fazia pouco tempo que morávamos no apartamento que Cado presenteara ao Grandotte.
Minha nova vida ainda parecia quase irreal. Desde que meu Gigante gentil saíra de nossa casa para conquistar o mundo (sempre vi dessa forma a sua partida), a rotina minha e de toda a família mudava num ritmo que a nós, gente do campo parecia impossível  Gente do campo acorda com o sol, cuida da terra, dos animais e espera paciente pelos resultados de sua labuta dura.  Sempre assim, do nascimento a morte, se há uma mudança é apenas por capricho dos ciclos da Natureza, a mãe, a amiga, a ditadora e o carrasco dos que vivem da terra e do próprio suor.
A saudade do meu irmão, meu maior amigo, meu defensor, meu modelo de homem e de ser humano, meu herói, meu amor de sangue, carne, alma e mente, foi devastadora no inicio. Nada era divertido, nada me interessava, nada era emocionante já que eu não tinha com quem dividir, rir, segredar. Sentia falta do seu riso solto, suas broncas, sua proteção, do cheiro dele quando me abraçava depois de apostarmos corridas na volta da escola, de ouvir suas historias nas quais pra mim ele era sempre o herói triunfante, do olhar cheio de vontade de conhecer o mundo e dividir comigo, e claro sentia falta do corpo forte, do beijo quente, do sexo sempre disposto as minhas vontades. Desde que trepamos a primeira vez o Grandotte era meu parque de diversão. Tinha-o a meu dispor a qualquer momento, a qualquer hora. Nunca ouvi um não. Meu corpo é seu, ele dizia e diz.  Já maior, percebendo como são as coisas, sei que o Grandotte é meu ativo submisso. Claro que ele sempre soube disso.Nunca nomeamos porque nunca entre nós nada é nomeado. Sei que ele sabe que faz parte de seu personagem em nossa relação ele ser o Dominador. Na verdade acho que somos os dois dominadores. Ele me domina pelo sexo e amor, eu o domino pelo amor e sexo, nesta exata ordem. Encaixe perfeito.
Estava no segundo ano na faculdade, o quarto semestre. Sempre fui ótimo aluno. Mas depois de um semestre  que prefiro esquecer, no qual tive problemas com drogas e fiz o Grandotte chegar a beira da loucura, preocupação e tristeza. Estava com seria dificuldade em uma matéria,  bem perto de perder o semestre. O Grandotte, sempre meu cuidador, cobrava meu desempenho como uma rígida governanta alemã.  O Grandotte sendo o primogênito e o principal provedor da família só fica abaixo do babbo. Sendo o caçula, sou ultimo na hierarquia familiar, uma hierarquia tradicional, campesina, italiana. Ou seja, não mando em ninguém, nem em nada, obedeço a todos, levo tapa de todo mundo. As únicas vantagens são,  ser o queridinho da mamma e o tesouro do Grandotte. Ele assumia minhas mancadas frente ao babbo e levava as broncas ou uma sova no meu lugar. Por causa dele sempre fui o intocavel da escola, não existiu valentão capaz de me perturbar  Os que tentaram foram massacrados pelo meu Grandão. Me defendia e me ensinava a lutar para me defender. Não adiantou muita coisa, pois mesmo os que eu bati, apanhavam de novo do Grande só por terem ousado se meter comigo. Além de tudo isso o fratello sustentava-me com um luxo que não se permitia nem a si próprio. Seu grande sonho era ver-me diplomado, um bacharel em Direito.
Eu estava evitando falar com ele sobre o problema da facu para não preocupa-lo.  Ah! Vamos dizer a verdade! Estava era me cagando do esporro ia tomar. Paura (medo) máxima do Grandotte irritado. Enfurecido triplica de tamanho, endurece as feições, os olhos ficam de um azul tão escuro que parecem negros, de tanto que sua pupila dilata. Esculhamba a vitima e seguindo as tradições da família  Tama-lhe tapa! Seguido de um castigo sem perdão, cruelmente elaborado com requintes de maldade. Dias e dias joga na sua cara seu erro esperando pedidos de perdões constante e saboreando o sofrimento do pobre (eu). Ai de você se durante o castigo demonstrar qualquer sombra de felicidade. Neste caso é configurado que o castigo foi light e entra em estudos para nova edição e  bem pior! Pois é galera! O gostosão bonzinho, sorridente, sedutor e sempre Pica Pronta. Tem um lado monstro aterrador. Sou intimo desse monstro, já penei e peno na mão dele. Kkkkkkkkkkkkk. Sabem de uma coisa? é a melhor mão para te fazer sofrer e para dar amor e carinho.Pra vocês terem ideia durante um desses castigo, em que estava proibido de fuder em casa! Olha o nivel!! Fui pego em flagrante com a rola na porta da buceta. Todo animadinho nu, pau duro, tesão a mil e o cara me flagra! Broxei instantaneamente quando o vi na porta do  meu quarto.
Simplesmente ouvi dele.
-Veste a roupa!
A gata ficou de cara. Sem saber o que fazer. Para meu azar máximo era uma que ele estava doidinho pra traçar. Sabem porque? É só não dá ousadia a ele que o cara pira!  Cá entre nós! Rsrsr. Ela fazia o maior bico pra ele, o achava metidão a come todas. Sabemos que ele é né galera? O Pior é que sujeita tinha mesmo tesão nele, acho que estava me dando de pirraça. No problem to me. Foda é foda! Não queria casar mesmo!
Vesti a roupa mais rápido que a Mulher Maravilha. Olhei para o Grandotte esperando a próxima ordem, sabia que qualquer movimento que eu fizesse ele mandaria fazer o contrario. No cagaço nem lembrava da Gostosa nua na cama. Ai ele faz a sacanagem máxima.
A Tesuda se levantou da cama para juntar as roupas. O Grandotte faz a cara de Homem mais gentil do mundo,  faz o andar Macho Alfa, que sutilmente mostra o volumão no meio das pernas, estufa os peitões, retesa  os músculos dos braços e os faz parecerem querer estourar o terno. Tudo isso é invisível a um ser  que não o conhece desde que ele cagava nas fraldas. Admito! Faz bem feito! Com esses movimentos se torna o homem mais sexy do mundo, nessa hora se ele mandar , você fica de quatro, afasta as nádegas e pede pra ele meter do jeito que quiser.
Foi em direção a garota que o olhava de cima a abaixo visivelmente enfeitiçada pela armadilha mortal. Pega as mãos dela com delicadeza, um sorriso de rosto inteiro, tão inteiro que clareia os olhos azuis transformado-os em metralhadoras sensuais. Se inclina da sua altura, como se fosse um sinal de que você deve agradecer dele descer lá de cima pra ficar mais perto de ti, e nessa descida os cabelos lhe caem na testa e olhos, então ele sopra suave de um modo que não te deixa perceber como ele conseguiu dirigir o sopro a mover mexa dos cabelos, queimados de sol. Então tira o próprio blazer e envolve a coitada com ele, deixando a mão imensa na cintura dela, como dizendo que agora ela está segura e protegida por ele. Pra finalizar, o tiro mortal, fala mansamente com sotaque napolitano e recheando a frase de palavras em italiano.
-Perdona signorina! Coisas de fratelli. Scuza que seja testemunha. Me permita oferecer minha suite para que tenha privacidade e se recomponha. Pedirei que cuidem de sua roupa. Me dê a chance de tentar agrada-la depois de minha total falta de tato.
Sem dar tempo dela responder, pega o interfone e manda que prepare um banho na hidromassagem e chame seu massagista. 
Outra tentativa dela falar algo e ele de novo interrompe dizendo.
-Te prego que me deixe trata-la como merece.
A essa altura a infeliz ou felizarda já está como oferenda, deitada num altar de sacrifício em honra a algum Deus devasso. Sem saída, Perda total! Com os brações em volta da menina ele a dirige para o abatedouro. Eu com cara de mané, puto da vida, na certeza que ele vai dar a foda do seculo, para deixar obvio que ela ganhou, indo com ele e não comigo, e para me pirraçar claro! Me deixar doido de tesão e vontade de ao menos ver o show que o sacana Casanova baiano-napolitano ia dar na cama.  KKKKK
Assim foi. Depois que despacha a gata, me espera  nu na cama, fingindo que tá ressonando, ainda cheirando a sexo, pau meia bomba.
Fazendo cara de enfezado, me aproximei.
-Pô Grandotte! Sacanagem nível máximo brutal! Ma ché cazzo! Brutta figura la tua! (Que porra! Que coisa feia, safada)
Ele abre os olhos e enfeita o rosto com um sorriso que a qualquer desavisado parece ser inocente. Passa a mão suavemente no meu rosto, segura minha nuca, beija minha boca metendo a língua ainda com gosto da buceta que era minha e diz.
-Lippo meu tesãozinho, fratello que amo! Tu merecia né? Ia me dá um W.O. com a garota. Infringir uma regra que estabeleci durante um castigo.
E continua.  Faz cara de bambino e detona.
- Adesso vini qua, rimani insieme a me, lascia perdere qualcosa brutta. Vini a fare la pace! A fare l´amore! Andiamo a fare la nostra feliicitá. (agora vem cá! Fica junto comigo, deixa pra lá qualquer coisa feia. Vem fazer a paz, Vem fazer amor. Vamos fazer nossa felicidade).
Pô galera! Quem aguenta? Diz ai quem não ia!
Euzinho descarado ultimo grau que sou, doido por meu fratello-tesão, pirado no meu personal cafajeste, seguro o rolão do filgio de una putana enquanto ele lambe safadamente a cabeça de meu pau que a essa altura já estava todo melado de baba. Me deito naquele corpo imenso, minha Private Disneylandia. Me jogo feliz, sem vergonha, sem pudor e determinado a dar uma surra de sexo no sacana, não só pra me exibir pra ele, mas para ser feliz com ele.
Voltando ao café da manha, de onde eu tentava fugir do fratello para não ter que explicar a fria que estava em relação a matéria do semestre. Vejo-o descendo as escadas. Vinha serio, sem ter feito a barba. E sinal terrível de espinafração a galope! Ele não tinha ido a academia, ficou pra me pegar de tocaia. Tinha sacado que eu tava sempre fazendo curva pra não encara-lo.
Trocamos um beijo de buongiorno (bom dia). Tento fazer a linha relaxado!
-Miracolo! Nom sei andatto a palestra? Nom ha fatto la barba! Ancora nudo! (Milagre! Não foi a academia, não fez a barba. Ainda nu!)
Não fez o efeito que eu esperava. Aconteceu foi o que eu temia.
-Vai me contar agora o que passa contigo. Enjoei de esperar você tomar coragem. Fala!
Sem saída  Perceberam né? Esse é um daqueles momentos que só temos uma palavra pra dizer ou pensar. FUDEU! E fudido, fudido e meio! Vamos logo curto e grosso contar a merda toda!
-Tô fudido em Direito de família.       Falei e entreguei a alma a Deus, me preparando para os 5 passos da Ira do Grandotte.
Passo 01 – Respira fundo! Mas muito fundo, se vc estiver num lugar apertado sofrerá asfixia, pois ele tomará todo ar pra encher os peitos.
Passo 02 – Passa as duas mãos ao mesmo tempo ns cabelos, jogando ele todo pra trás de forma a deixar bem visível seu rosto enfurecido.
Passo 03 – O rosto se transforma em Pedra, como de uma vitima da Medusa.
Passo 04 – Olhos escurecem. Viram misseis nucleares. Ele se torna a própria Medusa capaz de te transformar em pedra só pelo cagaço que provoca.
Passo 05 – A bronca propriamente dita, cheia de ironia, sarcasmo, vilania e verdades esmagadoras.

-Io sabia que era merda! Tá pensando o que da vida seu stronzo? Te ofereço a porra da chance de se realizar. Tu podes estudar sem lavorar, tem carro, tem grana, tem conforto.  Que porra tá te faltando? Uma enxada? Ta com saudade do arado?
-Puta que pariu, Grandotte!   ( é! Acreditem! Eu sempre falar uma merda pra piorar minha situação)
-Fala direito comigo caralho! Você estuda Direito ou é algum vagabundo pra falar dessa forma numa conversa sobre seu futuro?
-Perdona Grandotte. Sei que sou o único culpado. Sei o que faz por mim.
-Não faço só por você não. Fazendo pra ti é o mesmo que fazer por mim. Tudo que faço Felipo é por nós, por nossa família  Não somos uma ilha! E quando digo que faço, não é por estar cobrando o que ofereço. Eu amo você seu porra, seu bastardo infame. Quero que você aproveite. Poucos tem a chance de encontrar um caminho arrumadinho pro futuro.
Tentei encurtar o texto já meu conhecido. Tentei evitar meu sofrimento em ver o fratello sofrendo por mim.
-Na verdade Grande, me dediquei mais na matéria que curto, entra fácil  me empolga. Tenho me dedicado a recuperar a matéria que estou com problema. A porra do professor tá de perseguição.
-Perseguindo?  Qual motivo? Te conheço, quando vc quer sabe ser bem esnobe.
-O cara quer rola. Já me deu umas indiretas. Dá forma que ele fez fiquei puto.
Ele olha pra minha e com surpresa vejo um leve alivio, como se a solução não fosse assim tão difícil  Logo depois uma expressão de duvida.
-O cara curte rola? Então porque tu deixou a merda chegar no limite? Por que  não fudeu o cara e pronto?
-Bobeie, fiquei muito puto com a forma que ele sugeriu. Falou como se fosse o único meio, como se eu não fosse capaz de recuperar. Agora o cara faz de difícil.
-Se fudeu não é Ô rola de Ouro? Vai ter de fazer o caralho do semestre de novo, por causa da rola super-star só para os escolhidos dos Deuses? Se fudeu por falta de humildade e se achando superior.
-Tô tentando corrigir, o cara ta jogando duro.
-Quem é o sujeito?
- Milton Santana. (fake logico)
-Eu o conheço! Grande acadêmico! Foi meu mestre. Também eu tive dificuldade num semestre com a matéria dele. Também eu fui cantado por ele a trocar sexo por notas.
-Ele foi cliente seu?
-Falei sexo por notas em prova. Quando que um professor ia conseguir bancar uma foda comigo? Mas eu não fui estupido como você. Precisava das notas e fui humilde o suficiente para fazer a troca. Eu já fazia por dinheiro mesmo, qual a diferença? Fiz mesmo! E fiz tão direitinho que passei com louvor em duas provas que faltei por estar trabalhando pra trazer pra junto de mim a dono da Rola Super-star.
-E agora? Como faço io?
-Conheço o tesão do cara. Dou a dica a vc e por favor me volte pra casa com o semestre resolvido, deixando o sacana de cu arrombado, boca com câimbra e pernas sem forças por 3 dias.
-Vai ser fácil não Grandotte! Tenho suas manhas não.
-Lippo,  em beleza chega a ser humilhante nos comparar, perco feio pra você! Tem um cacete perfeito,  seu charme é inegável. Tu faz de mim, puto experiente, gato e sapato.
-A ultima que tentei ele chegou a dizer que seria preciso dois de mim para eu conseguir o que ele ofereceu  fácil e me fiz de muito importante.
-Dois? Ele disse 2 de você?          Perguntou o  Grandotte.
-Tô dizendo que o cara pra fuder?!!.
O Grandotte, parou por 2 segundos. Na minha cabeça não via uma lampada de ideia em cima da cabeça do Grande, Vi um neon luminoso, gigante, tipo Las Vegas.    
Ele e perguntou quando seria a próxima aula do professor..
-Pior que vou ter que olhar para a cara do puto hoje. Ultima aula.
Ele levantou, todo decidido ligou para o escritório . Desmarcou um jantar.
E todo risonho me disse com os braços em volta de mim.
-Só vc pra me fazer voltar a ser puto a esta altura do campeonato. Ele disse 2? Vai ganhar o especial da casa dos Migliore. Dois machos filés bom de foda. Eu vou contigo, sei como tratar aquele safado. Aproveita e aprende com o mestre.
Sorri todo feliz, adorava ver o Grandotte cheio de si, sabendo que vai dobrar alguem sujeitando  o cara a ceder ao proprio desejo.
-Vou pegar o historico dele, lá em cima.
Sim, o Grandotte fazia fichas dos clientes. Assim ele sempre lembrava o que cada um curtia na foda, a comida preferida, lugares de viagens. Todo tipo de informação para manter o cliente ciente de que ele era inesquecivel e importante para o Matteo. Que o putão de luxo lembrava de tudo dele. O cara fazia Markentig Extreme, não foi a toa que se dava bem não. Voce imagina sair com um cara, meses depois encontra com ele de novo e o cara lembra de tudo de você? PutãoMaster né? E outra! esse Modus Operandi continua na vida empresarial e de Lobista. As pessoas com quem ele trabalha se encantam com a memoria carinhosa do cara, capaz de lembrar dos nomes dos filhos de um cara que ele viu a dois anos atrás num jantar de negocios.
Desceu depois de ler a ficha do cara. As fichas referentes a clientes do puto, do empresario e do politico lobista nunca são vistas por ninguem, são guardadas num cofre, nem Deus nem o Diabo tem acesso. Segundo o Grandotte esses arquivos são um patrimonio, para o bem e para o mal.  Quando eu digo pro Grandotte que isso não foi invenção dele, foi do ACM, Toinho Malvadeza, ele fica puto. KKKKK Eu cá pra mim prefiro não ter uma ficha dessas na mão de ninguem. Já pensaram que são como arquivos de confessionario? Já imaginaram os arquivos dos politicos? Seus pecados, artemanhas, negociatas todos arquivadinhos do jeitinho que Belzebu faz? Nitroglicerina baby! Lá ele!
-Senta aqui e ouve com atenção.
O cara curte ser passivão, tipo submisso, porrada light,  mandar ficar de quatro, cenoura no rabo,  consolos imensos, fazer de empregadinha Adora macho dominador. Curte ser putinho no ultimo. Tem uma medida, sem pegar muito pesado, mas também não muito leve. Quando saiu comigo disse que acertei a medida exata. Ficou todo apaixonadinho. Depois das notas recebidas nas provas, abri o jogo e falei que as próximas seriam dentro do meu cachê. Ganhei muita grana com ele. Dava até pena, juntava grana pra sair comigo, fazia empréstimos  Isso as vezes me deixava sensibilizado, mas claro, ficava lisonjeado. Algumas fodas depois, comecei a inventar escusas para não sair com ele, parecia meio obsessão  e em verdade eu me sentia culpado por ele se endividar por sexo comigo. Tinha muitos e bons clientes, que pagavam sem nem sentir o que gastavam, nunca explorar nessuno.
Deixa que conduzo e vc me acompanha no ritmo da estoria, da fantasia.
-Va para a facu com uma roupa meio justa, mas  sem parecer um michê. Uma calça que mostre o volume, uma camiseta que deixe os músculos dos braços aparecerem, use o cabelo menos mauricinho, meio despenteado e não faça a barba, fica do jeito que está. Tome banho mais cedo, não use perfume. Quero você cheirando a macho, macho meio rustico, limpo mas na medida de estar com seu cheiro natural. Nada de gostosim cheirando a sabonete fino, nem perfumes caros.
E assim foi feito. Usei calças jeans surradas e justas, camiseta Hering coladinha, basqueteiras All Stars bastante surradas, cabelos soltos encaracolados, penteados apenas com os dedos, um cordão de couro no pescoço. Pra minha surpresa o look foi sucesso no campus inteiro.  Kkkk perdi mó tempão sendo arrumadinho chic.
Na ultima aula, encarava os olhares do professor. Deixei ele ver uma ereção, de forma discreta, sem parecer que estava me oferecendo desesperadamente. Faltavam 10 minutos para o fim da aula quando o Grandotte chega na porta e pede um segundo para falar ao professor um assunto com certa urgência.  O visual do Grandotte parecia o meu, detalhes faziam a diferença, esses detalhes mostravam a diferença do profissional e do aprendiz. Eu usava uma Hering justa, mas era nova. Ele usava uma bastante gasta, justa desenhando o peito grande, um buraquinho de puído deixava ver uma pele queimada de sol,  por cima dela usava uma camisa xadrez, com mangas arregaçadas  como não lhe interessasse exibir músculos, , as calcas eram jeans também  enquanto a minha era velha de boutique a dele parecia que era usada ha anos num canteiro de obras,  não usava cuecas, via-se o contorno do cacete descer da virilha, guardado junto a coxa numa das pernas do jeans. Imoral e delicioso!  Invés de tênis ele usava uma bota de couro, dos tipos que se usam em construção. O efeito que aquele grandão musculoso, queimado de sol, cabelos queimados num tom aloirado que pareciam terem sidos penteados uns dias atrás,  causou na sala entre as meninas e alguns meninos foi imediato. Os pescoços se viraram para a porta e não se moveram um segundo enquanto ele estava lá, macho, sem sorrisos e objetivo demais para olhar para qualquer pessoa que não fosse a que lhe interessava. Ao dar as costas pra sala, o que vi me fez tremer de desejo. Uma bunda firme e redonda enchiam os jeans sem estar apertada.
Pegou o cara pelo braço, afastou um pouco da porta e disse-lhe ao ouvido.
-Quero seu cu depois que você deixar meu pau todo babado. E quero te emprestar ao meu irmão.
O cara voltou meio nervoso.
De novo o Grande o chamou. Dessa vez, sem cerimonia, apenas fazendo um sinal de venha com o dedo.
-Meu cartão. Esteja em minha casa em 40 minutos, rabo limpo, tanga. Libere os alunos, o Shopping está quase fechando, quero-o usando uma tanga nova, vermelha e muito pequena. Faltam 15 minutos.
-Não vou conseguir!
-Se quiser rola vai sim! E nunca mais discuta uma ordem dada.
Virou as costas falando, sem se virar. Libera agora o  Felipo Migliore, ele vai comigo.
O antes metidão professor, apenas olhou-me dizendo.
-Vai.
Chegando em casa o Grandotte mandou que eu ficasse apenas de jeans no sofá, que pusesse um filme ou jogasse um game. Da mesma maneira ele estava.
Fazia 45 minutos quando o cara chegou, meio sem jeito e agitado. A porta do elevador abriu e ele ficou parado sem saber o que fazer e visivelmente excitado.
O Grandotte, olhou-o e disse com voz firme. Tá esperando o que? Atrasou! Tá pensando que sou sua puta? Porque ainda está vestido? Bota a calcinha e vem de 4 tentar perdão.
O cara fez tudo num átimo  Nem 10 segundos depois da ultima frase do Grande, ele estava com uma calcinha fio dental enfiada no rabo, indo de 4 até o Grandotte que o esperava imponente. Até eu, acostumado aos papeis que ele encarnava nas fodas fiquei excitado com a performance  Via-se a mais perfeita tradução do macho. O corpo de um David, calça justa marcava o pau que nao tinha fim, primeiro botão aberto do jeans justos que pareciam ter sido feitos nele, peito grande, largo forte, realmente poderoso. Parecia a perfeição do Homem, do desejo, fantasia perfeita sem ser clichê. O Grandotte é um ator. Descobri naquele momento. KKKKK
O cara se aproxima de forma servil, cabeça baixa, empinava o rabo tentando despertar o desejo do Deus que ele desejava. Estranho vê-lo assim quando o conhecia na sala de aula tão orgulhoso de seu poder normalmente usado para comer os alunos que eram alvo de seu tesão, geralmente os mais simples e humildes, os mais indefesos. Ele não era feio, um coroa normal, sem barriga, corpo que parecia um dia ter sido belo, tinha cara de intelectual, cabelos gomalinados, óculos de tartaruga,  que parecia ter muitos anos, olhos claros mostravam ser  viciados em livros.
E agora o intelectual que dedicou sua vida a cultura e ao conhecimento, estava ali, de 4, louco de desejo, totalmente entregue ao mais básico instinto animal. Escravizado pela beleza de um Homem que pouco conhecia, submisso a carga de testosterona que aquele que parecia um Semi-Deus tamanha a perfeição e beleza que o Matteo, o auto proclamado rei dos putos, o que se dizia o melhor dos melhores, criado para o sexo. Falo Matteo por que realmente não era meu Grandotte, a beleza e poder que ele emanava fazia parte do ser que ele encarnou, realmente parecia mais belo, mais poderoso e perfeito
-É o tesão se adonando da razão, a fantasia pode ser mais real que a verdade Lippo. Já pensou nisso? É uma ilusão que criamos, o cérebro acredita pois assim queremos.
-EEEEEEE Todo filosofo!
-Fratello, se quer ser bom no que faz, precisa estudo. Em qualquer coisa, qualquer área  Claro que estudei. É neuro-linguística e funciona não só para criar fantasias sexuais, uso até hoje para meu trabalho, Lobby é convencimento não é?
-É verdade. Sei furbo, sempre foi.  Kkkkkk  (é esperto você, sempre)
Admirei sempre como o Grandotte adota seus conhecimentos, sempre uma visão mais ampla e holística das coisas. Sempre adorou aprender, tudo que ele não conhece, ele tenta saber , conhecer, estudar.
Quando o prof chegou a seus pés. Recebeu um tapa na cara.
-É pelo atraso.
O prof, nada faz, pelo contrario, pareceu se excitar com o tapa. Pediu para mamar o pau.
Ele respondeu.
-Disse que vc seria um presente para meu irmão. Vá e agrade-o, faça com que ele o elogie.
O prof virou para onde o Grande olhava, pareceu só naquele momento ter-me realmente percebido. Arregalou os olhos surpreso, mas não disse uma só palavra.
Grandotte, veio a mim e deu-me um beijo gostoso, sacana,  exalando masculinidade.
-Fratello! Ordene como esse putinho deve te agradar, use-o como quiser. Se ele conseguir, vai ter  direito a meu leite, e ter seu rabo puto arrombado de novo pelo cacete que ele tanto deseja.
Dei um outro beijo, e este foi carinhoso. Mais uma vez vi os olhos arregalados do prof. Quando viu que eramos irmãos e nos amávamos  quando o Grande me fez um carinho e se abaixou dando um beijo no meu cacete, por sobre o jeans ainda fechado. Talvez nunca tenha visto o Grandotte, seu dono, se esforçando para agradar a outro.
Eu disse.
-Fica perto de mim, quero vc vendo tudo.
Olhei pra baixo. Para de Escravo de Prazer. Secamente ordenei.
-Faça!
O prof veio avido me tirar os jeans.
-Não mandei me despir. Quem vai me despir é mio fratello. – me tira as roupas fratello?
Grandotte montou em meu colo, colou seu peito no meu e me puxando pela nuca me beijou longamente, me abraçando facilmente me levantou junto com ele. Ajoelhou-se a minha frente, desabotoou os botões dos jeans enquanto me sorria. Quando completamente nu, ele me beijou delicadamente.
Sentei numa poltrona aramada. Tinha apenas uma almofada para acomodar a bunda, o resto era um labirinto de arame , abri as pernas.
-Antes de mamar, me serve um vinho.
 O prof foi até a cozinha-bar, sempre de 4, escolheu um vinho tinto e com dificuldade, pois estava de engatinhando em 3 membros, me serviu a taça. Derramei  a taca por meu peito, pau, coxas e pés.
-Lambe, é um presente. Um bom vinho servido numa taça de carne de macho.
O cara chegou a tremer de tesão e começou pelos pés a lamber cada milimetro de meu corpo, lambia com entusiasmos. Bom pra carai. Quando chegou ao pau. Mandei que lambesse o resto antes, o cacete seria o ultimo. Mesmo com visível decepção ele fez,  e com a mesma desenvoltura.  Chegando no cacete me deu uma das melhores mamadas que recebi. Durante ele eu mandava-o engolir  batia na cara, forcava a entrada total do cacete fazendo engasgar.
Um momento ele tentou parar. Fazia 30 minutos que mamava.
-Não mandei parar. Só vai parar quando tirar leite. Vai se fuder se desperdiçar uma unica gota de  porra.
10 minutos depois eu enchi a boca do prof que avidamente me bebeu sem nada desperdiçar.
O  Grande não deu tempo dele descansar. O amarrou pelas mãos no corrimão da escada que levava a biblioteca. Ele ficou meio arqueado com o rabo empinado e a boca na altura do segundo degrau. Assim que terminou de amarra-lo o Grande que já tava de pau duro pelo show de meu orgasmo, enfiou seu pau na boca do prof, meteu algumas poucas vezes, encapou e de uma vez meteu todo o cacete no rabo do cara que gritou forte e teve sua boca tapada pela imensa mão do Grande que quase lhe cobria todo o rosto. Sem dar  tempo de acostumar com a firme enterrada que o rabo do prof recebeu, ele imediatamente bombou sem do, forte e bruto como eu nunca tinha visto ele fazer. Continuando sem parar ele suspendeu o prof pelas ancas e metia num ritmo alucinado, tão veloz que o cara chegou a ficar suspenso apenas seguro com uma das mãos do Grandotte que mantinha a outra mão ocupado dando tapas que deixavam marcas vermelhas na bunda do sujeito.
Eu pensei que se o Grande fosse meter daquela maneira durante o tempo que ele leva pra gozar ali jaz um rabo. Estaria em carne viva no final. O bicho demora pra gozar.
Entre gemidos e surpreendentes pedidos de mais e mais rola, de chamados de macho, de dono e tals. O Grande ficou uns 15 a 20 minutos metendo. O suor molhou o cabelo, escorria pelo peito, as costas eram pequenas cascatas de água salgada que desciam pela bunda marcada pelos músculos e pela força que ele fazia no ato, uma poça formava-se no chão. Eu já estava duríssimo com a cena. Vendo isso o Grande ordenou, vem e fode esse rabo, vou gozar na boca. Ele saiu e rapidamente inverteu a posição das algemas, fazendo com que o prof me recebesse de frango, tendo suas pernas como ancoras em meu pescoço. Grande subiu para o terceiro degrau e graças a sua altura meteu metade do cacete na garganta do cara e em umas 5 metidas que fizeram o rosto já vermelho do sub quase entrar em chamas, encheu tanto a baco dele que saia pelos cantos apesar de ser visível que ele dava goladas para não perder nada. Gozando o Grande se abaixou até minha boca me fazendo sentir o ar quente de sua boca pelo esforço que fez e pelo prazer que sentia, e de forma quase violenta me prendeu pela nuca a sua boca sem me deixar sair até o fim do gozo. Com esse beijo rápido cheguei ao gozo e troquei de lugar com o Grande para nova carga de porra no prof.
Estávamos encharcados pela rodada de foda, o prof jazia quase desmaiado ainda preso nos pulsos, deixando ele sentar mas com os braços preso arriba. Eu e o fratello fomos a piscina. Perguntei sobre o prof.
-Deixa lá, vamos dar uma pausa e depois vamos nos alternando até de manha. Vamos dar umas duas cada um ainda.
-Puta que Pariu! E onde vamos desovar essa criatura depois?
-Que nada rapaz. Ele deve estar no céu dos submissos agora. Duvido que neste momento tenha alguém mais feliz que ele nesta cidade.
-Tem sim! Sou eu. Grazie fratello. Grazie por fazer isso por mim. Grazie por você ser você.
- Lippo! Lembra que digo que meu corpo é e sempre será seu? Independente de com quem ou onde eu esteja. Amo o Cado sim! Mas io e te somos um só.
Durante um abraço em que afirmamos e confirmamos sermos um, meu celular toca, não atendo, em seguida toca o fixo, atendo no Deck. Era o o Léo.
-Diga meu Rei! Qual é da night?
Sorri e disse.
-To fazendo uma prova.
O Grande sorriu e pediu o telefone. Sabia que mais uma ideia imoral tinha surgido na mente amoral do Grande. Passei o fone ainda ouvindo o Léo dizer.
-Que porra de prova do carai é uma hora dessas? Isso tá mais pra macumba que prova. kkkk
O Grande respondeu.
-Tá afim de dar uma força pra seus fratelli aqui.
-Só se for agora The Bigs. O que é que tu me pedi de pau duro que não respondo de pernas e boca aberta?kkkkk
- Vem agora, vai dormir aqui, já chega nu e de pau duro, deixa a roupa no elevador. Temos uma diligencia pra fechar esta noite.
-5 minutinhos e Léo delivery na área da Cobertura Puteiro do Bigs. E se não chegar quentinho pode devolver. Léozinho é mais garantido que boi de Manaus.
Desligou o telefone. No rosto do Grande um sorriso terno. Tanto eu como o Grande amamos o Léo, mas para o Grande o Léo é seu fratello caçula caçulinha.
-Tem como não se sentir premiado com amigo como o Léo? O muleke nem perguntou pra que quero ele. E pode apostar que vai chegar em cinco minutos, nu e de pau duro. Kkkkkkkkk ao menos vai nos dar uma aliviada na carga horaria de sua prova. Kkk
-Ele te ama Grandotte. Você é Rei pro Léo.
-Não! O Léo me ama como seu irmão mais velho, como o pai que ele não teve presente. O Lèo ama a vc, e se eu fosse você começava a dar mais valor a esse amor. Já viu o brilho nos olhos do Léo quando ele está contigo? Se lembra que quando você estava na clinica o Léo simplesmente se mudou para ficar com você? E nunca! Em nenhum momento ele questionou seus erros, ele simplesmente está lá toda vez que você precisa.
Ouvindo isso, percebendo isso, de forma tão palpável  comecei a cuidar mais do amor que o Léo me tinha e esse amor foi crescendo em mim também  e de melhor amigo ele se tornou meu companheiro, meu amor, um amor tão profundo como o que sinto pelo Grande.
Naquela noite e sempre os dois estavam por mim. Naquela noite um desfez promessas intimas de não mais se trocar por favores, o outro simplesmente se entregou sem nada perguntar, sem nada pedir. Será que alguém pode se sentir mais amado?
O Léo chegou conforme o pedido. Saiu do elevador privado de pau duro e na cara seu sorriso eterno, seu jeito muleke que prova que felicidade pode ser uma constante. O jeito safado do Léo é encantador. Todo leke de praia, taludão como diz o Grande. È o mais baixo da turma de grandes, tem apenas 1,75 mts, corpo grosso e forte, cheio de ginga e malemolência. Tem como residente fixo no quadril o próprio Capeta , deixa qualquer um maluco quando rebola e mexe o corpo como se  fosse feito de mola, apesar de ser todo toradinho. A coisa mais linda da Bahia é meu Léo sorrindo e mexendo seu corpo irradiando alegria, contagiando seu sorriso como um vírus. Tem uma capacidade de transformação absurda! Saímos do estagio em ternos sob medida e o leke tira  e põe o seu bermudão que fica preso quase na coxa, um boné virado  o faz o Skatista que todos abrem alas no Half Pipe, turmas rivais tem o Léo como intermediário  Sai da pista e entra no mar a fare Surf com a mesma desenvoltura. Apresenta novatos a veteranos e faz mal entendidos de praia virarem farras em Luais improvisados. Na praia da  barra é unanimidade entre as tribos, está em todas, dos maconheiros, dos esportistas, dos gays, dos coroas, dos gostosões. Na mesma noite que vai a um forró, passa num bar de Rock, visita uma rave, e dança numa country, sem esquecer da galera do Axé e do Arrocha. E nesse ritmo que é o brega da Bahia faz eu e o Grande darmos crises de risos nos ensinando as letras. O Léo sempre diz. Tenho essa de tribo não, tenho tempo pra ser uma coisa só não.  Eu sou de todas as  tribos e todas as tribos são minhas também.  Esse é meu Léo, meu amor, meu irmão mais novo.

Entrando ele diz.
-Léozinho na área. Só pra confirmar o pedido, Foi aqui que pediram Lekão de Corpo gostosim, quentim e pau durango.
-Confere.   Falamos eu e o Grande ao mesmo tempo.
-Ok.  Diz ai Bigs?   Meto rola onde?
O Grande apontou o prof amarrado na escada. E uma gargalhada safadissimao Léo  faz estrondar pelo salão.
-Demorô. Esse ai conheço, fui aluno dele semestre passado. Ahhh Muleke !! Vai tomar rolada até pedir menos! Xá comigo. Só paro quando o SAMU chegar, kkkkkkkkkkk
E meteu feito um doido.
Eram 6:00 da manhã quando o motorista levou o prof pra casa, pois não tinha condições de dirigir o próprio carro.
Enfim.
Semestre tranquilão! Fechadão. O Grande deu uma trip de prêmio para Costa Rica e o Léo veio junto comigo. Ele também tinha fechado tranquilo o semestre dele.
Beijão a todos. Não sou o Grandotte, mas espero que tenham curtido.

5 de abr. de 2013

Facebook

Galera fiz um face pra gente poder tc, como nos velhos tempos do Kut.
Quem tiver afim, manda convite.    Matteo Migliore  ,  me  cata lá e manda bala


ou   copia e linka

http://www.facebook.com/matteo.migliore.984

3 de abr. de 2013

Conto enviado por Leitor


O Sobrinho aprende rápido!

Olá pessoal, sou leitor asssiduo deste site, escrevo este conto lembrando de uma historia pra lá de tesuda que aconteceu comigo antes de estar com meu parceiro.
Tenho hoje 38 anos, na época do acontecido fazia um ano que havia me formado em Educação Física, trabalhava como personal trainner e instrutor numa academia, tinha então 23 anos. Sempre fui fissurado em esportes, faço musculação desde os 15 anos, tenho um corpo bem  definido que junto com minha altura me tornam bem atraente, sei disso pelos olhares que me são dirigidos.
Ganhando de forma que dava pra me bancar, aluguei um pequeno apartamento na Barra, Zona Oeste do Rio de Janeiro.  Seis meses depois, um sobrinho, filho do meu irmão mais velho, iria fazer uma prova do exercito e me pediu pouso, claro que atendi,  além de gostar muito dele, sou seu padrinho. No passado, era comigo que ele tirava suas duvidas sexuais de garoto. Já o tinha pego sem ele perceber, que numas ferias no sitio da família, ele me espionou umas duas vezes enquanto eu me banhava. Sempre pus isso na conta de sua curiosidade adolescente.
Uma semana depois, atendo o interfone e o mando subir. Ao abrir a porta fico impressionado com a mudança física dele, em 3 anos se tornou um belo homem. Corpo sarado, brancão, olhos castanhos muito claros, cabelos também claros, cortados a moda militar, rosto anguloso e braços muito fortes, apertados nas mangas de seu uniforme.  Usava uma calça justa e pude perceber coxas grossas que guardavam um considerável volume no meio delas, a bunda era um espetáculo a parte!
-Caraca Marcão, eu esperando meu sobrinho e vem um baita de um milico adulto. Vai parar de crescer não muleke? Ta do meu tamanho já, ou maior. Perdi o posto de grandão da família.
O convido a entrar, ele me abraça e beija carinhosamente. Me elogia a boa forma,(eu estava de sunga). Respondo sorrindo que é o trabalho e a praia. Mostro-lhe o pequeno apartamento e digo que ele ou pode dormir na minha cama comigo ou no sofá, que ficasse a sua escolha. Ele me pergunta se não iria incomodar,  respondo que quando vier com alguém o aviso, e que inclusive durante os quinze dias que ele fosse ficar essa seria nossa estrategia pra fuder, pois o ap é bem pequeno, ele sorri e me abraça de novo. Fico meio sem graça dessa vez, pois apesar de nossa intimidade de família nunca tinha prestado atenção nele como homem. E que homem!
Para deixa-lo a vontade digo que já pus uma toalha pra ele no banheiro e que ficasse a vontade na cozinha.   O Marco, esse é seu nome, vai ao meu quarto deixa a mochila e volta apenas de cueca, entra no banheiro, ouço a ducha, percebo que ele não fechou a porta. Vou a cozinha e ponho um lanche no microondas. A curiosidade me matava, estava louco para vê-lo nú por inteiro. Entro no banheiro com a desculpa de mijar.   O vejo através do blindex e fico deliciado com a visão daquele corpão de macho com uma frescura adolescente, imediatamente meu pau começou a responder. Abaixo o sungão e começo a mijar. Com surpresa o ouço falar.
-Caraca tio que rolão hein? Deve estar pegando todas!
Olho pra ele e o deixo perceber que o estou medindo de cima a baixo. Respondo.
-Deve ser genética de família, rsrsr Na verdade o seu é bem parecido, e mais grosso. Tu que deve tá arrombando muitas por ai, rsrsrs       E arrisco.  - E no quartel deve ter fudido uns rabos também né?
Ele sorri meio sem graça, mais confirmando que negando. Eu continuo.
-Relaxa Marco, normal isso, cara macho mesmo não perde oportunidade de uma boa foda seja com quer for.
-Tu já fudeu com homem tio?
-Sim e muito! Curto os dois.
Ai  ele confessa.
-Bem, não posso falar que foi uma foda, na verdade deixei alguns darem umas mamadas e comi uns rabos.
Pronto! Agora não faltava mais nada. Minha cabeça de repente se encheu de ideias sacanas. O que devia me inibir, que era nosso parentesco, na verdade estava me dando mais tesão ainda.
Ele reparou meu tesão.
-EEEEe o cara já tá ficando duro! KKKKKKKKK
-Sacanagem Marcão! Claro que tá ficando, só falar em putaria que o bicho responde.  Disse eu, sacudindo a rola e guardando na sunga.
Para não partir pra cima e talvez quebrar a cara, mudei de assunto.
-Bem! Termina o banho ai. Esquentei um rango pra tu, e eu também quero tomar uma ducha.
-Ok, tio. Me passa a toalha.
Ele abriu o blindex e pode ver sem empecilhos toda a beleza daquele corpo. Sem marcas de sunga, muito branco, tórax  definido dividido por uma linha de pelos que iam do meio dos peitos  até a virilha, o famoso caminho do pecado e do prazer.  Ombros largos, , braços perfeitos,  coxas e canelas  peludas, tudo isso combinando com sua altura de 1,90 e o rosto de uma beleza máscula e ao mesmo tempo quase infantil,  olhos que se destacam pela clareza e suavidade, boca muito vermelha.
Parecíamos um par de irmãos, por causa da altura e físico, apesar de eu ser moreno e sempre bronzeado de praia, cabelo encaracolados, olhos verdes e ele cabelo militar, pele alva. As cores que mais chamavam atenção por causa de seu pele, eram os pelos negros e lisos nas coxas e canelas e em volta do pau, no rosto a boca vermelha e marcante, tórax liso,apenas o bendito caminho de prazer! Mamilos grandes num peito forte e abdome que mostrava muito trabalho de academia e boa alimentação. Me surpreendi ao ver que ele  tava meia bomba. Brinquei.
-Ai safado! Tu também ficou duro?
-Estudando muito tio, sem uma boa foda a tempos.  Só pensar em sexo e fico assim. Quem sabe tiro o atraso aqui na cidade maravilhosa e experimento novidades?
Ouvindo essa ultima  e a  ´´só pensar em sexo`` achei que o leke era mais sacana que o tio, então ele estava pensando em sexo?  Tirei minha sunga e entrei. O safado não perdeu tempo de comentar .
-Eeita bundão branco! Que diferença tio sua cor de verdade! Mas que bundão hein? Com a seca que eu tô, melhor dormir de calças.
-Vai se fuder muleke! Rsrsr . Você que se atreva e te enrabo em seguida!       Brinquei deixando claro que se rolasse seria uma troca.
Rimos e guardamos o que dissemos.  Em seguida estava com ele na cozinha enquanto ele lanchava. Me atualizou sobre a família, seus planos pro futuro, eu  fiz o mesmo falando de minha vida na capital, do trabalho e dos planos para adiante.
O convidei para uma cerveja num quiosque na praia. Ele aceitou.  
Demos umas voltas no calcadão. Sentamos num quiosque pedimos umas cervejas, batemos mais papos, contamos piadas e com o passar das horas e das garrafas de cerveja, falamos de sexo. O papo foi pra lá de sacana. Ele passava a mão no pau que mostrava estar duro como eu. Tudo discretamente como se um não percebesse que o outro olhava.  Na quinta garrafa, já as 22 horas, eu disse que ia deitar, apesar de ser sexta feira, eu estava mesmo afim de ficar em casa e ver uns filmes. Disse que se ele quisesse ficar que ficasse a vontade e desse umas voltas nuns barzinhos  próximos. Ele respondeu.
-Não. O papo está ótimo não quero sair. Vamos levar umas latas e assistimos uns filmes.
Chegamos em casa, automaticamente tiro a roupa ficando só de cueca. Falei ao Marco que nunca estava vestido em casa e que ele não se incomodasse. Ele sorrindo responde que o sonho dele era ter o apê dele pra nunca por nem uma peça de roupa em casa. Tira toda a roupa ficando com uma cueca slip deliciosa, meio surrada, deixando a mostra o desenho de seu pau grosso.
Liguei o ar condicionado, fui a cozinha guardar as latas no freezer, voltei com duas nas mãos. O Marco procurava filmes na TV a cabo.
Quando voltei, o vi deitado todo esparramado no sofá. Ofereci a lata a ele. Deitou no outro lado do sofá, fiz o mesmo, enquanto agradecia ter escolhido na compra aquele imenso sofá estilo polinésio. Ele zapeava a tv e deixou num canal de sexo.
-Tá afim de ver uma putariazinha tio?
-Pode ser, mas acho que só vai deixar a gente mais tarado ainda. Kkkkkk
-Nada que uma bronha não resolva. Rsrsrsr
Assistindo o filme, viramos rapidamente duas latas de cerva. Pelo canto do olho via que ele estava com a mão dentro da cueca e alisava o pau. Fiz o mesmo para ver onde isso ia dar.
Ele fala.
-Tio, vc já fudeu mesmo com outros caras?
-Sim.
-E como foi?
-Muito bom, cheio de tesão, tem coisas que outro homem faz bem melhor. Sabe onde pegar, beijar, amassar.
-Sim, mas como foi?
-Você quer perguntar se dei ou comi?  Fiz tudo, prefiro ser ativo, mas se for uma foda que valha a pena, eu dou o rabo tambem, o importante Marcão é o cara ser macho como eu. Numa boa foda my friend,  vale o tesão,  ter e dar prazer.
Enquanto eu falava ele alisava o pau que de tão duro já mostrava a cabeça fora cueca. Eu tambem no mesmo estado. Dessa vez eu deixei ele ver que eu o olhava e ele mirou meu cacete que vibrava na cueca. Disse-
-Caraca tio! Legal! Me deu maior tesão! Vamos bater uma?
-kkkkkkkkkkkEu topo.
Antes de terminar  a resposta, ele já sacava o cacete que mostrava uma linda e perfeita cabeça bem vermelha e lustrosa. Tirei o meu tambem e o exibi na sua dureza.
Começamos uma leve bronha, eu sem parar de olhar o pau dele e ele o meu.
Lembrei que o cabo oferecia canal gay. Perguntei:
- Quer ver uns filmes gays? Tem um canal erotico gay. Ta afim de ver como é uma foda completa entre machos?
- Vamos sim! Como disse, eu só deixei chuparem e meti.
Pus no tal canal. Passava  uma foda entre dois  cowboys fortões.  Notei que o Marcão apertou seu pau com mais força e com a outra mão alisava o saco. 
Ficamos os dois batendo lentamente nossa bronha,. Ofereci a ele um gel, dizendo que ficaria mais gostoso. Ele aceitou. Quando ele ia passar no proprio pau, eu disse:
-Ai Marcão? Vamos fazer uma mão amiga?
-Que isso?
Eu bato em você e você em mim.
-Nunca peguei num cacete que não o meu.
-Tá na hora de experimentar, não foi vc que disse que veio experimentar novidades na capital.
-OK Demorô.rsrsrs 
-Então passa você o gel em meu pau!
Ele exitou por dois segundos. Seus olhos corriam entre meu pau e o dele.
 Levantei tirando a cueca e liberando o bicho que saltava feliz com a liberdade. De pé com as mãos na cintura e o cacete a poucos centímetros de seu rosto, segurei meu cacete e falei.
-Pega logo no cacete rapaz! Sem essa de quem é mais macho, vamos fazer o que tivermos vontade de fazer e morre aqui. Coisa de brother.
Ele sorriu de forma maliciosa e espalhou na mão um bom bocado de gel, cheirou sentindo o aroma de morango que desprendia do liquido gelatinoso. Falei com o tom de voz mais sacana que já usei,   que tinha sabor de fruta e que era comestível. Ele pegou no mastro. Senti uma corrente elétrica percorrer meu corpo. Muito tesuda a cena daquele macho gostoso me apertando o pau, com os olhos fixos nele, os dentes apertando os lábios vermelhos.  Soltei  um gemido grosso de prazer.  Falei que era deliciosa a sensação. Que  gosto que aperte com força. Pedi e senti sua força! Vi  os músculos de seus os braços se retesarem a cada aperto.  Puxei pra perto uma cadeira, me recostei no espaldar, minhas pernas tremiam!  Com a respiração acelerada falei-lhe.
-Vai dizendo o que está sentindo. Tá gostando de estar com o cacete do tio nas mãos?
Com os olhos fixos no meu pau o moleke respondeu.
-Sim tio, tá gostoso demais! Quente, duro e macio.
-Fica a vontade, aperta, passa a mão no saco, passa a mão onde quiser, meu corpo é seu, explore ele.
O Marco apertou meu cacete com as duas mãos, uma em cima da outra.  Em seguida, sem largar dele, com a outra mão sentiu meu saco depilado. Pressionou uma bola de cada vez, seguiu com a palma aberta minha cintura e premiu  minhas  nádegas. Como usava apenas uma mão, para apertar à outra nádega ele se aproximou mais de meu corpo e meu cacete tocou seu rosto. Senti com a glande sua barba nascendo. Eu louco por uma lambida, mas queria que fosse ele a tomar atitude. Deixava correr solto enquanto ele falava o que sentia a cada aperto e descoberta de suas mãos em meu corpo.
Marco:
- Bunda dura, firme, gostosa! Coxas deliciosas! Gostei do saco depilado e das bolas grandes. Ah! Seu pau é babão como o meu!
Pediu que eu afastasse as pernas. Seus dedos começaram a explorar depois do saco, passando e pressionando com toques suaves o espaço entre a bolsa e o anus. Lentamente ele procurava pelo cu. Encontrou. Rodeava com a ponta dedo a entrada. Vi um pulo de seu pau e umas gotas de pré gozo lhe melar a cabeça da rola, quando descobriu que também ali não havia pelos. Lambendo o lábio superior disse-me.
-Tesão tio! Rabo lisinho. Posso meter o dedo?
-Pode tudo! Mas lembra de retribuir cada agrado que receber.
Eu estava a ponto de perder o controle, tamanho o tesão. Meu sobrinho, um belo macho, um dedo me massageando o cu,  mão apertando meu pau, boca ameaçando engolir.
Então ele deixou de ameaças, passou a língua em volta da glande. Dava uma volta completa e e de baixo me olhava com a cara mais safada do mundo. Começou lentamente a enfiar a cabeça na boca. Senti sua inexperencia a principio, mas com o tesão que sentia, com o cheiro de nosso desejo já se espalhando pelo apartamento, eu não me importava, ao contrario, aproveitei para com voz firme e gentil, lhe ditar o que fazer e mostrar minha satisfação.
-Isso meu sobrinho tesudo! Vai lambendo a cabeça do caralho do Tio! Sente o gosto de macho. Não! Não desperdiça a baba! Passa essa língua quente e experimenta! Tá curtindo?
-Sim tio, nunca pensei que fosse assim.
-Assim como? Diz pra mim.
-Que fosse tão tesão assim estar com um cacete na mão, sentindo o gosto dele na boca.
Pus minha mão na sua cabeça.
-Agora vai engolindo bem devagar.
Ele engoliu até a metade.
-Vai mais! Quero ele babado, vou fuder sua boca virgem de pau!
-Consigo não cara! Essa porra é grossa!
Firmei minhas duas mãos nas laterais de seu rosto.
-Grosso sim! E vc como bom putinho do tio vai babar nele, engolir até engasgar!
Forcei sua cabeça devagar até sentir que ele não aguentaria mais, até sentir a força de sua cabeça tentando tirar para respirar. Dei um tempo e forcei de novo. Na quinta vez ele já engolia mais, babava muito e não forçava para tirar, ao contrario, uma volúpia se apoderou dele que soltou o cacete, deixando entrar mais livre e se apoiou nas minhas coxas apertando forte.
Eu falava putarias.
-Isso meu putinho gostoso! È assim que um macho mama uma rola! Com vontade!
Não aguentando mais, o levantei pelos braços e apertei sua boca na minha sentindo o gosto de meu pau, o cacete pulsante dele lutando com o meu pelo mesmo espaço.
Fiz que deitasse no chão e me juntei a ele. Estava por cima e beijava-o com intensidade. Senti que estávamos os dois nos melando com o pré-gozo meu e dele. Apertando o pau dele, brinquei:
-Pau babão igual o do tio. Rsrsrsr
Beijando todo o seu torso forte, branco, forte que exalava um delicioso perfume de sabonete, suor e tesão. Segui o caminho de pelos que leva a virilha. Abri as pernas dele. Fiquei de joelhos um instante admirando aquele moleque gostoso todo relaxado e totalmente a minha disposição. Ele estava de olhos fechados esperando meu próximo movimento.
-Abra os olhos Marcão! Quero ver o desejo neles. Agora é minha vez de mostrar o que faço com a boca e de vc me ensinar como gosta.
De novo me joguei sobre seu corpo. Agora prendia suas mãos acima da cabeça. Beijei o rosto, a boca, os olhos, orelhas e levantei o rosto a olhar seus olhos. Sem deixar de fixa-lo esfregava meu corpo no dele, com meu peso completamente solto e distribuído sobre o Marco que me mirando arfava e sorria com o canto dos lábios entre gemidos baixos e roucos. Repeti a descida com a boca em cada milimetro de pele. Braços, axilas, mamilos, lateral do tórax, língua no umbigo raso. Chegando a virilha, afastei mais ainda suas pernas e rocei com a língua dando mordidas suaves onde apenas raspava os dentes ao redor do sexo. Apenas minhas orelhas e bochechas chegavam a encostar no pau que duro como pedra apontava o teto. Um tempo mantive-me assim até senti-lo desesperado para que minha boca alcançasse o sexo. Primeiro lambi e engoli cada uma das bolas peludas, antes de subir, me deliciei na base do mastro, iniciando a subida sem toca-lo, apenas deixando minha língua aprender cada pedaçinho do delicioso nervo, cada veia que com outras eram o mapa do paraíso de prazeres. Perguntava se ele estava gostando e o que eu poderia fazer. Ele respondia que fizesse como quisesse. E pulsava, dava pinotes, chegava a empinar a pélvis. Finalmente quando cheguei a glande, o meu sobrinho descontrolado me empurrou a cabeça metendo o que pode da vara em minha boca chegando a garganta. Não reclamei, senti que babava muito e quanto mais eu babava mais fácil ele entrava. Claro que não foi todo, mas por pouco não chego ao fim.
-Caralho tio! Isso que é uma mamada! A melhor da minha vida! É um safado mamador de rola mesmo!
Soltou minha cabeça.
-Mostra pro seu sobrinho macho o que mais faz! Boca tesuda!
Essas palavras me deixaram mais tarado ainda.Eu o mamava, sugando as vezes com força, as vezes bem leve. Não sei quanto tempo fiquei assim, um tempo que me pareceu uma deliciosa eternidade. Suas mãos agora buscavam minhas pernas. Entendi que era um 69 seu desejo. Fiquei de 4 em cima dele e meti rola na garganta do rapaz e engolia a dele. Fudiamos um a boca do outro.
Meus joelhos já doíam quando mudamos a posição ficando lado a lado. Minutos passaram e o pau do Marco crescia na minha boca. Minha cabeça foi empurrada para engolir o máximo. E muitos jatos de porra eram-me presenteados. Quentes, grossos e numa quantidade imensa. O corpo retesado e tremulo do Marco não parava de gozar. Mesmo gozando não tirava o meu pau da boca, sugava forte, quase provocando dor.
Terminou de gozar e puxou meu rosto junto ao seu me fazendo abrir a boca e mostrar seu esperma na minha boca inundada.
-Engole!  Quero ver o tio engolindo tudo.   
Assim fiz. Ganhei um beijo e dividi com ele o restinho que ainda sobrava. Deixei-o descansar um pouco. Minha cabeça em seu peito enquanto este subia e descia cada vez mais lentamente.
-Você gozou tio?
-Não! Vou gozar agora.
Sentei no sofá abrindo as pernas. De pau em riste e babando.
-Vem! Cai de boca e mama até tirar leite!
De 4 ele veio. Caindo de boca, com vontade. Agora parecia um mestre. Fazia-me contorcer de prazer. Apertei sua cabeça entre minhas coxas e gozei um gozo longo e farto em sua boca.
Terminado. Nos encaramos, sorrimos. Juntos e abracados, descansamos no tapete.
Feliz! Eu ouvi ele dizer.
-Quero mais!


Continua.......
Se curtirem.

28 de fev. de 2013

O Aeroporto, um milico! Continuação Cap 56


Continuando o capitulo. E tentando salvar o Eriko, seguidor deste blog, de uma crise de abstinência, rsrsrsr.
Ah! Antes que  comece, peço desculpa por eventuais erros ortográficos, meu word não corrige em português, uso versão em italiano, além disso ou arrumo tempo pra postar ou pra corrigir, vão aguentando ai, que breve compro uma atualização do corretor em português.

Depois de uma deliciosa sessão nas duchas, enxugamos um ou outro. Ilya abriu duas garrafinhas de vodka. Me ofereceu uma que não aceitei. Ele virou as duas em dois goles! Tem que ser Russo pra fazer isso!  Suas bochechas ficaram vermelhas, achei adorável, abri mais e o desafiei a beber. Ele não só bebeu como abriu outra e repetiu!  Com o corpo mais quente ainda pelo álcool, me abraçou me levando de volta ao Spa.
Na maca de tratamentos me pediu uma massagem. Sentei naquele bundão branco, alvo, com finas linhas dos negros pelos riscando sua alvura. As costas como o corpo, não são musculosas em exagero. Tem o corpo grande definido nos braços, peitos, coxas. Grossas coxas que como colunas sustentam o rabo redondo, farto e duro. Com os braços apoiando a cabeça em repouso nota-se alguns músculos nas costas, região do deltoide e das omoplatas. Uma nuca grossa coberta desde o começo com cabelos que cresciam para cima, dando aquele ar quase moleque do arrepiado de seu cabelo.
Enchi minhas mãos com o óleo encontrado numa pequena estante do aposento. Minhas mãos deslizaram nas costas largas, lembrei do meu cunhadinho que diz que sou tão grande que tem que trepar comigo de GPS pra não se perder! Rsrsr. Fazia movimentos suaves e fortes, apertava sua nuca procurando nódulos de tensão, descia em movimentos idênticos de ambas as mãos até pouco abaixo da linha da cintura, pressionava as vértebras lombares e bem lentamente me afastava deixando meu pau roçar sua pele, pressionava firmes ambas as nádegas, deixando escapar o dedão para a entrada do seu cu, sentia se contrair, ou por tesão, ou por receio de eu me aproveitar da posição em que estava.
Depois de massageá-lo até os pés, o fiz virar de frente. Seu cacete estava de pé, pulsando! Sentei em cima do pau, sem penetração claro! Mas o sentia entre minha bunda, gritando para me comer. Minhas mãos trabalhavam em seu tórax. Olhos nos olhos. Ele arfava baixinho, bochechas vermelhas, seus braços me sequestraram num beijo longo, meu tórax escorregava no dele. Sua mão agarrou meu cabelo. O cara deve ser artista do Cirque de Soleil pois num passe de mágica eu estava debaixo dele! Olha que a maca deve ter no máximo uns 75 cm de largura!
Senti a maca balançar. Se aquilo caísse com dois caras grandes como nós seria mais que patético, alguém ia se machucar. Parei tudo e sugeri um futton com cabeceira de madeira, ali mesmo na área do Spa.
Estendemos o colchão como uma cama.  Ilya deitou-se sobre mim, seu pau entre minhas coxas simulava uma penetração, beijava e mordia  meus mamilos. Abri minhas pernas e o prendi entre elas. Seu corpo oleado escapou com certa facilidade, ágil montou em meu peito e me segurando os cabelos me fez engolir seu pau. Metia  com com força me segurando pelos cabelos e me mandava manter a boca aberta. Enfiava o máximo, até sentir que eu não mais aguentaria, em seguida segurando as mãos na cabeceira da cama, retesou o corpo e me fez ficar debaixo dele, como se fizesse flexões enfiava lentamente seu cacete em minha boca em cada descida do movimento. Na posição fiquei com as mãos mais livres, apertava sua bunda e com a outra mãos fazia movimentos de massagem no área ao redor de seu cu. O Ily gemia e me dava comandos dos movimentos que eu deveria fazer com  minha boca e língua, dizia a força da mamada, ordenava aguentar o máximo na garganta,, se balançava  fazendo seu pau bater em minha cara, abaixava esfregando o pau e a pélvis na minha cara, me fazendo cheirar os pentelhos que rescendiam a sabonete, suor e macho.
Mudou de posição sentando em minha cara me entregando o cu e o saco. Ordenava por uma bola de cada vez na boca me fazendo brincar com ela sugando alternadamente entre forte e fraco. Usava meu nariz como um pau, rebolando em nele. Com o rabo na minha boca ordenava beijos, chupadas, mordidas e língua.
Eu estava amando a situação, embora realmente poucas vezes eu tenha preferido a posição do comandado. Na verdade sempre que alcanço o máximo nesse papel é com o mio fratello ou o Cado. Com ele sempre me coloco psicologicamente como submisso aos seus desejos, mesmo no papel de ativo mandão, pois assumo o controle para agradar suas fantasias.
Ali com o Ilya, percebi que mesmo me fazendo de seu putinho, eu o estava satisfazendo principalmente com estímulos anais. Com esse insight me liguei que mesmo pensando-se exclusivamente ativo, no fundo, talvez sem perceber, o milicão russo tava mesmo era precisando de uma boa rola no rabo. Se realmente como ele disse, isso nunca houvesse acontecido, foi por falta de sensibilidade dos parceiros ou mesmo certo preconceito ou medo inconsciente daquele macho. Alguns caras tem medo de assumir uma posição passiva receando ofender sua masculinidade, ou o que ele pensa dela. Besteira! E das grandes!! Coimo sempre digo, macho que é macho, assume seus desejos, e neles se realiza. Se a masculinidade de qualquer homem fosse perdida com uma enrabada, penso que dava pra contar nos dedos os que sobrariam, já que normalmente poucos escapam das meinhas infantis ou da curiosidade do próprio estimulo. Pra mim é simples. Se dar o cu der prazer, que dê. Tem uns babacas que tem medo até de língua no rabo. Que caralho de macheza é essa que tem medo de suas zonas erógenas? Bom chega de divagações! Voltemos a foda.
Tendo eu percebido o que falei acima. Num movimento brusco e forte, o agarrei pela cintura e derrubei ao meu lado. Aproveitando seu espanto montei nele, fi-lo ficar de bruços. Puto da vida, ele reclama:
-Porra! Era minha vez de ser o Boss.
-Eu disse que veríamos se você conseguiria. Acho que tem mais coisa que você realmente precisa.
-Filho de uma puta!  
Segurei suas duas mãos, o imobilizando. Disse.
-Calma milico! Não vai rolar nada contra sua vontade, na hora que quiser parar, paramos.
Deitei´me sobre ele e carinhosamente beijei sua nuca. Suas mãos agora livres, ainda nas costas, presas entre ele e eu, devagar ele tirou uma e a outra continuou, começou a me acariciar o pau. Meti minha mão por baixo dele e apertei o dele. Continuando com beijos e mordidas na nuca e orelhas.
Peguei cada um de suas mãos e firmemente as coloquei na altura de sua cabeça. Ele estava a minha mercê. Eu me esfregava lentamente sobre suas costas, meu cacete achou o meio das nádegas e lá se acomodou. Senti o delicioso calor de de seu rabo. Falava baixo e cheio de tesão em seu ouvido;
-Ily você é gostoso demais! Que rabo quente, macio! Quer que eu o acarinhe mais com a língua? Quer que beije e sugue esse rabo macho como ele nunca foi chupado?
-Italiano safado! Quero sim, quero sentir sua língua de novo.
-Então pede pro seu gostoso vai! Pede!
-Me chupa o cu!
-Parece que você não tá querendo não! Pede com mais vontade?
-Me chupa o rabo cara! Me faz sentir tesão no cu. Please!
-Fica de quatro, quero ele aberto pra mim, quero meu macho tesudo de quatro pra eu mamar muito esse cuzão.
Deixando de lado possíveis vergonhas, derrubadas pelo tesão, ele ficou de quatro.
Pensei que estava pertinho de conseguir o que eu queria, arrisquei ir mais longe.
-Abre o cu pra mim. Mostra ele me chamando.
Com relutância, o Ilya demorava a realizar o pedido. Dei um tapa na bunda deixando marcas dos dedos. Gemeu, mas fez!
Aquele macho de quatro com as mãos abrindo o rabo de pelinhos lisos, mostrando o rosadinho delicioso de um buraco que parecia desenhado! Caralho!! Meu cacete vibrou de tesão.  De joelhos fui até próximo a ele e mostrei como estava excitado com aquilo, fi-lo apertar meu pau ao mesmo apertei o dele e vi que também ele estava gostando, talvez mais do que quisesse demonstrar, mas rola não mente! Se ela quer, ela diz, rsrsrs
Voltei pra trás dele e cai de boca, língua e dentes no rabão.
Ilya gemia quase urrando! Aos poucos começou a rebolar o rabo na minha cara. Depois de um tempo me acabando no rabão. Fiquei de joelhos e comecei a roçar a rola, aproveitando que aquele delicioso cuzinho tava piscando. Tinha certeza que ia ser meu!
-Tá gostando meu gostoso? Ta curtindo minha rola no seu rabo? Ta sentindo a vontade que ela está de entrar em você?
-Italiano! Está gostoso demais cara! Mas acho que não rola não!
Acho não é certeza, acho é vontade! Pensei eu.
Continuei o trabalho de sedução. Roçava, encaixava, falava sacanagens. Ele rebolava, se contorcia de tesão. Alguns minuto depois, a frase magica!
-Mete Italiano! Tenha cuidado cara!
-Tu é macho milicão! Vou ser cuidadoso. Encapa minha rola que vou  te lubrificar.
Isso feito. Comecei a bater com o pau no rabo e o mandava piscar. Até que ele pediu de novo.
-Mete, to ficando doido cara!
- Melhor você sentar nele, você controlando será mais confortável  a você.
Eu deitado de pau apontando o teto. Ele de pé, foi descendo aos poucos, segurou o cacete na entrada e aos poucos foi abaixando.  Tentou 3 vezes sem ter coragem de dar passagem ao meu pau. Apesar disso eu via no seu rosto a vontade de me dar entrada.  Falou;
-Melhor  outra posição,  com vontade eu estou, ta faltando coragem de encarar a dor inicial. Quero dar o rabo pra você Italiano! Vem por cima, me faça ser seu, mas com cuidado.
Deitei-o de bruços, um travesseiro alto embaixo dele, empinava sua bunda branca. Fiz uma massagem ao redor do cu e iniciei uma penetração com o dedo maior, lentamente entrando e voltando, dizendo para ele relaxar e falando como estava gostoso senti-lo. Pedia que apertasse o cu e relaxasse, mordendo meu dedo. Na entrada do segundo ele gemeu mais alto, parei e ele pediu que continuasse. Fiquei um tempinho relaxando-o até sentir os dois dedos dentro, mexia-os e sentia seu agora total relaxamento, ouvia seus gemidos, via suas mãos crispadas, agarrando a almofado.
Dessa vez o Ilya implorou por rola, disse estar pronto e que queria agora.
Repeti a posição que ele fez comigo, como se fizesse um exercício de flexão, aos poucos depois de certa resistência a cabeça entrou. O corpo do russo se retesou inteiro, mordeu o acolchoado do colchão. Parei esperando ele relaxar e se acostumar com a dor. Ele pediu que voltasse a entrar. Demorei bastante até ter a metade do cacete dentro dele. Senti sua mão medindo para ver o que faltava.
-Caralho! Ainda está na metade! Mete cara! Está ficando gostoso apesar de doer pra porra.
E agora mais rápido entrei até o fim. Me deitei sobre ele.
-Estou todo dentro de você. Estou sentindo todo o calor de seu rabo macho gostoso. Quando você estiver acostumado vou te foder e vou ser dono desse cu tesudo.
Alguns minutos depois iniciei a sair quase até o tirar e entrar devagar até o talo. Ilya estava relaxado e começa a sentir prazer, agora ele me fodia o pau. Mandei que ficasse de quatro.
-Fica de quatro! Vou te comer como uma puta.
Bombei forte e o sentia arfar e gemar rebolando no meu cacete, dava tapas na sua bunda e mandava remexer, entrava e me movia de forma a ele sentir meu cacete circulando todo seu canal anal. Sempre falando como estava gostoso e como ele agora era meu putinho, perguntava se queria rola, se estava curtindo ser bem comido por um macho de verdade, se agora ele gostava de levar vara. No mesmo clima sacana ele respondia pedindo mais, dizendo que sim, era meu puto, que de onde eu estivesse teria que chama-lo para foder seu cu.
Mandei que ficasse de pé, que levantaríamos ao mesmo tempo, querendo não tirar meu pau dentro dele. O encostei numa parede, de surpresa tirei o cacete. Mandei que ele abrisse o rabo arrombado dele. Assim ele fez. Dessa vez meti todo e de uma vez, o abracei enquanto ele ainda soltava um urro abafado.
Comi o russo de todo jeito, em todas posições que ele e eu inventamos, quase uma hora metendo.
De repente a campainha da suite toca. Paramos. Mandei que o Ilya continuasse lá, que se abaixasse na mesa, apoiando o peito e ficasse com o rabo pronto me esperando. De pau duro fui atender a porta me escondendo atrás dela. Era o mensageiro que nos trouxe, o mesmo carinha meio afeminado que nos mostrou a suite. Me veio a mais sacana das ideias!
Mandei que entrasse. Me vendo nu e de pau duro ele ficou vermelho e desconcertado. Fui a poltrona onde estavam  minhas roupas, tirei USD 200,00 dólares e disse.
-Fica e você vai me fazer um serviço.
Ele recebeu o dinheiro, tentando tirar os olhos de meu cacete ainda duro. Fomos até o Spa. De onde estava, meu parceiro não o notou. Meti com tudo no rabo russo. Fodia com vontade e força. O viadinho não tirava os olhos. O Ilya notou sua presença e ficou meio apavorado. Falei.
-Calma meu macho tesão, ele só está assistindo como machos fodem.
Vendo o tesão do rapaz que de boca meio aberta assistia. Falei.
-Está gostando do que vê?
Ele quase imperceptivelmente balançou a cabeça.
-Abaixa aqui na mesa e mama meu amigo!
Ele titubeou.
-Não ouviu? Mandei mamar o cacete de meu amigo. Se fizer direitinho quem sabe também não ganha rola?
Antes de terminar a frase, a boca dele já engolia o Ilya.
Quase dez minutos fudendo a boca do leke, e ele diz.
-Abaixa as calças, vou te comer!
Na posição que estávamos era impossível. Ilya e eu o pomos na beirada da cama, com uma cusparada no rabo do menino ele meteu seu pau grosso e já encapado. O carinha deu um grito. Ilya pareceu nem ter ouvido, só parando quando estava todo dentro do rapaz e ele tremia debaixo do gigante russo. Dentro do menino ele me pediu. Agora mete você. Entrei e formamos um trenzinho comandado pelas idas e vindas das metidas do Ilya no boy. O garoto gemia e rebolava como uma putinha debaixo do Ilya que fazia o mesmo pra meu cacete.
Avisei que iria gozar, o Ily disse que gozaríamos juntos. Saiu de dentro do boy e me tirou dele. Disse que gozaríamos na cara do garoto. O muleke sorriu bem satisfeitinho com ideia, pois rapidamente ele puxou o lençol para proteger o uniforme. Abriu a boca e dava linguadas em nossos cacetes que masturbávamos um no do outro pelo gozo. Dois minutos depois inciei um rio de porra que lavava a cara do safadim e logo depois o Ily que terminou mandando o cara abrir a boca pra terminar dentro. Logo que terminamos o menino gozou um gozo ralo de porra e forte de prazer. Fomos nos banhar e mandamos que o boy saísse e nos adiantasse o check-in. Antes dele sair o Ily tentou dar mais cem dólares que não foram aceitos. Limpando o rosto rapidamente ele ia saindo quando parou e envergonhadamente perguntou se podia dar uma mamada em cada um depois de nosso banho. Respondemos, por que não?
Sorrimos um pro outro partilhando nossa safadeza.  Tomamos uma ducha rápida e nos vestimos. O mensageiro tinha arrumado nossos ternos e adiantado o que pedimos, nos vendo vestir parecia decepcionado.
Depois de prontos, o boy nos deu o talão de embarque.  Agradeci e disse;
-Agora seu premio! Ajoelha, abre as braguilhas tira o que você quer pra fora e mama, mas mama direitinho ou fica sem.
Imediatamente ele se ajoelhou e tendo os dois de pé ao seu lado, fez o serviço. E fez muito melhor que o esperado, o safado quase conseguia me engolir, tinha uma boca magica de abertura surpreendente, engoliu o Ilya inteiro, que segurou a cabeça do rapaz e fodeu até gozar, enchendo a boca de porra, até sair pelos cantos dos lábios.
Adorei o olhar do Ilya que assistia deliciado o mensageiro atender seu pedido para que o deixasse limpo. O leke passava a língua em toda a extensão do cacete, e sua mão não desgrudava do meu. Quando ele terminou com Ilya que ainda pediu que o próprio garoto guardasse seu pau nas calças, eu o mandei embora, mesmo com seu olhar que pedia meu gozo. Assim que saiu virei pro Ilya e disse.
-Não queria dar minha porra aquele que não desejo. Vou dar a você.
-Não bebo porra!
-A minha você vai beber sim! Vai beber a porra do macho que te descabaçou. Ajoelha e mama até tirar leite.
Assim ele fez. Normalmente demoraria mais na segunda, mas vendo aquele militar machão de joelhos, segurando meu pau com as dias mãos e mamando a cabeça do meu pau como um bezerro. Rápido lhe dei leite, e em boa quantidade! Tenho uma fabrica de porra rapidinha! Ainda bem! Ao menos justifica carregar sacão tão grande que exige certos cuidados para carregar  mantendo-os a salvo.
Nos concertamos e fomos ao terminal para nosso embarque.  E magicamente, fazendo algumas acrobacias com muito cuidado, ainda tocamos uma bronha um no outro durante a noite no voo. Chegamos a Budapeste numa ensolarada manha de primavera, o Ilya ainda me ajudou numa pequena vingança que fiz ao Cado. Essa conto no próximo post.

8 de fev. de 2013

O Aeroporto, um milico! NSP CAP 56


Miei Cari Amici!

Saudades imensas de nosso convívio que antes eram quase diários  Fiquei pasmo ao ver que o ultimo post desse conto que era quase um diário foi a mais de um ano, nele contava minha passagem por Tel-Aviv . Pretendo voltar a postar com mais frequência e para vocês não ficarem zonzos com as reviravoltas que vivi neste intervalo,continuarei o ultimo e ao fim atualizarei vocês até os dias de hoje.
De Tel-Aviv depois de me separar de meus companheiros de viagem,o irlandês Ian e o marroquino Ali, esperava seguir para a Índia  mas, fui para Dubai atendendo um insistente pedido do Cado para fechar pessoalmente um contrato da empresa e assistir uma palestra da Câmara de Comercio dos Emirados Árabes  e este foi o real motivo de eu ter cedido aos apelos do Cado, pois o principal palestrante seria o S A o Príncipe Herdeiro Hamdan Bin Mohammed Al Maktoum, ou como chamo intimamente o árabe-mais-tesão-gostoso-tudodebom-diliçinha-otimo-combustivelprabronha. Postei sobre ele no blog na época.
De Dubai iria ao encontro do Cado em Budapeste dar um ´´achado`` nele, que tinha me avisado que ficaria no Boscolo, hotel no qual ficávamos quando em viagens românticas.  Estava desconfiado que eu estava prestes a ganhar uns cornos. Vamos e venhamos! Também dou minhas escapadas, mas nunca! Nunca mesmo levo ninguém a qualquer lugar que frequento com o Cado. Não por razões sociais e falatórios de conhecidos, mas acho que meus lugares com ele, são só nossos. Pra que vou querer misturar minhas intimas lembranças de carinho e true love com aventuras que acabam quando levanto da cama de desejo satisfeito?  É miei amici, sou putão, mas sou todo direitinho! Cado é Cado e minhas trepadinhas aqui e ali estão em outro departamento, naquele que fica entre as coxas.
 Não reservei meu ticket para Budapeste, contava achar fácil um voo.  Havia pedido ao concierge do hotel que me comprasse um bilhete, minutos depois ele veio a minha suite avisar com a mais desolada das caras que não havia um voo minimamente decente naquele dia.  Resolvi arriscar o aeroporto e contar com a sorte. Segui para o imenso (o maior do mundo)  e magnifico aeroporto de Dubai.  Depois de rodar algumas companhias, acabei na russa, Aeroflot.  A atendente me informou que havia um voo com duração de 21 horas!  Fechei a cara e resmunguei.
-Signorina! Já tive que juntar coragem e necessidade para voar pela Aeroflot! Acha que vou aguentar 21 horas num Antonov? Fabricado com a maravilhosa tecnologia da ex-União Soviética?
Um sujeito atrás de mim no balcão sorriu. Olhei e me deparei com um belo exemplar  do macho eslavo. Um sujeito grande, de corpo forte, pele alvíssima, cabelos muito pretos cortados rentes nas laterais  e espetados em cima,  seus olhos negros encaravam com um toque arrogante, mas suas bochechas rosadas desfaziam todo aquele porte macho militar e lembravam mais um ragazzino do campo.
Diante da mudez da atendente, ele se adiantou e me olhando firme disse:
-Cuidado com o diz da tecnologia russa! Não lembro que nenhum pais mediterrâneo tenha mandado alguém ao espaço!  
Fiquei sem graça, não gosto de ser ou parecer xenófobo  Pedi desculpas falando que minha burrice em não ter feito reservas me fez descontar na Aeroflot. Ele me estendeu a mão sorrindo e num italiano corretíssimo me disse que estava fazendo troça.
Respondi, depois de apertar a sua mão com a mesma firmeza que ele apertava a minha :
-E alem da tecnologia aeroespacial, vocês tem videntes famosos. Se não estou diante da mistura de um militar e vidente, é s um grande observador. Acertou minha ascendência e idioma, tenho medo do que mais descobriu. Prazer me chamo Castigli, Matteo.
-Grensky, Ilya. Respondeu com ar afavel  e olhar sempre firme.
Sorri intimamente percebendo que eu também tinha acertado no meu primeiro olhar, vendo nele um ar de ragazzino, pois o nome Ilya me parecia jovem, leve, apesar do nome de família me parecer austero, soar como nome de ogro.
-Senhor Castigli?  Continuou ele.   - Estou nesse momento transferindo minha bagagem que iria a Paris para este  a Buda o trabalho me reclama em Miskolc, tenho dois tickets da Emirates e meu sub-oficial teve que seguir antes de mim e num Antonov! Rsrsr. Posso te passar o ticket dele e o senhor me paga o valor de face, pois terei que reembolsar ao estado.
Exultei com minha sorte. O único problema que passou rápido na minha mente era a vergonha de perguntar a classe do bilhete. Como se tivesse me ouvido ele respondeu.
-É First class, se importa?
-De jeito nenhum, na verdade tava com vergonha de perguntar se seria classe turística  infelizmente não caibo direito numa poltrona daquelas. Emirates é minha aérea preferida, tenho um preferencial card deles, mas o máximo que consegui foi uma bela suite no hotel do terminal 3. Infelizmente ela não tem asas. rsrsr
-Nenhum de nós dois cabem numa turística  Talvez seja util a tal suite sem asas, o nosso voo demora ainda 3 horas para embarque!
-É verdade, chè stronzo io! Rsrsr . Sendo o senhor militar, pensei que eram obrigados a passar esse tormento.
-Sou adido diplomático, tenho alguns confortos, apesar da austeridade dos militares.
Pedi desculpas pela impaciência minha para com a atende e convidei Grekkkhesvfsi ... sei lá! Para um café para fazermos a transação financeira dos tickets. Ele gentilmente disse:
-Imagina! Primeiro façamos os check-ins. Iremos no mesmo voo em poltronas uma ao lado da outra. Terei oportunidade de te dar uma aula sobre tecnologia russa! Rrsrsr
-Então o convido a um café. Preciso saber se o senhor ronca. Brinquei respondendo no mesmo tom a sua brincadeira.
Depois dos check-ins entramos numa imensa esteira rolante que nos levaria a area de alimentação do aeroporto.  Escolhemos um café de estilo europeu, o  interior lembra um bistrô parisiense, mesas pequenas, poltronas amplas,  luz agradável.  Escolhemos uma mesa de canto. Me dirigi ao toillet,  e o vi limpando as suas com lenços úmidos anti-bactérias. Quando voltava do lavabo o analisei de longe e notei que era bem mais gostoso que percebi a primeira vista. Minha altura, ar muito viril, coxas grossas, um pacotão no meio das pernas.  “Maschio” é a primeira palavra que se pensa ao ve-lo. Porte rigido, rosto de angulos fortes, braços que apesar do bom corte da farda, pareciam apertados dentro dela.
Sentei ao seu lado no sofá que cercava nossa pequena mesa. Por um átimo de segundos cruzamos olhares, criou-se um vácuo  E comecei a contar, 1 segundo, 2 segundos, 3 segundos! Segundo a lei máxima da desejo, se um homem sustenta um olhar por 3 segundos ou mais com outro. Só existe duas explicações. Ou ele quer te matar ou que trepar contigo. Nunca falha! rsrs. De qualquer forma, resolvi ficar na minha e deixar o ataque por conta dele, pois até ali todas as iniciativas partiram dele. O que não me impediu em pensar como seria estar numa cama com ele, ouvindo-o falar baixo palavras safadas no acento rígido de  sua língua-pátria, imaginava aquela boca carnuda e rubra que parecia ser de outro rosto que não aquele tão másculo  engolindo meu cacete, pensava como deveria ser belo o seu pau branco e rosado, seu rabo firme. É galera, em pouquíssimos segundos pensei toda putaria possível e desejável.
Saí do transe e falei a primeira coisa que pensei.
-Il Signore.. Sorry. Are you a diplomat?
-Pode falar em italiano se preferir, acho muito bonito o som das línguas latinas.
-Grazie.   E continuei em italiano. -Trabalha com diplomacia?
-Sim, sou conselheiro militar da Russia nas Nações Unidas. Um deles, a bem dizer.
-Belíssima profissão! Acho que me daria me bem na diplomacia. Sou empresario do ramo de construções,minha especialidades é prospecção de negócios  formação de consórcios para grandes obras, também fui lobista profissional junto ao Congresso brasileiro.
-Parabenizo a diplomacia brasileira, é famosa por sua elegância nas cortes internacionais, apesar de pessoalmente discordar de alguns caminhos escolhidos por ela. O importante é que pelo que vejo, temos talentos em comum. Talvez por isso a simpatia e atração.
Atração?  Pensei.  Agora é certeza! Esse ai tá me querendo. Rsrsr. Porque ele usou a palavra atração? Estranha a colocação dessa palavra,  tenho certeza que ele sabia exatamente a alma da palavra que expressou.  Então agora era minha vez de dizer que também queria.   Passei a mão no cacete, que antes de mim já adivinhava o que viria. ÔÔÔ Cacete danado sô! Rsrsr.  Ele seguiu o movimento de minhas mãos, deixou escapar um quase imperceptível sorriso. Deliciado o vi repeti o meu  gesto. Segui sua mão grande e de dedos com pelos muito negros segurar o que prometia ser delicioso.
Olhei para o relógio e vi que faltava duas horas para nosso voo. Estava na hora de adiantar o jogo predador e caça e começar o negocio serio, ou seja, boca na boca, mão no pau e pau catando buraco quentinho.  Decidi virar protagonista da estoria.

Pus minha mão na sua coxa, apertei firme, o encarei e disse.
-Estava com muita vontade de sentir o calor e a textura destas coxas. Na verdade Ilya, estou com um monte de vontades e acho que você também está. Temos apenas duas horas para responder nossos desejos. Vamos sair daqui, alugar uma suite num dos hotéis do aeroporto. Me segue.
Imediatamente levantei, deixei alguns dólares em cima da mesa e me dirigi a saída do bistrô. Não olhei para me certificar se ele me seguia. Isso eu tinha certeza. Se não tivesse aceitado o que falei e quase ordenei, ele teria no minimo feito um escarcéu ou me dado um murro.
Uns dez metros fora do bistrô-café, sinto uma garra me apertar o punho com tanta firmeza que me fez estancar de imediato.  Virei-me e o Ilya fingindo uma cara de bravo, disse-me.
-O senhor é muito mais ousado que imaginei que seria! Chega a beira da petulância!    
A mão continuava algemando meu punho. Mantive-me sereno. O rosto dele parecia esperar uma explicação, uma  justificativa, ou na verdade algo que convencesse da necessidade de continuar, de me seguir.  Esbocei um sorriso, pedi.
-Sua mão tá amassando o punho do paletó. Na verdade está estranho um homem fardado interpelando um civil dessa forma. Confesso que achei sexy a demostração máscula  Rsrs Vamos logo cara! Deixa de onda! Tu que foder também! Kkkk
Com essa ele sorriu de orelha a orelha, sua mão afrouxou e segurou a minha num aperto. Falou.
-Italiano safado! Era eu que queria ser o predador.
-Estava demorando my friend! Nós dois somos grandes, tem muita carne pra experimentar.
-É verdade. Disse ele.  Desde que estava atrás de ti na fila, não consegui parar de pensar em outra coisa alem de sua bunda.
-kkkkkkkkk, vai ser briga feia! Eu estava querendo a sua!
Ele soltou uma expressão russa que mesmo eu não conhecendo o idioma entendi ser algo como `merda`
-Bobagem Ilya, tem essa de ativo ou passivo não. Dois caras querendo fazer putaria entre si, sempre dão um jeito. Vamos fazer um sarro tão bom, que cu nem vai fazer falta. Saiba apenas de uma coisa! Vou chupar esse rabo de forma tão gostosa, que quem vai pedir rola é você!
-KKKk, Cuidado italiano! Olha que tenho uma língua famosa em certos lugares! Vamos ver quem pede pau no cu primeiro! KKKK
Eita que esse russo tá me saindo melhor que a encomenda! Sabe falar putaria, em italiano! Uma das muitas coisas que me excitam é falar e ouvir putaria. Dita entre machos, de modo sem vergonha e diretamente. Puta que pariu!  É pau duro na hora!  respondi
-Aceito o desafio! Agora vamos logo pra porra da suite, eu começo a te amassar aqui mesmo!
Chegamos ao famoso Terminal 3. O mais chic do aeroporto. Território da sofisticada Emirates Airlines. A companhia mantinha um luxuoso hotel spa neste terminal. Um conforto extra e muitas vezes necessário aos principais clientes da empresa.  Importantes businessmen, funcionários do alto escalação do mundo árabe  turistas ricos e alguns Sheiks dando uma de modestos, se abstendo dos próprios jatos particulares.
Fizemos um check-in agradavelmente rápido, instantâneo  logo que apresentei meu Preferencial Card dizendo que teria apenas poucas horas para descanso antes de um longo voo. Quando o gentil, baixinho indiano meio afeminado, com uma bunda que parecia feminina atendente pesquisou minhas milhagens, ofereceu-me uma incrível suite que mais parecia um spa completo, com direito a massagens e banhos a escolher. O rapaz viadinho nos levou a suite, rimos entre nós, pois ele não tirava seus olhos de vontade da gente.
Assim que a porta do pequeno palácio se fechou atrás do bellboy que nos apresentou as acomodações  o Ilya me agarrou, apertando de forma vigorosa. Retribui o abraço de urso que colavam nossos corpos tão juntos que seria impossível a passagem de um átomo  Sentia seu pau duro contra meu, sua mão segurava minha nuca forçando minha boca contra a dele enquanto sua a língua literalmente me estuprava num beijo. Eu retribuía todos os apertos, amassos, mãos, na mesma intensidade,  urgência e força. Estávamos numa luta! Talvez por sermos os dois essencialmente ativos, estávamos tentando dominar o outro, um jogo em que o vencedor sairia como macho-alfa. Percebendo isso, fiquei mais excitado ainda, mais feroz me tornei e o meu parceiro sentindo a igualdade de força do oponente-parceiro , correspondia a meu contra-ataque. Nessa luta feroz de desejo de posse e afirmação, tirávamos nossas roupas quase rasgando-as.
Já nus, ainda de pé entre beijos carnívoros  sentíamos nossos cacetes tão duros que doíam se curvando devido a nossa proximidade. A mão grande de dedos peludos achou um caminho e afastando os corpos agarrou meu pau. Fiz o mesmo com o dele. Ilya com a mão firme em meu cacete afastou-me de si, abaixou os olhos procurando ver o que segurava. Por instante analisou meu pau, fiz o mesmo com o dele. Achei ter uns 18 cms, parecia o do Cado, porem mais grosso ainda, e o olha que o do Cado apesar de menor que o meu tem uma cabeça gigante e considerável grossura. A beleza do pau do Ilya era sua alvura. Uma pele branca fina e de cor exatamente igual ao total do Ilya, via-se as veias que irrigavam e enrijeciam o membro, tornavam a cabeça de um tom escuro de rosa. Essa delicia era circundado por negríssimos pelos, surpreendentemente lisos, não em abundancia, mas em volume exato a dar rusticidade a sua masculinidade ao mesmo tempo que era um perfeito fim ao caminho de pelos também negros e lisos que cobriam os peitos fortes e desciam em linha reta pelo meio do abdômen deixavam a vista um umbigo raso, e depois de circundarem graciosamente o pau, iam ficando mais raros num saco grande  quase nu onde bolas também grandes eram guardadas.
Com a outra mão eu apertava uma bunda de estatua grega. Firme, pequena,  redonda, lisa até chegarem ao meio das nádegas  Ai apareciam de novo os lisos negros, bem finos, crescendo em direção a junção dos montes, como que nos convidando a separar as bandas e descobrir como seria o cu daquele macho gostoso.
Distraído na minha pesquisa geográfica, ouvi pela segunda vez meu nome. Meu nome de família.
-Me chama Matteo. Estamos com o pau um do outro em nossas mãos. Somos íntimos.
-Matteo . Disse ele sem tirar os olhos do tratado que também ele fazia de meu corpo.  – Seu pau é perfeito! Grande, poderoso, reto. Acho que o pau mais bonito que já vi.
E dando um beijo em seu pescoço, depois subindo até sua orelha com os dentes arranhando seu pescoço, eu sussurrei.
-O seu também é belo!  E o que faz belo um cacete é o desejo de agradá-lo, de te-lo entre as mãos, a boca, de sentir o gosto com a língua  e para alguns, de tê-lo fazendo parte de si. Ajoelha e me mostra como você o quer. Mama!
A ordem o fez perceber quem havia ganho a luta. Como bom guerreiro, assumiu a batalha perdida. Depois de beijar-me desta de modo extremamente carinhoso. Ele deu honras ao vencedor. Começou a descer lentamente, chupando todo meu tórax  Parou nos gomos do abdômen, olhou pra mime de modo quase infantil perguntou-me.
-Você é executivo ou atleta? Seu abdômen e seu cérebro parecem de corpos diferentes.
Sorri, falei.
-Sou do campo, arava a terra, trabalhava com uma enxada. Respondi apressado pensando. –que pergunta mais besta! Já tão perto do pau!       E de novo serio e ordenando. – Quero sua boca em meu cacete, que tente engolir todo, quero foder sua boca depois que você deixa-lo todo babado. Quero você aprendendo como gosto que me mame.
Pensei que tantas ordens estavam deixando-o desconfortável  Desejava-o ativo e dominador como eu em meus momentos selvagens, desejava-o igual, aquele era apenas o momento de aproveitar minha vitoria. Sabia e desejava que logo eu estivesse honrando-o da mesma forma. Era uma batalha de gladiadores e o vencido serviria ao vencedor, e os dois lados são bons quando aproveitados livremente. Para mostrar isso lhe disse.
-Tudo que me mostrar, que me oferecer vou te dar em dobro! Mostre que merece!
Antes de terminar a frase, sua língua passeava o corpo de meu pau, em seguida o segurou com as duas mãos e devagar engoliu a cabeça, chupando alternadamente entre forte e fraco.
-Agora tenta engolir. Sem as mãos, se apóia em mim, nas coxas, na bunda.
Altura e peso dele tornava a tarefa meio ingrata.
-Ily, você é dos machos mais gostosos que me deram o prazer de entrar em sua boca.   Disse de forma carinhosa, ao mesmo tempo acarinhava seu cabelo forcando a entrada na boca. Agarrei firme seu rosto.
-Mama meu pau me olhando, veja o tesão que você ta me dando! Percebe que você está me comendo? Me devorando. Você vai engolir até muito ainda! Quero minha masculinidade engolida por você. Vou sentar naquela poltrona, você vai de joelhos com meu pau na boca, e entre minhas pernas vai me mamar até que ache justo.
Assim foi. Seu coração e seu pau duro mostrava o quanto estava excitado, seus olhos mostravam a surpresa que ele mesmo sentia ao descobrir isso. Sentado relaxadamente, tendo entre minha coxas aquele deus eslavo submisso ao próprio tesão recém descoberto, com seus bracos envolvendo minhas coxas e por baixo as mãos brincando com meu saco.
O cheiro de sexo e macho que impregnou o ambiente nos excitava ainda mais. Nossos corpos tão parecidos em tamanho,  eu depilado e ele com pelos. Minhas mãos curtindo a textura desses tapete macho, ele se agradando de minha pele lisa. E sua boca descia e subia vagarosamente. Ele ouvia minhas predileções e imediatamente as fazia.Quase me fazendo gozar perguntou:
-Esta gostoso?
-Muito.
-Vai me foder a boca?
`-Vou. Engole.
-Me faz engolir!
-Puto Gostoso!  Segurei seu cabeça e ao contrario do que ele esperava, o fiz engolir devagar, mas não parei, ao sentir seu limite, forcei mais um pouco. Suas mãos cravaram minha coxas, fui ao máximo  passei da metade de meu pau, faltava pouco, mas iria machuca-lo. Repeti isso umas três vezes. Depois aumentei o ritmo, quase dois minutos metendo, sem tempo para ele respirar. Perto do gozo parei.
Ele levantou a cabeça ofegando, rosto vermelho, meu pau e sua boca babadas, eu arfava, meu corpo retesado de tesão.  O puxei pra cima de mim, no minha barriga senti seu cacete melado de pré-gozo escorregar no meu babado das das babas, de pau e boca. Beijamos. Agradecíamos o prazer. Naquele momento desejei imensamente retribuir o prazer que ele tinha me dado.
Ansioso esperei por seu movimento. Foi como desejava.
Terminando o beijo, as mãos que acariciavam meus cabelos que na época usava preso num pequeno rabo de cavalo à italiana. De repente o seguravam forte. Me olhou dizendo.
-Me fez seu puto! Agora vai aprender a ser o meu.
-Faça!
-Vamos nos banhar. Melhor! Vou te banhar e você a mim.
Fomos ao banheiro, na verdade uma casa de banho estilo greco-romano, uma pequena piscina de mármore  duas duchas mais uma outra com design italiano, parece uma maquina lava-gente, sauna, ofurô, macas de massagem e um solarium com vista da silhueta da cidade, lembra a cidade dos Jetsons, o comics dos anos 70/80.  Estava na frete dele, recebi um tapa forte na bunda! Minha bunda branquinha que mostrava minha cor natural e marcava o desenho do sungão pelo contraste com tom garoto-vagabão-de-praia-que-parece-michê do resto do corpo.
Virei enfurecido pra ele e via pelo reflexo do espelho o exato desenho de sua mão na minha bunda. Reclamei.
-Figlio di una putana!
Ele sorriu. Com uma mão segurou meu rosto partindo pescoço, com a outra deu tapa leve na face.
-Italiano com bunda de brasileiro. Mereceu o tapa, e aceita seu macho agora pra não levar outros. Mas tenho certeza que não será preciso, você está doido pra ser meu puto. Não está?
-Afim estou mesmo. Quero ver se consegue que eu seja!
Nas duchas nos acariciávamos  nos esfregando, usando óleos  descobrindo em nossos corpos cantinhos que pareciam se tornar erógenos naquele instante, pois antes não sabíamos  Parecia que o toque do outro o tornava sensível ao prazer. O tesão nos tornava um Rei Midas, que ao toque transformava qualquer coisa em tesão.
Meu pau não baixou um só momento desde que decidimos foder, e o mesmo com ele. Um tesão que parecia aumentar a cada provocação nossa, a cada oferta de prazer que era também quase uma afirmação de seu poder sobre o outro, do desejo de mostrar ser capaz de dominar afirmando-se como macho dominante e ao mesmo tempo querendo experimentar ser submisso a esse poder.

Continua.....e com minha vez de ser o putinho!   Se gostaram!


Conto de autoria do editor do blog, foto da web.

5 de nov. de 2012

Conto enviado por leitor. Gostei muito!


Prazeres de um casal de machos

Eu me chamo Toni, tenho 29 anos, 1,85 mts, 78 kilos, 18 cm de dote, bunda sarada, corpo malhado, atlético, pois adoro esportes e sou personal trainer, depilado, moreno de praia,  uso cabelo militar e cavanhaque, cara de macho.
Sou bissexual, casado duas vezes, e era só ativo com homens ate conhecer um carioca que me fez passivo e se tornou meu dono. Aqui o chamo Ale, ele tem 45 anos, 1,75, 70 kilos, magro definido, tipo coroa serio. Quem vê não diz que aquele cara meio sisudo e até franzino em relação ao meu porte se fez meu dono, macho e senhor. Isso aconteceu aos poucos durante nossa relação de quase três anos, primeiro fui passivo e gostei e depois eu mesmo fui me tornando submisso aos seus desejos e ele aderiu a minha fantasia. Hoje temos relação companheira, amorosa, igualitária, e em relação a sexo curto tudo. Procuramos realizar todas as nossas fantasias e minha tara principal é ser obediente as ordens dele, sinto um imenso satisfação em vê-lo sedento de tesão, em dar prazer, faço tudo que ele me manda. Inclusive transar como ativo quando ele deseja me ver comendo ou me comer enquanto como alguém. Nesse processo eu fui encorajando-o a liberar desejos e realizar mais e mais fantasias dele e claro as minhas.
Ele apesar de magro tem a rola mais bem feita que já vi, 21 cm, grosso, retão, veiudo, saco grande, cabeça perfeita, deliciosa, me faz ir ao máximo do prazer me enrabando até duas ou três vezes dia, nos momentos em que ele deseja, em qualquer lugar, na posição que ele quer, isso me excita demais. Trabalho a tarde em 2 academias em dias alternados e pela manha, pratico meus esportes, malho e atendo alguns clientes em suas casas, volto pra casa antes do meio dia casa e ao ver-me  ainda suado, esse horário coincide com a hora que ele acorda, (ele trabalha em casa, jornalista) quando vou dar bom dia e o sinto duro do tesão matinal me arrepio de tesão imediatamente, ele me olha safado e diz que vai mijar me chamando para segurar sua rola enquanto mija forte e abundante, me manda chacoalhar e deixar seco, me faz lavá-lo na pia, em seguida enquanto escova os dentes, empurra minha cabeça me dizendo que tire minha primeira refeição do dia ordenhado seu macho. Já doido de tesão engulo a rola cheirando a sabonete, ele abre um pouco as pernas, um sinal pra mim conhecido que devo brincar com as bolas enormes dele, alternando entre mamadas forte na cabeçorra, uma, duas engolidas inteiras, pois ele gosta bater o cacete duro na minha cara me perguntando se quero mais. Respondendo que sim ele me diz pra só parar quando sentir minha garganta cheia de seu leite. De repente sinto o cacete inchando na minha boca e ele afundando-o até o fim, sinto o primeiro leite do dia, quente grosso, inundar minha garganta. E ele sorri vendo-me satisfeito e me faz levantar, me aperta os braços dizendo que gosta deles assim, bem grandes e fortes, que gosta de seu putinho de corpo musculoso e grande, me beija com gosto de pasta de dente, apertando minha bunda, em seguida quase sempre me manda arriar os shorts de ginástica e abrir para ele meu cu, dizendo que vai conferir se o trago limpo, pois ele me manda lavá-lo na academia, gosta de tê-lo sempre limpo para chupá-lo e meter a qualquer momento e por isso chego a fazer varias chucas ao dia. Toda semana ele o apara ou depila pessoalmente e enquanto faz isso brinco no meu rabo, sentindo a firmeza, os músculos das nádegas, me faz piscar o cu pra ele e enfia o um dedo fazendo-me pressioná-lo com o esfíncter. Às vezes acorda mais cruel e diz que vou passar o dia com algo no rabo, pois ele gosta de saber que tem algo que ele enfiou dentro de mim, e quando estou na rua ele me liga, fazendo-me procurar um banheiro e brincar com o objeto seguindo suas ordens, e perto do meu gozo ele me faz parar dizendo que quer que eu goze quando chegar em casa com sua rola dentro de mim. Faço todos os jogos. Me dá imenso prazer.
Meu macho, assim o chamo, é sempre carinhoso comigo, me faz também contar o que gostaria que ele me fizesse, e realiza sempre de surpresa esses desejos.
Na primeira vez que disse que tinha tesão em estar com outro ativo sob suas ordens. Ele apenas sorriu e disse que realizaria e logo. Que nessa foda eu deveria obedecer sem questionar. Me mandou ficar de pé, nu apenas calçado com as meias e tênis de ginástica bater punheta pra ele assistir-me sonhando com minha fantasia que se realizará mais rápido do que imagino e que de pau duro, babando, lhe contasse os detalhes do que eu imaginava na foda, e ouvindo ele me beija o corpo, me chupa o cacete, me faz gozar em cima do dele e antes que eu me recuperasse do orgasmo,  ele me põe na posição que deseja me comer mete forte lubrificado com minha própria porra.
Dois dias depois, numa manha em que de repente o botijão de gás acaba. Fui avisá-lo, pois deixei minha mochila na academia. Chegando no home-office ele me põe a mamá-lo enquanto de pernas abertas respondia seus mailes pessoais me mandando brincar com sua rola, sem engolir, apenas lambendo e se ria quando eu pedia autorização para engolir e ele não permita.
Meia hora e chega o gás, anunciado pela voz forte do negão que sempre repunha o gás em nossa casa. Antes de atender o homem forte de quase 2 metros e braços imensos, que sempre ostentava um volume fabuloso no meio das pernas, mostrando que não usava cueca, ele me diz para por um short que era dele e ficava pequeno, apertadíssimo nas minhas coxas, enfiado no meu rabo musculoso, parecia uma puta, Eu ri perguntando se queria que eu atendesse o cara desse jeito. Ele apenas respondeu que sim, e continuou acariciando a própria rola e rindo. Como sempre obedeço, assim fiz.
Abri o portão para o entregador entrar, era o mesmo de sempre, trabalhava com uma moto, daquelas transformadas para carregar alguns botijões de gás. Um homem grande, forte, aparentava minha idade, negro de dentes incrivelmente bem feitos e boca larga de lábios grossos, a voz potente e o modo de falar que lembra um macho malandrão, típico safadão carioca, peitão sempre a mostra no macacão que usa como uniforme. Se chama Mario, sempre foi simpático e às vezes falastrão, sempre sobre rodas de samba, futebol, e mulheres. Mario entrou, e quando me viu sem camisa, peito malhados duros de tesão e vestido como uma puta, ele olhou-me dos pés a cabeça e mexeu no próprio cacete que pareceu ganhar vida quase imediatamente. Tanto que me pediu fosse à frente, talvez para disfarçar o próprio volume, ou para apreciar meu rabo sem ter que esconder. Eu sentindo que provoquei seu tesão, me animei e sorrindo fui mostrando o caminho até a cozinha. Eu falando sobre o ultimo jogo do fluminense, time para que torcíamos.
Depois de trocar o botijão, falando até mais que de costume, e se demorando mais que sempre, ele me pediu água, começou a contar de uma mulata que tinha deixado ele de pau na mão cortando suas intenções depois de uma festa na noite anterior. Sem disfarce ajeitou o que parecia ser um monstro  no macacão. Perguntou-me se eu malhava muito, atendendo muitos clientes, e eu respondi e disse que tava treinando mais pesado Mauy Thai para dar uma secada já que o verão se aproximava, e tava querendo definir mais o abdômen.
Fiquei surpreso ouvi-lo dizer que gostava de ver essas lutas e que as vezes chegava a ficar de pau duro. Eu disse que às vezes acontecia comigo.
Meio sem graça digo que quem vai paga-lo é o meu amigo. Grito perguntando ao Ale sobre seu cartão de credito e ele pedi que o Mario fosse até a sala buscá-lo.
O Mario pediu licença e foi. Eu tomava um copo d’água quando lembro que o Ale estava de pau pra fora. Vou à sala e vejo o Ale de rola na mão, o cara olhando-o de modo safado, e quando meu macho me vê, ele diz ao negão que esta assim porque eu o estava mamando na hora que ele chegou. Que minha boca era deliciosa e lhe pergunta não gostaria de experimentar?
Mario na maior cara de puto sorri e responde que nunca se nega a uma boca quente. Tira a parte de cima do macacão descendo até os joelhos e deixando a mostra um monstro negro e grosso. Juro que devia ter uns 25 cm e da grossura de uma garrafa de coca-cola!
Ale me olha e diz:
Mama o cara, não ouviu que ofereci sua boca?
Eu me ajoelho e começo a tentar engolir aquele feixe grosso de nervos que vibrava e brilhava a cabeça quase rocha de tão dura. Por mais que eu tentasse não chegava à metade. Ale vibrava de tesão!
Mandou-me sentar na sua vara enquanto eu mamava o negão. Talvez devido à surpresa ou a posição, o Ale não conseguiu entrar no meu rabo logo, me fez ficar de quatro na cama e me mandou continuar tratando aquele verga negra imensa. Ele me abriu o as nádegas e lambeu meu cu que piscava de forma deliciosa, metia a língua como se com ela me penetrasse, mordia minha bunda e voltava a me chupar o cu como nunca tinha feito. O negão olhava essa cena e eu sentia o seu cacete vibrar de tesão em minha boca. Percebendo que isso causava no negro o Ale disse que ele podia por um dedo no meu cu para sentir como ele capaz de segurar o dedo só com a movimento do esfíncter. Eu sentia o dedo grosso e áspero do cara entrando como se fosse uma rola, apertava e piscava o cu de tesão. O negro segurou minha cabeça e tentou meter mais daquela imenso cacete. O Ale o parou com voz firme dizendo que o putinho era dele e que se ele quisesse continuar a brincadeira que me tratasse com carinho e não me machucasse, e que antes de fazer qualquer coisa ele deveria perguntar ao dono do puto. O negro fez cara seria, mas decidiu entrar na brincadeira. Isso me fez delirar mais ainda de tesão pelo meu parceiro, ao ver seu domínio da situação, autoridade e carinho por mim. Neste mesmo instante o sentir bater com sua rola dura na minha bunda e entrada do meu cu, coisa que sempre me fazia piscar o rabo de forma que eu sabia que o enlouquecia de tesão. Senti suas mãos me agarrarem as ancas e sua cabeçorra entrar, imediatamente comecei a rebolar para fazê-lo entrar mais. O tesão me fez engolir e babar boa parte do cacete do negão. Meu macho me perguntou se eu estava curtindo o cacete do cara, Ao ouvir minha resposta meio grunhida com cacete na boca, ele disse que queria experimentar do negro também. Este imediatamente subiu na cama com sua verga toda babada e a ofereceu ao meu macho que depois de lamber em toda extensão, engoliu a cabeça da cobra negra e com ela na boca me enterrou de vez. Começou a me bombar forte. Depois de alguns metendo sem do enquanto brincava com a rola do cara disse que ele fosse pra frente e me desse de mamar, pois ele iria gozar para administrar a foda.
Senti o ritmo das bombadas aumentando enquanto ele me dava palmadas fortes na bunda, seu saco grande batia com força no meu me deixando mais duro, ele me mandava rebolar e babar mais a rola do negro. Seu cacete inchou dentro de mim e com uma estocada funda ouvi seu urro de prazer e senti meu cu se enchendo com sua porra quente e farta, tanta que quase imediatamente senti escorrer pelas minhas pernas. Depois deitou em minhas costas beijando os músculos que tanto adorava e apertando meus bíceps dizia amar seu machinho puto safado. Tirou seu cacete ainda duro de dentro de mim e perguntou ao negão se queria comer meu rabo. Com a resposta afirmativa dita de forma gemida e rouca pelo negro, ele impôs uma condição.
Você mete até onde eu deixar, vou segurar esse mastro e controlar até onde você vai, depois pode gozar na cara dele. Para isso basta que limpe o meu cacete.
Apesar de doido de tesão, e com um aquele músculo poderoso na boca, eu fiquei apreensivo com a reação do cara que parecia nunca nem ter pegado num cacete de outro homem. Fiquei surpreso com a resposta.
-Nunca peguei num cacete de outro cara, mas to com tanto tesão em vocês dois e tão tarado pra sentir o cu do seu carinha que vou fazer do jeito que você quer, vou limpar seu cacete e sua porra nele enquanto você guia meu pau nesse cu que quase estrangulou meu dedo.
Ele tirou cacete de minha boca me deixando um vazio nela. Olhei para trás e vi os olhos brilhantes do Ale, fiz cara de ciuminho e ele percebendo respondeu:
-Calma que vou te deixar me mamar também. E com o tesão que estou você vai ter leite meu ainda, quero ver você me bebendo com a cara suja da porra desse macho.
Comigo ainda de quatro ele disse que deixaria eu apenas lamber um pouco a cabeça, enquanto segurava o mastro negro.
E se pôs na minha frente com o cacete meia bomba e muito melado, fiz apenas o que ele mandou que eu fizesse, mas estava doido para tê-lo todo na minha garganta. Pois com o tempo ele me ensinou a tê-lo inteiro na boca apesar de sua grossura, e eu já nem me importava e até gostava da dor nos maxilares quando ele metia até gozar no fundo de minha garganta. Ele gostava disso principalmente pela manha, quando a noite ele me avisava que queria ser acordado com seu cacete dentro de minha boca, geralmente nesses dias ele me mamava também, me fazia gozar antes dele, melava seu pau com minha própria porra e voltava a meter fundo na minha garganta.
Logo depois de me deixar limpar apenas a cabeça de seu pau, ele foi para trás de mim onde eu sentia a imensa cabeça do mastro negro encostando no meu cu. O Ale vestiu uma camisinha na imensa rola do visitante. Nessa tentativa foram rasgadas três camisinhas e a quarta cobriu metade do mastro. O Ale fez questão de segurando a jeba do negão vestida numa camisinha que parecia que não agüentar de tão apertada, ir até perto de minha cara e me mostrar que sua mão nem chegava a se fechar. E disse:
-Ta vendo essa rola gigante e negra? Vai te arrombar! Mas você vai agüentar por que eu to mandando.
Me arrepiei de desejo e balancei a cabeça afirmativamente.
Para minha surpresa ouvir o negro pedir para dar uma lambida no meu cu e que o Ale me mandasse piscar para ele.
Então senti a língua quente e imensa me lamber o cu indo até meu cacete que babava a espera da rola.
O Ale mandou que eu empinasse bastante o rabo e deitasse o peito na cama me abrindo ao máximo. Depois da linguada carinhosa e tesuda do negro senti uma grande quantidade de gel gelar minha entrada e vi que o Ale banhava generosamente todo o cacete enquanto segurava na base dele.
A cabeçorra encostou no meu cu e eu o piscava alucinadamente, seria a primeira vez que eu daria a outro que não o Ale, e seria arrombado por um gigante e sobre as ordens de meu macho, o dono de meu corpo e mestre de meu prazer.
O negro pediu que o Ale o abraçasse por trás. A cada minuto eu me entusiasmava mais com a safadeza do negro que pensei ser um daqueles que apenas metem num cu de homem, o cara era mais safado e putão do que eu sonharia. Ele queria a rola do Ale atrás dele enquanto este segurava sua rola dando o limite de ate onde ele meteria. Eu só não confiava que ele fosse respeitar esse limite depois que o cacete entrasse. Mas eu estava como sempre disposto a seguir todos os desejos daquele que elegi meu dono.
As mãos ásperas e grandes do negro seguraram minhas costas, sua rola na minha entrada. De uma vez ele a fez entrar me fazendo quase desmaiar de dor, e essa dor vinha seguida do prazer de obedecer. Ele parou um pouco para me acostumar. Ficou uns 5 minutos parando e mexendo bem devagar para os lados. Aos poucos fui me acostumando, ele vendo meus músculos relaxarem começou a entrar. Podia sentir cada milímetro da espessura me abrindo de uma forma como nunca fui aberto. O cara fazia tão devagar que parecia que não acabaria nunca. Pelos meus cálculos com a mão do Ale segurando a base deveria sobrar ainda de rola o mesmo tamanho da rola do Ale. Alguns minutos depois eu senti a mão do Ale encostando-se à minha bunda. Mais uns minutos parados e o negro começou um vai vem ritmado e lento, fui ordenado a rebolar e apertar com meu cu, obedeci. Em minutos eu já sentia um tesão incrível e não mais só dor. O ritmo foi aumentando. O Ale me perguntava se gostava enquanto o cara elogiava meu rabo e pedia para deixar entrar mais. Eu sentia que na saída de sua verga ela se esfregava na rola do Ale.
Foram quase 20 minutos assim e mais uns 30 em varias posições. Num determinado momento eles resolveram se revezar, pois o Ale tinha endurecido de novo e percebeu que o cara respeitava o limite imposto.
Depois me puseram de joelhos em frente aos dois e me deram um banho de porra, sendo que meu macho me fez beber a dele, e o negro lavava minha cara e peito.
Em seguida sem descansa, me estenderam na cama e me encheram de beijos. Eu sentia o peso incrível do negro e o corpo do Ale. Suas bocas me chupando e se revezaram no meu pau e me fizeram gozar deliciosamente.

Se vcs curtirem continuo.....