27 de ago. de 2014

Milico Rabão Feriadão, Chegada do Cabo Silva

Depois de um sono de 15min ou 20min embolados entre o Major e meu amigo, acordei ainda sentindo a mente ainda excitada com a maratona sexual, o corpo melado de porra seca e marcado pela fúria do desejo, podia estar cansado, mas eu sabia que estava pronto para outra ou outras. Eu queria um banho e depois de tanta experiência nova queria estar sozinho ao menos uns minutos, ou melhor, uma noite. Levantei-me e senti a mão do Major me puxar junto a si, me beijou e pediu que dormisse com ele.
-Desculpa Major, tô a fim de tomar um banho e dormir, dormir sozinho. Desculpa
-Sem problema garoto, obrigado pelo dia legal.
-Idem
Tentei ser gfentil, mas não tenho muito saco pra papo depois de foda. Fui à ducha.
A agua quente cai sobre minha cabeça e eu viajava. Em minha vontade jovem, meu coração livre e minha mente aberta a experimentações esses últimos meses sim mexiam com meus pensamentos. Ia Fazer 19 anos e como todo jovem minha busca principal era por meu lugar no meu mundo, mesmo estando esse lugar cheio de pré-definições como carreiro e tudo que se liga a ela. Seria militar, casaria, teria filhos, moraria em vilas militares e seguiria ordens do alto escalão militar. Já me preparava para a primeira batalha familiar caso fosse admitido na Academia, estava decidido a me especializar em Relações Internacionais e Táticas Militares, bem diferente do que esperava meu pai. Este apontava que fizesse Administração assim como meus irmãos que como sempre seguiram sem pestanejar para onde ele apontou. Cheguei a comentar isso com o Jorge e o Marcos, meus irmãos.
Marcos, o do meio
-Cara! Aja chumbreca (bronca)! Acho melhor convocar nossa mãe para essa missão Recruta, ou tu acabas no xadrez do quartel.
Jorge, o mais velho
-Tá osso (difícil) velhão! Luisinho, tu pode curti pica, mas é o mais macho dos 3 irmãos, tem culhões mesmo! Só vc mesmo pra ter coragem de dar uma de ponderão (questionar ordem) com T.Coronel.Vais tomar um chumbreca (bronca)histórico Fora que vai ter que cepar(estudar) feito doido pra conseguir dois diplomas, tu não é raro (militar ruim, que faz merda) meu mano, sei que vai dar conta. Se precisar que eu esteja a seu lado, chama, mas chama sabendo que vou no P.C (cagaço), rsrsr (Perdoem descrever tanta gíria militar mas é esta a forma que meu manão fala, no mundo civil o macho preciso de legenda, rsrsrs) -Ahhh e só a titulo de informação maninho, tô no maior sanhaço desse rabão seu, oooo saudade de te dar umas metidas! rsrsr
De uma coisa eu estava certo. Se tive coragem para ir contra tudo que aprendi sobre ser homem, poderia muito bem enfrentar um homem, e meu pai com sua patente e autoridade não era mais do que isso. Sorri ao somar que se tinha encarado a tora do Berga e sentado na pica do major do jeito que sentei encarar o velho não poderia doer tanto. Rsrsrsr
Sai da ducha, me enxuguei na toalha que achei disponivel e fui ao quarto que dividiria com o Torrini.
Entrando, vi seu corpo iluminado pela luz da lua que entrava pela janela. Que homem bonito do caralho!n Parece mais belo ainda desse jeito, dormindo na paz dos que foram bem fudidos. Engraçado que o putão dormia de pau duro! Olhei sua pica e agradeci a minha por ser como é, pois mesmo mole era maior que a dele dura.
Deitei na cama em silencio, o ar condicionado em 24 graus me permitia dormir nu sem me cobrir. Não demorou 2 minutos até apagar no sono e adivinho que nem 5 minutos para que o Torrini talvez acordado pela minha entrada e excitado por ter me visto nu, estava agora com meu pau na boca. Acordei mais pelo toque de suas mãos em meu peito que pelo meu cacete crescendo em sua boca. E acordando assustei.
-Que é isso?
-Oi Vela. Deixa-me dar uma mamada nesse cacetão?
-Major, tô meio cansado.
-Não precisa fazer nada, e se gozar te deixo limpo. OK?
-RRSRSRS, OK, mas não va sei incomodar por minha imobilidade?
-Com um pauzão desse de um garotão gostoso como vc, duro desse jeito na minha boca? Fica tranquilo mulekão, que vou tomar seu leite, limpar essa beleza de pica e vou dormir feliz.
-Então fica a vontade Major,.
O bonitão se encaixou entre minhas pernas afastando-as o espaço necessario apenas para que ficasse com seu corpo apertado entre elas. Suas mãos me agarraram as coxas, deitou a cabeça numa delas e começou a lamber meu saco e a base do pau que como um farol apontava reto o teto. O Jeito que sua lingua me acaraciava a pica fazia ser impossivel dormir ignorando o trabalho perfeito que ele me fazia. Alem do tesão não posso negar que os elogios e a adimiração como ele olhava e trava minha rola me envaidaciam vindo daquele macho extremamente bonito que teria a seus pés a mulher que desejesse e muitos homens tambem.
-Porra mulekão que pica linda cara! Tão retona, tão poderosa com essas veias e esse cabeção. E essa quantidade de baba que essa tora despeja? Bom demais!
A lingua dava volta em toda extensão do corpo e se demorava na uretra recolhendo a baba, que a cada gota era provada, engolida e só depois ele voltava ao trabalho. Começou a mamar a cabeça quando esta estava inteira em sua boca.
-Suga forte. Eu pedia e logo era obedecido.
Começou a descer lentamente tentando chegar ao fim. Não é fácil engolir mais de 20 cm de pica, e vendo que ele fez, fiquei cheio de novo tesão.
-É Major, o senhor é bom mesmo nisso.
-Quer fuder minha boca Lekão?
-Senta no chão com a cabeça apóia do no colchão.
Pus-me de frente a ele. Olhando aquele rosto tão bonito de boca aberta oferecendo-se a ser fudida, me curvei apoiando as mãos no colchão atrás da cabeça do Torrini e mirei a pica em sua boca.
-Não pega, deixa que faço, apenas abre a boca e agüenta o tranco que só vou parar de fuder essa boca faminta depois que te servir leite. Disse eu.
Suas mãos me puxavam pelas coxas como se achasse a violência com que lhe socava a pica goela adentro. Ele recebia quase inteiro, babava como se fosse uma usina se saliva, pedia que lhe batesse a vara dura na cara. Safado como excitar como um homem.
Acabei por puxá-lo a cama lhe segurando pelos braços. Levantei suas pernas e as abri em tesoura. Ia encapar o cacete quando ele quase implorou para que metesse sem capa.
Hesitei. Mas ele usou um justo argumento.
Militares em escolas e academias fazem provas semestrais de aptidão física, chamamos de TAF (Teste de Aptidão Física), esses teste são completados com exames de saúde. Eu tinha feito recente e ele também. Na fúria do Tesão isso bastou para que lhe cravasse a rola usando apenas a lubrificação de sua espessa saliva que me cobria a pica.
Via seu belíssimo rosto diante do tesão tornar-se algo como a face de um Deus da beleza. Seu cu apertava minha tora e suas pernas me firmavam a ele e com uma força tão grande que eu quase não conseguia bombar. O cu do belo fazia um pompoarismo em minha vara, e não demorou pra que lhe enchesse o rabo de porra, gozamos juntos, fiquei mais excitado ainda vendo sua pica pequena derramar uma quantidade de jatos fortes que me espantou. Apesar da inconseqüência da falta de condom, não nego que foi maravilhoso sentir a pele quente daquele cu que magicamente apesar de dar feito doido era apertado. Engraçado que mais tarde descobri em mim mesmo o mesmo super poder. Posso ser taradão em picão grosso, mas 24 horas depois cuzinho fica com se fosse virgem, kkkkkk
PS : Hoje estes testes TAF, não são feitos com a mesma freqüência apesar de 2 vezes anos vários comandos realizarem exames físicos incluindo provas de sangue. Quanto a falta de proteção fiquei tão encucado que esta foi ultima vez que fiz sem, principalmente por hoje ser casado e ter família. Ponham essa bobagem na conta de minha pouca idade. Um garoto de 19 anos e cheio de hormônio às vezes torna-se vitima de seu tesão
Cai exausto ao seu lado e recebo o peso de seu corpo sobre o meu, elogiava-me o desempenho bruto, dizia que seu rabo escorria porra com se vários ali tivessem esporrado. Não dei atenção aos elogios pós foda, apenas respondi.
- Me limpa com a língua e me deixa dormir.
Apaguei como usasse um simples botão off, ainda sentindo sua lingua me limpando o corpo inteiro, suor e porra.
Eram 5 da manha quando o Figa me acordou acariciando-me o peito. A outra mão brincava com meu saco. Vestia uma roupa de jogging e me convidava a acompanhá-lo na beira da orla. Pedi-lhe que fosse na minha frente, me lavaria e logo o encontraria na praia.
Ele ainda brincou.
-Tem um matinho dez por lá para uma ordenha Vela, vc me tira leite e eu de vc. Kkkkk
Minha idéia era outra. Sim eu estava afim do ritual da ordenha matinal, mas queria beber o pai dele. Nem bem ouvi o som da porta batendo e corri a suíte do Major, encontrando em X na cama. Vendo nu aquele corpão moreno, o cacete duro pelo tesão do mijo. Sorri feliz e agora me sentindo intimo depois da madrugada anterior, imediatamente enchi a boca com aquele picão grosso. Não demorou cinco segundo a sentir a pressão de suas duas mãos me enterrando a cabeça a mais funda possível. Fiquei assim por uns minutos, sentindo aquela tora grossa e quente me arrombando a garganta. Então senti seus braços fortes me agarrarem por baixos dos meus me levando pra cima de forma q que ficasse completamente por cima dele. Vi em seu rosto amarrotado sono sorri e sua mão quente me vasculhar toda a parte de trás de meu corpo, parou na minha bunda e apertou-a como se fosse possível que ela fugisse dali.
-Esse rabo já acorda tão quente quanto sua boca Lekão tesudo?
Sorri-lhe e perguntei.
-Esse é o bom dia nessa casa.
-Um elogio para agradecer o seu bom dia. Negou-me seu corpo a dormir comigo e como uma vagabunda foi dar pica pro Torrini.
-KKK aquele safado me atacou dormindo, tu sabe Major, cacete depois que fica duro tem que ser baixado, rsrsr
-Vou te fazer o que só fiz com muitos poucos. E isso pela fissura que estou por vc.
Levantou-se facilmente mesmo eu estando sobre seu corpo. Segurou-me a rola e me puxou a te uma poltrona, lá ele me sentou abriu minhas pernas e me segurou a rola e começou a lamber de cima abaixo. Logo meu safado começou a babar. Cada gota era sugada rapidamente. Depois do estranhamento que me causou a ver o Super Alfa naquela posição, junto com o tesão dobrado veio a t tona meu lado ativo, e corajoso como os ativos mais poderosos ao sentir que o contato de um dente que senti como se me arranhasse a glande, dei um tapa na cara do Major. Isso o fez parar, me olhar de cara fechada como se me recriminasse enquanto tentava se contar.Me abaixei e bem junto ao ouvido dele falei.
-Se quer mesmo mamar minha pica vai chupar como a boa cadela que vc esta querendo ser neste momento. Estamos entendidos?
Sacana do caralho!
-Cala boca e mama logo esse cacete bezerrinho e garotão.
Para amenizar o susto e encorajar-lhe. Dei um beijo na sua boca sentindo o gosto de boca dormida e baba de pica.
Me aconcheguei melhor na poltrona e abri as pernas. Comecei sem força a lhe acarinhar a cabeça.
-Vai meu macho gostoso mama seu Lekão.
Ele deve ter aprendido bem com as mamadas que ganhava do Torrini, chupada boa do caralho. Estranho nisso tudo que mesmo sentindo tesão em te-lo ali, gostava e gosto mesmo vendo-o agir como Alfa. Então pedi um segundo e deitando-o no tapete iniciei um 69. Para que logo recuperasse sua posição que eu inadvertidamente abusando do poder que ele me atribui pelo seu tesão em mim, em afirmei.
-Tu é muito macho alfa, Major, se for chupar uma pica tem que ser com seu puto também lhe mamando.
Isso fez um efeito mágico, vendo-se reposto a seu altar o Major macho putão se entusiasmou de modo que logo me pos de quatro. E eu ali estava antes do toque do hasteamento da bandeira sendo enrabado gostoso pelo tesudo pai de meu amigo. A cada estocada tentando reparar o erro que quase cometi, pedia –lhe pica com força, renovando que com certeza macho era ele, que sabe um muleke como deve ser fudido. O bichão sentiu as contrações de meu cu feliz naquela vara e excitado me pôs de joelho servindo-me a primeira refeição do dia. Sopa grossa e quente de macho, e me e de novo me enfiando a caceta que não descia me bateu uma bronha me xingando e me recolocando no meu lugar de sua vadia.
Ouvimos o toque do hasteamento e mesmo nu, ficamos em posição de sentido com a mão direita sobre o peito como manda o regulamento em caso de não estarmos fardados.
Logo ao fim do toque entra o Torrini que ia entrar quando tocou os primeiros acordes.
-Vim dar banho nos machos, disse o mais belo e mais putinho dos militares.
O Figueirão riu e disse.
-Acabei de dar leite ao muleke, mas conhecendo essa boca de viadinho boqueteiro, sei que deixa os dois inteirinhos de novos.
Deitamos os dois na cama entregando-nos ao Torrini que começou côo um gato lambendo não só picam, mas todos nossos corpos. Mais feliz ainda ficou quando viu na porta o Figa e imediatamente o convidou a deitar-se também e se entregasse ao banho de gato que ele daria em nós 3, principalmente nele suadinho da corrida. Putão filho nem titubeou e logo estava nu se metendo na cama e fazendo questão de me apertar entre ele e seu pai.
Fomos lambidos a exaustão e antes que o Torrini criasse mais idéia, o Major ordenou.
-Vai preparar um café na cama pro seus machos. Só depois ganha mais pica.
Bonitão putão cachorrinha de vara saiu correndo pra cozinha. Ficamos os três conversando e deixando mãos bobas brincar com rolas uns dos outros.
Ouvíamos os barulhos da cozinha, parecia que o Torrini faria comida para o exercito de Napoleão. Figa foi verificar, levantou aquele corpo tesão que estivéramos a sós na republica seria eu a dar um trato super nele. DE pau duro ele seguiu para a cozinha no andar de baixo da casa.
Encontrou o Torrini vestindo apenas um avental e ocupado no fogão a fritar bacons e ovos não notou a aproximação do afilhado, que vendo um pote de margarina em cima da mesa e no caminho já ter se prevenido encapando a pica, colou no padrinho e o prendeu entre os braços.
--Ei Dindinho! Será que consegue cozinhar com vara no toba?
-Mete pra gente ver se dá certo.
Este apenas se empinou um pouco e logo presos por mãos firmes do Figa recebeu devagar e sem reclame aquela grossa no cu. Rebolava para ajeitar melhor e gemia delicioso ouvindo,
-Eiiita Dindinho do cu gostoso e quentinho!
Isso eu só soube mais tarde quanto o Figa me contou. Eu e seu pai no quarto nos amassávamos como namoradinhos. Paramos apenas quando o telefone ao lado da cama tocou. Coisa normal em casa de milico, chamadas as 6 da matina. Com a mão segurando minha vara ele atendeu com a outra, fez cara de feliz, cumprimentou o interlocutor como velho amigo e o convidou a vir conosco partilhar o desjejum agora mesmo.
Me chamou a partilhar a noticia com os outros na cozinha e claro flagramos o Figa cravando poça no Padrinho.
Major Figueira.
-Puta que pariu Marcos! Dá uma folga no rabo de seu padrinho cara!
-Consigo não pai, cuzão bom da porra.
E mesmo com ele cravando rola no cara ele partilhou a novidade.
O Cabo Silva chega em 15 minutos.
Só essa noticia fez o Torrini pular da pica do Figa.
-Silva o Carioca?
-Ele mesmo respondeu. E vc seu viadinho vai servi ele ou melhor a nos 4, esta afim?
-Claro! Respondeu o Torrini como se fosse informado da vinda de um superstar.
Logo o Figa me informou que o Cabo Figa era um mulatão casado que serviu numa missão com ao seu pai, era tarado em cu de macho e tinha uma pica de 25 cm, uma aberração!
Fomos todos tomar banho e juntos preparamos a mesa do café da manha. Intimamente eu senti tesão em dar ao sujeito, mas não ali junto com eles. Estava bom demais a forma como estavam me vendo putinho e macho. E para uma pica de 25 cm eu queria mesmo era o ser viadinho.
Pusemos sungas e o esperamos na piscina. Conforme o combinado o Torrini daria a nos 4, mamaria e estava afim de experimentar um bukkake,(banho de porra) O Major falou que apesar do monstruosidade da tora do Silva o cara era o melhor profissional em meter cu, nunca tinha visto macho tão tarado em cu quanto ele. Me preveniu que por minha aparência e pelo meu rabo que ele julgava perfeito com certeza eu seria convidado a sentar na jeba, que eu me sentisse a vontade para isso se tivesse coragem.
O Figa muito mais intimo meu, sentiu algo e num canto me chamou a cochichar.
O que passa Vela?
To com vontade de dar pra esse cara, mas não aqui na frente de seu e do Torrini, ficamos muito de ativão nessa foda e quero que fique essa impressão.
-Pior que eu também man, mas vou dar um jeito de nos dois sentirmos o grandão no cu, só nos dois ele, topa?
-Fechado.
Meia hora depois o Cabo Silva chegou.
Era um gigante maior que o Berga, tão largo quanto alto. A farda apertava uma coisa no meio das pernas que parecia brincadeira.
Como todo carioca já chegou sorridente e gentil se tornando centro das atenções com suas piadas e brincadeiras. Reclamou que devíamos estar nus pois os muros da propriedade permitiam. Assim fizemos,
Todos foram analisadas pelo Cabo, elogiou o pai e o filho, pelos corpos e paus, brincou com o Torrini dizendo que o rabão e cara bonita compensavam a pica pequena e quenão via hora de fazer ele chorar no grandão. A mim chamou de filezão da vez, sorri sem graça e fui denunciado pelo pau que logo endureceu.
-Cara de playboy bonitão, corpo de atleta e pica de respeito. SE topar dar esse rabinho tesudo faço com carinho, kkkkk
E voltando ao Major Torrini
-Vc Major, vai gemer muito na rola do negão, adoro fazer oficial bonitão assim como vc sofrer na pica, apresar de ter certeza que com essa cara tu não me engana, nunca pede menos de uma pica, é ou não é?
-KKK Curto mesmo picão
-Então vem aqui e mostra o quanto cabe na boca. Ou melhor vamos por as cadeiras de sol juntas, começamos pelo menor e quando chegar na minha te mostro como gosto. Se prepara que trato puta como puta, não vem com choradeira de viado depois. Kkkkkkk
Ficou grande galera, logo, logo posto o fim do feriadão, me perdoem, mas deu sono.

Milioco Rabão Feriado com o Major 3

Na suite do Major o Figa foi direto tomar outro banho, estrava visivelmente cansando, só a vontade gigante e o gosto pela putaria o estavam fazendo aguentar de pé.
Eu e o major entre risos comentávamos sobre o esforço que o Figa fazia para não perder a farra. Preocupado o Major pegou de cima de um armário um colchão inflável usando uma bomba encheu rápido o colchão de casal bastante de casal pondo no espaço entre a cama king size e uma poltrona. Sua suite numa casa construída em época que as casas eram bem espaçosas e o exercito contava com o dinheiro do pais inteiro a sua disposição era de um tamanho anormal para os dias de hoje, então não provocou aperto o tal colchão. Ambos sabíamos que com todo o tesão do mundo ele dormiria sem demora logo vindo do banho, pois era ideia dele que nos dois sozinhos também tomássemos uma duchas.
-O muleke pode até ver eu te dando um trato mas quero momentos a sós contigo cara!
Por um instante saindo do macho Alfa que incorporava desde de minha chegada, me falou de forma clara e direta.
-Velásquez, estou de verdade curtindo estar com vc rapaz. Meu filho falara de que curte fuder como nós, sem nóias, livres e curtindo seus fetiches. Estou tesudão pra te fazer meu putinho mas, saiba que isso é coisa de foda, sei que é macho e assim sempre vou te tratar. Repito que estou tarado em vc como a muito não fico por nenhum cara. Tenho sim tesão em garotão. Curto cara passivo e picudão como vc, mas tenho claro que vc tem a idade de meu filho e pode estranhar a liberdade entre eu e ele. Quero que saiba que é sempre tudo feito e curtido de forma saudável e sempre de comum acordo, e apesar de parecer o contrario não curtimos incesto, nada contra, apenas eu e ele não curtimos. Se algo passar de seus limites sinta-se livre para falar. Ok?
-Tranquilo Major. Posso ser jovem, mas não sou tão inexperiente em putaria, curto macho sim e sei muito bem quem sou e sou seguro de minha macheza. Meto, fodo, mas sou fissuradão em mamar pica e ser puto de macho. Pirei na hora que te vi e estou de verdade afim de servir o senhor como mandar. Não faço pre-julgamentos,e quanto a incesto sou de boa, pois inclusive já mamei e dei o rabo demais pros meus irmãos. Rsrsr Sou putão Major, se tem picão e o macho tiver pegada viro puta do cara, kkkk e mais, lá na republica curto ser a puta da galera, as vezes até como e meto, mas com macho minha especialidade é ser o cuzão. Só confirmo ao senhor que sou o putinho viado aqui na foda, fora dela macho e muito macho sempre.
-KkkkkkkkkkVc é foda cara! Assim mesmo que se faz entre machos curtidores de machos de verdade. Mulekão não canso de admirar sua gostosura seu sacana, olha como vc deixa minha pica! Por isso Marco me disse que estava viciado em fuder contigo, kkk
-E eu em mamar aquele puto, rsrsr e vejo que vou viciar nesse rolão do pai .
Ele me agarrou num delicioso abraço que virou amasso. Machão sabia dar um malho como poucos. Um puto safado como eu que adoro machão ativão estava feito com um cara desses. Eu super decidido a passar o resto da noite do feriado e do tempo mais que ele quisesse, recebendo seus sarros, beijos, ordens, mamando aquele picão e dando o cu a ele na hora que ele quisesse. Nem o poderoso Berga me dava o tesão que aquele cara maduro e experiente me proporcionava ali, e durante o tempo que fudemos. Faz apenas poucos meses que tomei muita vara dele e de seu filho juntos de novo depois de alguns anos. Vendo que mesmo hoje com quase 60 o machão continua Alfa, gostoso e com o jebão que me deixa doido.
O Figa saiu cheirando a sabonete do quarto e na porta assistia de rola a meio mastro o super malho que seu professor me dava. Só o percebemos quando ouvimos.
-Eiiita coroa que sabe fazer macho de puta.kkkkkkk
Falei
-Puta que pariu Figa, teu pai é show cara. Vem aqui que quero mamar os dois, agora eu e mais ninguém, sem concorrência.
Pedi que os dois de pé fizessem por merecer a rola que a natureza lhes deu. Ali de joelhos tendo pai e filho me dando suas picas duras eu me virava em dois para mamar, engolir, sugar e tomar uma saraivada de rola dura na cara. Num dos momentos mais tesudos juntei os dois torão grossos um no outro fazendo que os gostosos quase gêmeos se colassem um no outro no esforço de me agradar e me assistir na tentativa de chupar juntos seus cabeções de pica já que as duas na boca era impossível. Melhor de tudo era ouvi-los na sacanagem, ambos mestres nas palavras sacanas que sempre tornam a foda muito mais excitante. Ambos me chamavam de viado chupeteiro, mostravam um ao outro como me faziam engolir e babar em seus rolas.
Só com os joelhos já gritando de dor pedi ao Major que fossemos nós tomar uma ducha. Antes de me atender ele me fez sentar na pica do Figa enquanto ele mesmo metia o grossão do filho em meu rabo. Me fez fuder o picão do Figa por um tempo sendo linguado no cu por ele. Isso me alucinava pois sabia que me linguando também acidentalmente lambia o filho. Apesar da negativa veemente dos dois, sim rolava um discreto incesto ali. Mesmo que não houvesse tesão reciproco havia tesão em assistir um ao outro. A mim o que importava era o modo que me excitava vendo um segurar a pica do outro quando ambos me usavam. Juntos era como se estivesse com o mesmo homem em duas épocas diferentes de sua vida. Jovem e maduro.
Por algum tempinho pulei no cacete do Figa mamando o coroa. Bom demais. Rsrsr
-pronto marco! Acho que tu já laciou legal o puto pra receber minha tora, agora relaxa que vou brincar sozinho com o tesudão lá no banho.
-Vai lá coroa! Valei Vela, tô curtindo demais a foda. E olha cara! Fica entre nós essa, bico de siri lá em casa. Falou?
-De boa Figa.
Respondi em seguida lhe dando um beijo putão na boca e logo seguindo o machão super que mandou que fosse com a boca na sua taca até a ducha. Operação complicada, mas obedecida. Só tirei o rolão da boca quando o macho mandou.
Quando levantei, ganhei um beijo tesudo e a partir de então fui tratado como o melhor brinquedo do mundo. Majorzão me ensaboou dos pés a cabeça, a todo momento me elogiando o corpo e a todo momento no enxague achando um músculo que lhe interessava chupava e lambia me fazendo descobrir zonas erógenas em mim mesmo que nem eu sabia existir. Ritual durou ao menos 15 minutos tamanha a dedicação do major. Logo que se deu por satisfeito me passou esponja e sabonete e disse-me ser a a minha vez de descobrir o que ele gostava que lhe tocassem no corpo e o que eu gostava no corpo dele. Imitando-o nos movimentos e gesto, aprendi com meu novo mestre como conhecer um corpo e suas segredos sexuais. Fixado em seu tórax másculo e de pêlos na medida, vi seu tesão em ser mamado no mamilo, na lateral da virilha, atrás dos joelhos. Por muito fiquei nos membros inferiores, suas pernas me fascinavam pela robustez e fartura de pelos que o tornavam mais másculo ainda, uma bonita bonita coberta com uma camadinha fina de pelos que mesmo demorando consegui meter a língua e fazer que o macho me abrisse as pernas para que me desse liberdade de segundo ele pela primeira vez linguar aquele cuzão machão e brincar com as bolas uma a uma na boca, a todo momento parando para tirar pentelhos presos nos dentes. Até o tapa que tomei na cara me excitou quando excitado tentei aproximar meu dedo de tão macho cu.
-Se encostar a porra desse dedo no meu de novo seu viado! Te quebro na porrada entendeu?
-Sim senhor.
-Abre o caralho dessa boca que vou enfiar até onde ainda vc não conseguiu.
Meteu o cacetão grosso ´pra caralho quase me deslocando a mandíbula, e numa tentativa de escapar me pôs no canto do box e de novo meteu pica até onde viu o limite impossível, e tirou e pôs umas 3 vezes fazendo o sacão peludo bater no meu queixo.
Putão do caralho que sou, me excitou a porra do sacão peludo no queixo. Quando vi que ele ia parar o “castigo” com a cara mais vagaba do mundo pedi mais.
-Caralho de muluke puto da porra! Vai ser minha puta pra sempre seu safado.
-Me dá leite cara!
-Ahhh, tá querendo beber seu macho? Então mama putinho e só para de boca cheia.
Me agarrava as seus deliciosas pernas peludonas, minha pica soltava baba como se fosse gozo. Tamanha nossa excitação que o box parecia pequeno agora. O macho me puxou pelo braço, com uma força incomum me arrastando fora para fora do box, eu muito maior e mais pesado que ele. Sentou na beira da banheira e me mandou mostrar o cu. Deu um trato rápido com a língua e logo iniciou a meter dedos, iniciando já com dois, me chamava de viado arrombado, dizia que seu filho já me abrira e que antes de ir embora ele me faria dar o cu até ao viadão do Torrini e seu pau pequeno e que me obrigaria a aguentar aquele pica pequeno junto com a pica do Figa. A ideia apesar de assustadora me excitou fazendo-me dizer sim.
-Faço o que vc mandar macho! Preciso mesmo é dessa pica sua me fudendo.
-Vem aqui seu sacana e senta na minha caceta.
Antes disso ele me virou de frente e lambendo meu saco recolheu o máximo de baba que me cobria a pica.
-Encapa minha pica!
Feito
-Senta, e senta sem parada, mostra que merece essa pica.
Puta que pariu! O que aquele cara mandasse faria naquele momento. Sem medir consequência e sem pena de meu próprio cu, sentei naquela tora e fazendo força como se fosse cagar recebi o cabeção monstro numa sentada só, bastando ouvir o tesudo gemendo e curtindo fui descendo sendo aberto ao meio, como se ao fim daquele eu fosse ser duas pessoas. Quando senti seus pentelhos rocarem minha bunda foi como se ganhasse medalha olímpica. Recebi um tapa e beijos mordidos na nuca.
-Rebola vagabunda, esfola esse vara.
Nosso tesão nos tornava violentos nos movimentos, me segurava na bancada de frente ao vaso e engolia o varão com meu cu que rápido acostumou na tora. Mexia, rebolava, gemia e urrava sentando no macho que respondia meus urros com mais urros, ursos fudendo, eramos isso ursos machos fudendo.
Major se levantou me agarrando a cintura me levando ao quarto, la me pôs de quatro.
-Acordo Marco, veja seu putinho virando meu e gemendo como um viadinho na minha taca.
Figa acordou no ato me vendo vadia na pica do pai, tomando pica no rabo de quatro e sem vergonha pedindo mais.
-Vem aqui encher a boca dessa cadela ou vai chamar atenção da vila toda.
Figa sentou na beira da cama.
-Vem Vela, faz crescer na sua bocona como vc gosta.
Faminto engoli o amigo e rápido sentia sua vara inchando em minha boca enquanto seu pai como um garanhão selvagem socava pica.
Me pôs de frango e ao meu lado o Figa me servia rola. Meu pau chegava a doer e meu saco as vezes era espremido pelo Major. Figa o pegou em sua mão e acarinhava, agora mais calmo metia e tirava sua pica de minha boca, ao contrario do coroa que fudia como um selvagem até que anunciou o gozo.
Figa assistindo o gozo paterno me encheu a cara de porra e eu pela primeira vez gozei antes que a mão do Figueira Pai me tocasse, bastou sentir a proximidade e intenção do major em me masturbar e gozei tão farto que melei meu peito e partes do Figa.
Fodão nível máximo que foi apenas inicio do feriado, 4 dias de uma orgia em que experimentei variadas e novas sensações.
Uma delas relatarei na continuação...

Milico Rabão Feriado com o Major 2

Eu e o Figa tomamos banho. Eram já 20 horas, o Figa ferrou no sono logo apos o banho, silencio absoluto na casa toda. Só de cuecas fui a cozinha por um copo d´água. Sentado numa cadeira eu lembrava do dia cheio de tesão que havia vivido e relembrando em segundos minha vida sexual pensava nas surpresas que vivi descobrindo um mundo secreto escondido por imposições sociais, difícil a quem não faz parte dele acreditar em tudo que ocorre sobre o manto da discrição, quase impossível então ao homens e mulheres héteros, a quem se contadas simples aventuras pensariam tratar-se de delírios.
Estava nessa viagem quando me surpreendi com a voz forte do Major e logo sua mão apoiada em meu ombro a perguntar se estava bem e se havia descansado o bastante. Respondi afirmativo e virei-me apesar de constrangido, pois não sabia o que viria depois que ele me viu espiando a foda dele com o Torrini e com certeza ter ouvido a minha com seu filho. Sabia que nada passava a seu redor sem que tivesse total consciência.
Sua mão apertava como se massageasse meu ombro e mesmo tendo eu olhando-o a esperar sua atitude, ele apenas me sorria como se partilhássemos segredos do universo.
Não emitiu palavra, apenas, passou a mão na minha cabeça como se faz a uma criança e disse.
-Garoto vc é bonito mesmo! Mais que isso, vc é uma delicia!
Mais ousado, respondi.
-O senhor é mais que delicioso.
Ignorando minha fala, me virou de frente e pondo a outra mão no meu ombro começou a massagear.
-Parece tenso muleke! Vou relaxar vc um pouco. Deixa.
Titubeei
-Sim.
E realmente tentei relaxar meus músculos e mente, apesar do pau estar estourando na cueca. Seus dedos iam da nuca aos ombros e se demoravam onde haviam nós, pontos mais tensos. Sentia seu corpo cada vez mais junto a minha cabeça, até que encostou seu tórax nu, onde minha cabeça roçava as vezes que manipulando meu pescoço o movia a seu prazer. A cada segundo sentia seu cacete crescer colado num ponto abaixo da minha nuca. Baixei meus olhos ao meu próprio colo e vi que a baba de minha pica já passava o tecido da boxer. Segurava minha garganta para sufocar a vontade de gemer a cada movimento de sua pélvis me sarrando. A partir dali eu era dele.
-Vc gostou de me ver fudendo o puto do Torrini não foi muleke?
Apenas balancei a cabeça, foi um erro.
-Responde soldado! Não ouviu seu superior lhe fazer uma pergunta?
-Sim gostei, fiquei com muito tesão.
-Vou fazer muito melhor com vc. Vc é do jeito que gosto, jeitão de macho, bonito, roludo e tenho certeza que sabe curtir uma vara de macho. Estou certo?
-Está.
Ouvi um riso de superioridade, senti um tapinha de concordância e agrado, suas mãos juntas desceram acariciando meu peito, com os dedos apertou cada mamilo.
-Mulekão tesudo! Me deixou tarado o dia todo imaginando como seria gostoso ter essa boca bonita me mamando a pica, dar uns tapinhas nessa cara bonita, botar vc de quatro e meter vara nessa maravilha de rabo.
-Já fudeu com um cara da minha idade?
-Não
Suas mãos desceram por todo meu torax e nisso seu rosto colou ao meu, sentia sua barba nascendo me arranhando a pele, um longo arrepio iniciado nos dedos do pé me correu o corpo até o o ultimo fio de cabelo no topo da cabeça. Quando o pai de meu amigo meteu a língua dentro de minha orelha emiti um gemido rouco.
-Delicia garotão, assim mesmo que gosto de meus vadios. Gemendo grosso como macho, odeio viadinho que mia.
Me levantou ainda de costas a ele fortemente me colando a seu corpo. Eu mais alto que ele fui ordenado a levantar os braços, e tendo-o quase a altura de minhas axilas emiti novos gemidos quando lambeu cada uma delas. As mãos que me colavam a ele percorreram de novo todo meu tórax, sentindo e examinando cada músculo, e sendo aprovado ouvia do macho um gemido de satisfação e a intensificação de seu pau muito grosso e duro se encaixando entre minhas nadegas.
-Empina esse bundão tesudo pra sentir minha pica.
Obedeci e quase levava minhas mãos para trás tentando fazer o mesmo que ele, explorar o corpo que desde o inicio do dia eu ansiava.
-Não mexe muleke, aprende logo quem manda aqui. Puto comigo obedeçe.
-Sim senhor major. Respondi ao modo militar.
-Quero curtir mais esse corpão malhado meu putinho, depois vc brinca com seu macho a vontade.
Suas mãos desceram a minha virilha e ainda por cima da cueca me apalparam o saco e a pica, mesmo sem ver sabia que havia melado sua mão com minha baba.
-Putinho alem de saradão, picão tem pau babão? Melhor que encomenda vc ta me saindo.
Põs na própria boca um pouco de minha baba e me forçou a virar o rosto me dando o primeiro beijo. Um beijo tão macho que senti na minha uretra uma nova carga de baba. Durante o beijo tendo sua mão já dentro de minha cueca me apertando a rola e me fazendo gemer , o Major me mostrou de novo sua mão melada e disse.
-Vou meter nesse rabão seu usando sua própria baba muleke tesudo.
Então ouvi uma voz diferente.
-Tem festa aqui?
Era o Torrini, que antes de emitir outra palavra foi interrompido.
-Fica na sua, encosta ali na frente.
Sem titubear foi obedecido e assisti um dos caras mais bonitos que já vi, usando uma linda boxer preta contrastando com sua pele branca, encostar na parede de frente a mim. Seu pau fazia uma pequena barraca e seus olhos brilhavam de tesão vendo-me ser usado e devorado por seu amante. Seus olhos pararam nas mãos que me seguravam a caceta babona.
-Ja viu garotão mais gostoso que esse Torrini? Olha o tamanho da pica desse muleke!
-Figueira! Dessa vez teu filho te trouxe O MACHO. Que cacetona gostosa da porra! Fora o rabo que deixa até o meu no chinelo.
-kkkkE tu seu putinho do caralho, achando que ia pegar esse filezão antes de mim? Parece que tinha esquecido quem é o macho aqui. Aposto que está doido pra cair de boca nessa pica.
-Posso?
Se eu estivesse num gancho num açougue me sentiria menos carne que naquele momento. E o melhor é que isso me excitava mais ainda, inclusive saber que fora levado ali como refeição para aquele macho tesudo, levado pelo seu próprio filho, a quem eu mamava diariamente e há pouco socara pica com vontade inédita.
-Pode não seu viadinho filho da puta. Só pra aliviar sua fome vou deixar vc dar umas lambidas no saco dele.
E se dirigindo a mim, colado a meu ouvido, disse em voz rouca.
-Abra as pernas puto, deixa o viadinho lamber esse sacão.
E para o Torrini
-Vem aqui de quatro macho viado e dá um trato gostoso no saco do garotão, aproveita e cuida do meu também.
Nunca tinha sentindo tanto tesão em minha vida, nas garras daquele macho mandão e vendo o belo vir de quatro cheio de fome lamber meu saco que o Figueira liberou rasgando minha cueca com uma aca que pegou na mesa a nossa frente. Me puxou com ele até que ele colasse a parede atrás de nós. Nós dois de pernas abertas sendo manipulados pela língua e mãos do Torrini que como uma cadela se divertia entre nossas pernas.
Depois de alguns minutos nisso finalmente ele me virou de frente a ele e ato continua me trocou na sua posição. Agora eu estava colado a parede, ele me espremendo contra ela e o Torrini ainda de cachorrinho entre nós. Minha pica doía apertada na falta de espaço, forçada na altura do estomago do major, mas deliciado com a dele debaixo de meu saco. Uma tora uns 2 ou 3 cm menor que a minha porem mais grossa e com veias que pareciam manilhas.
Apesar das delicias que o Torrini nos proporcionava o Figueira o deteve.
-Chega Torrini, vai lá pro quarto do Marquinhos (Figa), esse tesudão aqui é só meu por agora.
Apesar da cara de decepção não falou nada contra e saiu em direção ao quarto, ouvindo atrás de si que não acordasse o filho.
Para mim, em tom intimo disse.
-Esse ai é tarado no Marco, mama o muleke desde os 14 anos. Kkkkkk
Pôs minha mão na rola dele. Uma delicia sentir a desejada finalmente entre minhas mãos que se não fossem grandes não fechariam em volta daquela tora.
-Tá pensando que não sei que vc é o bezerrinho do Marco putinho bonito? Agora vou lhe ensinar a chupar pica de macho adulto. Antes quero ver esse cuzinho. Debruça na mesa.
Totalmente com o tórax deitado na frágil mesa que parecia que não aguentaria meu peso, exibi meu rabo pro macho.
-Puta que pariu garoto! Torrini tem razão, seu rabo é ainda mais bonito que o dele, kkkkk Que cuzinho lindo! Abre ele pro tio, abre!
Com minhas mãos me arreganhei feliz com a aprovação e de ego inflado por ouvir que meu rabo era ainda mais bonito que o rabo que eu próprio achara perfeito.
Tomei um tapa na bunda que mesmo forte me excitou mais que a dor.
As mãos do Major apertavam fortes cada nadega, aos poucos ele se abaixava e entre elogios, dava mordidas e chupões que por pouco não me levaram a loucura. A quentura de sua língua áspera me fazia querer cada vez mais daquele pequeno músculo me acariciando o cu que ganhou vida própria, era um cu vadio, piscador faminto de pica, corajosamente desejando ser arrombado por aquele cacetão grosso.
Foram minutos que me pareciam segundos, me pareciam eternos, tão gostoso estava ser chupado daquela forma maestra que o Major me chupava. Aquele ali sabe de verdade tratar um cu.
Me virou com ele ainda de joelhos e sua língua lambeu toda minha virilha, saco e finalmente minha pica babada. Não se demorou, mas a forma que me sugou parecia que me viraria do avesso pela pica.
-Agora vem aqui sentir o gosto de minha vara.
Tentava não ser afoito, o tanto que esperei aquela pica merecia que a a conhecesse, que apresentasse a ela minha boca com toda a pompa e cerimonia, e só me dei por satisfeito quando fiz o macho gemer abrindo o máximo para caber a tora grossa na boca engolir até mais da metade e por suas mãos em minha cabeça pedindo que me forçasse a ter mais daquela carne dura em minha boca. Tanto me forcei que veio uma onda de vomito. Corri a pia e de lá ao banheiro externo para forçar mais vomito e livre do incomodo engolir pica a vontade. Na volta vi o sorriso do major.
-Mamador do caralho vc garoto! E dos bons, gosto de mamador assim, que vomita pra tomar rola na garganta, vamos pro quarto garotão.
Me agarrou pela pica e me puxava pelo corredor. Ouvimos os gemidos do Figa no quarto.
-Não disse que o puto vinha direto na pica do Marco? Kkkkkk Tive uma ideia. Antes de comer vc, vamos nós três baixar o fogo desse viado.
Abriu a porta ainda com a outra mão me segurando a pica, sorrio e pegando minha mão me fez segurar a rola dele.
Figa estava sentado encostado na cabeceira de pernas abertas com o Torrini no meio de quatro e rabão pra cima. Sorriu para o pai e este disse.
-Tá dando leite pro Dindo filhão?
-Quase. E vc? Já provou o gostosão ai?
-Ainda não, mas tô gostando. Macho do caralho tu me trouxe dessa vez cara!
--Quero ver tu usando ele.
-Tranquilo, tu tá com moral, mas antes vamos arrombar o cuzão desse viadão mamador ai.
Durante todo o papo o Torrini nem se moveu da posição que estava, com a boca cheia apenas empinou mais ainda o belo rabão, no minimo sabia que ia cair na vara, ou melhor, nas varas.
Major Figueira ordenou.
-Vai lá Velásquez e mete pica sem rodeios.
No caminho até a cama, peguei uma camisinha na comoda, cuspi no belo cuzão e meti rola enquanto o Figa forcava a cabeça do macho a engolir mais pica para sufocar o grito.
Eu inteiro dentro dentro, o Major se aproximou do filho e este entendendo o que ele queria puxou o Torrini pelos cabelos e segurando o pauzão de pai fez o engolisse. Disse-me
-Arromba forte Vela, é assim que ele curte.
Segurei as ancas do bonitão e bombei cacete pra dentro, tirava toda e metia de novo. Figa como o pai falavam putarias que incentivavam-me mais ainda.
´-Viu pai como o vela é metedor também, putão é show não é? Vou mostrar como já ta profissa na minha taca.
Ficou de pé na minha frente quase montando o Torrini e me segurando a cabeça meteu pica na minha boca logo começando a fuder gostoso. O Pai agora onde antes ele estava fudia como cavalo o bocão tão faminto quanto o meu.
-Deixa eu fuder o Dindo também Vela.
Troquei com ele, e o fiz me engolir o que pode. Olhei o pai dele fascinado me vendo fuder a boca de seu filho e disse.
-Ai, macho tesão, vou engolir esse picão seu do jeito que engolir seu filho e do jeito que faço ele me engolir.
-Puto safado, vem agora pro meu quarto.
Saímos de lá deixando o Figa metendo, gozou antes de sairmos. Ouço ele pedir.
-Poxa pai, deixa o Vela dar uma geralzinha na minha rola junto com o Dindo/
-Claro filhão.
Eu e o Torrini ajoelhados dividimos a pica do Figa cuidando da limpeza do que sobrara de seu gozo depois que tirou a camisinha. Ganhamos de presente a rola do Major que juntou-se ao filho nos servindo as duas picas Figueiras.
Terminado o serviço, o Torrini pediu pra mamar a mim, e autorizado me deu um senhor trato, não muito demorado devido a pressa que o major estava em me fazer seu puto. Torrini deitou exausto na cama do Figa e este nos seguiu a suite do Pai, lá ele me assistiria servir ao Alfa.
Continua....

Milico Rabão O Feriado com o Major 1

Chegamos à vila militar. Igual a centenas espalhadas pelo pais. Sempre vivi nelas e é como se todas me fossem familiar. O mesmo clima de organização, quietude, disciplina, um pequeno mundinho organizado dentro do caos das cidades
A casa do Figa, de tamanho superior em relação às outras, isto definia a boa patente de seu pai. Tinha um jardim e um belo quintal com piscina e churrasqueira, por dentro era ampla, iluminada, decorada espartanamente, mostrando ser casa habitada apenas por homens. Ao contrario de mim o Figa e seu pai, se mudaram apenas duas vezes durante toda a vida do Figa. Eu mudara no minimo 5.
Tivemos a surpresa de encontrar mais um membro da família, ou melhor um agregado. Grande amigo de infância do pai do Figa.Padrinho de casamento dos pais e padrinho de batismo do meu amigo.
Enquanto o Figa abraçava e beijava carinhosamente o pai eu comparava a minha relação com o meu próprio pai. Um abraço era o máximo da intimidade. Eu me encantava medindo cada detalhe do belíssimo homem que era o tal agregado, o Major Torrini. Sujeito impressionava pela beleza de suas feições, tanto de rosto quanto de corpo. Branco, 1,85 mts, corpo malhado como que ele vivesse para cuidar dele, pernas peludas e grossas, tórax de um atleta, tinha certeza que o percentual de gordura do cara não passava de 5%. Braços grandes sem exageros e o rosto mostrava descendência mediterrânea, nariz forte perfeito, olhos difíceis de decifrar se cinzas ou azuis, sobrancelhas perfeitas, grossas e definidas, uma face de formas clássicas lembrava uma escultura grega. O cabelo liso muito negro penteado para trás.
Foi abraçado pelo Figa com muito carinho e intimidade. Durante o feriado o ouvi chama-lo de tio ou Dindo.
Sem demora eu descobriria que a relação dos três era muito mais especial que eu supunha, e que eu a partir daquele feriadão faria parte da turma.
O Major Figueira me estendeu a mão e ouvindo o Figa dizer-lhe ser eu seu novo melhor amigo, o aperto de mão foi trocado por um caloroso abraço. Com o mesmo carinho fui cumprimentado pelo amigo, e com sua voz de barítono me fez quase tarar ele ali mesmo. Um tesão que de cara senti não só pelo Major Torrini, mas, especialmente pelo Major Figueira, pai do meu amigo. Eram dois caras de mais ou menos 40 anos, bonitos, atléticos, machos e extremamente sedutores vivendo a plenitude de suas machezas. Exalando testosterona. Hormônio que neles parecia ter efeito mais poderoso que em mim e no Figa ainda machos jovens.
Mesmo tentando afastar os pensamentos eróticos sobre o que vi e senti pelo pai do amigo e seu amigo, me foi impossível controlar a onda erótica que me atravessou o corpo com aquele corpo moreno, atlético e quente da exposição ao sol. Ele estava sem camisa, vestia apenas uma bermuda, o tom moreno da pele do major, mais alto que o filho e também mais forte, era acentuado pelo tom grisalho que começava a se exibir nos cabelos idênticos aos do Figa.
Alegremente o Major me mostrou a casa e logo me disse para ficar a vontade e me trocar para ir à beira da piscina ajudá-lo a assar a carne que nos preparou. Numa passagem pelo corredor notei cheio de alegria que indo na frente, o Major Torrini aproveitou o reflexo do espelho para manjar meu volume na calça, e percebendo que notei, longe de disfarçar deu um risinho pra lá de sacana. Exultei sabendo que teria foda e com um puta de um gostosão que me fez tremer na base só por sua beleza máscula. Imaginei logo o tipo quarentão que curte traçar garotões. Eu já decidira que bastava um sopro dele e estaria eu de quatro esperando que me fudesse. Só esse pensamento me deixou duro. Passando-me a maior vergonha, pois fui notado, tanto pelo amigo quanto pelo pai do Figa. Que pra piorar ainda tirou sarro.
-Eiiita Velásquez tudo isso é vontade de fuder muleke, tá na seca? Kkkk
Vermelho de vergonha menti
-Tesão de mijo, desculpa Major, vou ao banheiro.
-Relaxa homem, está entre Homens, não se envergonhe. Quem vai ter que se cuidar é o Torrini que vai dormir com um garotão tarado, e pauzudo pelo que vejo.rsrsrsr
Mj Torrini, disse
-Larga de bobagem Figueira, está deixando o muleke sem graça, além disso, como ele antes que ele pense em gracinhas. Kkkkkk
Corri para o banheiro antes que mais me sacaneassem.
Cheguei e pegando o papo pela metade ouvi o Figa pedindo que lhe desse um tempo de descanso, se queixou de uma forte dor de cabeça e do corpo cansado. Imediatamente seu pai adivinhou tratar-se de uma virose que assolava a região, recomendou-lhe repouso absoluto ao menos até a manhã seguinte. Que não se preocupasse comigo, pois ele e o amigo me fariam às honras da casa.
Troquei de roupa, vesti uma sunga, enquanto o Figa deitou-se logo que tirou a roupa e pôs um short tirado do guarda de roupa de casa, um bem velho e confortável. Mesmo doente era delicioso ver aquele gostoso de pau balançando no shorts puído, e mesmo doente não esqueceu de passar o mãozão na minha pica e no meu rabo. Seu pai na cozinha lhe preparava um chá que trouxe acompanhado de um relaxante muscular. O Torrini do outro quarto,me chamou a acomodar minha mochila no quarto que ele ocupava explicando que era maior que o do Figa e por isso o Major escolheu que dormisse como ele.
-Sem problema. Respondi
-Fica à vontade Velásquez, já que estás de sunga vem pra piscina. Se eu fosse vc trocava por uma mais velha, pois sempre exageramos pouquinho no cloro devido a umidade e salinidade da cidade.
-Por sorte trouxe uma velhinha, mas que adoro, deixa o saco solto, rsrsrsr
Esperei que saísse e ele parecia disposto a me esperar ali mesmo. Ótimo, resolvi exibir o que eu estava doido pra dar a ele. Tirei a sunga nova lentamente e pus a velha mais lento ainda, ajeitando o saco cuidadosamente .
-KKKK Deve ser mais confortável mesmo! Que sacão da porra muleke! E bem servido de pica também hein?!
-Meio sem graça com a forma direta que ele falou, semelhante ao jeito que falo com a amigos de minha idade, respondi.
-De família, rsrsrsr
-Tem trabalhado seu corpo Velásquez, pratica esportes?
-Todos que posso, adoro esportes. Mas o senhor também deve praticar tem um corpo de dar inveja.
Ele passou a mão em seu peito e descaradamente perguntou.
-Gostou?
-Sim, todo cara que curte malhar admira um corpo que já chegou ao nível ótimo.
-kkkk Que nada, se é assim também acho o seu nível ótimo. Bom corpo e baita rolão, já eu não fui tão agradado pela genética.
Desceu a sunga mostrando uma rola que dura devia a chegar a 15 cm, nem grossa nem fina. E meio torta pra direita. Fiquei pensando que bem que ele podia ter a rolona que eu tinha certeza que o pai do Figa tinha, seu volume era uma coisa de fazer babar.
Pra não deixá-lo sem graça, falei.
-Que nada! É normal, e na foda o importante é saber usar.
-Isso é verdade, sempre é muito mais tesudo se usamos o que temos de melhor.
Do nada se virou como se fosse sair. E fechando a porta de um armário disse.
-Te espero lá na piscina.
Vendo ele de costas e juntando a sua ultima frase liguei os pontos. Estava mostrando o rabo na sunga bem cortada que usava. Um rabo maravilhoso que até a mim, não muito fan em meter, deixou com vontade de socar pica. Que rabo era aquele? Não sei como descrever tal perfeição de rabo macho.
Fomos à piscina e tive o prazer da agradável companhia dos dois tesudões. Dois machos de fechar o comercio. Um moreno picão, claramente com porte de macho Alfa e um branco de uma beleza impar com o rabo mais bonito do mundo.
Major Figueira mostrou-se alem de bastante agradável, jovem e tão simpático quanto o filho, qualidades extensiva ao Major Torrini, esse inclusive mais solto e cheios de brincadeiras safadas e frases de duplo sentido. A segurança com que ele me paquerava e a masculinidade poderosa exibida pelo Major Figueira, exacerbada a cada vez que pegava orgulhoso seu grande volume na sunga cada vez que discretamente me mirava o corpo, pica e principalmente o traseiro, fazia com que me sentisse presa fácil daqueles gaviões.
O Major Torrini com seus olhares deixava claro a intenção de sacanagem, já o Major Figueira parecia perceber e fingia que não, que seus olhares a mim de certa forma me intimidavam, pois o sujeito de alguma forma mesmo sendo gentil, brincalhão me fazia perceber que era tipo taradão e que se o atiçasse ele como todo macho fudedor, meteria rola sem reservas,pois se eu fosse a presa escolhida, lhe serviria os desejos e que ele sabia muito bem como me fazer agrada-lo e seria assim que ele me daria prazer. Que mesmo tesudo por minha aparência e juventude, quem lhe serviria seria eu. Também notei sua superioridade perante o amigo. Realmente o Alfa era o Major Figueira e seu pacotão no meio das pernas que hipnotizava tanto a mim quanto ao seu amigo, era brinquedo de prazer pra fazer macho passivo feliz da vida. As vezes sua superioridade me irritava como se me fizesse menos macho e por isso por vezes resolvia ficar na minha, e tentava ser mais machão ainda, e imitando-o nas pegadas de mala, mostrando que também tinha meu pacotão. Funcionou, pois às vezes sentia que estava numa posição superior ao Torrini, como se numa escala, eu fosse mais macho que o amigo dele. Divertido era perceber que o Major Torrini curtia mesmo uma pica, quase não conseguia disfarçar as manjadas que dava tanto em mim quanto no amigo. Era um circulo, o Torrini tarava a mim sendo claro que ele era puto do amigo, e eu e o Torrini tarávamos o Figueira, o Alfa que feliz no reinado dava certeza de ser macho o bastante pra tratar, cuidar e saciar os dois putinhos.
O clima depois de algumas garrafas de cerveja era de tesão, tão obvio e espesso que poderia ser cortado a facadas. Eram brincadeiras infantis, frases de duas mãos, olhadas sacanas, esbarrões e toques casuais. As vezes eu me estirava numa cadeira de sol e de olhos fechados sentia o peso dos quatro olhos a devorar-me, as vozes dos dois diminuíam volume e mesmo os cochichos sem sentindo que me chegavam aos ouvidos eram excitantes. Meu pau constantemente meia bomba fazia a alegria do Torrini, que a esta altura eu já sabia que no máximo era versátil, que curtia mesmo era o mesmo que eu, pau no cu. E eu meia bomba também excitava o ativão amante submeter e meter no cu de garoto roludo.
Eu via sua sunga larga marcando um pau claramente mais grosso ainda que de seu filho. O corpo moreno forte brilhando no sol, os pelos em medida exata que cobriam o peito musculoso e desciam fazendo a rota que sumindo na sunga pedia que a tirassem libertando o cacetão que me fazia lamber os lábios a cada mirada. Por varias vezes pulei a beira do desespero na piscina a esconder o circo que minha pica armava na sunga. Piorou mais ainda quando em tom de provocação o Major trocou a sunga por um short folgado. Tão folgado que quando sentado abria as pernas exibia um saco dono de belas bolonas acariciadas sem pudor enquanto conversávamos.
Descaração chegou a tal ponto que o Major aproveitando estarmos todos altos pelo efeito do álcool, discutiu qual dos dois rabos eram mais bonitos o meu ou do Torrini. Seguindo a brincadeira nos dois riamos e prometíamos comer o rabo dele antes que ousasse nos tocar. Bem que o Figa avisara-me que o pai dele era muito putão. Que se eu bobeasse ele metia pica, pois foi o pai que o ensinou a delicia de fuder cu de macho.
O sol se punha fazia uma hora quando o Major Figueira foi fazer uma canja para seu filho, resolvemos banhar e descansar para um pequeno tour noturno. Havia eu dito a ele que cheio de excitação desejava caçar uma foda a aliviar-me o tesão de tantos dias trancados em estudos.
Ao sair do meu banho logo após ouvir o chuveiro vizinho sendo desligado, avisando que o major também terminara a higiene. Antes de ir ao quarto onde estava decidi ver o Figa. A casa silenciosa me fez ir devagar temendo que incomodar. Passando pela quarto do Major Figueira ouvi um gemido. Encostei na porta que infelizmente estava trancada. Fiquei tão curioso e quase certo do que veria que resolvi dar a volta e dar uma espiada a ver se da janela seria possível ver algo. Vesti um short e no escuro do jardim cheguei a janela do quarto do major. Apenas uma pequena fresta dava visão ao quarto. Para minha sorte o ar condicionado direcionava ali o ventilador e cada 30 segundos esta fresta aumentava o bastante para dar-me visão de todo o quarto.
Lá dentro apenas um abajur iluminava o quarto, e foi nesta luz que vi o belíssimo Major Torrini de joelhos no colchão mamando avidamente o pau do colega. Um mastro grosso e tão grande quanto eu adivinhara.
O Major Figueira segurava firme sua cabeça e metia em sua boca fudendo sem pena, alternando entre tapas na cara e insultos que pareciam excitar ainda mais a fome de pica do major Torrini.
Ficaram nesta posição até que obedecendo uma ordem dado pelo pai do Figa o Torrini desceu da cama ficando de pernas esticadas e mãos apoiadas na cama. Então vi em toda sua beleza o rabão perfeito do Torrini, uma bunda farta e redonda, firme como se fosse mármore. Vi o Major Figueira deliciado com a visão dar um belo tapa de deixar os dedos marcados na alvura do bunda onde o sol não alcançava. O Vi segurar com a própria mão o pau que ainda babava a saliva deixava pela volúpia do Torrini. Ele pincelou algumas vezes a cabeçona da tora na entrada do cu do amigo e como o filho dizer putarias deliciosas.
-Quer pica nesse rabão macho?
-Sim Figueira, me arromba com essa rolona.
E imediatamente vi a cabeça ir sumindo aos poucos naquela maravilha de bunda. Rabo devia estar acostumado a tomar aquela pica grande, pois foi sem problemas e sem indicio de dor que vi o mastro do Figueirão sumir até ter os pentelhos grudados ao corpo do colega que imediatamente começou a mexer e sobre uma chuva de tapas rebolar como uma vadia gemendo pedindo pra ser fudido como um viado.
A esta altura meu pau já ganhava de minha mão uma punheta apertada, estava fascinado com o domínio macho do Figueira pai sobre o major tão belo quanto submisso aquela vara que ele servia com tanto devotamento. Me fascinava mais ainda as feições de poder e prazer exibidas no rosto másculo do macho alfa, que me flagrou distraído em êxtase, e sem o minimo pudor me piscar e passar a língua nos próprios lábios enquanto me sorria gostosamente como que me convidando a continuar assistindo. Desceu seus olhos até minha cintura e percebi prazer dobrado me vendo duro, de novo percebi certa admiração e respeito pelo tamanho de minha pica.
Como se quisesse se exibir mais ainda ele tirou o cacete de dentro do cu do passivo e se abaixou analisando o tamanho da abertura deixado por sua rola grossa. Sentou se na beira da cama, deitou o resto do corpo e ordenou que sua puta sentasse na sua pica.
Meu coração parecia estar a 2000 BPM, a beira do gozo. Resolvi sair dali, apesar de meus pés parecem chumbados ao solo. Corri ao quarto do meu amigo. O encontrei entre sono e vigília. Sem acender a luz ele adivinhou minha pessoa e respondeu a minha pergunta sobre seu estado.
-A cabeça doí menos, apenas o corpo parece ter tomado uma surra.
E completa.
-Pior de tudo é isso aqui Vela!
Acendi a luz do abajur para melhor ver o que queria me mostrar e vi a rola amiga, minha fornecedora de leite, prontinha para ordenha.
Juntando isso ao estado que me encontrava, nem esperei o pedido certo de uma mamada. Cai de boca voraz na pica do amigão que apenas firmou as mãos em minha cabeça me fazendo engolir a tora que eu havia aprendido a ter inteira na boca.
-Caralho Vela! era exatamente isso que precisava meu puto.
Uma de suas mãos me puxaram os shorts de tecido fino e me puseram de quatro sobre ele dando-lhe caminho até a ,minha rola que babava loucamente.
-Puta que pariu Vela, adoro essa baba sua cara!
Eu chupava tão forte a tora do Figa que lhe tirava gemidos e movimentos bruscos. Em minha cabeça girava a imagem do pai dele metendo como cavalo no amigo tão belo quanto rabudo e servil a seus desejos. Meus tesão era de servir aquele macho, gemer naquela vara como uma vagabunda, de ouvir suas ordens e obedece-las sem pensar. Apesar disso e de forma estranha me vinha o tesão de comer seu filho, coisa que só fazia quando ele me pedia.
Tirei o rolão da boca e com a minha ainda dentro da dele, montei em seu peito e fudi sua boca como a pouco vi seu pai fazer.
Sendo um cara extremamente versátil numa foda de macho o Figa assumiu feliz o papel passivo, sabia que era momento raro meu e resolveu aproveitar apesar de estar visivelmente sem sua força física habitual. Aproveitou um momento em que eu lhe dava uma surra de pica na cara e pediu.
-Velão? Aproveita que está ativão e me mete rola macho!
Mesmo sem ouvir o que passava dois cômodos adiante, eu sabia o que rolava e queria que o clima que reinava naquela casa fosse sabido também pelo amigo, queria que sentisse o que eu estava sentindo em saber que naquela hora a sua casa era reino de macho fudedores.
O Virei de costas e pus um travesseiro debaixo de sua pélvis para que tivesse seu rabo empinado exposto a minha tara. Deitei sobre ele, todo o peso de meu corpo e cravei dentes e beijos em sua boca, disse-lhe ao ouvido.
-Neste momento meu viado, teu pai está metendo pica naquele rabo tesudo do seu tio. Vou te meter vara do jeito que ele está no amigo.
Sem mostrar surpresa ouvi em resposta
-Mete esse picão Vela, me faz igual ao viado que serve meu pai.
Tesão triplicado! Apenas dei uma cuspida na entrada do cu dele depois que encapei a vara e enfiei com a vontade que aprendi assistindo ao Major.
Figa mordeu o lençol sufocando seu grito e como o macho que sempre foi nas putarias aguentou pica pedindo mais.
Meti uns 10 minutos como se fosse uma maquina, respondendo a boca do Figa que por vezes se virava procurando minha boca em beijos que eram batalhas de línguas.
Virei-o de lado e fiquei de joelhos lhe segurando uma das pernas para o alto sem parar de socar por nem um minuto, agarrei-lhe a rola grossa e quente entre minhas mãos até que ouvindo sua respiração forte e descompassada como a minha aumentei as estocadas e a força delas fazendo a cabeceira da cama bater contra a parede não mais me importando em ser flagrado socando rola no rabo do filho de meu hospedeiro.
Figa soltou um jato tão forte de porra que me bateu no rosto, eu enchia a camisinha que parecia que não caberia todo meu gozo.
Sem tirar de dentro desabei sobre ele subindo e descendo junto com seu peito que tentava recuperar o folego.
-Puta que pariu Vela, tu nunca me comeu desse jeito seu putão.
-Cara meu tesão estava pra me enlouquecer! Rsrsrsr
-Seu sacana, tu ficou tarado de ver a papai fudendo o gostosão, kkkkkk
-Fiquei mesmo meu amigo, teu pai é show de bola cara! Machão da porra.
-Ficou afim de dar o rabo a ele não foi? Conheço vc Vela, viajou de virar putinha de pai e filho, kkkk
-te confesso que fiquei mesmo cara. E vc? Leva a mal se eu fuder com teu pai?
-Que nada meu brother. Na verdade tinha planos de eu e ele fuder esse rabão tesudo seu, mas essa porra de virose me tirou de cena.
-E se rolar eu e ele só? Vc se zangaria?
-Vamos fazer um trato?
-Qual? Já adivinho sacanagem que minha inocente cabeça nem pensou ainda. Kkk
-Sei... inocente! Kkkk Quero ver vc e meu pai fudendo. Depois armo uma de nós quatro tudo fazer uma farra, eu, vc, o pai e o Torrini. Rabão do caralho o cara tem não é? Só perde pro seu Vela.
-kkkkkkkkkk, eu topo seu puto, fiquei fissuradão em ser putinho mesmo do coroa.
-Tesão cara! Quero ver. E durante se tu tiver afim, me chama que te fodo também. Kkkkk
-Caralho! Só a ideia já me deixou duro de novo, rsrsrsr. Mas diz a verdade! Tu acha meu rabo mais legal que o do Major?
-Certeza cara. E digo mais, tenho certeza que o pai também curtiu, conheço o putão, já fizemos muita putaria juntos, vi na hora que o coroa pirou em vc.
-Então deixo as coisas nas suas mãos, tu arma.
-De boa, vou pedir pro Torrini ficar comigo e deixar vc e o velho tranquilão, dou um toque nele que vc tá doidinho pra ser puto dele, e enquanto vcs se fartam eu boto o bonitão pra mamar. Aquele ali é cliente da família desde que o pai enviuvou, minha pica cresceu na boca do puto, desde que eu tinha 14 anos, o sacanão terminava de dar o rabo pro meu pai, e vinha me tirar leite. Pensava que o pai não sabia. Só contamos um ano depois.
-Porra Figa nunca vi uma interação dessa entre pai e filho cara!
-Poxa Vela! Minha mãe morreu eu tinha cinco anos, meu pai me criou sozinho e sempre foi do jeito que vc viu entre eu e ele, sempre foi e é meu melhor amigo e confidente. O cara me ensinou que continuamos machos mesmo debaixo ou em cima de outro. Kkkkk
Aconteceu que uma vez o Figa o flagrou comendo um recruta que fora cuidar do jardim. Invés de parar, o pai mandou que tirasse a roupa, dizendo que era hora de perder virgindade. E que macho deve aprender a comer cu com maestria.
-Nunca rolou entre vcs?
-Nunca! Mas somos tranquilões, juntos na foda, pegamos na rola um do outro e tudo, tipo mão amiga, mas nada alem disso. Ficamos é taradões vendo um e o outro fuder alguém. Só evito um pouco ser passivo na frente dele, isso só fiz uma vez. O Coroa é tipo Macho Alfa, acho que fica desconfortável vendo o filho de putinha, mesmo sendo taradão em garotão como vc, bonitão, picão e que curte dar o rabo. Nunca vi ninguém tão taradão em cara passivo pauzudo e tipo machão como vc. Vai te dar uma sova de pica que vc não vai esquecer mais nunca seu puto! Prepara esse cuzão gostoso que vai tomar vara do coroa o feriado todo, vai voltar até mais gordinho, o cara é leiteiro pra caralho! Kkkkkk E vc vai tomar todas de pai e filho, meu Putão de pica