5 de nov. de 2012

Conto enviado por leitor. Gostei muito!


Prazeres de um casal de machos

Eu me chamo Toni, tenho 29 anos, 1,85 mts, 78 kilos, 18 cm de dote, bunda sarada, corpo malhado, atlético, pois adoro esportes e sou personal trainer, depilado, moreno de praia,  uso cabelo militar e cavanhaque, cara de macho.
Sou bissexual, casado duas vezes, e era só ativo com homens ate conhecer um carioca que me fez passivo e se tornou meu dono. Aqui o chamo Ale, ele tem 45 anos, 1,75, 70 kilos, magro definido, tipo coroa serio. Quem vê não diz que aquele cara meio sisudo e até franzino em relação ao meu porte se fez meu dono, macho e senhor. Isso aconteceu aos poucos durante nossa relação de quase três anos, primeiro fui passivo e gostei e depois eu mesmo fui me tornando submisso aos seus desejos e ele aderiu a minha fantasia. Hoje temos relação companheira, amorosa, igualitária, e em relação a sexo curto tudo. Procuramos realizar todas as nossas fantasias e minha tara principal é ser obediente as ordens dele, sinto um imenso satisfação em vê-lo sedento de tesão, em dar prazer, faço tudo que ele me manda. Inclusive transar como ativo quando ele deseja me ver comendo ou me comer enquanto como alguém. Nesse processo eu fui encorajando-o a liberar desejos e realizar mais e mais fantasias dele e claro as minhas.
Ele apesar de magro tem a rola mais bem feita que já vi, 21 cm, grosso, retão, veiudo, saco grande, cabeça perfeita, deliciosa, me faz ir ao máximo do prazer me enrabando até duas ou três vezes dia, nos momentos em que ele deseja, em qualquer lugar, na posição que ele quer, isso me excita demais. Trabalho a tarde em 2 academias em dias alternados e pela manha, pratico meus esportes, malho e atendo alguns clientes em suas casas, volto pra casa antes do meio dia casa e ao ver-me  ainda suado, esse horário coincide com a hora que ele acorda, (ele trabalha em casa, jornalista) quando vou dar bom dia e o sinto duro do tesão matinal me arrepio de tesão imediatamente, ele me olha safado e diz que vai mijar me chamando para segurar sua rola enquanto mija forte e abundante, me manda chacoalhar e deixar seco, me faz lavá-lo na pia, em seguida enquanto escova os dentes, empurra minha cabeça me dizendo que tire minha primeira refeição do dia ordenhado seu macho. Já doido de tesão engulo a rola cheirando a sabonete, ele abre um pouco as pernas, um sinal pra mim conhecido que devo brincar com as bolas enormes dele, alternando entre mamadas forte na cabeçorra, uma, duas engolidas inteiras, pois ele gosta bater o cacete duro na minha cara me perguntando se quero mais. Respondendo que sim ele me diz pra só parar quando sentir minha garganta cheia de seu leite. De repente sinto o cacete inchando na minha boca e ele afundando-o até o fim, sinto o primeiro leite do dia, quente grosso, inundar minha garganta. E ele sorri vendo-me satisfeito e me faz levantar, me aperta os braços dizendo que gosta deles assim, bem grandes e fortes, que gosta de seu putinho de corpo musculoso e grande, me beija com gosto de pasta de dente, apertando minha bunda, em seguida quase sempre me manda arriar os shorts de ginástica e abrir para ele meu cu, dizendo que vai conferir se o trago limpo, pois ele me manda lavá-lo na academia, gosta de tê-lo sempre limpo para chupá-lo e meter a qualquer momento e por isso chego a fazer varias chucas ao dia. Toda semana ele o apara ou depila pessoalmente e enquanto faz isso brinco no meu rabo, sentindo a firmeza, os músculos das nádegas, me faz piscar o cu pra ele e enfia o um dedo fazendo-me pressioná-lo com o esfíncter. Às vezes acorda mais cruel e diz que vou passar o dia com algo no rabo, pois ele gosta de saber que tem algo que ele enfiou dentro de mim, e quando estou na rua ele me liga, fazendo-me procurar um banheiro e brincar com o objeto seguindo suas ordens, e perto do meu gozo ele me faz parar dizendo que quer que eu goze quando chegar em casa com sua rola dentro de mim. Faço todos os jogos. Me dá imenso prazer.
Meu macho, assim o chamo, é sempre carinhoso comigo, me faz também contar o que gostaria que ele me fizesse, e realiza sempre de surpresa esses desejos.
Na primeira vez que disse que tinha tesão em estar com outro ativo sob suas ordens. Ele apenas sorriu e disse que realizaria e logo. Que nessa foda eu deveria obedecer sem questionar. Me mandou ficar de pé, nu apenas calçado com as meias e tênis de ginástica bater punheta pra ele assistir-me sonhando com minha fantasia que se realizará mais rápido do que imagino e que de pau duro, babando, lhe contasse os detalhes do que eu imaginava na foda, e ouvindo ele me beija o corpo, me chupa o cacete, me faz gozar em cima do dele e antes que eu me recuperasse do orgasmo,  ele me põe na posição que deseja me comer mete forte lubrificado com minha própria porra.
Dois dias depois, numa manha em que de repente o botijão de gás acaba. Fui avisá-lo, pois deixei minha mochila na academia. Chegando no home-office ele me põe a mamá-lo enquanto de pernas abertas respondia seus mailes pessoais me mandando brincar com sua rola, sem engolir, apenas lambendo e se ria quando eu pedia autorização para engolir e ele não permita.
Meia hora e chega o gás, anunciado pela voz forte do negão que sempre repunha o gás em nossa casa. Antes de atender o homem forte de quase 2 metros e braços imensos, que sempre ostentava um volume fabuloso no meio das pernas, mostrando que não usava cueca, ele me diz para por um short que era dele e ficava pequeno, apertadíssimo nas minhas coxas, enfiado no meu rabo musculoso, parecia uma puta, Eu ri perguntando se queria que eu atendesse o cara desse jeito. Ele apenas respondeu que sim, e continuou acariciando a própria rola e rindo. Como sempre obedeço, assim fiz.
Abri o portão para o entregador entrar, era o mesmo de sempre, trabalhava com uma moto, daquelas transformadas para carregar alguns botijões de gás. Um homem grande, forte, aparentava minha idade, negro de dentes incrivelmente bem feitos e boca larga de lábios grossos, a voz potente e o modo de falar que lembra um macho malandrão, típico safadão carioca, peitão sempre a mostra no macacão que usa como uniforme. Se chama Mario, sempre foi simpático e às vezes falastrão, sempre sobre rodas de samba, futebol, e mulheres. Mario entrou, e quando me viu sem camisa, peito malhados duros de tesão e vestido como uma puta, ele olhou-me dos pés a cabeça e mexeu no próprio cacete que pareceu ganhar vida quase imediatamente. Tanto que me pediu fosse à frente, talvez para disfarçar o próprio volume, ou para apreciar meu rabo sem ter que esconder. Eu sentindo que provoquei seu tesão, me animei e sorrindo fui mostrando o caminho até a cozinha. Eu falando sobre o ultimo jogo do fluminense, time para que torcíamos.
Depois de trocar o botijão, falando até mais que de costume, e se demorando mais que sempre, ele me pediu água, começou a contar de uma mulata que tinha deixado ele de pau na mão cortando suas intenções depois de uma festa na noite anterior. Sem disfarce ajeitou o que parecia ser um monstro  no macacão. Perguntou-me se eu malhava muito, atendendo muitos clientes, e eu respondi e disse que tava treinando mais pesado Mauy Thai para dar uma secada já que o verão se aproximava, e tava querendo definir mais o abdômen.
Fiquei surpreso ouvi-lo dizer que gostava de ver essas lutas e que as vezes chegava a ficar de pau duro. Eu disse que às vezes acontecia comigo.
Meio sem graça digo que quem vai paga-lo é o meu amigo. Grito perguntando ao Ale sobre seu cartão de credito e ele pedi que o Mario fosse até a sala buscá-lo.
O Mario pediu licença e foi. Eu tomava um copo d’água quando lembro que o Ale estava de pau pra fora. Vou à sala e vejo o Ale de rola na mão, o cara olhando-o de modo safado, e quando meu macho me vê, ele diz ao negão que esta assim porque eu o estava mamando na hora que ele chegou. Que minha boca era deliciosa e lhe pergunta não gostaria de experimentar?
Mario na maior cara de puto sorri e responde que nunca se nega a uma boca quente. Tira a parte de cima do macacão descendo até os joelhos e deixando a mostra um monstro negro e grosso. Juro que devia ter uns 25 cm e da grossura de uma garrafa de coca-cola!
Ale me olha e diz:
Mama o cara, não ouviu que ofereci sua boca?
Eu me ajoelho e começo a tentar engolir aquele feixe grosso de nervos que vibrava e brilhava a cabeça quase rocha de tão dura. Por mais que eu tentasse não chegava à metade. Ale vibrava de tesão!
Mandou-me sentar na sua vara enquanto eu mamava o negão. Talvez devido à surpresa ou a posição, o Ale não conseguiu entrar no meu rabo logo, me fez ficar de quatro na cama e me mandou continuar tratando aquele verga negra imensa. Ele me abriu o as nádegas e lambeu meu cu que piscava de forma deliciosa, metia a língua como se com ela me penetrasse, mordia minha bunda e voltava a me chupar o cu como nunca tinha feito. O negão olhava essa cena e eu sentia o seu cacete vibrar de tesão em minha boca. Percebendo que isso causava no negro o Ale disse que ele podia por um dedo no meu cu para sentir como ele capaz de segurar o dedo só com a movimento do esfíncter. Eu sentia o dedo grosso e áspero do cara entrando como se fosse uma rola, apertava e piscava o cu de tesão. O negro segurou minha cabeça e tentou meter mais daquela imenso cacete. O Ale o parou com voz firme dizendo que o putinho era dele e que se ele quisesse continuar a brincadeira que me tratasse com carinho e não me machucasse, e que antes de fazer qualquer coisa ele deveria perguntar ao dono do puto. O negro fez cara seria, mas decidiu entrar na brincadeira. Isso me fez delirar mais ainda de tesão pelo meu parceiro, ao ver seu domínio da situação, autoridade e carinho por mim. Neste mesmo instante o sentir bater com sua rola dura na minha bunda e entrada do meu cu, coisa que sempre me fazia piscar o rabo de forma que eu sabia que o enlouquecia de tesão. Senti suas mãos me agarrarem as ancas e sua cabeçorra entrar, imediatamente comecei a rebolar para fazê-lo entrar mais. O tesão me fez engolir e babar boa parte do cacete do negão. Meu macho me perguntou se eu estava curtindo o cacete do cara, Ao ouvir minha resposta meio grunhida com cacete na boca, ele disse que queria experimentar do negro também. Este imediatamente subiu na cama com sua verga toda babada e a ofereceu ao meu macho que depois de lamber em toda extensão, engoliu a cabeça da cobra negra e com ela na boca me enterrou de vez. Começou a me bombar forte. Depois de alguns metendo sem do enquanto brincava com a rola do cara disse que ele fosse pra frente e me desse de mamar, pois ele iria gozar para administrar a foda.
Senti o ritmo das bombadas aumentando enquanto ele me dava palmadas fortes na bunda, seu saco grande batia com força no meu me deixando mais duro, ele me mandava rebolar e babar mais a rola do negro. Seu cacete inchou dentro de mim e com uma estocada funda ouvi seu urro de prazer e senti meu cu se enchendo com sua porra quente e farta, tanta que quase imediatamente senti escorrer pelas minhas pernas. Depois deitou em minhas costas beijando os músculos que tanto adorava e apertando meus bíceps dizia amar seu machinho puto safado. Tirou seu cacete ainda duro de dentro de mim e perguntou ao negão se queria comer meu rabo. Com a resposta afirmativa dita de forma gemida e rouca pelo negro, ele impôs uma condição.
Você mete até onde eu deixar, vou segurar esse mastro e controlar até onde você vai, depois pode gozar na cara dele. Para isso basta que limpe o meu cacete.
Apesar de doido de tesão, e com um aquele músculo poderoso na boca, eu fiquei apreensivo com a reação do cara que parecia nunca nem ter pegado num cacete de outro homem. Fiquei surpreso com a resposta.
-Nunca peguei num cacete de outro cara, mas to com tanto tesão em vocês dois e tão tarado pra sentir o cu do seu carinha que vou fazer do jeito que você quer, vou limpar seu cacete e sua porra nele enquanto você guia meu pau nesse cu que quase estrangulou meu dedo.
Ele tirou cacete de minha boca me deixando um vazio nela. Olhei para trás e vi os olhos brilhantes do Ale, fiz cara de ciuminho e ele percebendo respondeu:
-Calma que vou te deixar me mamar também. E com o tesão que estou você vai ter leite meu ainda, quero ver você me bebendo com a cara suja da porra desse macho.
Comigo ainda de quatro ele disse que deixaria eu apenas lamber um pouco a cabeça, enquanto segurava o mastro negro.
E se pôs na minha frente com o cacete meia bomba e muito melado, fiz apenas o que ele mandou que eu fizesse, mas estava doido para tê-lo todo na minha garganta. Pois com o tempo ele me ensinou a tê-lo inteiro na boca apesar de sua grossura, e eu já nem me importava e até gostava da dor nos maxilares quando ele metia até gozar no fundo de minha garganta. Ele gostava disso principalmente pela manha, quando a noite ele me avisava que queria ser acordado com seu cacete dentro de minha boca, geralmente nesses dias ele me mamava também, me fazia gozar antes dele, melava seu pau com minha própria porra e voltava a meter fundo na minha garganta.
Logo depois de me deixar limpar apenas a cabeça de seu pau, ele foi para trás de mim onde eu sentia a imensa cabeça do mastro negro encostando no meu cu. O Ale vestiu uma camisinha na imensa rola do visitante. Nessa tentativa foram rasgadas três camisinhas e a quarta cobriu metade do mastro. O Ale fez questão de segurando a jeba do negão vestida numa camisinha que parecia que não agüentar de tão apertada, ir até perto de minha cara e me mostrar que sua mão nem chegava a se fechar. E disse:
-Ta vendo essa rola gigante e negra? Vai te arrombar! Mas você vai agüentar por que eu to mandando.
Me arrepiei de desejo e balancei a cabeça afirmativamente.
Para minha surpresa ouvir o negro pedir para dar uma lambida no meu cu e que o Ale me mandasse piscar para ele.
Então senti a língua quente e imensa me lamber o cu indo até meu cacete que babava a espera da rola.
O Ale mandou que eu empinasse bastante o rabo e deitasse o peito na cama me abrindo ao máximo. Depois da linguada carinhosa e tesuda do negro senti uma grande quantidade de gel gelar minha entrada e vi que o Ale banhava generosamente todo o cacete enquanto segurava na base dele.
A cabeçorra encostou no meu cu e eu o piscava alucinadamente, seria a primeira vez que eu daria a outro que não o Ale, e seria arrombado por um gigante e sobre as ordens de meu macho, o dono de meu corpo e mestre de meu prazer.
O negro pediu que o Ale o abraçasse por trás. A cada minuto eu me entusiasmava mais com a safadeza do negro que pensei ser um daqueles que apenas metem num cu de homem, o cara era mais safado e putão do que eu sonharia. Ele queria a rola do Ale atrás dele enquanto este segurava sua rola dando o limite de ate onde ele meteria. Eu só não confiava que ele fosse respeitar esse limite depois que o cacete entrasse. Mas eu estava como sempre disposto a seguir todos os desejos daquele que elegi meu dono.
As mãos ásperas e grandes do negro seguraram minhas costas, sua rola na minha entrada. De uma vez ele a fez entrar me fazendo quase desmaiar de dor, e essa dor vinha seguida do prazer de obedecer. Ele parou um pouco para me acostumar. Ficou uns 5 minutos parando e mexendo bem devagar para os lados. Aos poucos fui me acostumando, ele vendo meus músculos relaxarem começou a entrar. Podia sentir cada milímetro da espessura me abrindo de uma forma como nunca fui aberto. O cara fazia tão devagar que parecia que não acabaria nunca. Pelos meus cálculos com a mão do Ale segurando a base deveria sobrar ainda de rola o mesmo tamanho da rola do Ale. Alguns minutos depois eu senti a mão do Ale encostando-se à minha bunda. Mais uns minutos parados e o negro começou um vai vem ritmado e lento, fui ordenado a rebolar e apertar com meu cu, obedeci. Em minutos eu já sentia um tesão incrível e não mais só dor. O ritmo foi aumentando. O Ale me perguntava se gostava enquanto o cara elogiava meu rabo e pedia para deixar entrar mais. Eu sentia que na saída de sua verga ela se esfregava na rola do Ale.
Foram quase 20 minutos assim e mais uns 30 em varias posições. Num determinado momento eles resolveram se revezar, pois o Ale tinha endurecido de novo e percebeu que o cara respeitava o limite imposto.
Depois me puseram de joelhos em frente aos dois e me deram um banho de porra, sendo que meu macho me fez beber a dele, e o negro lavava minha cara e peito.
Em seguida sem descansa, me estenderam na cama e me encheram de beijos. Eu sentia o peso incrível do negro e o corpo do Ale. Suas bocas me chupando e se revezaram no meu pau e me fizeram gozar deliciosamente.

Se vcs curtirem continuo.....

17 de jul. de 2012

Bem vindos!

No Blog agora!

Conto do Matteo


Aqui conto minha história, de tudo que me aconteceu e fiz! Escreverei meu diário.
Legal vai ser ter vocês postando e comentado.






Contos Curtos

Seção de contos curtos, relatos, postados por mim ou por seguidores, ficção ou real. O Importante é ser uma história tesuda. Quem tiver afim de mandar uma história postar para osexodohomem@gmail.com  




The Man
Precisa explicar?
  • Júlio César, goleiro de futebol.
  • Rick Martin
  • James Franco.
  • Tom Ford
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  • Heath Ledger
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  • Caio Castro
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  • Rafael Cardoso
  • Rodrigo Phavanello
  • Jonatas Faro
  • Armando Babaioff
  • Chester Hanks
  • Justin Bruening
  • Joe D´Alessandro
  • Hamdan bin Mohammed Al Maktoum
  • Bradley Cooper
  • Colin Egglesfield
    Luigi Mastrangelo
    Eddie Cahill






    Cinemão


    Cult movies e movies com temática gay, homoerótica ou que dão pinta. Postarei ficha técnica, sinopse e meu comentário sobre o filme, diretor e atores.
    • Querelle
    • Minha Adorável Lavanderia
    • Maurice
    • Milk
    • Eduardo II
    • Caravaggio
    • Garotos de Programa
    • Rainhas / Reinas
    • O Fantasma
    • Bent
    • Delicada Atração
    • Philadelphia
    • I Want your Love
    • Delicada relação / Yossi & Jagger
    • Boy Culture
    • Gata em Teto de Zinco Quente
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    • Fome de Viver
    • Paixão Selvagem
    • Má Educação
    • Morango e Chocolate
    • Teorema
    • Priscilla, A rainha do deserto
    • Do começo ao Fim
    • Traídos pelo Desejo
    • O Talentoso Mr. Ripley
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    • A Lei do Desejo
    • Morte em Veneza
    • Furyo - Em Nome da Honra
    • Para Wong Foo
    • Labirinto de Paixões
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    • Entrevista com o Vampiro
    • Fellini - Satyricon
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    • Testosterona
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    • 20 Centímetros
    • Homem no Banho
    • Single Man / Direito de Amar 
    • O Retrato de Dorian Gray



Gay Hero


Homens gays ou bissex que mudaram a história do mundo e dos homens, ou deixaram uma marca profunda ou interessante na cultura, no mundo pop, na política e no pensamento.


  • Alexandre, o Grande
  • Freddie Mercury
  • Tom of Finland
  • Luiz Mott
  • Cazuza
  • Andy Warhol
  • Oscar Wilde
  • Gore Vidal
  • Rudolf Nureyev
  • Renato Russo
  • Pedro Almodóvar
  • Sir Ian Mckeller
  • Lauro Corona
  • Joel Schumacher
  • Pet Shop Boys
  • Gianni Versace
  • Pierre et Gilles
  • Keith Haring
  • Michael Stipe
  • Montgomery Clift
  • Gareth Thomas
  • Yves Saint Laurent
  • Joe D´Alessandro


Papo com Matteo


Aqui um espaço, para conversar, ouvir vocês, pensarmos em novos posts,
enfim conversamos, nos conhecermos.
Aguardo vocês.






Editorial


Texto sobre diversos assuntos. Um lugar parar refletir e falar sério. Expresso minhas opiniões e aceito réplicas e opiniões contrárias.


Temas
  • Eleições
  • Direito Gay
  • Visconde de Mauá
  • Turismo no Brasil?
  • Uma revolução urgente!
  • Depende de Nós Agora.
  • Viva o Rio!


                     Bem vindos à nossa casa!

17 de ago. de 2011

Colin Egglesfield........... The Man

Colin Egglesfield

Profissão: Ator e Modelo
Nascimento: 9 de Novembro de 1973, Farmington Hills, Michigan, EUA

Collin passou a infância na área Metropolitana de Detroit, quando tinha dez anos sua família se muda pra Crete , Illinois ao sul de Chicago. Segundo diz passou sua adolescência fazendo modelos de aviões, era tímido e desajeitado. Tinha como sonho seguir a carreira da medicina como seu pai. Vendo sua irmã mais velha atuar ele se interessa pelo oficio.
Terminou o segundo na Marian Catholic High School em Chicago, seguiu para fazer medicina na Universidade De Iowa. Para terminar de bancar seus estudos entra na carreira de modelo, faz sucesso trabalhando na Europa e EUA para grifes como Versace, Calvin Klein e Armani.
Fez aulas de teatro e foi convidado a participar de séries de sucesso como Law & Order, The Street, Gilmore Girls e Nip/Tuck.
Em 2005 estreia no novelão “ All my Children” (novela que dura séculos no EUA)
2009 e estreia como o chef surfista Auggie Kirkpatrick na refilmagem de Melrose Place, onde participou até o 12° episodio.
O gato esteve recentemente no Brasil onde participou do festival de Gramado, segundo as boas línguas,  pegou quatro gatas em três dias. Rapaz faminto mesmo! Ficou de olho na Adriane Galisteu quando viu suas fotos na Playboy, espertinho né? Não deixa passar nada!
Taí! Gostei do rapaz. Rápido no gatilho! Faminto que nem vampiro! E gostoso que só ele. E mais! Já tem 38 anos! Daqui a dois anos tá no ponto pra mim. Mas sem problemas, se vier agora, também quero, como cru mesmo!  Kkkkkk

16 de ago. de 2011

NSP Cap 55............Tel-Aviv

Aportamos do outro lado canal de Suez quase a meia noite local, a noite estava clara como um começo de dia. Não me cansava de admirar a beleza da lua, primeiro refletida no Canal depois iluminando as areias do deserto que o faziam parecer de prata. Vi montanhas imensas que testemunharam o começo da civilização e nos assistiam com tanta majestade que pareciam ter dó dos pobres humanos que se matavam por míseros pedaços de terra. Elas deviam se rir de nós. Assistiram guerras ferozes que perturbaram sua paz. Reis e guerreiros brigarem por poderes efêmeros, viram alguns poucos de nossa espécie que tentaram esclarecer os restantes, grandes homens e profetas como João Batista, Jesus e Mohamed. Viram-nos tentar alcançar o céu erguendo torres, imitar as belezas do paraíso construindo jardins e se espantaram quando fizemos artefatos capazes de matar milhares de uma só vez.
Assim foi desde que desembarcamos em Ras Matarma até cruzarmos o deserto. Atravessamos bem ao sul a fronteira de Israel. Tentávamos evitar a proximidade com Gaza ao norte. Isso tornou a viagem mais longa. A mim pouco importava a distancia. Sou louco pelo deserto. Ver a terra nua torna a paisagem de alguma forma mais verdadeira. Aquele deserto em especial, centralizado entre o oriente e o ocidente, chão de povos antigos, cidades mortas que antes vibravam de comércio de caravanas.
Chegamos a Ein Tamar, cidade mais ao sul do Mar Morto do lado hebreu. Seguimos margeando o Mar interior que faz a divisa entre Israel e a Jordânia. Os dias seguiam claros e frios, mesmo assim fiz questão de me banhar no mar que de tão salgado você não afunda. Um mar que está morrendo. Triste ouvir os relatos dos moradores, antigos pescadores que mostram até onde ia o mar e como ele recuou.
O Ian me olhava boiar na agua sem qualquer movimento, como se eu estivesse sobre uma bóia invisível, fazia piadas infames. Disparei em sua direção, o agarrei, tirei o que pude de suas roupas, expondo sua pele de alabastro e o levando comigo de volta a agua. Ian protestou e esperneou e de repente começou a rir do efeito que era boiar daquela maneira. A Hannah e a Isabeau, tiraram a parte de cima de suas roupas e nos acompanharam num insólito mergulho. Percebi que o Ian estava ficando caidinho pela Isabeau. Ela uma hebreia descendente de franceses realmente  de uma beleza brejeira e encantadora. Peitinhos duros como frutas devez cabelos castanhos claros longos e encaracolados, nariz judeu e uma boca que convida a se misturar nela. Bastante diferente da Hannah que com seu cabelo negro curto, traços finos, olhos muito verdes, corpo esguio e braços musculosos. Transmitia certa autoridade. Isabeau brincava que foi a tenente mais dura que ela teve no exercito. Gostei dela. Tinha uma inteligência rápida, parecia realmente ser brava e dominar quem ela desejava. A vi dando um malho no marroquino numa noite e no dia seguinte afasta-lo apenas torcendo os lábios e o fuzilando com as balas verdes que eram seus olhos.
Saímos da agua e fomos procurar um lugar para comer. Achamos um restaurante caseiro que servia delicioso peixe. Ali discutimos para traçar nosso rumo. Varias opções. Podíamos seguir margeando o Mar Morto até Jerusalém, se iríamos em direção ao oeste para Tel-Aviv ou se todos me acompanhariam a Hebron.  Simplesmente cismei de ir a Hebron, conhecida como cidades dos Patriarcas, pois lá estão os túmulos de Jacó, Abraão e Isaac.
Resolvemos nos separar. As meninas estavam afim de chegar a Grécia, tinham voltado apenas para nos guiar. Dei-lhes em retribuição o meu endereço na Toscana, prometi que lá seriam recebidas como princesas. Deram sorte e encontraram com o Lipo e o Léo na villa, caíram numa farra homérica. Mas esta é história que conto depois. O Ian e o Ali o marroquino seguiriam para Tel-Aviv onde se encontrariam comigo, o Rafush seguiria para Amã. Eu mais tarde o reveria quando fosse a Petra, ele fez questão de ser minha companhia no antigo entreposto comercial.
Ian me deu um longo e demorado abraço, tínhamos vivido boas aventuras! Fiquei surpreso quando o Irlandês machão me deu um beijo na boca. Brinquei com ele dizendo que ele estava na minha lista já que eu tinha gostado do beijo.
Minha passagem por Hebron foi rápida, conheci alguns pontos históricos, visitei os túmulos dos patriarcas. O especial de Israel é a ligação que sentimos com tudo que diz respeito à história antiga, pois lá é o ponto de inicial das chamadas 3 grandes religiões monoteísta. O Judaísmo, o Islamismo e o Cristianismo. Segundo os Judeus é a terra que o próprio Deus prometeu a seu povo, para o Islamismo é o lugar de onde o profeta Mohamed subiu aos céus numa carruagem de fogo e para nós cristãos é desnecessário contar-lhes que aqui nasceu, andou e pregou o mais humanista e sábio dos homens o profeta Yeshua (Jesus) mais tarde conhecido como filho direto do próprio Deus. O Cristo.
Você pode não ser especialmente religioso, mas é impossível não pensar em algum momento que você está vendo o que ele viu, andando por lugares que talvez ele tivesse pisado. É de arrepiar.
Na primeira vez que fui a Jerusalém, há dois anos atrás me emocionei de verdade. Soube que varias pessoas sofrem uma espécie de síndrome religiosa, uma cartasse, uma pequena e momentânea loucura quando se veem em lugares tocados, pisados e vistos pelo próprio Jesus. Não cheguei a tanto, mas minha sensibilidade artística e histórica me comoveu, fez meu coração bater descompassado e meu pensamento voar milhares de anos para trás. E olha que eu tinha acabado de sair do Cairo, cidade onde se vê de vários pontos a grandeza espetacular das pirâmides. Monumentos de quase 5.000 anos. Segundo um proverbio árabe “ O homem teme o tempo e o tempo teme as Pirâmides”. Ao visitar esses ícones a sensação que tive foi de ser um grão de areia na ampulheta da historia da humanidade. Esta viagem estava me levando a um estado contemplativo nunca antes experimentado. Eu me via naqueles desertos que são o umbigo de nossa historia, ali nasceram a agricultura, a civilização, a arte. Um tempo em que homens falavam diretamente com Deus. Tínhamos tempo para ele.
Aos que não dão valor as religiões lembro que foram elas que impulsionaram as artes, arquitetura, medicina e conhecimento. Um amigo arqueólogo me disse que a principal tese do começo da civilização é que ela nasceu da guerra. Da necessidade de se proteger, depois vieram a agricultura e a tecnologia. Mas eu digo que evoluímos de um aglomerado de gente se defendendo simplesmente, cultuando um Deus ou vários. As religiões nos deram códigos morais, nos fizeram querer ser melhores. Deram-nos razão de existir e esperança para onde iremos depois que nos formos. Também foram motivo de guerras e atrocidades. Mas o saldo é positivo, ainda temos as pirâmides e os templos, temos Machu Pichu, temos as belíssimas mesquitas, pagodes no oriente e as catedrais e igrejas da cristandade.
Aluguei um carro conversível para ir a Tel-Aviv. Sozinho eu decidi enfrentar as boas estradas de Israel e seus maus motoristas. Num momento percebi que estava indo de volta para a orla do Mediterrâneo, estava animado por uma farra em Tel-Aviv, famosa por ser uma cidade que nunca para, por seus prédios estilo Bauhaus, por sua modernidade, seu bem receber e por ter a melhor noite gay do Oriente Próximo.
Entrei pela cidade vindo do sul, imediatamente senti o cheiro do mar. Me sentia numa moderna estrada americana. Perdi-me feliz pelas limpas ruas cheias de jovens, turistas e descendentes de todo o mundo. Facilmente me comunicava em inglês. Queria me hospedar perto da balada, queria um bairro gay friendly. Parei num ensolarado café e me sentei. Ouvi rumores que as coisas estavam fervendo de vez na Líbia. Os Estados Unidos prometiam um ataque a qualquer hora. Um louco Gadaffi prometia que não arredaria pé. Sacudi a cabeça indignado com a estupidez dos poderosos. Imediatamente pedi informação sobre uma rua legal, para comer e curtir a noite. Falaram-me de um hotel boutique que estava na moda “The Diaghilev”, numa rua cheia de bares e restaurantes badalados, boas galerias e boas compras. Bem! Depois de sofrer na Praça Tahir, ter dormido em tudo que foi chão e bancos de carro, achei que não iria ofender meu lado aventureiro se eu me desse de presente uma estadia comme il fault. (Ah! Sou meia Perua mesmo, fuck you!)
O Hotel fica próximo a Avenida Rotschild, uma avenida moderníssima, cheia de gente jovem, chic e bonita. Diliça! Super bem decorado, funcionários simpaticíssimos e muitos, mas muitos gatos e gatas em volta! Achei o paraíso.
Entrei na minha suíte louco para tirar a poeira do deserto, acho que tinha areia e poeira até dentro das cuecas. Minha pele parecia um vaso craquelê. Poxa galera eu estava merecendo mesmo uma estadia de rei. Um bom spa, depois uma bela sunga e me jogar disposto a quebrar tudo nas famosas praias de Tel-Aviv. Depois de uma boa ducha, de ficar bonitinho sentei na imensa cama king size, de lá via a beleza do mar Mediterrâneo através das paredes de vidro. Olhei o telefone ao meu lado e me veio o Cado à cabeça. Saudades de meu coroa!
-Fala meu gato!
-Quem é?
-Figlio de una putana você tem outro que te chame de meu gato, seu puto?!
-KKKKK, Estava brincando contigo meu garoto travesso! Tentei falar com você e me atendeu uma voz árabe. Fiquei meio de cara e desliguei.
-KKKKKK, dei meu smartphone para o carinha que dei uns amassos lá no Cairo. Ele tá fazendo um puta trabalho localizando pessoas.
-Legal Teo, mas você esqueceu de transferir a conta da linha.
-Não! Eu vou pagar por mais dois meses, é meu presente para o Karin.
-Tô ficando com ciúme!
-Larga de ser bobo!
-Onde você esta? Não me diz que está indo para a Libia!
-Não! Estou em Tel-Aviv, num hotel über fancy! (super chic)
-Ao menos não está perdido nessa África louca. Mas Tel-Aviv é mais perigoso ainda. Cuidado onde joga esse corpão. Alias, esse corpão me pertence, toma conta dele.
-Xá comigo meu gatão. Daqui a pouco vou pôr ele à prova nas praias.
-Se divirta Teo, Tô morrendo de saudades. Tô trabalhando dobrado sem você.
-Nem me fale em trabalho ao menos por mais um mês.
 -Teo você pretende ficar quanto tempo por ai?
-3 ou 4 dias porquê?
-Vou a Budapeste, se desse tempo estava pensando em te fazer uma visita.
-Sei... Visita de verificação.
-Bobo. Acho que vamos fechar aquele contrato em Buda.
-Tomara que esteja indo sozinho meu Cado safado!
-Vou ficar no Boscolo.  Lembra de nossa estadia?
-Nem ouse levar uma vaquinha pra lá. Aquele ali é nosso.
-Está bem meu Teo, se for levar uma vaquinha fico em outro.
-Depois eu que sou puto
E continuamos fingindo ciúmes, falando de nossas vidas, sorrindo com nosso amor amigo.
Depois do telefonema desci para o Spa e fiz uma sauna, uma bela ducha fria, limpeza de pele, massagem. Dia de Princesa! KKKKKK. No final da tarde sai para dar uma espiada nas vitrines e passeios. Esqueci-me da praia, primeiro iria comprar uma sunga nova, umas regatas e calças fashion para a balada. Saindo da loja ouço meu nome! Pensei. “ Não é possível!” Então reconheci a voz rouca do Ian. Estava do outro lado da rua, seu cabelo reluzia com os últimos brilhos do sol. Veio correndo ao meu encontro provocando freiadas bruscas nos autos que trafegavam a avenida. Abraçou-me como se não me visse há milênios. Ao estilo árabe me beijou no rosto 2 vezes de cada lado. Retribui. Ele falou.
-Fuck man! Parece outro. Todo arrumadinho!
-Precisava de um banho de verdade meu caro. E você e o Ali onde estão hospedados?
-Num albergue, do outro lado da city.
-Vamos busca-lo, vocês ficarão no hotel onde estou.
-Estou sem grana.
-É um presente e vai te custar mais que um beijo. KKKKKK
Depois de dar a volta na cidade encontramos o Ali sentado num café próximo de onde estavam hospedados. Gritei em francês.
-Monsier voyageur, vagabond, aventurier!
Ele sorriu de forma amigável e veio ao nosso encontro. Abraçamo-nos todos comemorando o reencontro. Seus olhos arregalaram quando eu disse onde estava hospedado. Sabia ser um hotel caro. Mas aceitou imediatamente o presente.
Aluguei uma suíte para os dois e combinamos de nos encontrar para fazer a ceia. O Ali era intimo da cidade e nos guiaria na noite telaviviana.
Jantamos como reis. Saímos por calçadas cheias. A noite prometia. Eu estava encantado com os prédios estilo Bauhaus espalhados pela cidade, as luzes da cidade. Grupos de jovens conversavam em praças que pareciam festa. Casais heteros e gays masculinos e femininos de mãos dadas, paquera rolando solta.
Tinmha acertado na roupa, por baixo do blazer pus uma camiseta regata, todo exibidinho, parecia ser o uniforme da galera.
Um sujeito de cabelos muito cacheados e olhos castanhos claríssimos me deu uma bela cantada. Sorri. Olhei para Ian e vi ciúme em seus olhos. Pronto! Se não rolasse um israelense minha noite seria Irlandesa.
Abracei o Ian para lhe tirar a cara mal encarada. Ele sorriu com o contato. Disse ao Ali que eu pretendia dançar e de preferencia numa boite Gay. Apesar de ser hetero ele topou, acho que já tinha notado o carinho entre eu e Ian e não queria ser desmancha prazeres. Inclusive durante o jantar disse-me que o Ian não parou de falar de mim.
Chegamos num lugar chamado Lima Lima. O door-man escolhia quem entrava. Fila grande. Cheguei próximo para pedir informação e o leão de chácara me pôs imediatamente para dentro. Agarrei a mão do Ian puxando-o comigo. Olhamos para trás e o Ali estava de papo com uma garota. Preferiu ficar lá fora.
La dentro uma imensa pista cheia de efeitos luminosos. Música eletrônica tocado num volume ensurdecedor. Caraio! Que povo bonito! Deixei o blazer na chapelaria e ainda puxando o Ian pela mão nos jogamos na pista alucinada pelos efeitos de luz. Dancei loucamente, assistindo aos shows dos gogos. Ian me trouxe uma dose de uísque que tomei quase num gole. Vi quando um carinha muito bonitinho meteu na boca do Ian um comprimido de ectasy, recusei o que ele me ofereceu. Em poucos minutos Ian estava em cima do balcão de bar. Tirou a camiseta. Os raios lasers passavam riscando no seu peito forte nu. Ele não tirava os olhos de mim. Estendeu-me a mão convidando-me a subir. Assim fiz. Nos acabamos sob olhares de desejo do povo abaixo de nós. Inadvertidamente senti minha boca invadida pela língua  rosa e quente do irlandês, que travou os braços por sobre meu corpo suado. Falava-me aos gritos que estava excitado. Eu o provocava, roçando meu pau nas suas coxas.
Eram quase cinco da manhã quando de pulo saímos do balcão. Pegamos um taxi, pois nós simplesmente não lembrávamos onde era o hotel. O motorista deu uma volta no quarteirão e nos deixou na porta. Parecia feliz por ter se livrado dos dois grandões se pegando no banco no trás.
Erramos a suíte na chegado e demos o maior flagra no Ali metendo feito doido numa garota que não me lembro de ter visto antes. Demos uma crise de riso sob os protestos em árabe do Ali. Depois em francês nos xingou o quanto pode lembrar do idioma. Enrolou-se num lençol e nos levou pelos braços até a minha suíte.
Apesar de emputecido ele nos jogou debaixo da ducha e nos largou lá. Com uma agua terrivelmente fria caindo sobre nossos corpos. Então foi nosso vez de xingá-lo em todos idiomas que conhecemos. Ele apenas se riu e ia saindo quando tropeçou no lençol em que estava enrolado. Não aguentamos e caímos molhados por cima dele dizendo que iriamos comê-lo. O cara entrou em pânico e num acesso rápido se livrou de nós e correu par5a outra suíte.
Ficamos eu i o Ian caídos no carpete, não parávamos de rir.
Então eu que estava mais lucido disse-lhe.
-Agora vamos resolver seu problema.
Ele pareceu na hora sair do transe que estava. Olhou-me nos olhos e depois de alguns segundos fixando-me, puxou-me pela nuca num beijo louco.
Eu sentia seu corpo serpenteando debaixo de mim. Cheios de tesão nossos paus rocavam um no outro com força. Tiramos as calças molhadas. Ficamos apenas de cuecas e meias. Tropeçando tentamos chegar à cama. Fiz a besteira de ir na frente, senti o pau do Ian tentando me forçar a bunda. Pauzão da porra! Suas mãos se cruzavam sobre meu peito. O filho da puta do irlandês estava tentando me enrabar ali mesmo na borda da cama. Sabia que ele não iria conseguir, dei uma travada na bunda e curti um pouquinho aquele Arcanjo ruivo arfando no meu cangote.
Quando ele estava todo a vontade. Me desvencilhei de seu abraço gostoso. Dei um beijo nele agradecendo o carinho, peguei sua mão e levei até meu cacete que doía de tão duro.
-Mother fucker! (Filho da Puta!)Ele disse.
-Tá pensando que é só você que é bem servido meu Arcanjo? Vem pra cá que a briga vai ser das boas!
Com uma força de meio ébrio ergui o Ian até a cama. Arranquei suas boxers e vislumbrei totalmente desnudo um belo e forte corpo de mármore, pentelhos ruivos como os cachos brilhantes de seus cabelos, uma rola rosada quase sem veias, reta e de pé, parecendo impossível de baixar. Ele sorriu safado.
-Tira as suas também. Disse-me
-Tire-as você.
Fiquei de pé na cama imensa, minha cabeça roçando o teto onde apoiei minhas mãos no forro.
Ele também ficou de pé, colou-se em mim, de novo me beijou. Ia descendo devagar me beijando molhado, eu me arrepiava com a quentura de sua boca, sua língua chicoteava minha pele, seus dentes me arranhavam de quando em vez. Eu gemi gostoso sentido meu coleguinha de aventuras se deliciando em mim.
Minha pele completamente arrepiada de tesão. Senti quando ele baixou minha cueca. Meu cacete quase lhe bateu o rosto. Sorrio quando viu o tamanho. Se bem que o dele devia ser apenas uns 2 centimetros menor. Segurei-lhe os cachos e forcei sua boca em direção a meu pau.
Ele ficou meio sem graça. Falei.
-Passa a língua. Vou fazer em você tudo que você me fizer. (Isso sempre funciona!)
Ele passou a ponta da língua na cabeça. Minhas pernas tremeram. Aos poucos ele foi aumentando as linguadas e abrindo a boca. Num movimento eu fi-lo engolir. Ele engasgou.
Abaixei-me junto com ele para deitar num 69. Aquele ruivinho estava precisando de um incentivo. Eu ia dá-lo.
Ficamos de lado um para o outro, nossas mãos se agarravam a nossos cacetes duros. Pus seu pau na minha boca, ele imediatamente fez o mesmo comigo. Engolíamo-nos chegando a fazer barulho, babávamos nossas rolas duras, acariciávamos nossos sacos.
Ficamos assim por um bom tempo. O irlandês estava ficando bom no serviço e eu dava o meu melhor. Seu pau latejava na minha boca o meu latejava na dele sentindo sua língua passear sobre a glande.
Fiquei na ponta da cama deixando-o de joelhos na beirada, Forçava sua cabeça a me engolir, prendi sua cabeça entre minhas coxas. De novo mudei de posição e me pus no lugar dele. Gostoso sentir suas coxas arrepiadas me prendendo no meio delas.
Partir pra cima de seu corpo, e roçávamos um no outro entre beijos vorazes, o tesão era tanto que parecia que iriamos gozar apenas nos esfregando.
Devagar desci minhas mãos por seu corpo, uma delas se escondeu por debaixo dele, a outra correu em busca de seu cu. Ele piscou com o contato de meu dedo grosso. Passei o dedo na boca e voltei a tentar lhe meter. Massageava levemente ao redor, como quem não quer nada. Ele foi relaxando e na primeira oportunidade entrei até a metade do dedo. Ele gemeu e travou. Beijei-o. Ele tentou fazer o mesmo comigo, deixei. Suas mãos grandes me apertavam a bunda retesada de prazer. Também me massageou e aos poucos me meteu o dedo. Incomodo e tesão, mas estava bom demais!
Gemidos, sussurros, posições trocadas, línguas chupadas, rostos vermelhos, costas arranhadas, coxas entrelaçadas. Fizemos reviravoltas dando prazeres um ao outro. Em um desses movimentos fiquei por cima de suas costas, por elas fui descendo entre beijos e chupões. Cheguei a sua bunda, redonda, firme, marmórea. Dei leves mordidas e beijos. Com minhas mãos espalmadas abri suas nádegas dividindo-as. Entrei com minha língua circulando seu cu, metia minha língua aos poucos para provocar-lhe, ele gemia e vi suas mãos agarrando apertado o lençol. Com as duas mãos segurei-lhe as ancas e de supetão lhe deixei de quatro. Fiquei por cima dele, imprensando entre eu e a cabeceira da cama. Minhas canelas e pés prendiam as suas para não se debaterem. Agora estava com uma das mãos em sua cintura e a outra em seu ombro, roçava com minha rola sua entrada. Ele me pedia.
-Tenha calma Matt! Não me machuca.
-Não vou. Vou nos dar prazer, vou ser carinhoso.
Ele mesmo pegou na própria carteira sobre o criado-mudo uma camisinha.
-Não temos lubrificante, vai doer um pouco. Disse eu.
Ele se liberou de meus membros e lambeu meu cacete coberto com a camisinha, voltou a posição. Dei uma bela chupada no seu rabo, deixando-o bem molhado. Pincelei com o cacete e forcei um pouco a entrada. Firmei minhas mãos em seu ombro. Com força iniciei a entrada para romper a entrada. Um grito macho e rouco saiu de sua boca. Parei um momento para que ele se acostumasse. Comecei a beijar e morder sua nuca dizendo que palavras doces e tesudas. Ouvi um palavrão quando eu já estava na metade.
-Porra Matt, parece que não vai acabar nunca!
-Quer que eu pare?
-Não.
-Isso mesmo meu macho Irlandês!
Entrei até o fim, até sentir minhas bolas batendo na sua bunda. Parei um pouco.
-Estou todo dentro de você. Falei
Mexia para os lados fazendo meu cacete circular por toda sua parede anal. Os primeiros movimentos partiram dele. Bem de leve. Isso me animou! Comecei a entrar e sair bem devagar. Ele se empinou como querendo mais. E me pediu.
-Vai fode!
Então comecei a ir mais rápido, segurando suas ancas me forçando para dentro dele. Ia forte e seguro cavalgando meu garanhão branco. Virei-lhe de frente a mim, queria ver seu rosto me recendo, queria me entrando e saindo dele. Ainda dentro me abaixei para beijar-lhe e sua língua saiu em busca da minha, suas mãos seguravam minhas costas prendendo-me colado a ele. Mexia-me apenas movendo a pélvis. Cada vez mais rápido e tão forte quanto podia. Minha vontade mudou e quis ele mais submisso, vi nos seus olhos que isso o estava deixando louco de tesão. Seu pau não baixava, estava tão duro como antes. O deixei com as mãos apoiadas na cama, quase de pé, curvado sobre a cama, uma perna em cima e outra em baixo. De novo entrei, dessa vez com força e sem parar. Ele mexia com meu ritmo.
Meu suor pingava nas suas costas, minhas mãos agarradas as suas ancas. Estava próximo ao gozo. Agarrei seu cacete que nem balançava de tão duro, comecei a masturbar. Senti seu rabo me apertar mais ainda.
Gozamos aos berros e urros. Desabamos na cama. Tomamos banho juntos. Antevendo minha vez de dar para ele, no box mesmo me abaixei e o chupei até que me melou os peitos com seu leite.
Dormimos agarrados em conchinha, felizes e cansados.
Ele acordou meio sem jeito e com a bunda dolorida. Ligou a TV num canal que transmitia em inglês. Era 18 de Março. Uma coalizão ocidental formada pela França, EUA, Inglaterra partiram de uma base italiana para atacar a Líbia.
Fiz uma chamada para Karin, ele me falou que as coisas estavam feias na fronteiras Líbias. Eu decidi partir para a Índia, de lá talvez pudesse ajudar de alguma forma.