27 de ago. de 2014

Milico Rabão Reencontro, Eu e os manos

Tinha combinado com a galera da republica. Galera modo dizer, pois quem fudia de verdade ali era eu, Figa e o Berga. Alem disso, faltando dois meses para as provas os gêmeos trocaram de apê, pois havia se mudado para a cidade uma tia que os acolheu. Não fosse o apê na verdade ser do caso do Berga, estávamos eu e o Figa ferrados, pois aumentaria a grana que deveríamos pagar. O Berga nos disse.
-Relaxem, vou falar com o viado, e resolvo a onda.
E resolveu mesmo.
Eu juntei eles para dizer-lhes.
Chega de putaria! Vou Cepar (estudar) que nem louco, vou passar entre os dez na admissão!
Figa
-Porra Vela, vai manter o básico! Ao menos uma rapidinha de manhã?
Pensei que ele estava certo, já estava viciado mesmo em ordenhar aquele puto.
-Tá bem, mas não vem me cutucar durante o dia. Rsrsrsr
Berga, que em férias agora ficava mais em casa. Disse
-Quero saber de porra nenhuma! No dia que chegar quero fuder na hora que eu quiser. Fiz minha parte bancando os dois, façam a de vcs.!
Ou seja agora éramos putas de verdade do Berga.
E quem ia resistir ao Machão chegando cheio de vontade?
-1 vez a cada dois dias! Disse eu.
Berga levantou demonstrando que já estava decidido e foda-se. E já levanta dando uma pegada naquele volumão fazendo eu e o Figa babar. Do jeitão dele, o Berga vendo que tinha conseguido o que queria disse antes de sair.
-Tô prontinho, na seca de uma foda, termina esse papo besta ai e venham cair na tora do macho aqui.
Fudeu! Aquele monumento brancão, com aquele corpão de Apolo, vestindo aquele shortinho de puta que ele tanto adorava e sabia que pira qualquer mortal, sacudindo o rolão e falando daquele que eu e o Figa adorávamos nele, acabou conversa e lá vai as duas putinhas cair feliz na vara. Esse putão tinha o poder de nos fazer de viadinhos só com o jeitão Michezão Tesudo dele.
Dois meses sem quase ver a luz do sol, meti a cara nos livros com uma vontade louca. Fazia parte dos meus planos. Se queria entrar na carreira que escolhi entraria em guerra com o Tenente Coronel Velásquez. Uma ótima colocação me daria moral.
Minha empolgação acabou arrastando comigo o Figa que sem um parceiro para as putarias viu-se obrigado a me seguir na escolha. Estudávamos juntos logo depois de uma fodinha matinal quando eu na minha fome de leite acordava-o já com seu pau na boca. Ele sabendo que seria aquela a única do dia aproveitava para me comer e me dar o rabo, não necessariamente nessa ordem. O Figa às vezes acordava em dia extremamente passivo e me tirava o seu pau da boca e agarrava o meu como se fosse a ultima pica da face da Terra.
O Berga nem se incomodava com os termos que tentei impor. Ele chegava numa hora que geralmente eu estava só em casa. Abria a porta de nosso quarto e logo a trancava atrás de si.
-Fome do caralho desse rabão. Olha aqui como cheguei.
Me mostrava aquele picão duro e não tinha livro que me segurasse!
Outras vezes chegava eu da corrida e dos exercícios que mesmo super focado nos livros nunca deixei de fazer, e escutava do quarto do Figa seus gemidos. Abria a porta e via ele tomando rola do Berga que logo sorria e me chamava a participar, ou dizia, -vem logo que daqui a pouco é sua vez. As vezes chegava e me agarrava por trás mordendo minha nuca e esfregando aquela jeba em meu rabo, roçava seu corpo de uma forma a me fazer implorar uma boa foda. E como sempre era isso que ele me dava. Uma fenomenal foda. Depois de duas horas fudendo tomava banho e dizia que agora ia cuidar da bicharada. Os dois viados que ele fudia e lhe enchiam de grana e presentes. Eu lhe perguntava.
-Como vc agüenta fuder tanto comigo e com o Figa e ainda cuidar dos viados, fora as putas que entram e sem daqui toda hora?
-Te juro que nossa foda me da muito tesão de arregaçar aquelas bixas. Tu é um machinho Vela, vc e o Figa. Aqueles dois é pra manter a vida que mereço, e buceta é fácil, elas abrem as pernas e meto rola.
E completava
-Cadê o Figa? Queria dar uma enrabadinha nele.
Ou
-Olha ai! Já me deixou duro de novo. Agora resolve!
Aquele ali é movido a sexo!
As provas chegaram e ficamos eu e o amigo hospedados na casa de um amigo da família do Figa em Resende. No dia que cheguei encontrei meus irmãos que foram a titulo de me apoiar. Um reencontro cheio de abraços e carinhos. Afinal fazia meses que não nos víamos.
De novo conversamos sobre minha decisão de cursar Relações Internacionais e Táticas Militares. De novo depois de tentarem me dissuadir me alertavam da guerra que enfrentaria.
-Leva a mamãe. Dizia o Marcão.
-De jeito nenhum Marcão! Como que vou começar minha vida adulta chamando a mamãe a estar comigo na primeira batalha de minha vida?
-Marrento toda vida! Disse o Jorge.
Continuamos a conversar e o papo levei à perguntas sobre como eles estavam vivendo a experiência da Academia, suas historias, seus amigos e namoradas.
Era a mesma vida que estávamos acostumados, agora com mais responsabilidades. O Jorge era aluno destacado como sempre. O Marcão o médio como a vida toda.
Durante o almoço me olhavam como que esperando que eu falasse algo que ainda não havia falado. Fingi que não entendia que estavam doidos por uma sacanagem, e então eu puxava assunto sobre as gatas, quem estavam comendo e como eram as mulheres de Resende.
Jorge.
-Nós da Academia temos a maior com as gatas aqui cara!
Marcão como sempre mais impaciente, disse logo.
-E ai Luizinho, vai rolar uma putariazinha daquelas nossas?
-Poxa caras vcs estão nessa ainda? Aquelas eram brincadeiras de mulekes irmãos.
-Nem vem que nós dois, eu e o Jorge queremos uma sacanagenzinha, sabe quantas bronhas já batemos juntos pensando no maninho?
Jorge disse.
-Vc não faz mais sacanagem com homem? Duvido muito! Aquele amigo seu deu umas manjadas em nós que vi logo que entende do assunto.
Nem respondi. Mas sempre pensei numa foda minha com meus irmãos e o Figa no meio.
-kkkkkkkk, putos! E onde fazemos?
Jorge.
-Vamos num motel.
Disse isso já levantando sendo seguido pelo Marcão. Sentado ainda vi que os dois já estavam de paus duro marcando os jeans. Quase me arrastaram do restaurante. O Marcão me pôs no banco detrás da pick up cabine dupla do Jorge e ali mesmo me fez descer os jeans e deixar meu rabo ao alcance de seu dedo e logo meteu.
-Safado putinho! Esse cu tem tomado rola e não é pouca não!
Me agarrou me forçando a cabeça em direção a sua rola.
-Porra Luizinho, tu ta gostosinho demais muleke, tem estudado ou malhado seu sacaninha?
Sem resistir a sua autoridade, coisa que sempre me deu tesão, saquei sua rola fora da calça e lambi matando a saudade do gosto de seu cacetão. Tinha me esquecido como era gostoso meu mano do meio. Sua pica era grande como a minha. Logo eu que pensava que seria o menor dos três tinha a rola igual ao do maior.
Chegamos num motel de beira de estrada, saímos eu e o Marcão já nus e o Jorge com a sua linda pica dura na mão. Menor que eu e o Marcão era a meu ver a mais bela pica dos Velásquez. 18 cm de rola perfeita. Ali mesmo ele com seu jeito sempre mais carinhoso que o Marcão me fez ajoelhar e engolir sua pica.
Marco afoito como sempre não nos deixou ali muito tempo e logo que abriu a porta do apartamento nos puxando lá pra dentro.
Entramos e falei-lhes.
-Calma ai galera, essa vai ser a ultima foda, já estamos grandinhos pra ficarmos nessa. Então vamos fazer na calma e como se deve. Ok?
Com os dois concordando.
-Vamos os três tomar banho. Disse-lhes eu
Jorge.
-Luizinho tu tá com um corpão da porra bro. E olha a pica! Lembra que começamos a fuder quando vc me perguntava se o tamanho de seu pau era normal? E ficou grandão que nem o Marcão.
-Mas a sua continua a pica mais bonita que já vi, combina perfeitamente com seu corpo todo.
Nos ensaboávamos brincando como na época de mulekes. Sentia os dois com olhares tão tarados em mim que fossem outros era coisa de dar medo. Eu cuidava dos dois maninhos enxaguando e brincando com suas varas duras.. Lembrei do Figa e sorri. Me perguntaram por que sorria e disse.
-Figa aquele amigo que hes apresentei ia pirar com vcs dois.
-Ele curte do jeito que fazemos? Sendo nós só ativos? Perguntou o Jorge.
-E muito.
Marcão.
-Vamos chamar ele.
Me pediu o numero e foi ao quarto nu, molhado com o Jebão duro balançando. Ligou ao Figa, dizendo que deveria vir em mais 40 minutos. Voltou e nos contou que ele viria e que pediu um tempo para ficar só nós três antes que ele chegasse.
Com a água caindo sobre nossos corpos começamos um beijo longo, cheio de mãos. Só ai de verdade meu tesão pelos dois voltou como antigamente. Estava com dois tesudos, os primeiros machos de minha vida, meus melhores amigos de verdade que me conheciam desde o berço. Nossos traços familiares apesar de minha diferença por puxar ao lado materno me dava mais tesão ainda. De verdade lembrava de nossas fodas como coisas de crianças, não sabia que na cabeça deles a onda de me fuderem continuaria igual.
Agora eu era mil vezes mais safado. Já era rodado apesar da pouca idade, Dezenas de fodas eu já vivera e no meu jeito livre de viver o sexo aprendera muito, talvez muito mais que eles. Quando fudíamos, eles não se pegavam pois julgavam-se os ativões e se admiravam de mesmo com meu jeito másculo, servi-lhes de puta sem a mínima reserva. Aproveitando o tesão saudoso deles e o poder que isso me conferia iria fazer-lhes ultrapassar barreiras aquela tarde.
Abaixei-me e brinquei com suas rolas. Olhei pra cima e vi-lhes as caras de tesão a me observar. Me afastei um pouco e segurei cada uma de suas picas e pus-me a estudá-las. Procurando em minhas memórias se eram do jeito que lembrava. Belas picas, belos machos!
-Marcão pega a pica do Jorge!
-Qualé Luizinho?
-Pega porra! Não estou pedindo para vc mamar ele, apenas pegar e por na minha boca, se forem ficar de frescurada tô fora!
Jorge nada falava, mas vi que se excitou, seu pau deu um pulo. Marcos sem entender a novidade ficou quieto. Peguei a mão do Jorge e pus na pica do Marcão e o mesmo fiz com a mão do Marcão
-Então, alguém virou viado porque pegou na rola do irmão? Agora passem a pica do outro na minha cara, esfregue em mim, faz com a pica do outro o que faria com a sua própria.
No começo estavam tímidos demais, mas vendo-me excitadíssimo caçar com a língua as rolas que me ofereciam, minhas mãos apertando-lhes as coxas e fazendo com que colassem seus corpos um no outro, aos poucos iam se soltando e esqueciam os travamentos.
Engoli a pica do Jorge e pus a mão do Marcão a controlar a mamada, depois pedi ao Jorge pica do Marcão e fiz-lhe continuar segurando, o Marcão agora mais solto pediu.
-Pega meu saco Jorjão.
E como se para animá-lo pegou o dele. Pronto tudo corria de forma que me enlouquecia de tesão vendo meus machos primeiros se pegarem sem pudores. Minha intenção não era que se comessem, mas que se tocassem com mais liberdade.
-Vamos pra cama manos? Puta-que-pariu Luizinho tu tá mamando como nunca!
Na cama me deitei primeiro e disse-lhes
-Agora que os dois me dêem um trato, um amasso que me faça querer pica, mostra pra mim o que aprenderam de putaria.
Foi a senha para ter os dois me atacando vorazmente, um de cada lado querendo me agradar mais que o outro, e a toda oportunidade eu os fazia completar nossos abraços abraçando um ou outro também. Sempre demos beijos triplos, mas sempre notava que eles lutavam por minha boca, evitando as suas. Consegui que nesse que agora iniciava que se beijassem. Forcei o encontro de suas línguas e vi meus manos machões trocarem um beijo prá lá de gostoso.
-Isso que eu estava doido pra ver, meus dois manos machões sem nóias e sarrando o outro. Acho tesudo demais ativos se pegando. Olha que delicia, esses picões de vcs duros enquanto se mostram macho um ao outro!
Jorge parecia estar mais a vontade e puxou o Marcão num amasso a mim. Puxou pela bunda e como se para equiparar o Marcão também o segurou pelo rabo.
-Porra seus putos assim vão me matar de tesão! Tesão demais ser putinha de dois tesudões como vcs. Vai seus putos me mostra quem é mais macho, quem não tem medo de pegar no outro macho, façam o outro se esfregar na putinha de vcs.
Isso os pirava e agora um fazia com o outro mais me apertasse, pegavam no pau do outro e esfregavam-no em mim.
Continuei
-Quero mais pica, não vão me fazer mamar esses cacetes não?
Marcão me pegou como se eu fosse uma boneca de pano e me pôs de 4.
-Vamos mostrar a essa cadela Jorjão quem é a puta aqui.
Meteu pica na minha boca e o Jorge se lançou atrás de mim me arreganhando o rabo e enfiando a língua de uma maneira tão forte que por segundos pensei ser a pica. De novo virei a putinha dos maninhos, mamando a rola tesuda do Marcão que agarrando a minha cabeça me lembrou que foi ele que me ensinou a engolir uma pica grande.
E o Jorjão entre mordidas e chupadas em minha bunda, com o dedo enfiado no meu cu, pergunta.
-Quer rola no cu maninho?
-Mete essa tora gostosa Jorjão, mete no cu que vc descabaçou.
Ele deu a pincelada que me fazia rebolar e lhe empinar o rabo. Meteu logo a cabeça me fazendo engolir o Marcão quase até os ovos. Deu uma mexida que sabe me levava ao êxtase.
-Fode Jorjão, vira dono do de novo desse cu.
E o macho virou o metedor que eu conhecia, o metedor que me fez pra sempre entender que era isso que eu curtiria minha vida toda. Meteu com a maestria que mesmo mais jovem ele já possuía, alternando as metidas e mexendo a rola me fazendo-o sentir em todo o reto. Poucos caras que sendo de bom tamanho e grossura como ele não sendo grandes como eu e o Marcos, se faz sentir tão gostoso como o Jorge, mano sabe fuder um cu como poucos.
E o Marcão o primeiro machão mais mandão, o que me mostrou o talento real meu que era servir a um macho mandão, ele que me ensinou a curtir uma pica grande.

Esses dois me ensinaram a ser passivo, porem foi sendo passivo deles que aprendi a ser ativo. Aprendi com o prazer que eu sinto sendo passivo a dar ao passivo com quem estou fudendo o mesmo que gosto que façam comigo.

Milico Rabão Feriadão Final

Depois de um sono de 15min ou 20min embolados entre o Major e meu amigo, acordei ainda sentindo a mente ainda excitada com a maratona sexual, o corpo melado de porra seca e marcado pela fúria do desejo, podia estar cansado, mas eu sabia que estava pronto para outra ou outras. Eu queria um banho e depois de tanta experiência nova queria estar sozinho ao menos uns minutos, ou melhor, uma noite. Levantei-me e senti a mão do Major me puxar junto a si, me beijou e pediu que dormisse com ele.
-Desculpa Major, tô a fim de tomar um banho e dormir, dormir sozinho. Desculpa
-Sem problema garoto, obrigado pelo dia legal.
-Idem
Tentei ser gfentil, mas não tenho muito saco pra papo depois de foda. Fui à ducha.
A agua quente cai sobre minha cabeça e eu viajava. Em minha vontade jovem, meu coração livre e minha mente aberta a experimentações esses últimos meses sim mexiam com meus pensamentos. Ia Fazer 19 anos e como todo jovem minha busca principal era por meu lugar no meu mundo, mesmo estando esse lugar cheio de pré-definições como carreiro e tudo que se liga a ela. Seria militar, casaria, teria filhos, moraria em vilas militares e seguiria ordens do alto escalão militar. Já me preparava para a primeira batalha familiar caso fosse admitido na Academia, estava decidido a me especializar em Relações Internacionais e Táticas Militares, bem diferente do que esperava meu pai. Este apontava que fizesse Administração assim como meus irmãos que como sempre seguiram sem pestanejar para onde ele apontou. Cheguei a comentar isso com o Jorge e o Marcos, meus irmãos.
Marcos, o do meio
-Cara! Aja chumbreca (bronca)! Acho melhor convocar nossa mãe para essa missão Recruta, ou tu acabas no xadrez do quartel.
Jorge, o mais velho
-Tá osso (difícil) velhão! Luisinho, tu pode curti pica, mas é o mais macho dos 3 irmãos, tem culhões mesmo! Só vc mesmo pra ter coragem de dar uma de ponderão (questionar ordem) com T.Coronel.Vais tomar um chumbreca (bronca)histórico Fora que vai ter que cepar(estudar) feito doido pra conseguir dois diplomas, tu não é raro (militar ruim, que faz merda) meu mano, sei que vai dar conta. Se precisar que eu esteja a seu lado, chama, mas chama sabendo que vou no P.C (cagaço), rsrsr (Perdoem descrever tanta gíria militar mas é esta a forma que meu manão fala, no mundo civil o macho preciso de legenda, rsrsrs) -Ahhh e só a titulo de informação maninho, tô no maior sanhaço desse rabão seu, oooo saudade de te dar umas metidas! rsrsr
De uma coisa eu estava certo. Se tive coragem para ir contra tudo que aprendi sobre ser homem, poderia muito bem enfrentar um homem, e meu pai com sua patente e autoridade não era mais do que isso. Sorri ao somar que se tinha encarado a tora do Berga e sentado na pica do major do jeito que sentei encarar o velho não poderia doer tanto. Rsrsrsr
Sai da ducha, me enxuguei na toalha que achei disponivel e fui ao quarto que dividiria com o Torrini.
Entrando, vi seu corpo iluminado pela luz da lua que entrava pela janela. Que homem bonito do caralho!n Parece mais belo ainda desse jeito, dormindo na paz dos que foram bem fudidos. Engraçado que o putão dormia de pau duro! Olhei sua pica e agradeci a minha por ser como é, pois mesmo mole era maior que a dele dura.
Deitei na cama em silencio, o ar condicionado em 24 graus me permitia dormir nu sem me cobrir. Não demorou 2 minutos até apagar no sono e adivinho que nem 5 minutos para que o Torrini talvez acordado pela minha entrada e excitado por ter me visto nu, estava agora com meu pau na boca. Acordei mais pelo toque de suas mãos em meu peito que pelo meu cacete crescendo em sua boca. E acordando assustei.
-Que é isso?
-Oi Vela. Deixa-me dar uma mamada nesse cacetão?
-Major, tô meio cansado.
-Não precisa fazer nada, e se gozar te deixo limpo. OK?
-RRSRSRS, OK, mas não va sei incomodar por minha imobilidade?
-Com um pauzão desse de um garotão gostoso como vc, duro desse jeito na minha boca? Fica tranquilo mulekão, que vou tomar seu leite, limpar essa beleza de pica e vou dormir feliz.
-Então fica a vontade Major,.
O bonitão se encaixou entre minhas pernas afastando-as o espaço necessario apenas para que ficasse com seu corpo apertado entre elas. Suas mãos me agarraram as coxas, deitou a cabeça numa delas e começou a lamber meu saco e a base do pau que como um farol apontava reto o teto. O Jeito que sua lingua me acaraciava a pica fazia ser impossivel dormir ignorando o trabalho perfeito que ele me fazia. Alem do tesão não posso negar que os elogios e a adimiração como ele olhava e trava minha rola me envaidaciam vindo daquele macho extremamente bonito que teria a seus pés a mulher que desejesse e muitos homens tambem.
-Porra mulekão que pica linda cara! Tão retona, tão poderosa com essas veias e esse cabeção. E essa quantidade de baba que essa tora despeja? Bom demais!
A lingua dava volta em toda extensão do corpo e se demorava na uretra recolhendo a baba, que a cada gota era provada, engolida e só depois ele voltava ao trabalho. Começou a mamar a cabeça quando esta estava inteira em sua boca.
-Suga forte. Eu pedia e logo era obedecido.
Começou a descer lentamente tentando chegar ao fim. Não é fácil engolir mais de 20 cm de pica, e vendo que ele fez, fiquei cheio de novo tesão.
-É Major, o senhor é bom mesmo nisso.
-Quer fuder minha boca Lekão?
-Senta no chão com a cabeça apóia do no colchão.
Pus-me de frente a ele. Olhando aquele rosto tão bonito de boca aberta oferecendo-se a ser fudida, me curvei apoiando as mãos no colchão atrás da cabeça do Torrini e mirei a pica em sua boca.
-Não pega, deixa que faço, apenas abre a boca e agüenta o tranco que só vou parar de fuder essa boca faminta depois que te servir leite. Disse eu.
Suas mãos me puxavam pelas coxas como se achasse a violência com que lhe socava a pica goela adentro. Ele recebia quase inteiro, babava como se fosse uma usina se saliva, pedia que lhe batesse a vara dura na cara. Safado como excitar como um homem.
Acabei por puxá-lo a cama lhe segurando pelos braços. Levantei suas pernas e as abri em tesoura. Ia encapar o cacete quando ele quase implorou para que metesse sem capa.
Hesitei. Mas ele usou um justo argumento.
Militares em escolas e academias fazem provas semestrais de aptidão física, chamamos de TAF (Teste de Aptidão Física), esses teste são completados com exames de saúde. Eu tinha feito recente e ele também. Na fúria do Tesão isso bastou para que lhe cravasse a rola usando apenas a lubrificação de sua espessa saliva que me cobria a pica.
Via seu belíssimo rosto diante do tesão tornar-se algo como a face de um Deus da beleza. Seu cu apertava minha tora e suas pernas me firmavam a ele e com uma força tão grande que eu quase não conseguia bombar. O cu do belo fazia um pompoarismo em minha vara, e não demorou pra que lhe enchesse o rabo de porra, gozamos juntos, fiquei mais excitado ainda vendo sua pica pequena derramar uma quantidade de jatos fortes que me espantou. Apesar da inconseqüência da falta de condom, não nego que foi maravilhoso sentir a pele quente daquele cu que magicamente apesar de dar feito doido era apertado. Engraçado que mais tarde descobri em mim mesmo o mesmo super poder. Posso ser taradão em picão grosso, mas 24 horas depois cuzinho fica com se fosse virgem, kkkkkk
PS : Hoje estes testes TAF, não são feitos com a mesma freqüência apesar de 2 vezes anos vários comandos realizarem exames físicos incluindo provas de sangue. Quanto a falta de proteção fiquei tão encucado que esta foi ultima vez que fiz sem, principalmente por hoje ser casado e ter família. Ponham essa bobagem na conta de minha pouca idade. Um garoto de 19 anos e cheio de hormônio às vezes torna-se vitima de seu tesão
Cai exausto ao seu lado e recebo o peso de seu corpo sobre o meu, elogiava-me o desempenho bruto, dizia que seu rabo escorria porra com se vários ali tivessem esporrado. Não dei atenção aos elogios pós foda, apenas respondi.
- Me limpa com a língua e me deixa dormir.
Apaguei como usasse um simples botão off, ainda sentindo sua lingua me limpando o corpo inteiro, suor e porra.
Eram 5 da manha quando o Figa me acordou acariciando-me o peito. A outra mão brincava com meu saco. Vestia uma roupa de jogging e me convidava a acompanhá-lo na beira da orla. Pedi-lhe que fosse na minha frente, me lavaria e logo o encontraria na praia.
Ele ainda brincou.
-Tem um matinho dez por lá para uma ordenha Vela, vc me tira leite e eu de vc. Kkkkk
Minha idéia era outra. Sim eu estava afim do ritual da ordenha matinal, mas queria beber o pai dele. Nem bem ouvi o som da porta batendo e corri a suíte do Major, encontrando em X na cama. Vendo nu aquele corpão moreno, o cacete duro pelo tesão do mijo. Sorri feliz e agora me sentindo intimo depois da madrugada anterior, imediatamente enchi a boca com aquele picão grosso. Não demorou cinco segundo a sentir a pressão de suas duas mãos me enterrando a cabeça a mais funda possível. Fiquei assim por uns minutos, sentindo aquela tora grossa e quente me arrombando a garganta. Então senti seus braços fortes me agarrarem por baixos dos meus me levando pra cima de forma q que ficasse completamente por cima dele. Vi em seu rosto amarrotado sono sorri e sua mão quente me vasculhar toda a parte de trás de meu corpo, parou na minha bunda e apertou-a como se fosse possível que ela fugisse dali.
-Esse rabo já acorda tão quente quanto sua boca Lekão tesudo?
Sorri-lhe e perguntei.
-Esse é o bom dia nessa casa.
-Um elogio para agradecer o seu bom dia. Negou-me seu corpo a dormir comigo e como uma vagabunda foi dar pica pro Torrini.
-KKK aquele safado me atacou dormindo, tu sabe Major, cacete depois que fica duro tem que ser baixado, rsrsr
-Vou te fazer o que só fiz com muitos poucos. E isso pela fissura que estou por vc.
Levantou-se facilmente mesmo eu estando sobre seu corpo. Segurou-me a rola e me puxou a te uma poltrona, lá ele me sentou abriu minhas pernas e me segurou a rola e começou a lamber de cima abaixo. Logo meu safado começou a babar. Cada gota era sugada rapidamente. Depois do estranhamento que me causou a ver o Super Alfa naquela posição, junto com o tesão dobrado veio a t tona meu lado ativo, e corajoso como os ativos mais poderosos ao sentir que o contato de um dente que senti como se me arranhasse a glande, dei um tapa na cara do Major. Isso o fez parar, me olhar de cara fechada como se me recriminasse enquanto tentava se contar.Me abaixei e bem junto ao ouvido dele falei.
-Se quer mesmo mamar minha pica vai chupar como a boa cadela que vc esta querendo ser neste momento. Estamos entendidos?
Sacana do caralho!
-Cala boca e mama logo esse cacete bezerrinho e garotão.
Para amenizar o susto e encorajar-lhe. Dei um beijo na sua boca sentindo o gosto de boca dormida e baba de pica.
Me aconcheguei melhor na poltrona e abri as pernas. Comecei sem força a lhe acarinhar a cabeça.
-Vai meu macho gostoso mama seu Lekão.
Ele deve ter aprendido bem com as mamadas que ganhava do Torrini, chupada boa do caralho. Estranho nisso tudo que mesmo sentindo tesão em te-lo ali, gostava e gosto mesmo vendo-o agir como Alfa. Então pedi um segundo e deitando-o no tapete iniciei um 69. Para que logo recuperasse sua posição que eu inadvertidamente abusando do poder que ele me atribui pelo seu tesão em mim, em afirmei.
-Tu é muito macho alfa, Major, se for chupar uma pica tem que ser com seu puto também lhe mamando.
Isso fez um efeito mágico, vendo-se reposto a seu altar o Major macho putão se entusiasmou de modo que logo me pos de quatro. E eu ali estava antes do toque do hasteamento da bandeira sendo enrabado gostoso pelo tesudo pai de meu amigo. A cada estocada tentando reparar o erro que quase cometi, pedia –lhe pica com força, renovando que com certeza macho era ele, que sabe um muleke como deve ser fudido. O bichão sentiu as contrações de meu cu feliz naquela vara e excitado me pôs de joelho servindo-me a primeira refeição do dia. Sopa grossa e quente de macho, e me e de novo me enfiando a caceta que não descia me bateu uma bronha me xingando e me recolocando no meu lugar de sua vadia.
Ouvimos o toque do hasteamento e mesmo nu, ficamos em posição de sentido com a mão direita sobre o peito como manda o regulamento em caso de não estarmos fardados.
Logo ao fim do toque entra o Torrini que ia entrar quando tocou os primeiros acordes.
-Vim dar banho nos machos, disse o mais belo e mais putinho dos militares.
O Figueirão riu e disse.
-Acabei de dar leite ao muleke, mas conhecendo essa boca de viadinho boqueteiro, sei que deixa os dois inteirinhos de novos.
Deitamos os dois na cama entregando-nos ao Torrini que começou côo um gato lambendo não só picam, mas todos nossos corpos. Mais feliz ainda ficou quando viu na porta o Figa e imediatamente o convidou a deitar-se também e se entregasse ao banho de gato que ele daria em nós 3, principalmente nele suadinho da corrida. Putão filho nem titubeou e logo estava nu se metendo na cama e fazendo questão de me apertar entre ele e seu pai.
Fomos lambidos a exaustão e antes que o Torrini criasse mais idéia, o Major ordenou.
-Vai preparar um café na cama pro seus machos. Só depois ganha mais pica.
Bonitão putão cachorrinha de vara saiu correndo pra cozinha. Ficamos os três conversando e deixando mãos bobas brincar com rolas uns dos outros.
Ouvíamos os barulhos da cozinha, parecia que o Torrini faria comida para o exercito de Napoleão. Figa foi verificar, levantou aquele corpo tesão que estivéramos a sós na republica seria eu a dar um trato super nele. DE pau duro ele seguiu para a cozinha no andar de baixo da casa.
Encontrou o Torrini vestindo apenas um avental e ocupado no fogão a fritar bacons e ovos não notou a aproximação do afilhado, que vendo um pote de margarina em cima da mesa e no caminho já ter se prevenido encapando a pica, colou no padrinho e o prendeu entre os braços.
--Ei Dindinho! Será que consegue cozinhar com vara no toba?
-Mete pra gente ver se dá certo.
Este apenas se empinou um pouco e logo presos por mãos firmes do Figa recebeu devagar e sem reclame aquela grossa no cu. Rebolava para ajeitar melhor e gemia delicioso ouvindo,
-Eiiita Dindinho do cu gostoso e quentinho!
Isso eu só soube mais tarde quanto o Figa me contou. Eu e seu pai no quarto nos amassávamos como namoradinhos. Paramos apenas quando o telefone ao lado da cama tocou. Coisa normal em casa de milico, chamadas as 6 da matina. Com a mão segurando minha vara ele atendeu com a outra, fez cara de feliz, cumprimentou o interlocutor como velho amigo e o convidou a vir conosco partilhar o desjejum agora mesmo.
Me chamou a partilhar a noticia com os outros na cozinha e claro flagramos o Figa cravando poça no Padrinho.
Major Figueira.
-Puta que pariu Marcos! Dá uma folga no rabo de seu padrinho cara!
-Consigo não pai, cuzão bom da porra.
E mesmo com ele cravando rola no cara ele partilhou a novidade.
O Cabo Silva chega em 15 minutos.
Só essa noticia fez o Torrini pular da pica do Figa.
-Silva o Carioca?
-Ele mesmo respondeu. E vc seu viadinho vai servi ele ou melhor a nos 4, esta afim?
-Claro! Respondeu o Torrini como se fosse informado da vinda de um superstar.
Logo o Figa me informou que o Cabo Figa era um mulatão casado que serviu numa missão com ao seu pai, era tarado em cu de macho e tinha uma pica de 25 cm, uma aberração!
Fomos todos tomar banho e juntos preparamos a mesa do café da manha. Intimamente eu senti tesão em dar ao sujeito, mas não ali junto com eles. Estava bom demais a forma como estavam me vendo putinho e macho. E para uma pica de 25 cm eu queria mesmo era o ser viadinho.
Pusemos sungas e o esperamos na piscina. Conforme o combinado o Torrini daria a nos 4, mamaria e estava afim de experimentar um bukkake,(banho de porra) O Major falou que apesar do monstruosidade da tora do Silva o cara era o melhor profissional em meter cu, nunca tinha visto macho tão tarado em cu quanto ele. Me preveniu que por minha aparência e pelo meu rabo que ele julgava perfeito com certeza eu seria convidado a sentar na jeba, que eu me sentisse a vontade para isso se tivesse coragem.
O Figa muito mais intimo meu, sentiu algo e num canto me chamou a cochichar.
O que passa Vela?
To com vontade de dar pra esse cara, mas não aqui na frente de seu e do Torrini, ficamos muito de ativão nessa foda e quero que fique essa impressão.
-Pior que eu também man, mas vou dar um jeito de nos dois sentirmos o grandão no cu, só nos dois ele, topa?
-Fechado.
Meia hora depois o Cabo Silva chegou.
Era um gigante maior que o Berga, tão largo quanto alto. A farda apertava uma coisa no meio das pernas que parecia brincadeira.
Como todo carioca já chegou sorridente e gentil se tornando centro das atenções com suas piadas e brincadeiras. Reclamou que devíamos estar nus pois os muros da propriedade permitiam. Assim fizemos,
Todos foram analisadas pelo Cabo, elogiou o pai e o filho, pelos corpos e paus, brincou com o Torrini dizendo que o rabão e cara bonita compensavam a pica pequena e quenão via hora de fazer ele chorar no grandão. A mim chamou de filezão da vez, sorri sem graça e fui denunciado pelo pau que logo endureceu.
-Cara de playboy bonitão, corpo de atleta e pica de respeito. SE topar dar esse rabinho tesudo faço com carinho, kkkkk
E voltando ao Major Torrini
-Vc Major, vai gemer muito na rola do negão, adoro fazer oficial bonitão assim como vc sofrer na pica, apresar de ter certeza que com essa cara tu não me engana, nunca pede menos de uma pica, é ou não é?
-KKK Curto mesmo picão
-Então vem aqui e mostra o quanto cabe na boca. Ou melhor vamos por as cadeiras de sol juntas, começamos pelo menor e quando chegar na minha te mostro como gosto. Se prepara que trato puta como puta, não vem com choradeira de viado depois. Kkkkkkk
Ficou grande galera, logo, logo posto o fim do feriadão, me perdoem, mas deu sono.

Milico Rabão Feriadão, Chegada do Cabo Silva

Depois de um sono de 15min ou 20min embolados entre o Major e meu amigo, acordei ainda sentindo a mente ainda excitada com a maratona sexual, o corpo melado de porra seca e marcado pela fúria do desejo, podia estar cansado, mas eu sabia que estava pronto para outra ou outras. Eu queria um banho e depois de tanta experiência nova queria estar sozinho ao menos uns minutos, ou melhor, uma noite. Levantei-me e senti a mão do Major me puxar junto a si, me beijou e pediu que dormisse com ele.
-Desculpa Major, tô a fim de tomar um banho e dormir, dormir sozinho. Desculpa
-Sem problema garoto, obrigado pelo dia legal.
-Idem
Tentei ser gfentil, mas não tenho muito saco pra papo depois de foda. Fui à ducha.
A agua quente cai sobre minha cabeça e eu viajava. Em minha vontade jovem, meu coração livre e minha mente aberta a experimentações esses últimos meses sim mexiam com meus pensamentos. Ia Fazer 19 anos e como todo jovem minha busca principal era por meu lugar no meu mundo, mesmo estando esse lugar cheio de pré-definições como carreiro e tudo que se liga a ela. Seria militar, casaria, teria filhos, moraria em vilas militares e seguiria ordens do alto escalão militar. Já me preparava para a primeira batalha familiar caso fosse admitido na Academia, estava decidido a me especializar em Relações Internacionais e Táticas Militares, bem diferente do que esperava meu pai. Este apontava que fizesse Administração assim como meus irmãos que como sempre seguiram sem pestanejar para onde ele apontou. Cheguei a comentar isso com o Jorge e o Marcos, meus irmãos.
Marcos, o do meio
-Cara! Aja chumbreca (bronca)! Acho melhor convocar nossa mãe para essa missão Recruta, ou tu acabas no xadrez do quartel.
Jorge, o mais velho
-Tá osso (difícil) velhão! Luisinho, tu pode curti pica, mas é o mais macho dos 3 irmãos, tem culhões mesmo! Só vc mesmo pra ter coragem de dar uma de ponderão (questionar ordem) com T.Coronel.Vais tomar um chumbreca (bronca)histórico Fora que vai ter que cepar(estudar) feito doido pra conseguir dois diplomas, tu não é raro (militar ruim, que faz merda) meu mano, sei que vai dar conta. Se precisar que eu esteja a seu lado, chama, mas chama sabendo que vou no P.C (cagaço), rsrsr (Perdoem descrever tanta gíria militar mas é esta a forma que meu manão fala, no mundo civil o macho preciso de legenda, rsrsrs) -Ahhh e só a titulo de informação maninho, tô no maior sanhaço desse rabão seu, oooo saudade de te dar umas metidas! rsrsr
De uma coisa eu estava certo. Se tive coragem para ir contra tudo que aprendi sobre ser homem, poderia muito bem enfrentar um homem, e meu pai com sua patente e autoridade não era mais do que isso. Sorri ao somar que se tinha encarado a tora do Berga e sentado na pica do major do jeito que sentei encarar o velho não poderia doer tanto. Rsrsrsr
Sai da ducha, me enxuguei na toalha que achei disponivel e fui ao quarto que dividiria com o Torrini.
Entrando, vi seu corpo iluminado pela luz da lua que entrava pela janela. Que homem bonito do caralho!n Parece mais belo ainda desse jeito, dormindo na paz dos que foram bem fudidos. Engraçado que o putão dormia de pau duro! Olhei sua pica e agradeci a minha por ser como é, pois mesmo mole era maior que a dele dura.
Deitei na cama em silencio, o ar condicionado em 24 graus me permitia dormir nu sem me cobrir. Não demorou 2 minutos até apagar no sono e adivinho que nem 5 minutos para que o Torrini talvez acordado pela minha entrada e excitado por ter me visto nu, estava agora com meu pau na boca. Acordei mais pelo toque de suas mãos em meu peito que pelo meu cacete crescendo em sua boca. E acordando assustei.
-Que é isso?
-Oi Vela. Deixa-me dar uma mamada nesse cacetão?
-Major, tô meio cansado.
-Não precisa fazer nada, e se gozar te deixo limpo. OK?
-RRSRSRS, OK, mas não va sei incomodar por minha imobilidade?
-Com um pauzão desse de um garotão gostoso como vc, duro desse jeito na minha boca? Fica tranquilo mulekão, que vou tomar seu leite, limpar essa beleza de pica e vou dormir feliz.
-Então fica a vontade Major,.
O bonitão se encaixou entre minhas pernas afastando-as o espaço necessario apenas para que ficasse com seu corpo apertado entre elas. Suas mãos me agarraram as coxas, deitou a cabeça numa delas e começou a lamber meu saco e a base do pau que como um farol apontava reto o teto. O Jeito que sua lingua me acaraciava a pica fazia ser impossivel dormir ignorando o trabalho perfeito que ele me fazia. Alem do tesão não posso negar que os elogios e a adimiração como ele olhava e trava minha rola me envaidaciam vindo daquele macho extremamente bonito que teria a seus pés a mulher que desejesse e muitos homens tambem.
-Porra mulekão que pica linda cara! Tão retona, tão poderosa com essas veias e esse cabeção. E essa quantidade de baba que essa tora despeja? Bom demais!
A lingua dava volta em toda extensão do corpo e se demorava na uretra recolhendo a baba, que a cada gota era provada, engolida e só depois ele voltava ao trabalho. Começou a mamar a cabeça quando esta estava inteira em sua boca.
-Suga forte. Eu pedia e logo era obedecido.
Começou a descer lentamente tentando chegar ao fim. Não é fácil engolir mais de 20 cm de pica, e vendo que ele fez, fiquei cheio de novo tesão.
-É Major, o senhor é bom mesmo nisso.
-Quer fuder minha boca Lekão?
-Senta no chão com a cabeça apóia do no colchão.
Pus-me de frente a ele. Olhando aquele rosto tão bonito de boca aberta oferecendo-se a ser fudida, me curvei apoiando as mãos no colchão atrás da cabeça do Torrini e mirei a pica em sua boca.
-Não pega, deixa que faço, apenas abre a boca e agüenta o tranco que só vou parar de fuder essa boca faminta depois que te servir leite. Disse eu.
Suas mãos me puxavam pelas coxas como se achasse a violência com que lhe socava a pica goela adentro. Ele recebia quase inteiro, babava como se fosse uma usina se saliva, pedia que lhe batesse a vara dura na cara. Safado como excitar como um homem.
Acabei por puxá-lo a cama lhe segurando pelos braços. Levantei suas pernas e as abri em tesoura. Ia encapar o cacete quando ele quase implorou para que metesse sem capa.
Hesitei. Mas ele usou um justo argumento.
Militares em escolas e academias fazem provas semestrais de aptidão física, chamamos de TAF (Teste de Aptidão Física), esses teste são completados com exames de saúde. Eu tinha feito recente e ele também. Na fúria do Tesão isso bastou para que lhe cravasse a rola usando apenas a lubrificação de sua espessa saliva que me cobria a pica.
Via seu belíssimo rosto diante do tesão tornar-se algo como a face de um Deus da beleza. Seu cu apertava minha tora e suas pernas me firmavam a ele e com uma força tão grande que eu quase não conseguia bombar. O cu do belo fazia um pompoarismo em minha vara, e não demorou pra que lhe enchesse o rabo de porra, gozamos juntos, fiquei mais excitado ainda vendo sua pica pequena derramar uma quantidade de jatos fortes que me espantou. Apesar da inconseqüência da falta de condom, não nego que foi maravilhoso sentir a pele quente daquele cu que magicamente apesar de dar feito doido era apertado. Engraçado que mais tarde descobri em mim mesmo o mesmo super poder. Posso ser taradão em picão grosso, mas 24 horas depois cuzinho fica com se fosse virgem, kkkkkk
PS : Hoje estes testes TAF, não são feitos com a mesma freqüência apesar de 2 vezes anos vários comandos realizarem exames físicos incluindo provas de sangue. Quanto a falta de proteção fiquei tão encucado que esta foi ultima vez que fiz sem, principalmente por hoje ser casado e ter família. Ponham essa bobagem na conta de minha pouca idade. Um garoto de 19 anos e cheio de hormônio às vezes torna-se vitima de seu tesão
Cai exausto ao seu lado e recebo o peso de seu corpo sobre o meu, elogiava-me o desempenho bruto, dizia que seu rabo escorria porra com se vários ali tivessem esporrado. Não dei atenção aos elogios pós foda, apenas respondi.
- Me limpa com a língua e me deixa dormir.
Apaguei como usasse um simples botão off, ainda sentindo sua lingua me limpando o corpo inteiro, suor e porra.
Eram 5 da manha quando o Figa me acordou acariciando-me o peito. A outra mão brincava com meu saco. Vestia uma roupa de jogging e me convidava a acompanhá-lo na beira da orla. Pedi-lhe que fosse na minha frente, me lavaria e logo o encontraria na praia.
Ele ainda brincou.
-Tem um matinho dez por lá para uma ordenha Vela, vc me tira leite e eu de vc. Kkkkk
Minha idéia era outra. Sim eu estava afim do ritual da ordenha matinal, mas queria beber o pai dele. Nem bem ouvi o som da porta batendo e corri a suíte do Major, encontrando em X na cama. Vendo nu aquele corpão moreno, o cacete duro pelo tesão do mijo. Sorri feliz e agora me sentindo intimo depois da madrugada anterior, imediatamente enchi a boca com aquele picão grosso. Não demorou cinco segundo a sentir a pressão de suas duas mãos me enterrando a cabeça a mais funda possível. Fiquei assim por uns minutos, sentindo aquela tora grossa e quente me arrombando a garganta. Então senti seus braços fortes me agarrarem por baixos dos meus me levando pra cima de forma q que ficasse completamente por cima dele. Vi em seu rosto amarrotado sono sorri e sua mão quente me vasculhar toda a parte de trás de meu corpo, parou na minha bunda e apertou-a como se fosse possível que ela fugisse dali.
-Esse rabo já acorda tão quente quanto sua boca Lekão tesudo?
Sorri-lhe e perguntei.
-Esse é o bom dia nessa casa.
-Um elogio para agradecer o seu bom dia. Negou-me seu corpo a dormir comigo e como uma vagabunda foi dar pica pro Torrini.
-KKK aquele safado me atacou dormindo, tu sabe Major, cacete depois que fica duro tem que ser baixado, rsrsr
-Vou te fazer o que só fiz com muitos poucos. E isso pela fissura que estou por vc.
Levantou-se facilmente mesmo eu estando sobre seu corpo. Segurou-me a rola e me puxou a te uma poltrona, lá ele me sentou abriu minhas pernas e me segurou a rola e começou a lamber de cima abaixo. Logo meu safado começou a babar. Cada gota era sugada rapidamente. Depois do estranhamento que me causou a ver o Super Alfa naquela posição, junto com o tesão dobrado veio a t tona meu lado ativo, e corajoso como os ativos mais poderosos ao sentir que o contato de um dente que senti como se me arranhasse a glande, dei um tapa na cara do Major. Isso o fez parar, me olhar de cara fechada como se me recriminasse enquanto tentava se contar.Me abaixei e bem junto ao ouvido dele falei.
-Se quer mesmo mamar minha pica vai chupar como a boa cadela que vc esta querendo ser neste momento. Estamos entendidos?
Sacana do caralho!
-Cala boca e mama logo esse cacete bezerrinho e garotão.
Para amenizar o susto e encorajar-lhe. Dei um beijo na sua boca sentindo o gosto de boca dormida e baba de pica.
Me aconcheguei melhor na poltrona e abri as pernas. Comecei sem força a lhe acarinhar a cabeça.
-Vai meu macho gostoso mama seu Lekão.
Ele deve ter aprendido bem com as mamadas que ganhava do Torrini, chupada boa do caralho. Estranho nisso tudo que mesmo sentindo tesão em te-lo ali, gostava e gosto mesmo vendo-o agir como Alfa. Então pedi um segundo e deitando-o no tapete iniciei um 69. Para que logo recuperasse sua posição que eu inadvertidamente abusando do poder que ele me atribui pelo seu tesão em mim, em afirmei.
-Tu é muito macho alfa, Major, se for chupar uma pica tem que ser com seu puto também lhe mamando.
Isso fez um efeito mágico, vendo-se reposto a seu altar o Major macho putão se entusiasmou de modo que logo me pos de quatro. E eu ali estava antes do toque do hasteamento da bandeira sendo enrabado gostoso pelo tesudo pai de meu amigo. A cada estocada tentando reparar o erro que quase cometi, pedia –lhe pica com força, renovando que com certeza macho era ele, que sabe um muleke como deve ser fudido. O bichão sentiu as contrações de meu cu feliz naquela vara e excitado me pôs de joelho servindo-me a primeira refeição do dia. Sopa grossa e quente de macho, e me e de novo me enfiando a caceta que não descia me bateu uma bronha me xingando e me recolocando no meu lugar de sua vadia.
Ouvimos o toque do hasteamento e mesmo nu, ficamos em posição de sentido com a mão direita sobre o peito como manda o regulamento em caso de não estarmos fardados.
Logo ao fim do toque entra o Torrini que ia entrar quando tocou os primeiros acordes.
-Vim dar banho nos machos, disse o mais belo e mais putinho dos militares.
O Figueirão riu e disse.
-Acabei de dar leite ao muleke, mas conhecendo essa boca de viadinho boqueteiro, sei que deixa os dois inteirinhos de novos.
Deitamos os dois na cama entregando-nos ao Torrini que começou côo um gato lambendo não só picam, mas todos nossos corpos. Mais feliz ainda ficou quando viu na porta o Figa e imediatamente o convidou a deitar-se também e se entregasse ao banho de gato que ele daria em nós 3, principalmente nele suadinho da corrida. Putão filho nem titubeou e logo estava nu se metendo na cama e fazendo questão de me apertar entre ele e seu pai.
Fomos lambidos a exaustão e antes que o Torrini criasse mais idéia, o Major ordenou.
-Vai preparar um café na cama pro seus machos. Só depois ganha mais pica.
Bonitão putão cachorrinha de vara saiu correndo pra cozinha. Ficamos os três conversando e deixando mãos bobas brincar com rolas uns dos outros.
Ouvíamos os barulhos da cozinha, parecia que o Torrini faria comida para o exercito de Napoleão. Figa foi verificar, levantou aquele corpo tesão que estivéramos a sós na republica seria eu a dar um trato super nele. DE pau duro ele seguiu para a cozinha no andar de baixo da casa.
Encontrou o Torrini vestindo apenas um avental e ocupado no fogão a fritar bacons e ovos não notou a aproximação do afilhado, que vendo um pote de margarina em cima da mesa e no caminho já ter se prevenido encapando a pica, colou no padrinho e o prendeu entre os braços.
--Ei Dindinho! Será que consegue cozinhar com vara no toba?
-Mete pra gente ver se dá certo.
Este apenas se empinou um pouco e logo presos por mãos firmes do Figa recebeu devagar e sem reclame aquela grossa no cu. Rebolava para ajeitar melhor e gemia delicioso ouvindo,
-Eiiita Dindinho do cu gostoso e quentinho!
Isso eu só soube mais tarde quanto o Figa me contou. Eu e seu pai no quarto nos amassávamos como namoradinhos. Paramos apenas quando o telefone ao lado da cama tocou. Coisa normal em casa de milico, chamadas as 6 da matina. Com a mão segurando minha vara ele atendeu com a outra, fez cara de feliz, cumprimentou o interlocutor como velho amigo e o convidou a vir conosco partilhar o desjejum agora mesmo.
Me chamou a partilhar a noticia com os outros na cozinha e claro flagramos o Figa cravando poça no Padrinho.
Major Figueira.
-Puta que pariu Marcos! Dá uma folga no rabo de seu padrinho cara!
-Consigo não pai, cuzão bom da porra.
E mesmo com ele cravando rola no cara ele partilhou a novidade.
O Cabo Silva chega em 15 minutos.
Só essa noticia fez o Torrini pular da pica do Figa.
-Silva o Carioca?
-Ele mesmo respondeu. E vc seu viadinho vai servi ele ou melhor a nos 4, esta afim?
-Claro! Respondeu o Torrini como se fosse informado da vinda de um superstar.
Logo o Figa me informou que o Cabo Figa era um mulatão casado que serviu numa missão com ao seu pai, era tarado em cu de macho e tinha uma pica de 25 cm, uma aberração!
Fomos todos tomar banho e juntos preparamos a mesa do café da manha. Intimamente eu senti tesão em dar ao sujeito, mas não ali junto com eles. Estava bom demais a forma como estavam me vendo putinho e macho. E para uma pica de 25 cm eu queria mesmo era o ser viadinho.
Pusemos sungas e o esperamos na piscina. Conforme o combinado o Torrini daria a nos 4, mamaria e estava afim de experimentar um bukkake,(banho de porra) O Major falou que apesar do monstruosidade da tora do Silva o cara era o melhor profissional em meter cu, nunca tinha visto macho tão tarado em cu quanto ele. Me preveniu que por minha aparência e pelo meu rabo que ele julgava perfeito com certeza eu seria convidado a sentar na jeba, que eu me sentisse a vontade para isso se tivesse coragem.
O Figa muito mais intimo meu, sentiu algo e num canto me chamou a cochichar.
O que passa Vela?
To com vontade de dar pra esse cara, mas não aqui na frente de seu e do Torrini, ficamos muito de ativão nessa foda e quero que fique essa impressão.
-Pior que eu também man, mas vou dar um jeito de nos dois sentirmos o grandão no cu, só nos dois ele, topa?
-Fechado.
Meia hora depois o Cabo Silva chegou.
Era um gigante maior que o Berga, tão largo quanto alto. A farda apertava uma coisa no meio das pernas que parecia brincadeira.
Como todo carioca já chegou sorridente e gentil se tornando centro das atenções com suas piadas e brincadeiras. Reclamou que devíamos estar nus pois os muros da propriedade permitiam. Assim fizemos,
Todos foram analisadas pelo Cabo, elogiou o pai e o filho, pelos corpos e paus, brincou com o Torrini dizendo que o rabão e cara bonita compensavam a pica pequena e quenão via hora de fazer ele chorar no grandão. A mim chamou de filezão da vez, sorri sem graça e fui denunciado pelo pau que logo endureceu.
-Cara de playboy bonitão, corpo de atleta e pica de respeito. SE topar dar esse rabinho tesudo faço com carinho, kkkkk
E voltando ao Major Torrini
-Vc Major, vai gemer muito na rola do negão, adoro fazer oficial bonitão assim como vc sofrer na pica, apresar de ter certeza que com essa cara tu não me engana, nunca pede menos de uma pica, é ou não é?
-KKK Curto mesmo picão
-Então vem aqui e mostra o quanto cabe na boca. Ou melhor vamos por as cadeiras de sol juntas, começamos pelo menor e quando chegar na minha te mostro como gosto. Se prepara que trato puta como puta, não vem com choradeira de viado depois. Kkkkkkk
Ficou grande galera, logo, logo posto o fim do feriadão, me perdoem, mas deu sono.

Milioco Rabão Feriado com o Major 3

Na suite do Major o Figa foi direto tomar outro banho, estrava visivelmente cansando, só a vontade gigante e o gosto pela putaria o estavam fazendo aguentar de pé.
Eu e o major entre risos comentávamos sobre o esforço que o Figa fazia para não perder a farra. Preocupado o Major pegou de cima de um armário um colchão inflável usando uma bomba encheu rápido o colchão de casal bastante de casal pondo no espaço entre a cama king size e uma poltrona. Sua suite numa casa construída em época que as casas eram bem espaçosas e o exercito contava com o dinheiro do pais inteiro a sua disposição era de um tamanho anormal para os dias de hoje, então não provocou aperto o tal colchão. Ambos sabíamos que com todo o tesão do mundo ele dormiria sem demora logo vindo do banho, pois era ideia dele que nos dois sozinhos também tomássemos uma duchas.
-O muleke pode até ver eu te dando um trato mas quero momentos a sós contigo cara!
Por um instante saindo do macho Alfa que incorporava desde de minha chegada, me falou de forma clara e direta.
-Velásquez, estou de verdade curtindo estar com vc rapaz. Meu filho falara de que curte fuder como nós, sem nóias, livres e curtindo seus fetiches. Estou tesudão pra te fazer meu putinho mas, saiba que isso é coisa de foda, sei que é macho e assim sempre vou te tratar. Repito que estou tarado em vc como a muito não fico por nenhum cara. Tenho sim tesão em garotão. Curto cara passivo e picudão como vc, mas tenho claro que vc tem a idade de meu filho e pode estranhar a liberdade entre eu e ele. Quero que saiba que é sempre tudo feito e curtido de forma saudável e sempre de comum acordo, e apesar de parecer o contrario não curtimos incesto, nada contra, apenas eu e ele não curtimos. Se algo passar de seus limites sinta-se livre para falar. Ok?
-Tranquilo Major. Posso ser jovem, mas não sou tão inexperiente em putaria, curto macho sim e sei muito bem quem sou e sou seguro de minha macheza. Meto, fodo, mas sou fissuradão em mamar pica e ser puto de macho. Pirei na hora que te vi e estou de verdade afim de servir o senhor como mandar. Não faço pre-julgamentos,e quanto a incesto sou de boa, pois inclusive já mamei e dei o rabo demais pros meus irmãos. Rsrsr Sou putão Major, se tem picão e o macho tiver pegada viro puta do cara, kkkk e mais, lá na republica curto ser a puta da galera, as vezes até como e meto, mas com macho minha especialidade é ser o cuzão. Só confirmo ao senhor que sou o putinho viado aqui na foda, fora dela macho e muito macho sempre.
-KkkkkkkkkkVc é foda cara! Assim mesmo que se faz entre machos curtidores de machos de verdade. Mulekão não canso de admirar sua gostosura seu sacana, olha como vc deixa minha pica! Por isso Marco me disse que estava viciado em fuder contigo, kkk
-E eu em mamar aquele puto, rsrsr e vejo que vou viciar nesse rolão do pai .
Ele me agarrou num delicioso abraço que virou amasso. Machão sabia dar um malho como poucos. Um puto safado como eu que adoro machão ativão estava feito com um cara desses. Eu super decidido a passar o resto da noite do feriado e do tempo mais que ele quisesse, recebendo seus sarros, beijos, ordens, mamando aquele picão e dando o cu a ele na hora que ele quisesse. Nem o poderoso Berga me dava o tesão que aquele cara maduro e experiente me proporcionava ali, e durante o tempo que fudemos. Faz apenas poucos meses que tomei muita vara dele e de seu filho juntos de novo depois de alguns anos. Vendo que mesmo hoje com quase 60 o machão continua Alfa, gostoso e com o jebão que me deixa doido.
O Figa saiu cheirando a sabonete do quarto e na porta assistia de rola a meio mastro o super malho que seu professor me dava. Só o percebemos quando ouvimos.
-Eiiita coroa que sabe fazer macho de puta.kkkkkkk
Falei
-Puta que pariu Figa, teu pai é show cara. Vem aqui que quero mamar os dois, agora eu e mais ninguém, sem concorrência.
Pedi que os dois de pé fizessem por merecer a rola que a natureza lhes deu. Ali de joelhos tendo pai e filho me dando suas picas duras eu me virava em dois para mamar, engolir, sugar e tomar uma saraivada de rola dura na cara. Num dos momentos mais tesudos juntei os dois torão grossos um no outro fazendo que os gostosos quase gêmeos se colassem um no outro no esforço de me agradar e me assistir na tentativa de chupar juntos seus cabeções de pica já que as duas na boca era impossível. Melhor de tudo era ouvi-los na sacanagem, ambos mestres nas palavras sacanas que sempre tornam a foda muito mais excitante. Ambos me chamavam de viado chupeteiro, mostravam um ao outro como me faziam engolir e babar em seus rolas.
Só com os joelhos já gritando de dor pedi ao Major que fossemos nós tomar uma ducha. Antes de me atender ele me fez sentar na pica do Figa enquanto ele mesmo metia o grossão do filho em meu rabo. Me fez fuder o picão do Figa por um tempo sendo linguado no cu por ele. Isso me alucinava pois sabia que me linguando também acidentalmente lambia o filho. Apesar da negativa veemente dos dois, sim rolava um discreto incesto ali. Mesmo que não houvesse tesão reciproco havia tesão em assistir um ao outro. A mim o que importava era o modo que me excitava vendo um segurar a pica do outro quando ambos me usavam. Juntos era como se estivesse com o mesmo homem em duas épocas diferentes de sua vida. Jovem e maduro.
Por algum tempinho pulei no cacete do Figa mamando o coroa. Bom demais. Rsrsr
-pronto marco! Acho que tu já laciou legal o puto pra receber minha tora, agora relaxa que vou brincar sozinho com o tesudão lá no banho.
-Vai lá coroa! Valei Vela, tô curtindo demais a foda. E olha cara! Fica entre nós essa, bico de siri lá em casa. Falou?
-De boa Figa.
Respondi em seguida lhe dando um beijo putão na boca e logo seguindo o machão super que mandou que fosse com a boca na sua taca até a ducha. Operação complicada, mas obedecida. Só tirei o rolão da boca quando o macho mandou.
Quando levantei, ganhei um beijo tesudo e a partir de então fui tratado como o melhor brinquedo do mundo. Majorzão me ensaboou dos pés a cabeça, a todo momento me elogiando o corpo e a todo momento no enxague achando um músculo que lhe interessava chupava e lambia me fazendo descobrir zonas erógenas em mim mesmo que nem eu sabia existir. Ritual durou ao menos 15 minutos tamanha a dedicação do major. Logo que se deu por satisfeito me passou esponja e sabonete e disse-me ser a a minha vez de descobrir o que ele gostava que lhe tocassem no corpo e o que eu gostava no corpo dele. Imitando-o nos movimentos e gesto, aprendi com meu novo mestre como conhecer um corpo e suas segredos sexuais. Fixado em seu tórax másculo e de pêlos na medida, vi seu tesão em ser mamado no mamilo, na lateral da virilha, atrás dos joelhos. Por muito fiquei nos membros inferiores, suas pernas me fascinavam pela robustez e fartura de pelos que o tornavam mais másculo ainda, uma bonita bonita coberta com uma camadinha fina de pelos que mesmo demorando consegui meter a língua e fazer que o macho me abrisse as pernas para que me desse liberdade de segundo ele pela primeira vez linguar aquele cuzão machão e brincar com as bolas uma a uma na boca, a todo momento parando para tirar pentelhos presos nos dentes. Até o tapa que tomei na cara me excitou quando excitado tentei aproximar meu dedo de tão macho cu.
-Se encostar a porra desse dedo no meu de novo seu viado! Te quebro na porrada entendeu?
-Sim senhor.
-Abre o caralho dessa boca que vou enfiar até onde ainda vc não conseguiu.
Meteu o cacetão grosso ´pra caralho quase me deslocando a mandíbula, e numa tentativa de escapar me pôs no canto do box e de novo meteu pica até onde viu o limite impossível, e tirou e pôs umas 3 vezes fazendo o sacão peludo bater no meu queixo.
Putão do caralho que sou, me excitou a porra do sacão peludo no queixo. Quando vi que ele ia parar o “castigo” com a cara mais vagaba do mundo pedi mais.
-Caralho de muluke puto da porra! Vai ser minha puta pra sempre seu safado.
-Me dá leite cara!
-Ahhh, tá querendo beber seu macho? Então mama putinho e só para de boca cheia.
Me agarrava as seus deliciosas pernas peludonas, minha pica soltava baba como se fosse gozo. Tamanha nossa excitação que o box parecia pequeno agora. O macho me puxou pelo braço, com uma força incomum me arrastando fora para fora do box, eu muito maior e mais pesado que ele. Sentou na beira da banheira e me mandou mostrar o cu. Deu um trato rápido com a língua e logo iniciou a meter dedos, iniciando já com dois, me chamava de viado arrombado, dizia que seu filho já me abrira e que antes de ir embora ele me faria dar o cu até ao viadão do Torrini e seu pau pequeno e que me obrigaria a aguentar aquele pica pequeno junto com a pica do Figa. A ideia apesar de assustadora me excitou fazendo-me dizer sim.
-Faço o que vc mandar macho! Preciso mesmo é dessa pica sua me fudendo.
-Vem aqui seu sacana e senta na minha caceta.
Antes disso ele me virou de frente e lambendo meu saco recolheu o máximo de baba que me cobria a pica.
-Encapa minha pica!
Feito
-Senta, e senta sem parada, mostra que merece essa pica.
Puta que pariu! O que aquele cara mandasse faria naquele momento. Sem medir consequência e sem pena de meu próprio cu, sentei naquela tora e fazendo força como se fosse cagar recebi o cabeção monstro numa sentada só, bastando ouvir o tesudo gemendo e curtindo fui descendo sendo aberto ao meio, como se ao fim daquele eu fosse ser duas pessoas. Quando senti seus pentelhos rocarem minha bunda foi como se ganhasse medalha olímpica. Recebi um tapa e beijos mordidos na nuca.
-Rebola vagabunda, esfola esse vara.
Nosso tesão nos tornava violentos nos movimentos, me segurava na bancada de frente ao vaso e engolia o varão com meu cu que rápido acostumou na tora. Mexia, rebolava, gemia e urrava sentando no macho que respondia meus urros com mais urros, ursos fudendo, eramos isso ursos machos fudendo.
Major se levantou me agarrando a cintura me levando ao quarto, la me pôs de quatro.
-Acordo Marco, veja seu putinho virando meu e gemendo como um viadinho na minha taca.
Figa acordou no ato me vendo vadia na pica do pai, tomando pica no rabo de quatro e sem vergonha pedindo mais.
-Vem aqui encher a boca dessa cadela ou vai chamar atenção da vila toda.
Figa sentou na beira da cama.
-Vem Vela, faz crescer na sua bocona como vc gosta.
Faminto engoli o amigo e rápido sentia sua vara inchando em minha boca enquanto seu pai como um garanhão selvagem socava pica.
Me pôs de frango e ao meu lado o Figa me servia rola. Meu pau chegava a doer e meu saco as vezes era espremido pelo Major. Figa o pegou em sua mão e acarinhava, agora mais calmo metia e tirava sua pica de minha boca, ao contrario do coroa que fudia como um selvagem até que anunciou o gozo.
Figa assistindo o gozo paterno me encheu a cara de porra e eu pela primeira vez gozei antes que a mão do Figueira Pai me tocasse, bastou sentir a proximidade e intenção do major em me masturbar e gozei tão farto que melei meu peito e partes do Figa.
Fodão nível máximo que foi apenas inicio do feriado, 4 dias de uma orgia em que experimentei variadas e novas sensações.
Uma delas relatarei na continuação...