7 de out. de 2010

Mario Vargas Llosa..........................................The Man (Especial)

Mario Vargas Llosa

Profissão: Escritor, Jornalista, Ensaista e Político Peruano
Nome de batismo: Jorge Mario Vargas Llosa
Nascimento: 28 de Março de 1936, Arequipa, Peru

Hoje ele se tornou um nome histórico entre os Latinos Americanos! Por isso esta edição especial de The Man. Nem só de gostosões podemos viver.
Vargas Llosa é filho único. Até os dez anos não conhecia o pai. Passou a primeira infância na em Cochabamba na Bolívia. No governo de José Luis Bustamante y Rivero, seu avô consegue um importante cargo político em Piura, Peru e passa a viver com sua mãe nesta cidade.
 Em 1946, muda-se para Lima capital do País e só ai conhece o seu pai. Seus pais se reconciliam. Aos 14 anos, influenciado pelo pai entra como interno para o Colégio Militar Leôncio Prado na cidade de La Perla. Fica nesta instituição por dois anos. E este é o tema do seu primeiro livro “La ciudad y los perros no Brasil chamado de “Batismo de fogo”.
Em  1953 entra para a Universidad Nacional Mayor de San Marco. Nesta instituição contra a vontade do PA estuda Letras e Direito. Casa-se aos 19 anos e para sustentar sua nova família passa por vários empregos.
Em 1958 ganha uma bolsa e vai para a Espanha, ali é doutorado em filosofia e em letras. Depois disso muda-se para a França. Em 1964 divorcia-se de sua primeira esposa e casa-se com uma prima, com ela tem 3 filhos
A obra de Vargas Llosa é uma ode a liberdade individual, um grito contra a ditadura e um pedido selvagem de libertação.  Ele cresceu numa America Latina essencialmente governadas por caudilhos. Foi fortemente influenciado pelas idéias de Jean Paul Sartre.
Usa muito de sua própria vivencia como base ou tema de seus livros. Um de seus grandes livros foi baseado na guerra de Canudos e ele o dedica o Euclides da Cunha, Um dos maiores nomes de nossa literatura. Outro de seus belos romances, “Elogio o Madrasta” um de meus preferidos trata da paixão de um enteado por sua madrasta. Belíssima a forma edipiana e por vezes cruel com que o menino desdenha dos modos do pai e eleva sua madrasta a deusa. Uma paixão edipiana.
O escritor tem uma importante atuação política, investigando morte de jornalistas, cria um movimento contra a estatização da economia. Em seus escritos denuncia a corrupção e o descalabro do política na América latina.  Em 1990 concorre a Presidência do Peru, perde para Alberto Fujimory, que mais tarde torna-se um fugitivo, escapando para o Japão temendo a justiça Peruana. Em 1991 pública suas experiências como candidato a presidente.
Em 07 de Outubro de 2010 é agraciado com o Prêmio Nobel. Torna-se o Décimo quinto latino americano a ganhar o Prêmio Nobel. O Sexto latino americano a ganhar o prêmio Nobel de Literatura. Agora está entre os maiores nomes da  nossa América.

Bibliografia
Ficção
  • Os Chefes (1959)
  • A cidade e os cachorros ("La ciudad y los perros") (1963)
  • A casa verde (1966) (Premio Rómulo Gallegos)
  • Conversa na catedral (1969)
  • Pantaleão e as visitadoras (1973)
  • Tia Júlia e o escrevinhador (1977)
  • A Guerra do Fim do Mundo (1981)
  • Historia de Mayta (1984)
  • Quem matou Palomino Molero? (1986)
  • O falador (1987)
  • Elogio da madrasta (1988)
  • Lituma nos Andes (1993). Premio Planeta
  • Os cadernos de Dom Rigoberto (1997)
  • A festa do bode (2000) - novela sobre a ditadura do general da República Dominicana, Rafael Leónidas Trujillo
  • O Paraíso na Outra Esquina (2003) - novela histórica sobre Paul Gauguin y Flora Tristán.
  • Travessuras da Menina Má (2006)


Teatro
  • A menina de Tacna (1981)
  • Kathie e o hipopótamo (1983)
  • La Chunga (1986)
  • El loco de los balcones (1993)
  • Olhos bonitos, quadros feios(1996)

Ensaio
  • García Márquez: historia de un deicidio (1971)
  • Historia secreta de una novela (1971)
  • La orgía perpetua: Flaubert y «Madame Bovary» (1975)
  • Contra viento y marea. Volúmen I (1962-1982) (1983)
  • Contra viento y marea. Volumen II (1972-1983) (1986)
  • La verdad de las mentiras: Ensayos sobre la novela moderna (1990)
  • Contra viento y marea. Volumen III (1964-1988) (1990)
  • Carta de batalla por Tirant lo Blanc (1991)
  • Desafíos a la libertad (1994)
  • La utopía arcaica. José María Arguedas y las ficciones del indigenismo (1996)
  • Cartas a un novelista (1997)
  • El lenguaje de la pasión (2001)
  • La tentación de lo imposible (2004) - ensayo

6 de out. de 2010

Daniel Craig...................................................The Man

Daniel Craig

Nome de Batismo: Daniel Wroughton Craig
Profissão: Ator
Nascimento: 02 de Março de 1968, Chester, Cheshire, Inglaterra


Daniel Craig passou parte de sua infância em Liverpool, aos 16 muda-se para Londres e se forma posteriormente na famosa Escola de Musica e Representação Guildhall.
Estreia nas telas num pequeno papel no Filme “The Power o one”. Começa a ser notado pelo seu charme e talento.  “Munique” de Steven Spielberg, antes já havia tido um pequeno papel em  “Elizabeth” com Cate Blanchet. Foi coadjuvante de Angelina Jolie em “Lara Croft: Tomb Raider” e já trabalhou com Paul Newman em “Caminho para a Perdição”
Em 2005 vem o grande o sucesso quando é escolhido para ser o novo James Bond. O segundo 007 loiro, o outro foi Roger Moore.
Sou fã de 007, adoro passar duas horas o escuro do cinema vendo suas fugas impossíveis, tramas cheias de reviravoltas e músicas escolhidas a dedo.
Adorei o primeiro filme de Craig como Bond. Este foi baseado no primeiro livro de Ian Fleming sobre James Bond.  Craig tornou o agente britânico mais moderno e ao mesmo tempo mais bruto e machão. O cara tem um corpo de Deus, vê-lo saindo da água num sungão justo deixa à famosa e idêntica cena de Ursula Andrewss no primeiro filme da saga em 1962”O Satânico Dr. No” no chulé. Um detalhe que só os fanáticos em Bond como eu perceberam, James Bond sempre pede seu Dry Martini batido. Em Cassino Royale, Craig responde ao barman quando perguntado com prefere, ele responde “de qualquer jeito”
Um filme muito legal que tem Craig como protagonista é “Nem tudo é o que parece”(Layer Cake) onde ele interpreta um golpista charmoso, aposto que este papel foi essencial para ele ser escolhido como Bond.

Daniel Craig já foi casado e hoje namora a produtora Satsuki Mitchell

A última e melhor novidade referente a Daniel Craig é que ele foi visto num estacionamento de uma boate Gay na Califórnia aos beijos com outro homem!  Antes disso, segundo o barman da boate ele estava dançando com o sujeito sortudo.
Viva! Emplacamos um 007 que topa tudo!
É meio cafona falar sobre quem gosta do quê, ou quem fode com quem, mas que é um motivo para comemorar esse ingresso em nossas fileiras lá isso é. 

Deuses e Monstros....................................Cinemão

Deuses e Monstros


Titulo Original: Gods and Monsters
Direção: Bill Condon
Roteiro: Bill Condon
Produção: EUA, 1998

Elenco


Ian McKeller
Brendan Fraser
Lynn Redgrave





Sinopse


O filme narra os últimos dias do diretor James Whale, o pai dos clássicos “Frankenstein” e “A Noiva de Frankenstein” no cinema. Após sofrer um derrame Mr. Whale volta par sua mansão em Hollywood, lá conhece o belo e jovem jardineiro Clayton. Este servirá de distração a Whale enquanto espera o momento certo para um grand finale.

Comentários


Belíssimo filme! Interpretação de Sir Ian McKellen com certeza merecedora do Oscar. Ver seu rosto em ângulos marcantes transmitindo as idas e vindas da mente prodigiosa do personagem. Até o gostosão do Fraser está bem na fita e não só pelo corpão. Bela fotografia. James Whale era um gay escancarado, debochado e muito inteligente. Seus filmes salvaram a Universal Studios na década de 30. Impressionante o paralelo do final da vida do diretor com uma de suas grandes obras. Interessantes ver o belo Fraser como um Clayton em duvidas sobre as intenções do seu patrão. Será que um ex-fuzileiro teria tantas duvidas? Sendo pago para pousar seminu para um homossexual velho e decadente o garotão tem duvidas sobre as intenções do tiozão. Mas em verdade ele se sente lisonjeado ouvindo as historias do famoso diretor.
O diretor estava tão empolgado em mostrar a nudez do Fraser que se esquece de elucidar o principal mistério do filme. A morte de Whale. Na verdade esta só ficou clara muitos anos depois, já que seu amante David Lewis escondeu o bilhete suicida.

Lauro Corona...........................................Gay Hero

Lauro Corona
Profissão: Ator e cantor
Nascimento: 06 de Julho de 1957, Rio de Janeiro
Morte: 20 de Julho de 1989, Rio de Janeiro

O primeiro trabalho de Lauro Corona foi como vendedor na boutique de sua mãe, aos 17 anos inicia carreira de modelo e faz seus primeiros comerciais de TV.
Chama a atenção do diretor Marcos de Sá e vai atuar na peça infantil Simbad, o Marujo. Daí é descoberto pelos atores Ziembinski e Paulo José que o convidam a participar do especial “Ciranda, Cirandinha”
Com um belo rosto e um carisma inato vai participar de novelas. Participou do mega sucesso “Dancin’ Days” de Gilberto Braga. Ai começa a parceria e amizade com Glória Pires. Com ela fez par romântico em várias novelas.
Em 1982 estréia no cinema com “O sonho não acabou”. Dois anos depois faz par romântico com Débora Bloch em um grande sucesso do cinema nacional “Bete Balanço” com musica tema do Barão Vermelho. Isso o faz iniciar uma amizade forte com o cantor Cazuza.
Gravou 3 singles de musica Pop, foi apresentador do programa que apresentava a parada de sucesso musical “Globo de Ouro”.
Sua ultima novela na foi “Vida Nova” de 1988 fazendo um imigrante português que era apaixonado pela personagem judia de Deborah Evelyn
Lauro nunca assumiu sua homossexualidade, mas também nunca foi visto com namoradas. Mas os cariocas residentes da orla sabiam que o baixinho não era mole, pegava geral. Também não foi oficialmente assumida sua morte por complicações de AIDS. Mas o próprio Cazuza um ano depois já doente disse que achava que foi sim de AIDS que o ídolo tinha morrido
Lauro foi um dos grandes ídolos de seu tempo, era belíssimo, tinha uma jovialidade contagiante, era talentoso e carismático. Se ainda fosse vivo com certeza seria ídolo ainda. Mas mitos são criados dessa forma, morrem cedo e serão belos para sempre.

Novelas

§  1988 - Vida Nova 
§  1987 - Direito de Amar 
§  1984 - Corpo a Corpo 
§  1984 - Vereda Tropical 
§  1983 - Louco Amor 
§  1982 - Elas por Elas
§  1981 - Baila Comigo 
§  1980 - Marina 
§  1979 - Os Gigantes 
§  1978 - Dancin' Days 

Minisséries
§  1986 - Memórias de um Gigolô

Teletema:
§  1986 - O Sequestro de Lauro Corona
Caso especial:
§  1977 - Ciranda Cirandinha
Entretenimento & musicais:
§  1986 - Globo de Ouro
§  1983 - Cometa Loucura

Cinema
§  1984 - Bete Balanço 
§  1982 - O Sonho Não Acabou 

5 de out. de 2010

O Talentoso Mr. Ripley.....................................Cinemão

O Talentoso Mr. Ripley
Titulo Original: The Talented Mr. Ripley
Direção: Anthony Minghella
Roteiro: Anthony Minghella
Produção: EUA, 1999
Elenco
Matt Damon
Jude Law
Gwyneth Paltrow
Cate Blanchet
 Philip Seymour Hoffman

Sinopse

Tom Ripley  é um estudante pobre que toca piano em festas para se sustentar. Por causa de um casaco emprestado que ostentava o brasão de da Universidade de Princetown, é confundido pelo pai milionário de um jovem playboy com um colega de seu filho. Este oferece USD 1.000,00 para que Ripley vá a Itália e traga o filho de volta. O que ele não sabe é que o jovem Ripley tem o talento incomum de imitar perfeitamente uma pessoa e seus modos. Chegando a Itália Ripley sofre uma paixão por Dickie, o jovem playboy, não só por ele como pelo seu estilo de vida. Contrariado Ripley é capaz de horrores para viver a vida do jovem.

Comentários

Baseado no excelente livro de Patricia Highsmith, dirigido pelo mestre Anthony Minghella, com uma direção de arte primorosa, rodado quase completamente na Itália, entre e Roma e Veneza principalmente, boa interpretação de Matt Damon e tendo no elenco o excelente Philip Seymour Hoffman. Além da beleza de Jude Law, que está assustadoramente sedutor no papel. Na minha opinião a melhor atuação de sua carreira Filmaço. Não é um filme gay, a paixão de Ripley pelo Dickie é apenas um pretexto encobrindo a inveja e o ciúme de um rapaz pobre e talentosoque não gosta de sua própria vida e é obrigado a trabalhar para se manter enquanto o outro milionário o esnoba e curte a vida na Europa com toda elegância e savoir faire. Ripley não gosta de sua própria vida e tenta de todos os modos se reinventar roubando a vida de Dickie. Alguns preferem a primeira versão “O Sol por testemunha” com direção de René Clément, e Alain Delon como Tom Ripley. Eu discordo só a fotografia e produção de arte já deixam a primeira versão para trás. Outro detalhe a Marggie de Gwyneth Paltrow é infinitamente mais sofisticada que a encarnada por Marie Leforét. Pena o final de Minghella ser tão covarde e moralista.  Mas há uma verdade incontestável, belíssimo e perfeito mesmo é o livro de Mrs. Highsmith.

Indicações

 Recebeu cinco indicações ao Oscar.

§  Melhor Ator Coadjuvante (Jude Law)
§  Melhor Figurino
§  Melhor Direção de Arte
§  Melhor Roteiro Adaptado
§  Melhor trilha Sonora
  Globo de Ouro, incluindo:
§  Melhor Filme (Drama)
§  Melhor diretor
§  Melhor Ator (Matt Damon)

Pesquisa, arquivo pessoal, Wikipédia, fotos web

4 de out. de 2010

Sexo a 3 na Rota 66..............................................Conto Curto

Chamo-me Leon, tenho 23 anos, 1,78 metros, sou moreno, uso cabelo curto estilo militar, faço exercícios regularmente, pratico natação. Eram férias de inverno e estava viajando graças a ter passado num dos semestres mais complicados que enfrentei na faculdade. Presente de meus pais. Meu pai tinha ganhado uma boa grana num investimento e tinha me dado essa viagem prêmio. Agora estava numa viagem de mochila e carona pela famosa Route 66, que liga Chicago a Los Angeles, uma antiga rota de 1900 e pouquinho que atravessava 8 Estados. Hoje é conjunto de várias estradas, mas mantém a mesma rota. Era verão no nos Estados Unidos e eu tinha começado a viagem pelo estado de Illinois, fazia o percurso de carona, alugando carros baratos pelos estados onde era proibido pedi-la.  O clima era morno quando comecei na bela cidade dos ventos, a esportiva Chicago. Agora a temperatura estava aumentando a cada quilometro descido rumo ao sul. Lá estava na altura de Oklahoma, tinha feito uma bela farra em St. Louis e pensava entusiasmado em ver os desertos do Texas e Nevada. Logo depois de Oklahoma City foram ficando espaças as caronas. Como tempo eu tinha de sobra seguia a pé de dedo em riste aproveitando a bela paisagem. Desde uma semana atrás na farra de St. Louis, não trepava e tava louco de vontade de uma nova farra. Pensava nisso quando ouvi um ronco alto, olhei pra trás e vi se aproximando um belo carro que me pareceu da década de 60. Estava longe e na solidão e quietude da rodovia se ouvia o barulho potente do motor. Pus rápido meu dedão a pedir carona. O Carro parou uns 30 metros à frente e corri para pegá-lo, estava perto do meio dia e sol a pino me faria derreter em meio à pista. Chegando dois caras sorridentes me perguntaram para onde eu ia. Disse.
-Qualquer lugar mais à frente.
-Então sobe ai.
Quando me acomodei no espaçoso banco de trás percebi a beleza dos caras que me davam transporte. O que dirigia, um moreno grande e forte, sua cabeça raspava a lona fechada do carro conversível, dentes alvíssimos, pelo porte e aparência parecia ser um veterano de faculdade, usava uma camiseta de basquete do Chicago Bulls e apertados jeans bastante desgastados, via-se coxas grossas pressas neles. Era menos falante e estava com olhos fixos na estrada, por detrás de grandes óculos Ray Ban. O co-piloto, com certeza mais novo, era loiro, de cabelos cacheados, presos num boné de baseball, dentes muito alvos também, olhos de um profundo azul, também forte, mas não tanto quanto o colega. Usava apenas uma jaqueta jeans sem mangas deixando ver um peito definido e liso, extremamente alvo, jeans cortados com barras desfiapadas para fazer uma bermuda na altura dos joelhos. Tinha um riso fácil e parecia querer agradar.
Em menos de dez milhas riamos animados ao som de Bruce Springsteen.  Bob, o maior, o piloto, já se soltava mais e fazia perguntas sobre o Brasil, ás vezes arriscando um espanhol com sotaque mexicano, mais tarde me disse ter aprendido com a faxineira da casa dos pais.  Já Phil, o carinha mais novo, estava agora quase virado para trás, tinha tirado o boné e agora vi como era extremamente bonito, sua boca risonha não me deixava desviar o olhar quando ele se dirigia a mim.
Duas horas depois, já com a capota arriada e o frescor do vento nos assanhando e deixando quase surdos ao que o outro falava me aproximei do banco inteiriço da frente e surpreso notei que o Phil tinha as pernas no colo do Bob que vez ou outra passava as mãos imensas nos tornozelos do colega. Percebi também que cada vez que ele fazia isso, o Phil mexia os pés bolinando o membro do amigo que devia estar excitado, pois mantinha as pernas abertas de modo incomum.
Estava distraído e já excitado observando a cena, quando notei que o grandão me mirava por debaixo dos Ray Ban pelo retrovisor. Ele riu de modo muito safado, voltando os óculos para a posição correta. O Phil assistiu a tudo isso e não esboçou nenhuma palavra, apenas riu e me disse.
-Relax dude! (Relaxa cara!)
O clima ia assim quando um barulho alto e um leve desvio na reta que o carro fazia. O pneu traseiro havia estourado. Paramos no acostamento. Saímos todos do carro e com a capota arriada me dei conta do tamanho imenso do carro, típico americano antes crise do petróleo, parecia um navio! Todos paramos a observar o pneu o furado e me dei conta também da montanha que era o Bob, o Phil não era pequeno, devia ter 1,85 m, mas o Bob devia estar perto dos 2 metros e me parecia tão largo quanto. De pude notar que ainda estava de pau duro e fazia um volume formidável nas calças, ele notou e se concertou descaradamente me olhando e de novo rindo de modo mais safado.
Estávamos num desvio rumo a Santa Fé que a ligava a Albuquerque. A estrada estava vazia. Pensei comigo mesmo rezando para que eles tivessem estepe. Minhas preces foram ouvidas e num gesto rápido o Bob abriu o porta-malas para tirar o estepe e apetrechos para levantar o carro-navio e o triangulo sinalizador.
O Phil foi para dentro do carro com o pretexto de tirar os vários saquinhos de salgadinhos e latas de refrigerante e limpar o máximo possível a bagunça que estava no carro. Neste ínterim o Bob me chamou para ajudá-lo. Cheguei perto dele e fomos retirando as malas. Estávamos tão próximos que nossos braços se tocavam, podia sentir seu cheiro sem perfume, tinha cheiro de homem, um cheiro que imediatamente me excitou. Para disfarçar abaixei junto ao pneu para folgar as porcas e senti seus braços grossos me envolverem. Fiquei sem ação, não me movi. Tentei levantar e ele levantou comigo. Pude sentir cada centímetro de seu corpo colado ao meu. Ainda de costas ele me envolveu mais uma vez e disse-me ao ouvido.
-Sei que você quer.
Virou-me de frente a ele quase de forma bruta. Eu quase 20 cm mais baixo que ele, sentia o cacete daquela Rochosa Americana se se encostando à minha barriga. Ai não teve mais jeito. Entreguei-me colando minha cabeça naquele peito forte e sentia cada centímetro que ele crescia durante a respiração. Ele me encostou no carro, levantou meu rosto me segurando firme pelo queixo e me beijou. Sentia apenas as pontas dos meus pés tocando o solo. Eu estava apertado em seus braços e ele praticamente me levantava para chegar a minha boca. Estava nas nuvens quando longe ouvi o Phil sorrindo com a cabeça para fora da janela, P Bob me largou e de forma direta e imperativa me disse.
-Troque o pneu e vem pra dentro do carro. Vou te dar o que você quer e vou tomar o que quero.
Fiquei meio sem jeito na hora. O tom que falou foi de uma ordem. Ele me soltou e foi para dentro do carro antes de entrar encostou-se na porta onde estava o Phil e este lhe levantou a camiseta e beijou o umbigo do amigo tendo os braços em volta cintura dele. Beijava o umbigo como se fosse uma boca. Aquilo me excitou mais ainda. Bob me olhou sorrindo e disse-me mais uma vez.
-Anda! Troca logo esse pneu!
Em seguida abria a porta do carro e se jogou em cima do Phil no banco inteiriço da frente. Nunca sentido isso, sua voz autoritária em vez de me irritar, fez-me ficar mais louco de tesão. Trocava rápido o pneu vendo a porta aberta e os jeans dos dois arriados até as canelas. Ouvia apenas o vento forte do deserto e suspiros fortes. Terminei o pneu, joguei rápido tudo que havíamos espalhado no chão dentro do porta-malas e corri para participar da festa. Chegando a janela vi o Phil sentado encostado à porta do motorista e o Bob lhe fazendo uma mamada voraz. Phil tinha as mãos nos finos cabelos negros do Bob que parecia não querer mais nada a não ser sugar o colega.  O Loiro estava com uma cara que nunca mais vou esquecer, tinha um belo macho lhe fazendo deliciosa mamada. Seus dentes mordiam os lábios e ele abrindo os olhos me falou.
-Faz o mesmo com o Bob. Vem participar de nossa festinha.
Não precisou falar de novo. De onde estava arranquei os jeans que ainda estavam nas canelas do Bob e me pus sobre ele mordendo-lhe a bunda redonda e firme. Tirei minha camiseta e baixei as calças, tirando rápido o tênis e as meias. Depois de alguns minutos mordendo, beijando e chupando a bela bunda do Bob o Phil se abaixou e me deu um longo beijo. O Bob fez um movimento tão rápido e ágil com aquele corpo gigante que não entendi como conseguiu em átimos de segundo estar no lugar do Phil e este ao meu lado com o corpo quase todo no piso do carro. Foi então que vi a maior rola que meus olhos já contemplaram. Um mastro de músculos que devia chegar fácil a 23 ou 24 com e de uma grossura que seria preciso pegar com as duas mãos para fechá-las em torno dele, um saco grande e depilado repousava entre duas coxas de circunferência impressionante, via-se cada músculo delas retesados de desejo. Ele segurava o poste de carne com a mão nos oferecendo. Eu e o Phil, juntos caímos de boca naquela rola monstro, reta e dura. Cada vez que passei minha língua na cabeçona vermelha meio rosada sentia o gosto da baba que não parava de sair. Enquanto nos dedicávamos ao cacete do Bob, eu e o Phil fazíamos carinhos um no outro com as mãos e nossos corpos se esfregavam onde se encontrassem. Nossas mãos apertavam nossas rolas e segundos depois vi o Phil se abaixar devagar me beijando o tórax que a esta altura estava suado com o contato do couro e a falta do ar condicionado. Senti um arrepio forte quando me vi engolido por aqueles lábios. Estávamos numa incomoda posição. O Bob imenso sentado onde antes estava o Phil eu deitado no banco do carro e o Phil já fora do carro. O Bob mandou que ele entrasse para evitar que algum motorista visse. Não sei de que forma o Phil consegui de novo engolir minha rola e por a bunda dele ao alcance da boca do Bob. Minha mão segurou a rola do Phil que gemia e mexia feito louco com a língua do Bob em seu rabo. Logo e sem aviso ele inundou o peito do Bob e minha mão de porra.
Phil saiu do carro e se limpou usando uma garrafa de água mineral. Assim que o viu limpo e pronto o Bob me convidou para o banco detrás e pediu que o Phil fosse guiando. Estávamos há muito ali e podíamos nos tornar alvos fáceis às vistas alheias. Embora não soubesse de onde poderiam vir, Mas conhecendo a policia do deserto já os vi aparecer como se saíssem da areia.
O Phil tomou o lugar do Bob na direção e andando com o carro em velocidade foi levantando a capota automática.  Bobo estava em cima de mim e sentia seu peso absurdo quase me sufocando, mas estava delicioso sentir aquele monumento me cobrindo como um garanhão. Tomando-me e beijando com força e vigor. Não sei como ele coube no banco detrás, meus olhos estavam fechados numa viagem prazerosa demais para que tomasse qualquer atitude que pudesse me tirar de meu vôo que fazia rumo ao céu sem fim. Não sentia o carro se mover na perfeitamente pavimentada estrada. A única coisa que sentia era aquele homem me devorando com uma boca sem tamanho enquanto eu estava totalmente entregue a seus desejos.
O Bob me segurando pelos braços como se eu nada pesasse. Pôs-me sentado com as pernas apoiadas no banco da frente tendo ele entre elas. Tal era o volume, largura do Bob que minhas pernas estavam abertas quase ao máximo. Ele voltou a me beijar e me segurando fez com que nossos corpos colassem. Como a capota do carro ia abaixando conforme chegava ao fundo carro via que a cabeça do Bob forçava a lona da capota para cima quase a rasgando. Sentia sua rola gigante me forçar a barriga. Juntei nossos paus com as mãos nossas rolas. Ele disse.
-Vou te comer cara!
Na hora gelei, mas estava com tanto tesão que seria capaz de fazer o que aquele cara me pedisse. Andando devagar e tendo a bunda do Bob ao alcance de sua boca, o Phil deu uma mordida lenta e um beijo estalado, voltou a dirigir jogando para trás uma camisinha onde só consegui ler XX size (tamanho grande) e um tubo de lubrificante que foi imediatamente agarrado pelo Bob e besuntando meu rabo. Passou-me o tudo de gel e mandou que o encapasse. Assim o fiz e enchi de gel o máximo que pude.
Meu corpo tremeu quando senti a enorme cabeça encostar em meu cu. Aqueles dois deviam realmente ser íntimos há muito tempo. O Phil deu uma leve braçada no carro fazendo com o Bob entrasse de vez em mim, me arrancando um grito de sair lagrima dos olhos. O Bob parou por um momento e depois uns dois minutos me acarinhando o rosto e apertando minha rola. Falou-me de forma extremamente carinhosa.
-Posso continuar.
Depois da imensa dor no inicio, eu queria aquele macho inteiro dentro de mim. Não respondi, apenas balancei a cabeça afirmativamente e o beijei. Ele iniciou de forma muito lenta, mas o tamanho era realmente grande, ao menos para mim não acostumado a ter um tamanho daquele dentro de meu rabo. Depois de um tempo acreditei ter chegado ao fim, pus a mão para sentir seu saco e fiquei de cara vendo que ele ainda estava na metade. Num gesto louco para sentir aquele cacetão me invadir, forcei para frente e o fiz entrar inteiro. Ouvi um suspiro de prazer do Bob. Parou e logo depois iniciou estocadas leves. Quando acostumei, eu devia estar completamente arrombado. Ele modificava o movimento indo hora rápido ora lento, me fazendo levantar e senti aquela rola quase me cutucando o estomago. Ele sabia comer um rabo. Gemia como louco junto com ele. O ritmo foi aumentando e já me movia querendo mais. Ficamos quase 20minutos assim quando senti que nosso gozo se aproximava junto. Preste a gozar ele tirou de dentro e me virou de forma a chupar-lhe enquanto me fazia o mesmo. Senti quando ele empurrou minha cabeça para lhe engolir o cacete.
Gozamos juntos. Quase engasguei com o rio de porra e fiz o mesmo com ele. Nunca gozei tanto na minha vida. Acabamos e mesmo cansados da posição e dos movimentos riamos satisfeitos.
Paramos num posto de gasolina e no banheiro ele me deu um beijo que nunca esquecerei. Nessa mesma hora entra o Phil e se junta a nos trancando a porta do banheiro. Rimos os três juntos estávamos dispostos a fazer tudo de novo.
Nunca mais me esquecerei da Route 66, ela é muito melhor do que dizem os guias de turismo. Até hoje quando vejo um carrão clássico italiano me lembro desta aventuras, que foram muitas. Só nos separamos em Las Vegas.

Traídos pelo Desejo...................................Cinemão

Traídos pelo Desejo

Titulo Original: The Crying Game
Diretor: Neil Jordan
Roteiro: Neil Jordan
Produção: Inglaterra, 1992

Elenco

Stephen Rea
Jaye Davison
Forest Whitaker
Miranda Richardson




Sinopse

IRA sequestra um soldado, seu guardião de cativeiro lhe desenvolve uma certa simpatia. O Soldado morre e o guerrilheiro vai avisar a namorada do soldado. Surpreendentemente ele acaba apaixonando-se. Esta paixão lhe causará um choque que o fará rever seus conceitos.


Comentários

O filme tem um começo muito bom, mas perde o ritmo no meio. Concorreu a vários Oscars, na mesma noite de “O Óleo de Lorenzo” um drama  chatíssimo na minha opinião estrelado pela  diva Susan Sarando. Vale a pena pelo contexto histórico, pela boa música, o tema é do Boy George,(Do you realy want love me) ex vocalista da hoje cult band Culture Club,  dia desses foi preso por manter numa gaiola um michê canadense(muito doida a bicha, kkkkk)  e ótimas atuações. 
Sou grande fã do poderoso Forest Whitaker, negão retado! Jaye Davison acabou fazendo o vilão no filme Stargate, que depois se tornou uma série estrelado pelo ator que fazia o Mac Gayver na TV, aquele que consegue fugir de uma prisão de segurança máxima  com um clips.