27 de ago. de 2014

Milico Rabão Feriado com o Major 2

Eu e o Figa tomamos banho. Eram já 20 horas, o Figa ferrou no sono logo apos o banho, silencio absoluto na casa toda. Só de cuecas fui a cozinha por um copo d´água. Sentado numa cadeira eu lembrava do dia cheio de tesão que havia vivido e relembrando em segundos minha vida sexual pensava nas surpresas que vivi descobrindo um mundo secreto escondido por imposições sociais, difícil a quem não faz parte dele acreditar em tudo que ocorre sobre o manto da discrição, quase impossível então ao homens e mulheres héteros, a quem se contadas simples aventuras pensariam tratar-se de delírios.
Estava nessa viagem quando me surpreendi com a voz forte do Major e logo sua mão apoiada em meu ombro a perguntar se estava bem e se havia descansado o bastante. Respondi afirmativo e virei-me apesar de constrangido, pois não sabia o que viria depois que ele me viu espiando a foda dele com o Torrini e com certeza ter ouvido a minha com seu filho. Sabia que nada passava a seu redor sem que tivesse total consciência.
Sua mão apertava como se massageasse meu ombro e mesmo tendo eu olhando-o a esperar sua atitude, ele apenas me sorria como se partilhássemos segredos do universo.
Não emitiu palavra, apenas, passou a mão na minha cabeça como se faz a uma criança e disse.
-Garoto vc é bonito mesmo! Mais que isso, vc é uma delicia!
Mais ousado, respondi.
-O senhor é mais que delicioso.
Ignorando minha fala, me virou de frente e pondo a outra mão no meu ombro começou a massagear.
-Parece tenso muleke! Vou relaxar vc um pouco. Deixa.
Titubeei
-Sim.
E realmente tentei relaxar meus músculos e mente, apesar do pau estar estourando na cueca. Seus dedos iam da nuca aos ombros e se demoravam onde haviam nós, pontos mais tensos. Sentia seu corpo cada vez mais junto a minha cabeça, até que encostou seu tórax nu, onde minha cabeça roçava as vezes que manipulando meu pescoço o movia a seu prazer. A cada segundo sentia seu cacete crescer colado num ponto abaixo da minha nuca. Baixei meus olhos ao meu próprio colo e vi que a baba de minha pica já passava o tecido da boxer. Segurava minha garganta para sufocar a vontade de gemer a cada movimento de sua pélvis me sarrando. A partir dali eu era dele.
-Vc gostou de me ver fudendo o puto do Torrini não foi muleke?
Apenas balancei a cabeça, foi um erro.
-Responde soldado! Não ouviu seu superior lhe fazer uma pergunta?
-Sim gostei, fiquei com muito tesão.
-Vou fazer muito melhor com vc. Vc é do jeito que gosto, jeitão de macho, bonito, roludo e tenho certeza que sabe curtir uma vara de macho. Estou certo?
-Está.
Ouvi um riso de superioridade, senti um tapinha de concordância e agrado, suas mãos juntas desceram acariciando meu peito, com os dedos apertou cada mamilo.
-Mulekão tesudo! Me deixou tarado o dia todo imaginando como seria gostoso ter essa boca bonita me mamando a pica, dar uns tapinhas nessa cara bonita, botar vc de quatro e meter vara nessa maravilha de rabo.
-Já fudeu com um cara da minha idade?
-Não
Suas mãos desceram por todo meu torax e nisso seu rosto colou ao meu, sentia sua barba nascendo me arranhando a pele, um longo arrepio iniciado nos dedos do pé me correu o corpo até o o ultimo fio de cabelo no topo da cabeça. Quando o pai de meu amigo meteu a língua dentro de minha orelha emiti um gemido rouco.
-Delicia garotão, assim mesmo que gosto de meus vadios. Gemendo grosso como macho, odeio viadinho que mia.
Me levantou ainda de costas a ele fortemente me colando a seu corpo. Eu mais alto que ele fui ordenado a levantar os braços, e tendo-o quase a altura de minhas axilas emiti novos gemidos quando lambeu cada uma delas. As mãos que me colavam a ele percorreram de novo todo meu tórax, sentindo e examinando cada músculo, e sendo aprovado ouvia do macho um gemido de satisfação e a intensificação de seu pau muito grosso e duro se encaixando entre minhas nadegas.
-Empina esse bundão tesudo pra sentir minha pica.
Obedeci e quase levava minhas mãos para trás tentando fazer o mesmo que ele, explorar o corpo que desde o inicio do dia eu ansiava.
-Não mexe muleke, aprende logo quem manda aqui. Puto comigo obedeçe.
-Sim senhor major. Respondi ao modo militar.
-Quero curtir mais esse corpão malhado meu putinho, depois vc brinca com seu macho a vontade.
Suas mãos desceram a minha virilha e ainda por cima da cueca me apalparam o saco e a pica, mesmo sem ver sabia que havia melado sua mão com minha baba.
-Putinho alem de saradão, picão tem pau babão? Melhor que encomenda vc ta me saindo.
Põs na própria boca um pouco de minha baba e me forçou a virar o rosto me dando o primeiro beijo. Um beijo tão macho que senti na minha uretra uma nova carga de baba. Durante o beijo tendo sua mão já dentro de minha cueca me apertando a rola e me fazendo gemer , o Major me mostrou de novo sua mão melada e disse.
-Vou meter nesse rabão seu usando sua própria baba muleke tesudo.
Então ouvi uma voz diferente.
-Tem festa aqui?
Era o Torrini, que antes de emitir outra palavra foi interrompido.
-Fica na sua, encosta ali na frente.
Sem titubear foi obedecido e assisti um dos caras mais bonitos que já vi, usando uma linda boxer preta contrastando com sua pele branca, encostar na parede de frente a mim. Seu pau fazia uma pequena barraca e seus olhos brilhavam de tesão vendo-me ser usado e devorado por seu amante. Seus olhos pararam nas mãos que me seguravam a caceta babona.
-Ja viu garotão mais gostoso que esse Torrini? Olha o tamanho da pica desse muleke!
-Figueira! Dessa vez teu filho te trouxe O MACHO. Que cacetona gostosa da porra! Fora o rabo que deixa até o meu no chinelo.
-kkkkE tu seu putinho do caralho, achando que ia pegar esse filezão antes de mim? Parece que tinha esquecido quem é o macho aqui. Aposto que está doido pra cair de boca nessa pica.
-Posso?
Se eu estivesse num gancho num açougue me sentiria menos carne que naquele momento. E o melhor é que isso me excitava mais ainda, inclusive saber que fora levado ali como refeição para aquele macho tesudo, levado pelo seu próprio filho, a quem eu mamava diariamente e há pouco socara pica com vontade inédita.
-Pode não seu viadinho filho da puta. Só pra aliviar sua fome vou deixar vc dar umas lambidas no saco dele.
E se dirigindo a mim, colado a meu ouvido, disse em voz rouca.
-Abra as pernas puto, deixa o viadinho lamber esse sacão.
E para o Torrini
-Vem aqui de quatro macho viado e dá um trato gostoso no saco do garotão, aproveita e cuida do meu também.
Nunca tinha sentindo tanto tesão em minha vida, nas garras daquele macho mandão e vendo o belo vir de quatro cheio de fome lamber meu saco que o Figueira liberou rasgando minha cueca com uma aca que pegou na mesa a nossa frente. Me puxou com ele até que ele colasse a parede atrás de nós. Nós dois de pernas abertas sendo manipulados pela língua e mãos do Torrini que como uma cadela se divertia entre nossas pernas.
Depois de alguns minutos nisso finalmente ele me virou de frente a ele e ato continua me trocou na sua posição. Agora eu estava colado a parede, ele me espremendo contra ela e o Torrini ainda de cachorrinho entre nós. Minha pica doía apertada na falta de espaço, forçada na altura do estomago do major, mas deliciado com a dele debaixo de meu saco. Uma tora uns 2 ou 3 cm menor que a minha porem mais grossa e com veias que pareciam manilhas.
Apesar das delicias que o Torrini nos proporcionava o Figueira o deteve.
-Chega Torrini, vai lá pro quarto do Marquinhos (Figa), esse tesudão aqui é só meu por agora.
Apesar da cara de decepção não falou nada contra e saiu em direção ao quarto, ouvindo atrás de si que não acordasse o filho.
Para mim, em tom intimo disse.
-Esse ai é tarado no Marco, mama o muleke desde os 14 anos. Kkkkkk
Pôs minha mão na rola dele. Uma delicia sentir a desejada finalmente entre minhas mãos que se não fossem grandes não fechariam em volta daquela tora.
-Tá pensando que não sei que vc é o bezerrinho do Marco putinho bonito? Agora vou lhe ensinar a chupar pica de macho adulto. Antes quero ver esse cuzinho. Debruça na mesa.
Totalmente com o tórax deitado na frágil mesa que parecia que não aguentaria meu peso, exibi meu rabo pro macho.
-Puta que pariu garoto! Torrini tem razão, seu rabo é ainda mais bonito que o dele, kkkkk Que cuzinho lindo! Abre ele pro tio, abre!
Com minhas mãos me arreganhei feliz com a aprovação e de ego inflado por ouvir que meu rabo era ainda mais bonito que o rabo que eu próprio achara perfeito.
Tomei um tapa na bunda que mesmo forte me excitou mais que a dor.
As mãos do Major apertavam fortes cada nadega, aos poucos ele se abaixava e entre elogios, dava mordidas e chupões que por pouco não me levaram a loucura. A quentura de sua língua áspera me fazia querer cada vez mais daquele pequeno músculo me acariciando o cu que ganhou vida própria, era um cu vadio, piscador faminto de pica, corajosamente desejando ser arrombado por aquele cacetão grosso.
Foram minutos que me pareciam segundos, me pareciam eternos, tão gostoso estava ser chupado daquela forma maestra que o Major me chupava. Aquele ali sabe de verdade tratar um cu.
Me virou com ele ainda de joelhos e sua língua lambeu toda minha virilha, saco e finalmente minha pica babada. Não se demorou, mas a forma que me sugou parecia que me viraria do avesso pela pica.
-Agora vem aqui sentir o gosto de minha vara.
Tentava não ser afoito, o tanto que esperei aquela pica merecia que a a conhecesse, que apresentasse a ela minha boca com toda a pompa e cerimonia, e só me dei por satisfeito quando fiz o macho gemer abrindo o máximo para caber a tora grossa na boca engolir até mais da metade e por suas mãos em minha cabeça pedindo que me forçasse a ter mais daquela carne dura em minha boca. Tanto me forcei que veio uma onda de vomito. Corri a pia e de lá ao banheiro externo para forçar mais vomito e livre do incomodo engolir pica a vontade. Na volta vi o sorriso do major.
-Mamador do caralho vc garoto! E dos bons, gosto de mamador assim, que vomita pra tomar rola na garganta, vamos pro quarto garotão.
Me agarrou pela pica e me puxava pelo corredor. Ouvimos os gemidos do Figa no quarto.
-Não disse que o puto vinha direto na pica do Marco? Kkkkkk Tive uma ideia. Antes de comer vc, vamos nós três baixar o fogo desse viado.
Abriu a porta ainda com a outra mão me segurando a pica, sorrio e pegando minha mão me fez segurar a rola dele.
Figa estava sentado encostado na cabeceira de pernas abertas com o Torrini no meio de quatro e rabão pra cima. Sorriu para o pai e este disse.
-Tá dando leite pro Dindo filhão?
-Quase. E vc? Já provou o gostosão ai?
-Ainda não, mas tô gostando. Macho do caralho tu me trouxe dessa vez cara!
--Quero ver tu usando ele.
-Tranquilo, tu tá com moral, mas antes vamos arrombar o cuzão desse viadão mamador ai.
Durante todo o papo o Torrini nem se moveu da posição que estava, com a boca cheia apenas empinou mais ainda o belo rabão, no minimo sabia que ia cair na vara, ou melhor, nas varas.
Major Figueira ordenou.
-Vai lá Velásquez e mete pica sem rodeios.
No caminho até a cama, peguei uma camisinha na comoda, cuspi no belo cuzão e meti rola enquanto o Figa forcava a cabeça do macho a engolir mais pica para sufocar o grito.
Eu inteiro dentro dentro, o Major se aproximou do filho e este entendendo o que ele queria puxou o Torrini pelos cabelos e segurando o pauzão de pai fez o engolisse. Disse-me
-Arromba forte Vela, é assim que ele curte.
Segurei as ancas do bonitão e bombei cacete pra dentro, tirava toda e metia de novo. Figa como o pai falavam putarias que incentivavam-me mais ainda.
´-Viu pai como o vela é metedor também, putão é show não é? Vou mostrar como já ta profissa na minha taca.
Ficou de pé na minha frente quase montando o Torrini e me segurando a cabeça meteu pica na minha boca logo começando a fuder gostoso. O Pai agora onde antes ele estava fudia como cavalo o bocão tão faminto quanto o meu.
-Deixa eu fuder o Dindo também Vela.
Troquei com ele, e o fiz me engolir o que pode. Olhei o pai dele fascinado me vendo fuder a boca de seu filho e disse.
-Ai, macho tesão, vou engolir esse picão seu do jeito que engolir seu filho e do jeito que faço ele me engolir.
-Puto safado, vem agora pro meu quarto.
Saímos de lá deixando o Figa metendo, gozou antes de sairmos. Ouço ele pedir.
-Poxa pai, deixa o Vela dar uma geralzinha na minha rola junto com o Dindo/
-Claro filhão.
Eu e o Torrini ajoelhados dividimos a pica do Figa cuidando da limpeza do que sobrara de seu gozo depois que tirou a camisinha. Ganhamos de presente a rola do Major que juntou-se ao filho nos servindo as duas picas Figueiras.
Terminado o serviço, o Torrini pediu pra mamar a mim, e autorizado me deu um senhor trato, não muito demorado devido a pressa que o major estava em me fazer seu puto. Torrini deitou exausto na cama do Figa e este nos seguiu a suite do Pai, lá ele me assistiria servir ao Alfa.
Continua....

Milico Rabão O Feriado com o Major 1

Chegamos à vila militar. Igual a centenas espalhadas pelo pais. Sempre vivi nelas e é como se todas me fossem familiar. O mesmo clima de organização, quietude, disciplina, um pequeno mundinho organizado dentro do caos das cidades
A casa do Figa, de tamanho superior em relação às outras, isto definia a boa patente de seu pai. Tinha um jardim e um belo quintal com piscina e churrasqueira, por dentro era ampla, iluminada, decorada espartanamente, mostrando ser casa habitada apenas por homens. Ao contrario de mim o Figa e seu pai, se mudaram apenas duas vezes durante toda a vida do Figa. Eu mudara no minimo 5.
Tivemos a surpresa de encontrar mais um membro da família, ou melhor um agregado. Grande amigo de infância do pai do Figa.Padrinho de casamento dos pais e padrinho de batismo do meu amigo.
Enquanto o Figa abraçava e beijava carinhosamente o pai eu comparava a minha relação com o meu próprio pai. Um abraço era o máximo da intimidade. Eu me encantava medindo cada detalhe do belíssimo homem que era o tal agregado, o Major Torrini. Sujeito impressionava pela beleza de suas feições, tanto de rosto quanto de corpo. Branco, 1,85 mts, corpo malhado como que ele vivesse para cuidar dele, pernas peludas e grossas, tórax de um atleta, tinha certeza que o percentual de gordura do cara não passava de 5%. Braços grandes sem exageros e o rosto mostrava descendência mediterrânea, nariz forte perfeito, olhos difíceis de decifrar se cinzas ou azuis, sobrancelhas perfeitas, grossas e definidas, uma face de formas clássicas lembrava uma escultura grega. O cabelo liso muito negro penteado para trás.
Foi abraçado pelo Figa com muito carinho e intimidade. Durante o feriado o ouvi chama-lo de tio ou Dindo.
Sem demora eu descobriria que a relação dos três era muito mais especial que eu supunha, e que eu a partir daquele feriadão faria parte da turma.
O Major Figueira me estendeu a mão e ouvindo o Figa dizer-lhe ser eu seu novo melhor amigo, o aperto de mão foi trocado por um caloroso abraço. Com o mesmo carinho fui cumprimentado pelo amigo, e com sua voz de barítono me fez quase tarar ele ali mesmo. Um tesão que de cara senti não só pelo Major Torrini, mas, especialmente pelo Major Figueira, pai do meu amigo. Eram dois caras de mais ou menos 40 anos, bonitos, atléticos, machos e extremamente sedutores vivendo a plenitude de suas machezas. Exalando testosterona. Hormônio que neles parecia ter efeito mais poderoso que em mim e no Figa ainda machos jovens.
Mesmo tentando afastar os pensamentos eróticos sobre o que vi e senti pelo pai do amigo e seu amigo, me foi impossível controlar a onda erótica que me atravessou o corpo com aquele corpo moreno, atlético e quente da exposição ao sol. Ele estava sem camisa, vestia apenas uma bermuda, o tom moreno da pele do major, mais alto que o filho e também mais forte, era acentuado pelo tom grisalho que começava a se exibir nos cabelos idênticos aos do Figa.
Alegremente o Major me mostrou a casa e logo me disse para ficar a vontade e me trocar para ir à beira da piscina ajudá-lo a assar a carne que nos preparou. Numa passagem pelo corredor notei cheio de alegria que indo na frente, o Major Torrini aproveitou o reflexo do espelho para manjar meu volume na calça, e percebendo que notei, longe de disfarçar deu um risinho pra lá de sacana. Exultei sabendo que teria foda e com um puta de um gostosão que me fez tremer na base só por sua beleza máscula. Imaginei logo o tipo quarentão que curte traçar garotões. Eu já decidira que bastava um sopro dele e estaria eu de quatro esperando que me fudesse. Só esse pensamento me deixou duro. Passando-me a maior vergonha, pois fui notado, tanto pelo amigo quanto pelo pai do Figa. Que pra piorar ainda tirou sarro.
-Eiiita Velásquez tudo isso é vontade de fuder muleke, tá na seca? Kkkk
Vermelho de vergonha menti
-Tesão de mijo, desculpa Major, vou ao banheiro.
-Relaxa homem, está entre Homens, não se envergonhe. Quem vai ter que se cuidar é o Torrini que vai dormir com um garotão tarado, e pauzudo pelo que vejo.rsrsrsr
Mj Torrini, disse
-Larga de bobagem Figueira, está deixando o muleke sem graça, além disso, como ele antes que ele pense em gracinhas. Kkkkkk
Corri para o banheiro antes que mais me sacaneassem.
Cheguei e pegando o papo pela metade ouvi o Figa pedindo que lhe desse um tempo de descanso, se queixou de uma forte dor de cabeça e do corpo cansado. Imediatamente seu pai adivinhou tratar-se de uma virose que assolava a região, recomendou-lhe repouso absoluto ao menos até a manhã seguinte. Que não se preocupasse comigo, pois ele e o amigo me fariam às honras da casa.
Troquei de roupa, vesti uma sunga, enquanto o Figa deitou-se logo que tirou a roupa e pôs um short tirado do guarda de roupa de casa, um bem velho e confortável. Mesmo doente era delicioso ver aquele gostoso de pau balançando no shorts puído, e mesmo doente não esqueceu de passar o mãozão na minha pica e no meu rabo. Seu pai na cozinha lhe preparava um chá que trouxe acompanhado de um relaxante muscular. O Torrini do outro quarto,me chamou a acomodar minha mochila no quarto que ele ocupava explicando que era maior que o do Figa e por isso o Major escolheu que dormisse como ele.
-Sem problema. Respondi
-Fica à vontade Velásquez, já que estás de sunga vem pra piscina. Se eu fosse vc trocava por uma mais velha, pois sempre exageramos pouquinho no cloro devido a umidade e salinidade da cidade.
-Por sorte trouxe uma velhinha, mas que adoro, deixa o saco solto, rsrsrsr
Esperei que saísse e ele parecia disposto a me esperar ali mesmo. Ótimo, resolvi exibir o que eu estava doido pra dar a ele. Tirei a sunga nova lentamente e pus a velha mais lento ainda, ajeitando o saco cuidadosamente .
-KKKK Deve ser mais confortável mesmo! Que sacão da porra muleke! E bem servido de pica também hein?!
-Meio sem graça com a forma direta que ele falou, semelhante ao jeito que falo com a amigos de minha idade, respondi.
-De família, rsrsrsr
-Tem trabalhado seu corpo Velásquez, pratica esportes?
-Todos que posso, adoro esportes. Mas o senhor também deve praticar tem um corpo de dar inveja.
Ele passou a mão em seu peito e descaradamente perguntou.
-Gostou?
-Sim, todo cara que curte malhar admira um corpo que já chegou ao nível ótimo.
-kkkk Que nada, se é assim também acho o seu nível ótimo. Bom corpo e baita rolão, já eu não fui tão agradado pela genética.
Desceu a sunga mostrando uma rola que dura devia a chegar a 15 cm, nem grossa nem fina. E meio torta pra direita. Fiquei pensando que bem que ele podia ter a rolona que eu tinha certeza que o pai do Figa tinha, seu volume era uma coisa de fazer babar.
Pra não deixá-lo sem graça, falei.
-Que nada! É normal, e na foda o importante é saber usar.
-Isso é verdade, sempre é muito mais tesudo se usamos o que temos de melhor.
Do nada se virou como se fosse sair. E fechando a porta de um armário disse.
-Te espero lá na piscina.
Vendo ele de costas e juntando a sua ultima frase liguei os pontos. Estava mostrando o rabo na sunga bem cortada que usava. Um rabo maravilhoso que até a mim, não muito fan em meter, deixou com vontade de socar pica. Que rabo era aquele? Não sei como descrever tal perfeição de rabo macho.
Fomos à piscina e tive o prazer da agradável companhia dos dois tesudões. Dois machos de fechar o comercio. Um moreno picão, claramente com porte de macho Alfa e um branco de uma beleza impar com o rabo mais bonito do mundo.
Major Figueira mostrou-se alem de bastante agradável, jovem e tão simpático quanto o filho, qualidades extensiva ao Major Torrini, esse inclusive mais solto e cheios de brincadeiras safadas e frases de duplo sentido. A segurança com que ele me paquerava e a masculinidade poderosa exibida pelo Major Figueira, exacerbada a cada vez que pegava orgulhoso seu grande volume na sunga cada vez que discretamente me mirava o corpo, pica e principalmente o traseiro, fazia com que me sentisse presa fácil daqueles gaviões.
O Major Torrini com seus olhares deixava claro a intenção de sacanagem, já o Major Figueira parecia perceber e fingia que não, que seus olhares a mim de certa forma me intimidavam, pois o sujeito de alguma forma mesmo sendo gentil, brincalhão me fazia perceber que era tipo taradão e que se o atiçasse ele como todo macho fudedor, meteria rola sem reservas,pois se eu fosse a presa escolhida, lhe serviria os desejos e que ele sabia muito bem como me fazer agrada-lo e seria assim que ele me daria prazer. Que mesmo tesudo por minha aparência e juventude, quem lhe serviria seria eu. Também notei sua superioridade perante o amigo. Realmente o Alfa era o Major Figueira e seu pacotão no meio das pernas que hipnotizava tanto a mim quanto ao seu amigo, era brinquedo de prazer pra fazer macho passivo feliz da vida. As vezes sua superioridade me irritava como se me fizesse menos macho e por isso por vezes resolvia ficar na minha, e tentava ser mais machão ainda, e imitando-o nas pegadas de mala, mostrando que também tinha meu pacotão. Funcionou, pois às vezes sentia que estava numa posição superior ao Torrini, como se numa escala, eu fosse mais macho que o amigo dele. Divertido era perceber que o Major Torrini curtia mesmo uma pica, quase não conseguia disfarçar as manjadas que dava tanto em mim quanto no amigo. Era um circulo, o Torrini tarava a mim sendo claro que ele era puto do amigo, e eu e o Torrini tarávamos o Figueira, o Alfa que feliz no reinado dava certeza de ser macho o bastante pra tratar, cuidar e saciar os dois putinhos.
O clima depois de algumas garrafas de cerveja era de tesão, tão obvio e espesso que poderia ser cortado a facadas. Eram brincadeiras infantis, frases de duas mãos, olhadas sacanas, esbarrões e toques casuais. As vezes eu me estirava numa cadeira de sol e de olhos fechados sentia o peso dos quatro olhos a devorar-me, as vozes dos dois diminuíam volume e mesmo os cochichos sem sentindo que me chegavam aos ouvidos eram excitantes. Meu pau constantemente meia bomba fazia a alegria do Torrini, que a esta altura eu já sabia que no máximo era versátil, que curtia mesmo era o mesmo que eu, pau no cu. E eu meia bomba também excitava o ativão amante submeter e meter no cu de garoto roludo.
Eu via sua sunga larga marcando um pau claramente mais grosso ainda que de seu filho. O corpo moreno forte brilhando no sol, os pelos em medida exata que cobriam o peito musculoso e desciam fazendo a rota que sumindo na sunga pedia que a tirassem libertando o cacetão que me fazia lamber os lábios a cada mirada. Por varias vezes pulei a beira do desespero na piscina a esconder o circo que minha pica armava na sunga. Piorou mais ainda quando em tom de provocação o Major trocou a sunga por um short folgado. Tão folgado que quando sentado abria as pernas exibia um saco dono de belas bolonas acariciadas sem pudor enquanto conversávamos.
Descaração chegou a tal ponto que o Major aproveitando estarmos todos altos pelo efeito do álcool, discutiu qual dos dois rabos eram mais bonitos o meu ou do Torrini. Seguindo a brincadeira nos dois riamos e prometíamos comer o rabo dele antes que ousasse nos tocar. Bem que o Figa avisara-me que o pai dele era muito putão. Que se eu bobeasse ele metia pica, pois foi o pai que o ensinou a delicia de fuder cu de macho.
O sol se punha fazia uma hora quando o Major Figueira foi fazer uma canja para seu filho, resolvemos banhar e descansar para um pequeno tour noturno. Havia eu dito a ele que cheio de excitação desejava caçar uma foda a aliviar-me o tesão de tantos dias trancados em estudos.
Ao sair do meu banho logo após ouvir o chuveiro vizinho sendo desligado, avisando que o major também terminara a higiene. Antes de ir ao quarto onde estava decidi ver o Figa. A casa silenciosa me fez ir devagar temendo que incomodar. Passando pela quarto do Major Figueira ouvi um gemido. Encostei na porta que infelizmente estava trancada. Fiquei tão curioso e quase certo do que veria que resolvi dar a volta e dar uma espiada a ver se da janela seria possível ver algo. Vesti um short e no escuro do jardim cheguei a janela do quarto do major. Apenas uma pequena fresta dava visão ao quarto. Para minha sorte o ar condicionado direcionava ali o ventilador e cada 30 segundos esta fresta aumentava o bastante para dar-me visão de todo o quarto.
Lá dentro apenas um abajur iluminava o quarto, e foi nesta luz que vi o belíssimo Major Torrini de joelhos no colchão mamando avidamente o pau do colega. Um mastro grosso e tão grande quanto eu adivinhara.
O Major Figueira segurava firme sua cabeça e metia em sua boca fudendo sem pena, alternando entre tapas na cara e insultos que pareciam excitar ainda mais a fome de pica do major Torrini.
Ficaram nesta posição até que obedecendo uma ordem dado pelo pai do Figa o Torrini desceu da cama ficando de pernas esticadas e mãos apoiadas na cama. Então vi em toda sua beleza o rabão perfeito do Torrini, uma bunda farta e redonda, firme como se fosse mármore. Vi o Major Figueira deliciado com a visão dar um belo tapa de deixar os dedos marcados na alvura do bunda onde o sol não alcançava. O Vi segurar com a própria mão o pau que ainda babava a saliva deixava pela volúpia do Torrini. Ele pincelou algumas vezes a cabeçona da tora na entrada do cu do amigo e como o filho dizer putarias deliciosas.
-Quer pica nesse rabão macho?
-Sim Figueira, me arromba com essa rolona.
E imediatamente vi a cabeça ir sumindo aos poucos naquela maravilha de bunda. Rabo devia estar acostumado a tomar aquela pica grande, pois foi sem problemas e sem indicio de dor que vi o mastro do Figueirão sumir até ter os pentelhos grudados ao corpo do colega que imediatamente começou a mexer e sobre uma chuva de tapas rebolar como uma vadia gemendo pedindo pra ser fudido como um viado.
A esta altura meu pau já ganhava de minha mão uma punheta apertada, estava fascinado com o domínio macho do Figueira pai sobre o major tão belo quanto submisso aquela vara que ele servia com tanto devotamento. Me fascinava mais ainda as feições de poder e prazer exibidas no rosto másculo do macho alfa, que me flagrou distraído em êxtase, e sem o minimo pudor me piscar e passar a língua nos próprios lábios enquanto me sorria gostosamente como que me convidando a continuar assistindo. Desceu seus olhos até minha cintura e percebi prazer dobrado me vendo duro, de novo percebi certa admiração e respeito pelo tamanho de minha pica.
Como se quisesse se exibir mais ainda ele tirou o cacete de dentro do cu do passivo e se abaixou analisando o tamanho da abertura deixado por sua rola grossa. Sentou se na beira da cama, deitou o resto do corpo e ordenou que sua puta sentasse na sua pica.
Meu coração parecia estar a 2000 BPM, a beira do gozo. Resolvi sair dali, apesar de meus pés parecem chumbados ao solo. Corri ao quarto do meu amigo. O encontrei entre sono e vigília. Sem acender a luz ele adivinhou minha pessoa e respondeu a minha pergunta sobre seu estado.
-A cabeça doí menos, apenas o corpo parece ter tomado uma surra.
E completa.
-Pior de tudo é isso aqui Vela!
Acendi a luz do abajur para melhor ver o que queria me mostrar e vi a rola amiga, minha fornecedora de leite, prontinha para ordenha.
Juntando isso ao estado que me encontrava, nem esperei o pedido certo de uma mamada. Cai de boca voraz na pica do amigão que apenas firmou as mãos em minha cabeça me fazendo engolir a tora que eu havia aprendido a ter inteira na boca.
-Caralho Vela! era exatamente isso que precisava meu puto.
Uma de suas mãos me puxaram os shorts de tecido fino e me puseram de quatro sobre ele dando-lhe caminho até a ,minha rola que babava loucamente.
-Puta que pariu Vela, adoro essa baba sua cara!
Eu chupava tão forte a tora do Figa que lhe tirava gemidos e movimentos bruscos. Em minha cabeça girava a imagem do pai dele metendo como cavalo no amigo tão belo quanto rabudo e servil a seus desejos. Meus tesão era de servir aquele macho, gemer naquela vara como uma vagabunda, de ouvir suas ordens e obedece-las sem pensar. Apesar disso e de forma estranha me vinha o tesão de comer seu filho, coisa que só fazia quando ele me pedia.
Tirei o rolão da boca e com a minha ainda dentro da dele, montei em seu peito e fudi sua boca como a pouco vi seu pai fazer.
Sendo um cara extremamente versátil numa foda de macho o Figa assumiu feliz o papel passivo, sabia que era momento raro meu e resolveu aproveitar apesar de estar visivelmente sem sua força física habitual. Aproveitou um momento em que eu lhe dava uma surra de pica na cara e pediu.
-Velão? Aproveita que está ativão e me mete rola macho!
Mesmo sem ouvir o que passava dois cômodos adiante, eu sabia o que rolava e queria que o clima que reinava naquela casa fosse sabido também pelo amigo, queria que sentisse o que eu estava sentindo em saber que naquela hora a sua casa era reino de macho fudedores.
O Virei de costas e pus um travesseiro debaixo de sua pélvis para que tivesse seu rabo empinado exposto a minha tara. Deitei sobre ele, todo o peso de meu corpo e cravei dentes e beijos em sua boca, disse-lhe ao ouvido.
-Neste momento meu viado, teu pai está metendo pica naquele rabo tesudo do seu tio. Vou te meter vara do jeito que ele está no amigo.
Sem mostrar surpresa ouvi em resposta
-Mete esse picão Vela, me faz igual ao viado que serve meu pai.
Tesão triplicado! Apenas dei uma cuspida na entrada do cu dele depois que encapei a vara e enfiei com a vontade que aprendi assistindo ao Major.
Figa mordeu o lençol sufocando seu grito e como o macho que sempre foi nas putarias aguentou pica pedindo mais.
Meti uns 10 minutos como se fosse uma maquina, respondendo a boca do Figa que por vezes se virava procurando minha boca em beijos que eram batalhas de línguas.
Virei-o de lado e fiquei de joelhos lhe segurando uma das pernas para o alto sem parar de socar por nem um minuto, agarrei-lhe a rola grossa e quente entre minhas mãos até que ouvindo sua respiração forte e descompassada como a minha aumentei as estocadas e a força delas fazendo a cabeceira da cama bater contra a parede não mais me importando em ser flagrado socando rola no rabo do filho de meu hospedeiro.
Figa soltou um jato tão forte de porra que me bateu no rosto, eu enchia a camisinha que parecia que não caberia todo meu gozo.
Sem tirar de dentro desabei sobre ele subindo e descendo junto com seu peito que tentava recuperar o folego.
-Puta que pariu Vela, tu nunca me comeu desse jeito seu putão.
-Cara meu tesão estava pra me enlouquecer! Rsrsrsr
-Seu sacana, tu ficou tarado de ver a papai fudendo o gostosão, kkkkkk
-Fiquei mesmo meu amigo, teu pai é show de bola cara! Machão da porra.
-Ficou afim de dar o rabo a ele não foi? Conheço vc Vela, viajou de virar putinha de pai e filho, kkkk
-te confesso que fiquei mesmo cara. E vc? Leva a mal se eu fuder com teu pai?
-Que nada meu brother. Na verdade tinha planos de eu e ele fuder esse rabão tesudo seu, mas essa porra de virose me tirou de cena.
-E se rolar eu e ele só? Vc se zangaria?
-Vamos fazer um trato?
-Qual? Já adivinho sacanagem que minha inocente cabeça nem pensou ainda. Kkk
-Sei... inocente! Kkkk Quero ver vc e meu pai fudendo. Depois armo uma de nós quatro tudo fazer uma farra, eu, vc, o pai e o Torrini. Rabão do caralho o cara tem não é? Só perde pro seu Vela.
-kkkkkkkkkk, eu topo seu puto, fiquei fissuradão em ser putinho mesmo do coroa.
-Tesão cara! Quero ver. E durante se tu tiver afim, me chama que te fodo também. Kkkkk
-Caralho! Só a ideia já me deixou duro de novo, rsrsrsr. Mas diz a verdade! Tu acha meu rabo mais legal que o do Major?
-Certeza cara. E digo mais, tenho certeza que o pai também curtiu, conheço o putão, já fizemos muita putaria juntos, vi na hora que o coroa pirou em vc.
-Então deixo as coisas nas suas mãos, tu arma.
-De boa, vou pedir pro Torrini ficar comigo e deixar vc e o velho tranquilão, dou um toque nele que vc tá doidinho pra ser puto dele, e enquanto vcs se fartam eu boto o bonitão pra mamar. Aquele ali é cliente da família desde que o pai enviuvou, minha pica cresceu na boca do puto, desde que eu tinha 14 anos, o sacanão terminava de dar o rabo pro meu pai, e vinha me tirar leite. Pensava que o pai não sabia. Só contamos um ano depois.
-Porra Figa nunca vi uma interação dessa entre pai e filho cara!
-Poxa Vela! Minha mãe morreu eu tinha cinco anos, meu pai me criou sozinho e sempre foi do jeito que vc viu entre eu e ele, sempre foi e é meu melhor amigo e confidente. O cara me ensinou que continuamos machos mesmo debaixo ou em cima de outro. Kkkkk
Aconteceu que uma vez o Figa o flagrou comendo um recruta que fora cuidar do jardim. Invés de parar, o pai mandou que tirasse a roupa, dizendo que era hora de perder virgindade. E que macho deve aprender a comer cu com maestria.
-Nunca rolou entre vcs?
-Nunca! Mas somos tranquilões, juntos na foda, pegamos na rola um do outro e tudo, tipo mão amiga, mas nada alem disso. Ficamos é taradões vendo um e o outro fuder alguém. Só evito um pouco ser passivo na frente dele, isso só fiz uma vez. O Coroa é tipo Macho Alfa, acho que fica desconfortável vendo o filho de putinha, mesmo sendo taradão em garotão como vc, bonitão, picão e que curte dar o rabo. Nunca vi ninguém tão taradão em cara passivo pauzudo e tipo machão como vc. Vai te dar uma sova de pica que vc não vai esquecer mais nunca seu puto! Prepara esse cuzão gostoso que vai tomar vara do coroa o feriado todo, vai voltar até mais gordinho, o cara é leiteiro pra caralho! Kkkkkk E vc vai tomar todas de pai e filho, meu Putão de pica

Milico Rabão Época de estudos e putaria

Já faziam 4 meses desde que cheguei a republica, faltava apenas um para as provas, apesar de sempre estudioso e dono de excelente boletim, estava nervoso com o vestibular se aproximando. Me dedicava ao máximo sem os grandes exageros famosos, mas com disciplina, método e muita concentração. Contratei um professor particular de química matéria detestável a mim e como tal eu tinha algumas dificuldades, tentava neutralizar o ponto fraco.
Fazia meus exercícios pela manha, depois corria na praia e praticava uma hora de kite, As nove estava no meu quarto estudando até as 12, almoçava descansava, ia ao curso, na volta praticava redação e cada dia me dedicava a uma matéria, apenas geografia e historia revisava juntas num único dia da semana, essas matérias sempre foram extremamente fáceis, apenas lia sobre o assunto e naturalmente passava a fazer parte de minha cultura,
Deixava os estudos em torno das 18 ou 19 horas, mais tarde entes de dormir lia colunistas diversos especialistas em vários assuntos. Antes de dormir dava um trato na rola do Figa e do Berga se ele estivesse. De volta ganhava uma mamada e uma enrabada. Só metia no Figa se ele me enchesse muito e trocava por duas mamadas nele, a da noite e uma na cama logo que eu acordava. Nos fins de semana assim que chegava o Berga me dava uma belíssima surra de pica, as vezes ficava só nessa, pois agora ele se dividia com dois viados, que quando descobriram um do outro tentaram dar escândalo. Berga cafajeste e sabendo do poder de sua bela tora, na maior cara de pau, juntou os dois e mostrou a cada um como ele fudia o outro e perguntou se queriam mesmo ficar sem a rola e o macho. Os dois com talento a submissão acabaram juntos mamando o machão e fizeram acordo sobre o revezamento do macho, outro engano. Berga fez que os dois de 4 após algumas varadas ouvissem dele.
- Nada disso, quem escolhe sou eu, dou pica todo findi aos dois, mas ficarei na casa do que me agradar mais, o outro vai receber uma visita uma boa foda e só.
e sentenciou
-Não sou macho mandado por viado, é assim ou nada. Quem manda em meus viados sou eu. Cu obedece pica, simples assim.
O macho sabia fazer. Não era só um picão era um mestre de foda, e diga-se a verdade adorava de verdade um passivo, além disso tinha uma queda forte por viado, estilo bicha rica, não só pela grana, era tesão também. O Macho negava isso quando eu rindo lhe falava isso, repetia que o tesão dele era passivo macho, como eu e o Figa, mas no fundo sabia que era verdade. Acabou o ano de carro novo e logo tinha um bom apê bem situado e em ótimo bairro em seu nome.
Chamado de nerd pelos outros 3, nos encontrávamos a noite. Eu e o Figa, na sacanagem e uma bela camaradagem. Veio um fim de semana prolongado e ele me convenceu a passar na casa do pai dele, também filho de pais separados, disse ser grande amigo do pai e jurou que eu o adoraria, pois ele como eu, fã de esportes marítimos, além de ter servido na Amazônia, sendo fazer um curso de sobrevivência e guerrilha na selva um grande sonho meu. Pois meu desejo era me especializar em Estratégia militar. Aceitei, venceu pela insistência, me convencendo que descansar o cérebro seria bom para as provas. Sendo que espertamente fez-me jurar quando eu sentado a beira de uma poltrona entre suas pernas abertas tomava umas varadas de rola grossa na cara, correndo atrás da pica louco pra engolir. Viciei na rola do Figa, perfeita pra mamar, fornecedora de um leite grosso e de um sabor que nunca experimentei em outro macho. Até hoje, já adultos, casados e seguindo carreiras de sucesso no meio militar, quando nos encontramos, basta estar só que caio de boca naquela vara, e só consigo depois de fuder muito o putão que se mostrou um chantagista nato.
Uma coisa legal que aconteceu antes da viagem conto agora a vcs.
Nun domingo chuvoso, desisti de ir a praia depois da corrida, havia uma ressaca poderosa no mar. Cheguei no prédio e lembrei que havia uma sauna seca no condomínio. Subi, tirei a bermuda, pus um short e mantive o sungão velho que usava pra correr.
Domingão prédio vazio. Pedi ao zelador que ligasse e usando da camaradagem que tínhamos pedi que me avisasse caso outro condômino aparecesse pois ficaria nu. Sendo apenas a sauna que dividia os sexos e não os chuveiros e bancadas, só era permitido nudez dentro da sauna. Ele riu concordando e logo abaixei a sunga. Flagrei pelo espelho o Baiano, como chamávamos o porteiro, numa fresta me olhando o rabo, Como sempre tive vontade de pegar um porteiro, fiz uma exibição mais esmerada. Notei que apalpava o meio das pernas. Fingi que saia a sua procura, tendo o cuidado de chamar alto, logo ele estava na minha frente, pedi que me ensinasse controlar a temperatura. Como ele teve que tirar as mãos da frente da calça vi um volumão de aleijado no moreno troncudo. Cismei de dar o rabo pro cara. Fui ao espelho como se conferisse meu aparelho de barbear e dei um flagra nele secando rabão, dei um sorriso de puta logo entendido pelo macho que completamente mudado, veio rápido em minha direção, deu um apertão no rabo e disse.
-Sabia que vc e seus amigos curtem pica também, já vi muita buceta subindo, mas também flagrei muito gemido de macho nas madrugadas. Essa bunda tesuda sua já ganhou muita bronha minha, hoje vc vai levar pia de baiano moleque, E se prepara que é pica de verdade.
Me vendo calado concordando, o cara me pegou a mão e pôs em cima de seu volume. Mesmo com a calça vi que ele não brincava quando falava com orgulho da pica. Como bom macho puta de pica, apertei a jeba.
Ele disse ao meu ouvido.
-As 22 desça no meu apê e te dou o baianão só pra vc.
Não disse mais nada, nem eu também, se retirou sabendo que o puto aqui estaria na hora exata.
E o Domingo traria mais surpresa.
Na sauna deitei no degrau mais baixo e fechei os olhos para relaxar, estava com o rabão pra cima. Querendo mais relaxar que cozinhar no calor, tinha pedido uma temperatura mais light ao Baiano. Devo ter dormido uns segundo. Acordei com um vizinho já dentro da sauna. Um moleque de 16 anos. Fiquei meio sem graça, o carinha morava logo abaixo de nosso apê, eu tinha um tesão pervertido no mulekão que apesar da carinha de criança tinha um corpinho delicioso, coxas grossas, talvez pela pratica de futebol, pois sempre que o o via estava de uniforme de algum time. Ele sempre puxava assunto sobre minha pratica de Kite. Tesão começou numa vez que estacionando a moto do Figa que ele havia me emprestado, o flagrei vestindo a cueca, estava nu em pelo. Sem jeito e desconcertado ele acabou me pedindo discrição antes de se vestir, exibindo sem querer o corpo que me pirou e uma caceta linda meia bomba.
Respondi.
-Estava metendo aqui safado? Coragem hein?
-Poxa man, foi onde deu.
-kkkkk, estava pegando a namorada? Coitada deve estar escondida pelos carros
-Nada! Ficou no medão e me deixou de pau na mão, estava aliviando na bronha mesmo. Rsrsrsr
-Rapaz! Vc tem 16 anos só mesmo? Picão da porra! Kkkkkk
Se vendo nu, ficou sem graça, pediu desculpa, vestiu o shorts de futebol e evaporou. Talvez tenha percebido meu olhar de predador pra ele e tenha fugido sem saber qual era a minha e quisesse comer ele. Fiquei tarado no todo, no corpo fresco, no rosto bonito de criança se fazendo macho, pois o carinha era todo marrentinho, estilo leke taludo, baixinho e largo. Peito desenhado, abdômen estilo tanquinho sem esforço e apenas um caminhozinho de pelo do meio dos peitos até o umbigo. Vendo a beleza que era sua rola, tarei de vez, não pelo tamanho, devia ter uns 17, de boa grossura, mas pela perfeição, pica bonita do caralho e sacudão, a virilha toda arrumadinha apenas um triangulo de pelos rebaixados, saco depilado. Indo embora vi a costas com o desenho de seus músculos, e uma bunda de fechar comercio. Pelos detalhes da discrição já viram que em 3 segundos escanei o lekão com esmero. Com certeza foi isso que assustou o carinha.
Na sauna ele não parecia o leke assustado, Ao contrário, estava quase desafiante. Logo ao me ver nu de rabão pra cima pilheriou.
-Cuidado com o rabão sem segurança, vai que um carinha faminto passe?
-Olha que sou maior que vc cara e sabemos que suas caças tem fugido de vc. Kkkkkk
Já nu, ele me estendeu a mão em cumprimento
-Poxa cara tenho que te agradecer a discrição, estava no maior cagaço de vc dar queixa.
-Nunca faria isso, e a união e lealdade entre machos, onde ficaria?
-Sei lá cara, os adultos as vezes esquecem que já foram adolescentes.
Kkkkkkk, quantos anos acha que tenho man?
-Uns 22?
-18
-Poxa só dois anos mais velho! É que vc é grandão cara de homem feito, nunca te daria 18. Bom saber
-Porque bom saber?
-Assim sei que temos mais coisas em comum.
Sentei ao seu lado, abri as pernas totalmente a vontade na nudez, pois ele tentava não deixar seu sexo tão exibido.
-Poxa cara falou que sou picão, vc é que tem um cacetão!
-O seu vai crescer ainda, acho que fica maior.
Só então ele relaxou e imitou minha posição, na hora eu soube que teria que esconder a nudez ou entregar o jogo ao leke, pois já iniciava uma ereção só em ver aquela delicia de pernas abertas, nuzão com a pica dos sonhos entre as coxas de futebolista. Seu ar de machinho inocente me tirava do normal.
Minha pica deu um pulinho involuntário, ele viu e sorrio de canto de boca. Foi então que saquei que o safado queria putaria. Deitou a cabeça na toalha e fechou os olhos. Como se me deixasse a vontade e esperasse de mim a iniciativa.
Ia morrer seco, mesmo doido de tesão eu já tinha 18 e ele ainda 16. Se rolasse seria ele a começar. Nem venham com a história que era menor. Meus 18 anos recentes me deixavam em pé de igualdade praticamente. Sério! Na minha cabeça tinha a certeza que estávamos de igual, sem essa de eu adulto e ele criança, 2 anos não são nada. Me lembro bem que aos 16 já era putão e sabia muito bem onde metia a rola, e o que estava afim de botar na roda do prazer, podia ter minhas incertezas e por isso experimentava se tivesse duvida, rsrsr Na dúvida se curtiria dar o cu, eu dava pra saber se gostaria e por ai vai.....o que me propusessem e não me causasse repulsa imediata, que me desse a sensação que experimentaria sem me violentar, eu experimentava, e puto de nascença gostei de muito do que me ensinaram. Fora extremos, aos 18 tinha um bom currículo sexual. Meus maninhos foram ótimos professores, principalmente o Marcão. Caralho! saudade de fuder com o Marcão, falta um mês para ver os dois manos. Eu tinha planos de fuder com o Berga e os dois juntos, os 3 me fudendo! Quando aconteceu foi melhor ainda, o Figa participou e nós dois nos acabamos nos picões.
De pirraça ao leke não fiz nada, me pus na mesma posição que ele, de olhos fechados fingi de morto. Só que de pau duro na cara idem.
Como previ, ele abriu os olhos vendo que nada acontecia e me viu como ele estava. Contei o tempo certo e flagrei me secando e olhando o meu pau.
-Nunca viu pau duro não lekão? Kkkk
-Pior que de outro cara não.
-O seu está durão também, não disse que vai ficar maior que o meu?
-Quem sabe? Posso te perguntar uma coisa?
-Claro
-Acha que ta de tamanho normal, é tudo normal em mim?
-Certeza cara, todo adolescente e homem tem essa de se medir, mas vc tem um corpão show e uma pica boa demais.
-kkkkk Valeu cara, sou filho único e sem pai, aprendo tudo sozinho.
-Quando tiver duvida fica a vontade de me perguntar. Tu bate muita bronha?
-Pra caralho já bati 8 num dia, esfolei a pica. Kkkk
-já que estamos durão, vamos bater uma?
-Demorô
Começa,os a bater, e o delicia passava a mão no corpo nu. Se alisando. Não aguentei.
-Lekão vamos fazer uma mão amiga?
-Como?
-Um bate pro outro
Não esperei resposta e agarrei oque eu queria, ele ficou meio sem jeito mas deu um risinho safado. Peguei a mão dele e pus no meu.
-Primeira vez que pego a pica de outro cara e pegam assim na minha. Minha gata pega, mas não assim com força e vontade.
-Só macho pega legal numa pica gostosa do caralho como essa sua. Vou te mostrar o que macho faz melhor ainda.
Abri bocão e engoli a pica do leke que pareceu uma chaleira quando se viu inteiro na minha boca.
-Porra cara que tesão.
-faz em mim também.
-Sei não.
-Qualé my friend, não estou fazendo em ti?
Era só uma ceninha que o leke fazia, pois logo abocanhou e desajeito começou um boquete.
-Calma ai carinha, faz no meu o que eu fizer no seu.
Antes sai e fui trancar a porta da sauna.
Voltei e caímos ávidos um no outro num 69 delicioso. Eu maneirava pro leke não gozar logo, queria o lekão me traçando o rabo, Ele já se mostrava tesudo por rabo, pois assim que dei espaço ele não tirou a mão de minha bunda e não parava de elogiar. Num desses eu lhe perguntei.
-Ta afim de meter cara?
-Esta estou mas nunca dei e não se quero, sei quase eu meter tu vai querer também.
-Relaxa cara, tu só da o cu se tiver e quando tiver afim. Eu to e muito afim de dar o rabo pra tu. Sabe chupar cu?
-Ainda não
-Vai aprender
Fiquei de 4 entre os degraus da sauna e falei
-Começa man!
-Como faço?
-Tu gosta mesmo de cu lekão?
-Muito! Acho que além do normal.
-Então vai no extinto. Tu tem cara que sabe curtir cu mesmo, e pelo que vejo seu sacaninha tu curte mesmo é rabo de macho.
-kkkkkkkkkkkkk Adivinhou cara, e agora confesso que sempre tarei o seu.
-Pronto! Mata o tesão, cai dentro, me faz pra na boca que libero cuzão pra vc.
Ele veio à minha frente, me levantou, me abraçou e beijou. Uma delícia pois parecia um virgem cheio de coragem.
-Cara! Nunca trepei com homem! Já deixei uns viados me mamarem, mas cara como vc não. E sabe de uma coisa? Sempre que pensei em experimentar pensava em vc.
Foi a conta pra eu caprichar num amasso sarrado de deixar lekão enlouquecido. Numa tara doida, me pegou com força sem deixar que a diferença de nosso tamanho o intimidasse e me pôs de 4 abriu meu rabo e me chupou como se fizesse isso a vida toda. Lekão foi feito pra foda de macho. Me pirou na boca e pedi pra caralho aquela pica linda dele.
Quando ele começou a meter eu ia lhe dando dicas de comer cu. E ele fazia melhor ainda.
Safadão experimentou todas as posições do Kama Sutra e gozou junto comigo enquanto eu pipocava em cima de pica dele.
Depois dessa Lekão viciou, todo dia me passava mensagem pedindo foda. Só aceitei uma semana depois, então ele chegou de uniforme, pirei. Dei pro safado umas 5 vezes só em vê-lo de uniforme. Daí apresentei ao Figa que acabou enrabando o Lekão. Fizemos os 3 juntos uma vez, e outra foi eu, ele, Figa e Berga. Que não curtiu. Achou que o leke era fresco demais com o cu. Coitado do leke, tentou e não aguentou pica do Berga, já quando viu o monstro duro, cismou que não aguentava, e não rolou legal, pra compensar mamou muito o Berga sem esquecer de mim e do Figa, o muleke adorou mamar pica, tarava num 69 Berga deixou ele em paz. Curtiu ficar de paizão com o leke, acarinhando quase namorando o carinha de tão carinhoso que era com ele. Engraçado ver o grandão e o baixinho no amasso. O Bergão adorou nós três na jeba dele, saco, corpo da pica cabeça. Incrível como não faltava pica pra 3, por isso ainda hoje eu e o Figa somos pirados na pica do Capitão Bergman, e ele nunca nega rola, nem a gente nem a ninguém, é famoso por comer de A a Z, só sendo ativão convicto pra negar boca e cu aquela carne tesuda. E indo pra fida cuidar do picão sujeito vicia na foda do Bergman, putão Macho gostoso da porra!
Como vou passar a contar sobre a Academia, depois relato a vcs a despedida do apê. Surubão com muita rola gostoso e cu de macho a vontade pra quem curtia meter. Poucas vezes de tanto o rabo como nessa Suruba despedida.