12 de abr. de 2013

Em Budapest NSP CAP 57

                                                           (Gay Man from Budapest - Web´s photo)


Desembarcamos num começo de primavera ainda frio.  No desembarque o Ilya foi recebido por um carro diplomático. Ofereceu-me uma carona que gentilmente recusei, preferindo pegar um taxi, invés de tomar o trem ou alugar um carro, achava que o Cado já teria pego um se ele o quisesse, apesar dele não gostar de dirigir em centros urbanos. Troquei nomes de hotel e numero de telefonino com Ilya que fez uma pequena gozação quando eu disse que ficaria no Boscolo, um tradicionalismo 5 estrelas,  tem o Café mais belo do mundo, num glorioso prédio Art Decó.
-A mãe Rússia não pagaria o Boscolo nem que eu fosse  um Romanoff.
-Particularmente prefiro hotéis menores, mais este tem historia pra mim. Alem disso é italiano. Gostaria que aceitasse o convite para jantar. Se vc gosta de arquitetura só o salão já vale a pena.
-Grazie Italiano, verei como corre o dia e confirmo até o meio da tarde.
Depois do convite quase aceito me perguntei porque fiz a bobagem de convidar o Ilya para minha primeira noite com o Cado. Bem!  De qualquer forma não seria desagradável, o Cado certamente apreciaria a culta conversa do Ilya e me faria contar toda a foda com ele  pra excita-lo na nossa própria, taradinho o Cado! Rsrsrs
Chegando no hotel é difícil não se impressionar mesmo estando acostumado a palácios europeus com a beleza do lobby. Na recepção fico sabendo que não há nenhum hospede com o nome que procuro. Meio bobo, confirmo minha suite e assim que fico só, começo minha caça ao Cado. Telefonino não atende. Nenhum novo endereço em casa, onde inclusive a governanta se mostrou surpresa de eu estar um Buda. Foi então que senti minha testa dar uma leve coçadinha. Sinal de corno!
Já sabia como descobriria o hotel que ele estaria. Chamei o concierge e fiz que ele em inglês fingisse ser do escritório da Germania e confirmasse com a governanta lá de casa o numero do quarto e como quem nada o nome do Hotel.   Tiro certíssimo! Bem que eu sabia que aquela governanta croata, branquela, com cara de quem nunca viu rola, fora a minha, já que vivo nu em casa, era cupincha do cachorro-ordinário-sem-vergonha do Cado. Tinha certeza que ele estaria num desses hoteizinhos da moda com alguma “miss-modelo e atriz” de 40 kilos. Com certeza achou que eu não ia encarar o voo desconfortável e ele teria um ou dias de putaria, sim! Putaria do tipo que esquece a chegada do Matteo-maridinho-dedicado que estava na porra do deserto trabalhando pra ele.
Com o nome do Hotel, bastava descobrir onde o sacripantas jantaria. Coisa facil. O Cado não é do tipo que sai para jantar e escolhe o restaurante ao acaso, com certeza o concierge de seu hotel teria feito a reserva. Informação baratinha, nada que USD 200,00 para o concierge do meu hotel e USD 100,00 para o coleguinha dele do outro hotel.
Fiz reserva na mesma hora para dois, agora era rezar para o Ilya estar livre.
Agora era descansar um pouco, dar uma malhada. Estar malhando é ótimo para pensar numa revenge. Gosto de vendetta tipo de novela mexicana em cenas de climax  em que  todos os personagens, a vilã com seu penteado imenso armado de laque, o mocinho de bigodinho e dois nomes próprios e  a mocinha com cara de debilóide mais gostosinha ficam tensos parados como estatuas parecendo que esqueceram o script e estão com raiva de ficar naquela posição até o próximo capitulo no outro dia
Descansei, malhei, arquitetei elaboradamente a vendetta, apesar dos devaneios causados pela vaidade ferida. Nesses devaneios viro uma mistura de Dick Vigarista com Bruxa Má do Oeste ou Cruella com Dart Vader, vou literalmente pro lado escuro da força.  Na verdade é furia de momento, como disse vaidade ferida misturada a um tantinho de ciume e indignação por ter misturado nosso encontro com uma personal-extra-farra. Essas coisas devem ser feitas ou junto ou bem longe do partner. Mais verdade  ainda é que minhas vingancinhas e ceninhas  ciumentas fazem parte do ritual de nossa relação. É bastante util, eu me vingo do ciuminho, ele fica feliz e envaidecido pelo meu desejo de posse. De certa forma equilibra nossa diferença de idade. Seria muito natural o Cado se preocupar mais com isso, ele sabe que sou putão, mas tem certeza do que sinto e quero para nós. Cado é de touro, portanto quase matemático em muitas coisas, me conhecendo como ele conhece sabe que eu não ficaria um minuto ao lado dele, até pelo respeito que tenho por nossa historia, se eu sentisse que qualquer coisa tenha diminuído em nosso amor. Tenho a mais absoluta certeza que se um dia a gente não fosse mais um casal, continuaríamos a ser o melhor amigo um do outro.
Nunca o Cado se preocupou com o rumo que dei a nenhuma peguete dele. Ele apenas curte saber como conquistei e como trepei nos meus extras. Nunca me perguntou nada pessoal sobre a pessoa. Ele sabe que essas aventuras são como vitaminas ou bronhas, curto o momento como se fosse unico, depois que o pau tá limpo, só fica um gostinho bom e a certeza que com ele é sempre muito melhor. Pra ele acho que é a mesma coisa, com o temperinho de me ver ciumento. Mas se pego com outro macho, na encolha, que não seja uma armação nossa. Mato os dois, isso tenho certeza. Kkkkkkk Aquele rabo é meu e só meu, o pau divido, pois cacete é puto sem dono, mas o cu? Não meu amigo! Aquele ali tem dono sim. Só come se eu emprestar e estiver do lado. Porra só bebe a minha. Tem macho leiteiro em casa pra que?
O Ilya ligou me confirmando o jantar. Pedi que fosse de Black-tie inventando uma desculpa de um vernissage importante, e dizendo que troquei de restaurante por sugestão de um amigo. Respondeu-me.
-Conheço esse. Você gosta mesmo de lugares badalados hein? E sobre o smoking. Esqueceu que sou militar? Usarei farda de gala, ok?
-Dio Santo! Tá doido pra me ver de pau duro de novo, não é gostoso? Tesudo e em farda de gala?
-Não seria má ideia não, kkkkk
-Fica a vontade. Se quiser fazer um agrado é só pedir, em qualquer lugar! Adoro sexo e perigo juntos.
-Muito sacana você cara! Já me deixou duro e no meio de uma reunião. Até mais tarde, então. Te pego no seu hotel, estarei com o carro diplomático a disposição.
-Ok,  Poka. (até logo em russo)
Pontualmente um carro preto imenso que lembrava um navio e se exibia com bandeiras da Rússia parou na minha frente. O Ilya desceu. Me cumprimentou, o convidei para um brinde no bar do hotel.    Detalhe! O cara parecia um imperador russo! Estava escandalosamente tesudo. Por um momento lembre a cena de estar em metendo no rabo dele a menos de 24 atrás. Me deu vontade de novo! Rsrsrsr
Tomamos uma Grappa italiana. Apenas uma dose. Fomos ao Boutique Hotel Budapest, um hotel modernão e da moda em Buda onde neste momento minha galhada era alimentada.
Não sei se pela farda, pela imponência do carro diplomático, ou pela metidez do restaurante, mas parecia que um Imperador Austro Húngaro estava adentrando o restaurante tamanha a paparicação com que fomos tratados.Fomos postos na melhor mesa do salão.
 Comentei com o Ilya que me respondeu, que a farda sempre causa esse efeito.
-Devem estar achando que vc é algum Presidente de uma republica da ex-URSS, rsrsrs
-Ou que você é algum astro do cinema. Se você está me achando bonito é por que não se olhou direito no espelho.
-Que nada! Sou apenas ajeitadinho! ........ –  e falso modesto! Rsrsrsrs 
Pedimos um vinho antes da refeição. Estávamos sendo servidos e vemos luzes de flash e um pequeno tumulto na porta principal do restaurante. Perguntei o que era aquilo ao maitre.
-Uma celebridade, acho que uma atriz ou dançarina flamenca espanhola.
A curiosidade me fa esticar o pescoço pra ver a atriz. Assim que passaram da porta ficou completamente visível. Uma belíssima morena de olhos arrebatadores. Não me lembro de tê-la visto antes, ao contrario do seu acompanhante, aquele ali eu conhecia muito bem. Era nada menos que o Cado, todo sorridente se aproximando dela, depois de ter se afastado por causa dos fotógrafos.  O maitre os trouxe para mesa ao lado da nossa. Não me movi, mas também não consegui tirar os olhos do Cado. Assim que os seus olhos cruzaram os meus, vi que congelou, como se alguem tivesse gritado. Estatua!
Olhei para Ilya para ver se ele estava percebendo a situação. Nada! Ele estava com os olhos brilhando e boca semi aberta quase babando pela facínora, usurpadora, destruidora de lares espanhola.
O Cado costuma dizer que meu cinismo em algumas situações chega bem próximo do limite a ponto de quase se tornar mal-caratismo, que só não chega a tanto por fazer parte do meu arsenal cafajeste, rsrsrs. Naquele momento eu via que na escola que aprendi o cinismo ele era laureado com honra. Abriu um belo sorriso, convidou a vilã para vir até nossa mesa. Deu-me um abraço apertado beijando-me o rosto, cumprimentou o russo e apresentou a “ amiga” da família a nos dois. Ou seja estava provocando o Capeta não é?     
Falei em português:
-Está com família nova? Pois a que conheço nunca via essa Kenga!
Ele ficou transparente, juro que parecia uma tomografia. Apesar disso manteve o sorriso, mesmo que visivelmente artificial.  Se tem uma coisa que faz o Cado se borrar é uma ameaça de barraco meu. Barraco mesmo! Um mix de barraco baiano com italiano! Ele preferia uma armação maldosa minha, do modelo que corre nos bastidores. Meus barracos são de deixar um traveco de rua com vergonha.
Me pediu.
-Não faça nada que possa se arrepender. Em 2 minutos te ponho a par de tudo. Deixe-me explicar.
-Seu escroto! Você vai ter que ser muito convincente.
O Ilya disse a espanhola que era um fã ardoroso. Foi gentilíssimo com o Cado e os convidou para sentar conosco pedindo a minha anuência de modo gentil. Não teve jeito.
Pedimos que nos servissem mais uma taça e servimos os convidados. Provado e elogiado o vinho o Cado pediu licença para falar comigo sobre um problema de trabalho.
Minha vingança já estava toda armadinha na minha cabeça, mesmo antes de ouvir a explicação achei que devia continuar. Uma vingancinha quando já iniciada é como seu a empurrasse ladeira abaixo, não vale a pena tentar parar. Só termina no pé do morro com a merda toda feita.
Aceitei o convite do Cado para ir a sua suite e ver os tais papeis. Pedi milhões de desculpas ao russo e a sujeita. Antes de sair falei ao pé do ouvido do russo que mandasse a espanhola a suite do Cado em 10 minutos, pois ele na verdade tinha um presente a dar-lhe.
Fomos eu e o cara de pau a sua suite. O Cado tentava perdão dizendo que achava que eu demoraria mais 2 dias e que precisava dar um pouco de atenção a tal amiga que ele conhecera anos antes. Eu não dava uma palavra. Ele pedia um só ao menos.
-Cado! Espera chegar na suite. Preciso de espaço confinado para lhe dizer o que estou querendo. Não inventa desculpa! Seja macho e diz a verdade, ao menos assim mantenho o respeito. Não me trata como essazinhas que tu pega.
Entramos. Mandei que ele sentasse e falasse sem enrolação. Era uma desculpa para eu ficar a cargo de fechar a porta. Precisava dela destravada.
-Teo! Estou falando a verdade. Pensei que iria demorar mais 1 ou 2 dias. Fiz questão que você viesse, nunca te trataria de outra forma que não respeitosamente. Sobre Luz (nome da sujeita) é realmente uma amiga, na verdade já tive um affair com ela. ........
E parou por uns segundos a pensar
-Ah! Téo, me perdoa estava mesmo fazendo um bis. Só não pensei que ia dar esse imbroglio. Por falar nisso! Quem é o russo?
-Um amigo recente, conheci no aeroporto de Dubai. Sim fudi com ele. Sim o trouxe para provocar vc. Fiquei irado quando me vi sozinho, quando vc não atendia o telefonino.
-Sei. Quer dizer que vc pode e eu não?
-Nem vem fazer joguinho. Estou puto de vc me misturar com aquelazinha, nunca fiz isso com vc. Não vou discorrer agora sobre a relação que criamos. Única coisa que tenha certeza é sobre o respeito mutuo. Essa foi de fuder qualquer um Cado! Vc me tira de uma viagem de lazer, me põe a trabalhar, me faz voar durante horas me prometendo estarmos juntos felizinhos e casalzinho num lugar que antes já vivemos ótimos momentos, e fico sozinho na porra do hotel sem saber onde vc está e te encontro bancando o acompanhante de celebridade de segundo escalão!
Disfarçadamente olhei o relógio, faltava uns 2 minutos para o tempo que pedi ao russo, calculei que ainda teria uns 5 minutos contando com a chegada até ali. Precisava mudar o tom para reconciliação.  
E já fazendo cara de arrasadinho, cachorro perdido na chuva.
-Poxa Cado! Como vc quer que me sinta cara?
Efeito imediato!  Cado com a cara cheia de culpa me vem abraçar, todo cheio de pedidos de perdão e beijos. Eu continuo.
-Pronto! Sou um babaca mesmo! Fico emputecido e vc vem mansinho e me põe no bolso de novo. Me beija, tô morrendo de saudades de sua boca. Olha como já tô de pau duro só de estar em frente a vc.
O Cado me abraçava cheio de carinho, eu retribuía apertando contra meu corpo, roçando meu cacete nele, deixando na ponta do pé para estar mais próximo a meu rosto. Desabotoei o meu smoking e fiz o mesmo com o dele. O calor de nossos corpos passavam pelo tecidos das nossas camisas, deso botei minha braguilha e apertava firma a bunda que tanto adoro. Ele meteu a mão na braguilha, tirou e desabotoou os restos dos botoes que prendia a calça, pôs meu pau pra fora, amassava na palma da mão e se entregava num beijo delicioso. Sentia seu pau duro roçando no outro lado da minha virilha. Eu estava de lado com ele manuseando meu pau. Estava excitadíssimo eu, tanto pelo momento quanto que pelo que iria acontecer. Disse-lhe no ouvido.
-Deixa eu sentir sua boca molhando meu cacete. Tenho sonhado com isso. Sou viciado em ti meu tesão!
Cado se abaixou me cheirando o torso, de joelhos segurou meu cacete com as duas mãos, lambeu a cabeça  e a pôs na boca. Eu acarinhava sua cabeça, fechei os olhos e me entreguei a delicia de sentir meu homem se deliciando com um pedaço meu. 
De repente um som histórico nos tira do céu que estávamos. Parados a alguns passos estavam o russo e a sujeitinha. Ele encarava o meu cacete na mão do Cado. Ele paralisado com a surpresa nem lembrou de tirar, estava atordoado realizando a situação em que tinha sido flagrado. De joelhos com um cacete duro e grande na boca. Com o cacete de um cara 20 anos mais jovem que ele a pouco apresentara somente como seu sócio. Então ele se levantou depressa, tentando se recompor. Eu estava tentando filmar todo o momento, esqueci de guardar a rola. Cado me olhou e disse.
-Se conserta! Guarda esse cacete!
Falei baixinho.
-Que situação Cado!
-Nem vem com essa Matteo, tenho a mais absoluta certeza que tem dedo seu.
Não me deu tempo para resposta. Toda essa conversinha durou uns 5 segundos. Ele foi em direção a espanhola para se desculpar. Ela surpreendentemente entrou numa crise histérica! Mais espanhola impossível! Parecia um filme do Almodôvar! Gritava, insultava, falava num espanhol andaluz, coisa quase ininteligível, os espanhois do sul falam numa velocidade árabe, herança do passado mouro. Difícil entender quando eles falam mais rápido ainda e em histeria nervosa. O russo tentava defende-la, acalma-la. Quando me aproximei ela veio para cima de mim como uma louca. O russo a segurou. Não sei porque cargas d´agua começou a defender a espanhola e para tanto resolveu agredir o Cado. Dessa vez quem pirou foi eu.
-Calma Ilya! Não fala com ele assim não! Ele é meu companheiro!
Ele não deu a minima. Pior! Disse mais impropérios ainda. Fui pra cima dela e tentando mirar nele e não na espanhola que ele segurava, dei-lhe um murro na cara. No solavanco ele soltou ela. Rápido como um foguete ele respondeu meu murro com outro. Vi estrelas! O Cado partiu para segura-la e mantinha o braço para me afastar dele, pois eu já tentava revidar. A espanhola se soltou e caiu em cima de mim como um a gata enlouquecida. Me segurou pelos cabelos, quase subiu em cima de mim e me batia e arranhava onde ela conseguisse alcançar. Eu comecei a pedir para tirarem aquela louca de cima de mim.  A situação estava pra lá de patética, e tão patética que acabou por o Ilya e o Cado segurarem a doida tirando-a de cima de mim. Me levantei e pulei pro outro lado do quarto, estava um farrapo, parecia que uma matilha tinha me atacado.  Batem na porta, eram ois seguranças do Hotel. Finalmente nos acalmamos. Deram agua com açúcar pra doida, que arfava como um búfalo selvagem enfurecido. Os seguranças a levaram a outra suite que o Cado fez questão de alugar para amenizar o pequeno escândalo. Chamaram enfermeiros do Hotel que nos deram 2 bifes, um para mim outro para o Ilya. Puseram uma pomada no Cado e ofereceram uma bolsa de gelo. Na tentativa de segurar o russo tomou uma cotovelada na lateral da cabeça. Perguntaram de hospital. Tentamos pedir desculpas. Disseram que felizmente não havia hospedes no andar no momento, estavam jantando, ouviram os sons pelas câmeras do corredor e vieram averiguar. O  Ilya mostrou credenciais e pediu o máximo de sigilo. Tudo Ok . Deixaram-nos a sós, antes confirmaram que um carro levaria a espanhola a seu hotel quando ela relaxasse, haviam dado um calmante leve. Lembraram que a ela também não interessa escândalos.
Ficamos os 3 sentados em poltronas. Eu e o Ilya  com imensos bifes no rosto, o Cado e sua bolsa de gelo. Pedi desculpas.  O russo disse.
-Não te derrubei, mas a Luz te deu uma surra!
Nos olhamos uns segundos e não teve outro jeito rimos a valer. Tiraram muito sarro do meu estado. Foi ai que me olhando no espelho fiz balanço dos estragos. Meu cabelo parecia o da madame Mim quando acorda, olho crescendo e prometendo crescer mais ainda, meu smoking Zegna da ultima coleção estava um farrapo!
-Espanhola desgraçada! Ela é bailarina ou lutadora de rua?
O Cado.
-Talvez seja castigo Teo, foi mexer em vespeiro!
-Nem ligo. Ela tava alucinada! Isso já me deixou satisfeito!
Ilya.
-Um momento! Vocês estão me dizendo que isso tudo foi uma trappa do italiano! E que vcs são amantes?
Eu
-Não! Não armei. Amantes não! Somos casados!
Cado
-Foi ele sim. Isso ai com ciumes vira uma tormenta! Alem disso é cara de pau. Sei que vcs ficaram juntos e eu não posso nem bater uma bronha em outra intenção.
Ilya.
-Não acredito que vc armou essa confusão toda italiano. Ele sabe que ficamos juntos?
Eu
-Ilya! Ninguem mexe no que é meu. Sim Claro que sabe. Sou leal! Fiquei puto foi desse safado ter marcado comigo e com a piranha andaluz.
Novas risadas. O Ilya estava incrédulo.
Passado o temporal, conversamos um pouco. O cado safadamente pergunta.
-E a foda de vocês?
Ilya fica sem graça.
-Pode falar Ily,   Disse eu.
-Entendo vc Ricardo esse italiano é um tornado numero 5 numa planície plana.
-Eu sei. Por isso amo meu Tornadão. Kkkkkkkkk
Eu vi que se a conversa fosse nesse ritmo iria acabar num menage. Não queria menage. Queria meu Cado. Eu e ele.  Pedi de novo desculpas ao Ilya e pedi educadamente que nos deixasse a sos para conversamos e ajeitarmos as coisas.
Nos despedimos dele e marcamos um passeio antes de irmos.
Olhei o Cado machucado, me deu um aperto no coração.
-Não queria que vc se machucasse. Peço perdão por isso.
-Você está mais machucado que eu. Na verdade estou mais com vergonha que machucado. Tu fez uma amantezinha sem grande importância me ver te mamando. É brincadeira?!
-Sabe que quando me sinto sacaneado eu perco o senso. Com vc pior ainda! Verdade que no fundo deve ser medo de um dia uma dessas me tomar vc. Não é ciume sexual, juro! È uma paura desgraçada de um dia vc embarcar numa dessa. Tenho estado muito ausente, eu sei. Espero que lembre que posso não estar fisicamente contigo, posso não ligar de em cinco minutos, mas, vc está onde eu estou, sempre! Tenha certeza disso! Sei que sou safado também. Nunca Cado deixe passar por sua cabeça que uma aventurinha dessa possa ser maior que a nossa. Se um dia não sermos mais um casal não será por falta de amor e respeito.
-Eu sei Teo, acredito nisso. Quem fez a merda fui. No minimo fui de uma deselegancia sem limites.
-Deselegancia! Tu fui um mané, cachorrão.  Tu esfrega essas conquistas na minha cara pra medir pau comigo!
-Sem condições de medir pau com vc. Kkkkk
-Stu gosta de me ver doidinho pra te ter comigo.Eu sempre caio nessa sua.Kkkkkkkkkk te amo meu gostoso! Mesmo sendo catador de Kenga, kkkkkkk Vem cá. Vamos fuder que é o que precisamos. Fuder como só a gente fode. Cuida aqui do seu garoto vilão atrapalhado. Dessa vez me fudi mesmo! Apanhei feito puta veia. Kkkkkkkkkk Queria ver se fosse um macho teria a coragem que a doida teve.
-Se com o russo continuasse a briga ia ficar feia. Essa hora estaríamos numa delegacia.
-É verdade! Mão pesada da porra do milico!
-A cara dele ficou pior que a sua.
-Eu estava com mais raiva. Quando ele te desacatou fiquei cego! Vc, o Lippo e o Léo me fazem de leão de chácara de vcs. Aprontam e eu que dou e tomo as porradas!
-Vem meu michezinho tesudo, vou dar um banho em vc.
Quando ele me chama de michezinho a foda vai ser caprichada! Cado curte preferencialmente ser o passivo. Quando me chama de michêzinho é sinal que vai ser bem passivo e me quer mandão. Eiiiiita diliça! Adoro!
Adoro ver meu coroa gostoso, solteirão cobiçado pelas mulheres, belo e charmoso, financeiramente poderoso (no Brasil, aqui mantenho a fantasia, kkk), a meus pés, atendendo minhas ordens mais sacanas, implorando para mamar, beber leite. Pedindo quase ao delírio que lhe meta a rola e o foda forte, me dizendo seu dono, questionando o que pode fazer para me agradar.
Pedi que ligasse a banheira, preparasse um banho. Enquanto a banheira enche que namorassemos um pouco, depois ele ia ser meu putinho safado, mamador. Que eu o faria implorar para ele sentir de novo o dono do seu cu, de novo se apossar dele.
Encheu a banheira com óleos e sais aromáticos. Nos beijamos ternamente. Amassos e sarros, beijos, olhares apaisanados, uma boa prensa na parede. Tirei sua roupa lentamente, beijando o corpo do qual sou devoto. Com ele completamente nu o lambi, mordisquei e me demorei nos lugares que sei lhe alucinam. Fiquei de pé a sua frente, era a vez dele me despir. Da mesma forma ele fez. Conhecedor de cada milimetro de minha pele. Acariciava cada músculo. Tem um tesão louco em músculos, não imensos, mas com volumes e bem definidos. Essa é a razão maior de me dedicar tanto a uma forma física dá enorme sacrifício em manter. Não só pelos exercícios que até gosto, mas, pela alimentação rigorosa que exige. Não como açúcar, alimentos industrializados, sorvete, refrigerante, frituras e etc... Dieta rígida de 6 refeições dia. Em troca tenho a satisfação de meu gato, que basta ver um pezzo de pele minha que alucina, rsrrs
Cado se demora nos braços, gosta dos bíceps, triceps. Passa os dentes neles e os aperta para sentir a firmeza. Vai as costa e me faz levantar os braços para olhar os movimentos dos músculos posteriores, se aperta de peito nu neles e com as mãos espalma os peitos, me faz respirar para cresce-los, meus mamilos estão duríssimos, ele os aperta com os dedos, procurando o limite de minha dor, aguento firme, meu corpo lhe pertence, não posso reclamar. Me afasta as coxas e nelas encaixa seu pau grosso. Sinto-o quente quando o aperto entre elas. Afasta uma nádega e enche uma mão, sinto o midinho buscando meu cu. Põe o dedo na minha boca e me faz lubrifica-lo, volta a minha bunda e mete a cabeça do mindinho. Ele adora sentir meu cu retesar receando ser invadido. Puxa meu cabelo para tras, me fazendo descer a cabeça para trás e me beija o pescoço, morde a nuca e me diz.
-Meu michezinho está mais gostoso que nunca! Aqui atrás está como eu gosto, vejamos a frente.
Na minha frente, depois de outro beijo, morde meu mamilo, lambe meu suvaco, desce o tórax.
Brinca.
-Vou contar os gominhos, se faltar algum, vai ficar de castigo!
Desce lambendo pelo meio do tórax, morde o primeiro gomo direito, depois o esquerdo e a cada um faz a contagem. No umbigo, ele afunda a língua. Senta-se a minha frente, sinal que vai demorar na virilha. Junta seu rosto apertando-o contra meu ventre e esfrega-se se arranhando nos pelos cortados a maquina 1. Roça a língua no V, ignora o cacete que o faz fazer posições estranhas para se desvencilhar dele. Lambe o saco, bola por bola, está depilado como ele gosta e cuida para que esteja sempre assim. Confere cada vez que chego de viagem, é a primeira coisa que faz, junto com o beijo de boas vindas, mete a mão no meio das pernas e confere se continua liso como ele gosta. Brinca com as bolas, chupa, engole, alterna entre uma e outra, põe com esforço e destreza as duas, espreme entre lábios me fazendo tremer, não reclamo, ele pode tudo.
Me afasta as pernas ao máximo, e do saco vai ao caminho que leva ao cu, o cheira, lambe, beija, e língua o quanto pode. Me manda abrir as nádegas e dar-lhe espaço para meter mais língua. Assim faço. Quando me sente com as pernas tremendo, vai as coxas, morde e lambe a parte de dentro delas, continua descendo e morde e chupa a parte de trás do joelho. Foi com ele que descobrir o tesão que tenho nesta area. Quase me faz dobrar os joelhos de tesão.
Desce as batatas da perna, ali ele gosta de morder os gêmeos, músculos das canelas, também para ele trabalhados. É o único lugar que morde forte. Nos pés ele cheira, engole cada dedo, tenta morder a sola. Grito forte de tesão, caio na poltrona.
Me leva a banheira e me massageia,me poe entre suas pernas, minhas costas apoiadas em seu peito. Beija, esfrega, me roça o pau duro nas costas, brinca com meu cacete usando seus pés, foi só agora que ele o tocou. Terminado de banhar-me e eu de banha-lo. Inesperadamente fala firma.
-Senta ai na borda da banheira!
Sento. Cado me abraça, meu rosto em seu peito, seu pau logo abaixo do meu pescoço. Ele se afasta.
-Abra as pernas.
Sem pegar no meu pau, da uma lambida na glande, reajo imediatamente endurecendo mais ainda. Ele se põe de 4 e avisa. Agora vc manda. Me faça seu puto.
Lhe seguro os cabelos ainda úmidos. Dou um tapa leve no seu rosto, o lado que não está machucado.   Respondo.
-Vou te dar o que vc gosta meu puto tesudo. Sou seu miche, seu macho e seu dono, vou te mostrar porque!  - Mama!
Começa lambendo, lambendo com a língua toda, esfregando cada centímetro do mastro que não se move de tão duro. Minhas mãos pondo-as para trás, me abro mais, me curvo pra trás e ofereço ao meu puto o meu kct e nisso me ofereço inteiro junto. Quem é puto de quem? Penso. Não me interessa a resposta. Basta o amor tesudo que oferecemos um ao outro.
Por 15 minutos ele se desdobra em me satisfazer, sempre me olhando, eu tentando demonstrar em gemidos roucos e no rosto transtornado de tesão todo o prazer que ele me proporciona. O Chamo a cama. Não o deixe tirar o cacete da boca.
-Vou devagar e vc não vai tirar da boca.
De modo confuso chegamos a borda da cama. Dou um tempo no papel ativao e retribuo da melhor forma possível a mamada que ele me deu. Faço tão bem que ele quase goza. Paro e digo que ele só vai gozar com pau no cu.
O Ponho de 4, dedico-me a preparar seu cu para me receber. Lambo, beijo e chupo seu cu, brinco com a rola na entrada dele. As vezes o faço mamar um pouco mais. Varias vezes ele pede e nego. Varias vezes finjo que vou meter e paro. Quando o ouço implorar, pedir por tudo, o surpreendo metendo numa só estocada a cabeça. Paro para não machuca-lo, me deito nas suas costas. Rápido ele pede. Mete tudo Teo, mete sem pena! Isso é rabo de macho porra!
Começo sem atender os pedidos, indo devagar. Paro na metade e o sinto dar um coice para trás fazendo entrar o resto. Bombo lento, bombo forte. Trocamos varias posições. Na ultima o mando sentar, quero vê-lo rebolando, subindo e descendo, quero ver seu rosto próximo ao alcance de minha boca, na distancia de um abraço. Seu pau roça duro meu abdome.  Num gemido calado por meu beijo ele molha toda minha barriga e peito. Passo um dedo na sua porra e a divido num beijo com ele.
Deixo-o acalmar a respiração recostado no meu peito, e sempre mexendo meu lentamente no cu que ainda me acolhe. Vendo-descansado eu falo.
-Agora mama ate beber meu leite.
Sou obedecido, em 5 minutos lhe dou um rio de porra que não é desperdiçada em nenhuma gota.
Novo banho, relaxamento, conversas em dia e mais sacanagens até o nascer do sol. Nem sempre com penetrações, mas sempre com tesão. Uma mamada que lhe ofereço, uma chupada no cu, ele brincando com meu pau mole na boca do jeito que ele ama. E quando um outro de novo mostra-se duro é inquerido sobre um jeito de como fazer para baixar o mastro, é nisso que sempre brincamos, inventamos e gozamos deliciosamente.

9 de abr. de 2013

Retirei de boa!

Retirei postagem do Rafael Verga na seção The Man a pedidos. Mas como recebi aviso do Blog, deve ter uma procedência justa Nem sei de quem. Mas conforme politica do blog, se houver qualquer reclamação sobre conteúdo da postagem, principalmente em relação, será imediatamente retirada, principalmente em relação a pessoas que vivem e trabalham com ela.
Nossa intenção não é ofender nem prejudicar ninguém, também agradeço comentários, sugestões e/ou correções em caso de erro nas informações que divulgo aqui.


Matteo

09/04/2013

7 de abr. de 2013

É com orgulho que posto este conto. Leiam e descubram quem o mandou!


Meu Grandão me ajuda nas  provas do semestre!

Oi Galera.


Apesar de ser primeira vez que vou narrar uma aventura sexual, sou o primeiro e mais fiel leitor das aventuras do Matteo, vocês me conhecem desses contos-diário. Sou o Lippo, irmão do Matteo, ou como o chamo desde sempre o Grandotte! Não sou bom como ele em envolver seus leitores e amigos de forma tão sensual  em suas fodas. Muitas dessas conheço por ouvir dele, algumas partcipei e outras ouvi de colegas dele quando em sua antiga profissão.  Apesar da extrema discrição profissional  do Grandotte, é impossível  evitar algum boca a boca. Sempre um cliente tipo viadão espalha o fato de que pegou o cara gostosão que tá passando ali. O Grandotte deixava rolar, sem negar nem confirmar, afinal era o cliente falando e fazendo propaganda e da boa, pois nunca lembravam de contar que alugaram a tal rola gigante.
Escrevo com a ajuda do Grandotte. Escrevi e ele editou. Eu queria que tivesse o clima e ritmo que ele sabe construir.  A visão, a percepção dos fatos é minha. Por isso não estranhem ler a prosa do Matteo com atitudes que diferem das dele.
Fazia pouco tempo que morávamos no apartamento que Cado presenteara ao Grandotte.
Minha nova vida ainda parecia quase irreal. Desde que meu Gigante gentil saíra de nossa casa para conquistar o mundo (sempre vi dessa forma a sua partida), a rotina minha e de toda a família mudava num ritmo que a nós, gente do campo parecia impossível  Gente do campo acorda com o sol, cuida da terra, dos animais e espera paciente pelos resultados de sua labuta dura.  Sempre assim, do nascimento a morte, se há uma mudança é apenas por capricho dos ciclos da Natureza, a mãe, a amiga, a ditadora e o carrasco dos que vivem da terra e do próprio suor.
A saudade do meu irmão, meu maior amigo, meu defensor, meu modelo de homem e de ser humano, meu herói, meu amor de sangue, carne, alma e mente, foi devastadora no inicio. Nada era divertido, nada me interessava, nada era emocionante já que eu não tinha com quem dividir, rir, segredar. Sentia falta do seu riso solto, suas broncas, sua proteção, do cheiro dele quando me abraçava depois de apostarmos corridas na volta da escola, de ouvir suas historias nas quais pra mim ele era sempre o herói triunfante, do olhar cheio de vontade de conhecer o mundo e dividir comigo, e claro sentia falta do corpo forte, do beijo quente, do sexo sempre disposto as minhas vontades. Desde que trepamos a primeira vez o Grandotte era meu parque de diversão. Tinha-o a meu dispor a qualquer momento, a qualquer hora. Nunca ouvi um não. Meu corpo é seu, ele dizia e diz.  Já maior, percebendo como são as coisas, sei que o Grandotte é meu ativo submisso. Claro que ele sempre soube disso.Nunca nomeamos porque nunca entre nós nada é nomeado. Sei que ele sabe que faz parte de seu personagem em nossa relação ele ser o Dominador. Na verdade acho que somos os dois dominadores. Ele me domina pelo sexo e amor, eu o domino pelo amor e sexo, nesta exata ordem. Encaixe perfeito.
Estava no segundo ano na faculdade, o quarto semestre. Sempre fui ótimo aluno. Mas depois de um semestre  que prefiro esquecer, no qual tive problemas com drogas e fiz o Grandotte chegar a beira da loucura, preocupação e tristeza. Estava com seria dificuldade em uma matéria,  bem perto de perder o semestre. O Grandotte, sempre meu cuidador, cobrava meu desempenho como uma rígida governanta alemã.  O Grandotte sendo o primogênito e o principal provedor da família só fica abaixo do babbo. Sendo o caçula, sou ultimo na hierarquia familiar, uma hierarquia tradicional, campesina, italiana. Ou seja, não mando em ninguém, nem em nada, obedeço a todos, levo tapa de todo mundo. As únicas vantagens são,  ser o queridinho da mamma e o tesouro do Grandotte. Ele assumia minhas mancadas frente ao babbo e levava as broncas ou uma sova no meu lugar. Por causa dele sempre fui o intocavel da escola, não existiu valentão capaz de me perturbar  Os que tentaram foram massacrados pelo meu Grandão. Me defendia e me ensinava a lutar para me defender. Não adiantou muita coisa, pois mesmo os que eu bati, apanhavam de novo do Grande só por terem ousado se meter comigo. Além de tudo isso o fratello sustentava-me com um luxo que não se permitia nem a si próprio. Seu grande sonho era ver-me diplomado, um bacharel em Direito.
Eu estava evitando falar com ele sobre o problema da facu para não preocupa-lo.  Ah! Vamos dizer a verdade! Estava era me cagando do esporro ia tomar. Paura (medo) máxima do Grandotte irritado. Enfurecido triplica de tamanho, endurece as feições, os olhos ficam de um azul tão escuro que parecem negros, de tanto que sua pupila dilata. Esculhamba a vitima e seguindo as tradições da família  Tama-lhe tapa! Seguido de um castigo sem perdão, cruelmente elaborado com requintes de maldade. Dias e dias joga na sua cara seu erro esperando pedidos de perdões constante e saboreando o sofrimento do pobre (eu). Ai de você se durante o castigo demonstrar qualquer sombra de felicidade. Neste caso é configurado que o castigo foi light e entra em estudos para nova edição e  bem pior! Pois é galera! O gostosão bonzinho, sorridente, sedutor e sempre Pica Pronta. Tem um lado monstro aterrador. Sou intimo desse monstro, já penei e peno na mão dele. Kkkkkkkkkkkkk. Sabem de uma coisa? é a melhor mão para te fazer sofrer e para dar amor e carinho.Pra vocês terem ideia durante um desses castigo, em que estava proibido de fuder em casa! Olha o nivel!! Fui pego em flagrante com a rola na porta da buceta. Todo animadinho nu, pau duro, tesão a mil e o cara me flagra! Broxei instantaneamente quando o vi na porta do  meu quarto.
Simplesmente ouvi dele.
-Veste a roupa!
A gata ficou de cara. Sem saber o que fazer. Para meu azar máximo era uma que ele estava doidinho pra traçar. Sabem porque? É só não dá ousadia a ele que o cara pira!  Cá entre nós! Rsrsr. Ela fazia o maior bico pra ele, o achava metidão a come todas. Sabemos que ele é né galera? O Pior é que sujeita tinha mesmo tesão nele, acho que estava me dando de pirraça. No problem to me. Foda é foda! Não queria casar mesmo!
Vesti a roupa mais rápido que a Mulher Maravilha. Olhei para o Grandotte esperando a próxima ordem, sabia que qualquer movimento que eu fizesse ele mandaria fazer o contrario. No cagaço nem lembrava da Gostosa nua na cama. Ai ele faz a sacanagem máxima.
A Tesuda se levantou da cama para juntar as roupas. O Grandotte faz a cara de Homem mais gentil do mundo,  faz o andar Macho Alfa, que sutilmente mostra o volumão no meio das pernas, estufa os peitões, retesa  os músculos dos braços e os faz parecerem querer estourar o terno. Tudo isso é invisível a um ser  que não o conhece desde que ele cagava nas fraldas. Admito! Faz bem feito! Com esses movimentos se torna o homem mais sexy do mundo, nessa hora se ele mandar , você fica de quatro, afasta as nádegas e pede pra ele meter do jeito que quiser.
Foi em direção a garota que o olhava de cima a abaixo visivelmente enfeitiçada pela armadilha mortal. Pega as mãos dela com delicadeza, um sorriso de rosto inteiro, tão inteiro que clareia os olhos azuis transformado-os em metralhadoras sensuais. Se inclina da sua altura, como se fosse um sinal de que você deve agradecer dele descer lá de cima pra ficar mais perto de ti, e nessa descida os cabelos lhe caem na testa e olhos, então ele sopra suave de um modo que não te deixa perceber como ele conseguiu dirigir o sopro a mover mexa dos cabelos, queimados de sol. Então tira o próprio blazer e envolve a coitada com ele, deixando a mão imensa na cintura dela, como dizendo que agora ela está segura e protegida por ele. Pra finalizar, o tiro mortal, fala mansamente com sotaque napolitano e recheando a frase de palavras em italiano.
-Perdona signorina! Coisas de fratelli. Scuza que seja testemunha. Me permita oferecer minha suite para que tenha privacidade e se recomponha. Pedirei que cuidem de sua roupa. Me dê a chance de tentar agrada-la depois de minha total falta de tato.
Sem dar tempo dela responder, pega o interfone e manda que prepare um banho na hidromassagem e chame seu massagista. 
Outra tentativa dela falar algo e ele de novo interrompe dizendo.
-Te prego que me deixe trata-la como merece.
A essa altura a infeliz ou felizarda já está como oferenda, deitada num altar de sacrifício em honra a algum Deus devasso. Sem saída, Perda total! Com os brações em volta da menina ele a dirige para o abatedouro. Eu com cara de mané, puto da vida, na certeza que ele vai dar a foda do seculo, para deixar obvio que ela ganhou, indo com ele e não comigo, e para me pirraçar claro! Me deixar doido de tesão e vontade de ao menos ver o show que o sacana Casanova baiano-napolitano ia dar na cama.  KKKKK
Assim foi. Depois que despacha a gata, me espera  nu na cama, fingindo que tá ressonando, ainda cheirando a sexo, pau meia bomba.
Fazendo cara de enfezado, me aproximei.
-Pô Grandotte! Sacanagem nível máximo brutal! Ma ché cazzo! Brutta figura la tua! (Que porra! Que coisa feia, safada)
Ele abre os olhos e enfeita o rosto com um sorriso que a qualquer desavisado parece ser inocente. Passa a mão suavemente no meu rosto, segura minha nuca, beija minha boca metendo a língua ainda com gosto da buceta que era minha e diz.
-Lippo meu tesãozinho, fratello que amo! Tu merecia né? Ia me dá um W.O. com a garota. Infringir uma regra que estabeleci durante um castigo.
E continua.  Faz cara de bambino e detona.
- Adesso vini qua, rimani insieme a me, lascia perdere qualcosa brutta. Vini a fare la pace! A fare l´amore! Andiamo a fare la nostra feliicitá. (agora vem cá! Fica junto comigo, deixa pra lá qualquer coisa feia. Vem fazer a paz, Vem fazer amor. Vamos fazer nossa felicidade).
Pô galera! Quem aguenta? Diz ai quem não ia!
Euzinho descarado ultimo grau que sou, doido por meu fratello-tesão, pirado no meu personal cafajeste, seguro o rolão do filgio de una putana enquanto ele lambe safadamente a cabeça de meu pau que a essa altura já estava todo melado de baba. Me deito naquele corpo imenso, minha Private Disneylandia. Me jogo feliz, sem vergonha, sem pudor e determinado a dar uma surra de sexo no sacana, não só pra me exibir pra ele, mas para ser feliz com ele.
Voltando ao café da manha, de onde eu tentava fugir do fratello para não ter que explicar a fria que estava em relação a matéria do semestre. Vejo-o descendo as escadas. Vinha serio, sem ter feito a barba. E sinal terrível de espinafração a galope! Ele não tinha ido a academia, ficou pra me pegar de tocaia. Tinha sacado que eu tava sempre fazendo curva pra não encara-lo.
Trocamos um beijo de buongiorno (bom dia). Tento fazer a linha relaxado!
-Miracolo! Nom sei andatto a palestra? Nom ha fatto la barba! Ancora nudo! (Milagre! Não foi a academia, não fez a barba. Ainda nu!)
Não fez o efeito que eu esperava. Aconteceu foi o que eu temia.
-Vai me contar agora o que passa contigo. Enjoei de esperar você tomar coragem. Fala!
Sem saída  Perceberam né? Esse é um daqueles momentos que só temos uma palavra pra dizer ou pensar. FUDEU! E fudido, fudido e meio! Vamos logo curto e grosso contar a merda toda!
-Tô fudido em Direito de família.       Falei e entreguei a alma a Deus, me preparando para os 5 passos da Ira do Grandotte.
Passo 01 – Respira fundo! Mas muito fundo, se vc estiver num lugar apertado sofrerá asfixia, pois ele tomará todo ar pra encher os peitos.
Passo 02 – Passa as duas mãos ao mesmo tempo ns cabelos, jogando ele todo pra trás de forma a deixar bem visível seu rosto enfurecido.
Passo 03 – O rosto se transforma em Pedra, como de uma vitima da Medusa.
Passo 04 – Olhos escurecem. Viram misseis nucleares. Ele se torna a própria Medusa capaz de te transformar em pedra só pelo cagaço que provoca.
Passo 05 – A bronca propriamente dita, cheia de ironia, sarcasmo, vilania e verdades esmagadoras.

-Io sabia que era merda! Tá pensando o que da vida seu stronzo? Te ofereço a porra da chance de se realizar. Tu podes estudar sem lavorar, tem carro, tem grana, tem conforto.  Que porra tá te faltando? Uma enxada? Ta com saudade do arado?
-Puta que pariu, Grandotte!   ( é! Acreditem! Eu sempre falar uma merda pra piorar minha situação)
-Fala direito comigo caralho! Você estuda Direito ou é algum vagabundo pra falar dessa forma numa conversa sobre seu futuro?
-Perdona Grandotte. Sei que sou o único culpado. Sei o que faz por mim.
-Não faço só por você não. Fazendo pra ti é o mesmo que fazer por mim. Tudo que faço Felipo é por nós, por nossa família  Não somos uma ilha! E quando digo que faço, não é por estar cobrando o que ofereço. Eu amo você seu porra, seu bastardo infame. Quero que você aproveite. Poucos tem a chance de encontrar um caminho arrumadinho pro futuro.
Tentei encurtar o texto já meu conhecido. Tentei evitar meu sofrimento em ver o fratello sofrendo por mim.
-Na verdade Grande, me dediquei mais na matéria que curto, entra fácil  me empolga. Tenho me dedicado a recuperar a matéria que estou com problema. A porra do professor tá de perseguição.
-Perseguindo?  Qual motivo? Te conheço, quando vc quer sabe ser bem esnobe.
-O cara quer rola. Já me deu umas indiretas. Dá forma que ele fez fiquei puto.
Ele olha pra minha e com surpresa vejo um leve alivio, como se a solução não fosse assim tão difícil  Logo depois uma expressão de duvida.
-O cara curte rola? Então porque tu deixou a merda chegar no limite? Por que  não fudeu o cara e pronto?
-Bobeie, fiquei muito puto com a forma que ele sugeriu. Falou como se fosse o único meio, como se eu não fosse capaz de recuperar. Agora o cara faz de difícil.
-Se fudeu não é Ô rola de Ouro? Vai ter de fazer o caralho do semestre de novo, por causa da rola super-star só para os escolhidos dos Deuses? Se fudeu por falta de humildade e se achando superior.
-Tô tentando corrigir, o cara ta jogando duro.
-Quem é o sujeito?
- Milton Santana. (fake logico)
-Eu o conheço! Grande acadêmico! Foi meu mestre. Também eu tive dificuldade num semestre com a matéria dele. Também eu fui cantado por ele a trocar sexo por notas.
-Ele foi cliente seu?
-Falei sexo por notas em prova. Quando que um professor ia conseguir bancar uma foda comigo? Mas eu não fui estupido como você. Precisava das notas e fui humilde o suficiente para fazer a troca. Eu já fazia por dinheiro mesmo, qual a diferença? Fiz mesmo! E fiz tão direitinho que passei com louvor em duas provas que faltei por estar trabalhando pra trazer pra junto de mim a dono da Rola Super-star.
-E agora? Como faço io?
-Conheço o tesão do cara. Dou a dica a vc e por favor me volte pra casa com o semestre resolvido, deixando o sacana de cu arrombado, boca com câimbra e pernas sem forças por 3 dias.
-Vai ser fácil não Grandotte! Tenho suas manhas não.
-Lippo,  em beleza chega a ser humilhante nos comparar, perco feio pra você! Tem um cacete perfeito,  seu charme é inegável. Tu faz de mim, puto experiente, gato e sapato.
-A ultima que tentei ele chegou a dizer que seria preciso dois de mim para eu conseguir o que ele ofereceu  fácil e me fiz de muito importante.
-Dois? Ele disse 2 de você?          Perguntou o  Grandotte.
-Tô dizendo que o cara pra fuder?!!.
O Grandotte, parou por 2 segundos. Na minha cabeça não via uma lampada de ideia em cima da cabeça do Grande, Vi um neon luminoso, gigante, tipo Las Vegas.    
Ele e perguntou quando seria a próxima aula do professor..
-Pior que vou ter que olhar para a cara do puto hoje. Ultima aula.
Ele levantou, todo decidido ligou para o escritório . Desmarcou um jantar.
E todo risonho me disse com os braços em volta de mim.
-Só vc pra me fazer voltar a ser puto a esta altura do campeonato. Ele disse 2? Vai ganhar o especial da casa dos Migliore. Dois machos filés bom de foda. Eu vou contigo, sei como tratar aquele safado. Aproveita e aprende com o mestre.
Sorri todo feliz, adorava ver o Grandotte cheio de si, sabendo que vai dobrar alguem sujeitando  o cara a ceder ao proprio desejo.
-Vou pegar o historico dele, lá em cima.
Sim, o Grandotte fazia fichas dos clientes. Assim ele sempre lembrava o que cada um curtia na foda, a comida preferida, lugares de viagens. Todo tipo de informação para manter o cliente ciente de que ele era inesquecivel e importante para o Matteo. Que o putão de luxo lembrava de tudo dele. O cara fazia Markentig Extreme, não foi a toa que se dava bem não. Voce imagina sair com um cara, meses depois encontra com ele de novo e o cara lembra de tudo de você? PutãoMaster né? E outra! esse Modus Operandi continua na vida empresarial e de Lobista. As pessoas com quem ele trabalha se encantam com a memoria carinhosa do cara, capaz de lembrar dos nomes dos filhos de um cara que ele viu a dois anos atrás num jantar de negocios.
Desceu depois de ler a ficha do cara. As fichas referentes a clientes do puto, do empresario e do politico lobista nunca são vistas por ninguem, são guardadas num cofre, nem Deus nem o Diabo tem acesso. Segundo o Grandotte esses arquivos são um patrimonio, para o bem e para o mal.  Quando eu digo pro Grandotte que isso não foi invenção dele, foi do ACM, Toinho Malvadeza, ele fica puto. KKKKK Eu cá pra mim prefiro não ter uma ficha dessas na mão de ninguem. Já pensaram que são como arquivos de confessionario? Já imaginaram os arquivos dos politicos? Seus pecados, artemanhas, negociatas todos arquivadinhos do jeitinho que Belzebu faz? Nitroglicerina baby! Lá ele!
-Senta aqui e ouve com atenção.
O cara curte ser passivão, tipo submisso, porrada light,  mandar ficar de quatro, cenoura no rabo,  consolos imensos, fazer de empregadinha Adora macho dominador. Curte ser putinho no ultimo. Tem uma medida, sem pegar muito pesado, mas também não muito leve. Quando saiu comigo disse que acertei a medida exata. Ficou todo apaixonadinho. Depois das notas recebidas nas provas, abri o jogo e falei que as próximas seriam dentro do meu cachê. Ganhei muita grana com ele. Dava até pena, juntava grana pra sair comigo, fazia empréstimos  Isso as vezes me deixava sensibilizado, mas claro, ficava lisonjeado. Algumas fodas depois, comecei a inventar escusas para não sair com ele, parecia meio obsessão  e em verdade eu me sentia culpado por ele se endividar por sexo comigo. Tinha muitos e bons clientes, que pagavam sem nem sentir o que gastavam, nunca explorar nessuno.
Deixa que conduzo e vc me acompanha no ritmo da estoria, da fantasia.
-Va para a facu com uma roupa meio justa, mas  sem parecer um michê. Uma calça que mostre o volume, uma camiseta que deixe os músculos dos braços aparecerem, use o cabelo menos mauricinho, meio despenteado e não faça a barba, fica do jeito que está. Tome banho mais cedo, não use perfume. Quero você cheirando a macho, macho meio rustico, limpo mas na medida de estar com seu cheiro natural. Nada de gostosim cheirando a sabonete fino, nem perfumes caros.
E assim foi feito. Usei calças jeans surradas e justas, camiseta Hering coladinha, basqueteiras All Stars bastante surradas, cabelos soltos encaracolados, penteados apenas com os dedos, um cordão de couro no pescoço. Pra minha surpresa o look foi sucesso no campus inteiro.  Kkkk perdi mó tempão sendo arrumadinho chic.
Na ultima aula, encarava os olhares do professor. Deixei ele ver uma ereção, de forma discreta, sem parecer que estava me oferecendo desesperadamente. Faltavam 10 minutos para o fim da aula quando o Grandotte chega na porta e pede um segundo para falar ao professor um assunto com certa urgência.  O visual do Grandotte parecia o meu, detalhes faziam a diferença, esses detalhes mostravam a diferença do profissional e do aprendiz. Eu usava uma Hering justa, mas era nova. Ele usava uma bastante gasta, justa desenhando o peito grande, um buraquinho de puído deixava ver uma pele queimada de sol,  por cima dela usava uma camisa xadrez, com mangas arregaçadas  como não lhe interessasse exibir músculos, , as calcas eram jeans também  enquanto a minha era velha de boutique a dele parecia que era usada ha anos num canteiro de obras,  não usava cuecas, via-se o contorno do cacete descer da virilha, guardado junto a coxa numa das pernas do jeans. Imoral e delicioso!  Invés de tênis ele usava uma bota de couro, dos tipos que se usam em construção. O efeito que aquele grandão musculoso, queimado de sol, cabelos queimados num tom aloirado que pareciam terem sidos penteados uns dias atrás,  causou na sala entre as meninas e alguns meninos foi imediato. Os pescoços se viraram para a porta e não se moveram um segundo enquanto ele estava lá, macho, sem sorrisos e objetivo demais para olhar para qualquer pessoa que não fosse a que lhe interessava. Ao dar as costas pra sala, o que vi me fez tremer de desejo. Uma bunda firme e redonda enchiam os jeans sem estar apertada.
Pegou o cara pelo braço, afastou um pouco da porta e disse-lhe ao ouvido.
-Quero seu cu depois que você deixar meu pau todo babado. E quero te emprestar ao meu irmão.
O cara voltou meio nervoso.
De novo o Grande o chamou. Dessa vez, sem cerimonia, apenas fazendo um sinal de venha com o dedo.
-Meu cartão. Esteja em minha casa em 40 minutos, rabo limpo, tanga. Libere os alunos, o Shopping está quase fechando, quero-o usando uma tanga nova, vermelha e muito pequena. Faltam 15 minutos.
-Não vou conseguir!
-Se quiser rola vai sim! E nunca mais discuta uma ordem dada.
Virou as costas falando, sem se virar. Libera agora o  Felipo Migliore, ele vai comigo.
O antes metidão professor, apenas olhou-me dizendo.
-Vai.
Chegando em casa o Grandotte mandou que eu ficasse apenas de jeans no sofá, que pusesse um filme ou jogasse um game. Da mesma maneira ele estava.
Fazia 45 minutos quando o cara chegou, meio sem jeito e agitado. A porta do elevador abriu e ele ficou parado sem saber o que fazer e visivelmente excitado.
O Grandotte, olhou-o e disse com voz firme. Tá esperando o que? Atrasou! Tá pensando que sou sua puta? Porque ainda está vestido? Bota a calcinha e vem de 4 tentar perdão.
O cara fez tudo num átimo  Nem 10 segundos depois da ultima frase do Grande, ele estava com uma calcinha fio dental enfiada no rabo, indo de 4 até o Grandotte que o esperava imponente. Até eu, acostumado aos papeis que ele encarnava nas fodas fiquei excitado com a performance  Via-se a mais perfeita tradução do macho. O corpo de um David, calça justa marcava o pau que nao tinha fim, primeiro botão aberto do jeans justos que pareciam ter sido feitos nele, peito grande, largo forte, realmente poderoso. Parecia a perfeição do Homem, do desejo, fantasia perfeita sem ser clichê. O Grandotte é um ator. Descobri naquele momento. KKKKK
O cara se aproxima de forma servil, cabeça baixa, empinava o rabo tentando despertar o desejo do Deus que ele desejava. Estranho vê-lo assim quando o conhecia na sala de aula tão orgulhoso de seu poder normalmente usado para comer os alunos que eram alvo de seu tesão, geralmente os mais simples e humildes, os mais indefesos. Ele não era feio, um coroa normal, sem barriga, corpo que parecia um dia ter sido belo, tinha cara de intelectual, cabelos gomalinados, óculos de tartaruga,  que parecia ter muitos anos, olhos claros mostravam ser  viciados em livros.
E agora o intelectual que dedicou sua vida a cultura e ao conhecimento, estava ali, de 4, louco de desejo, totalmente entregue ao mais básico instinto animal. Escravizado pela beleza de um Homem que pouco conhecia, submisso a carga de testosterona que aquele que parecia um Semi-Deus tamanha a perfeição e beleza que o Matteo, o auto proclamado rei dos putos, o que se dizia o melhor dos melhores, criado para o sexo. Falo Matteo por que realmente não era meu Grandotte, a beleza e poder que ele emanava fazia parte do ser que ele encarnou, realmente parecia mais belo, mais poderoso e perfeito
-É o tesão se adonando da razão, a fantasia pode ser mais real que a verdade Lippo. Já pensou nisso? É uma ilusão que criamos, o cérebro acredita pois assim queremos.
-EEEEEEE Todo filosofo!
-Fratello, se quer ser bom no que faz, precisa estudo. Em qualquer coisa, qualquer área  Claro que estudei. É neuro-linguística e funciona não só para criar fantasias sexuais, uso até hoje para meu trabalho, Lobby é convencimento não é?
-É verdade. Sei furbo, sempre foi.  Kkkkkk  (é esperto você, sempre)
Admirei sempre como o Grandotte adota seus conhecimentos, sempre uma visão mais ampla e holística das coisas. Sempre adorou aprender, tudo que ele não conhece, ele tenta saber , conhecer, estudar.
Quando o prof chegou a seus pés. Recebeu um tapa na cara.
-É pelo atraso.
O prof, nada faz, pelo contrario, pareceu se excitar com o tapa. Pediu para mamar o pau.
Ele respondeu.
-Disse que vc seria um presente para meu irmão. Vá e agrade-o, faça com que ele o elogie.
O prof virou para onde o Grande olhava, pareceu só naquele momento ter-me realmente percebido. Arregalou os olhos surpreso, mas não disse uma só palavra.
Grandotte, veio a mim e deu-me um beijo gostoso, sacana,  exalando masculinidade.
-Fratello! Ordene como esse putinho deve te agradar, use-o como quiser. Se ele conseguir, vai ter  direito a meu leite, e ter seu rabo puto arrombado de novo pelo cacete que ele tanto deseja.
Dei um outro beijo, e este foi carinhoso. Mais uma vez vi os olhos arregalados do prof. Quando viu que eramos irmãos e nos amávamos  quando o Grande me fez um carinho e se abaixou dando um beijo no meu cacete, por sobre o jeans ainda fechado. Talvez nunca tenha visto o Grandotte, seu dono, se esforçando para agradar a outro.
Eu disse.
-Fica perto de mim, quero vc vendo tudo.
Olhei pra baixo. Para de Escravo de Prazer. Secamente ordenei.
-Faça!
O prof veio avido me tirar os jeans.
-Não mandei me despir. Quem vai me despir é mio fratello. – me tira as roupas fratello?
Grandotte montou em meu colo, colou seu peito no meu e me puxando pela nuca me beijou longamente, me abraçando facilmente me levantou junto com ele. Ajoelhou-se a minha frente, desabotoou os botões dos jeans enquanto me sorria. Quando completamente nu, ele me beijou delicadamente.
Sentei numa poltrona aramada. Tinha apenas uma almofada para acomodar a bunda, o resto era um labirinto de arame , abri as pernas.
-Antes de mamar, me serve um vinho.
 O prof foi até a cozinha-bar, sempre de 4, escolheu um vinho tinto e com dificuldade, pois estava de engatinhando em 3 membros, me serviu a taça. Derramei  a taca por meu peito, pau, coxas e pés.
-Lambe, é um presente. Um bom vinho servido numa taça de carne de macho.
O cara chegou a tremer de tesão e começou pelos pés a lamber cada milimetro de meu corpo, lambia com entusiasmos. Bom pra carai. Quando chegou ao pau. Mandei que lambesse o resto antes, o cacete seria o ultimo. Mesmo com visível decepção ele fez,  e com a mesma desenvoltura.  Chegando no cacete me deu uma das melhores mamadas que recebi. Durante ele eu mandava-o engolir  batia na cara, forcava a entrada total do cacete fazendo engasgar.
Um momento ele tentou parar. Fazia 30 minutos que mamava.
-Não mandei parar. Só vai parar quando tirar leite. Vai se fuder se desperdiçar uma unica gota de  porra.
10 minutos depois eu enchi a boca do prof que avidamente me bebeu sem nada desperdiçar.
O  Grande não deu tempo dele descansar. O amarrou pelas mãos no corrimão da escada que levava a biblioteca. Ele ficou meio arqueado com o rabo empinado e a boca na altura do segundo degrau. Assim que terminou de amarra-lo o Grande que já tava de pau duro pelo show de meu orgasmo, enfiou seu pau na boca do prof, meteu algumas poucas vezes, encapou e de uma vez meteu todo o cacete no rabo do cara que gritou forte e teve sua boca tapada pela imensa mão do Grande que quase lhe cobria todo o rosto. Sem dar  tempo de acostumar com a firme enterrada que o rabo do prof recebeu, ele imediatamente bombou sem do, forte e bruto como eu nunca tinha visto ele fazer. Continuando sem parar ele suspendeu o prof pelas ancas e metia num ritmo alucinado, tão veloz que o cara chegou a ficar suspenso apenas seguro com uma das mãos do Grandotte que mantinha a outra mão ocupado dando tapas que deixavam marcas vermelhas na bunda do sujeito.
Eu pensei que se o Grande fosse meter daquela maneira durante o tempo que ele leva pra gozar ali jaz um rabo. Estaria em carne viva no final. O bicho demora pra gozar.
Entre gemidos e surpreendentes pedidos de mais e mais rola, de chamados de macho, de dono e tals. O Grande ficou uns 15 a 20 minutos metendo. O suor molhou o cabelo, escorria pelo peito, as costas eram pequenas cascatas de água salgada que desciam pela bunda marcada pelos músculos e pela força que ele fazia no ato, uma poça formava-se no chão. Eu já estava duríssimo com a cena. Vendo isso o Grande ordenou, vem e fode esse rabo, vou gozar na boca. Ele saiu e rapidamente inverteu a posição das algemas, fazendo com que o prof me recebesse de frango, tendo suas pernas como ancoras em meu pescoço. Grande subiu para o terceiro degrau e graças a sua altura meteu metade do cacete na garganta do cara e em umas 5 metidas que fizeram o rosto já vermelho do sub quase entrar em chamas, encheu tanto a baco dele que saia pelos cantos apesar de ser visível que ele dava goladas para não perder nada. Gozando o Grande se abaixou até minha boca me fazendo sentir o ar quente de sua boca pelo esforço que fez e pelo prazer que sentia, e de forma quase violenta me prendeu pela nuca a sua boca sem me deixar sair até o fim do gozo. Com esse beijo rápido cheguei ao gozo e troquei de lugar com o Grande para nova carga de porra no prof.
Estávamos encharcados pela rodada de foda, o prof jazia quase desmaiado ainda preso nos pulsos, deixando ele sentar mas com os braços preso arriba. Eu e o fratello fomos a piscina. Perguntei sobre o prof.
-Deixa lá, vamos dar uma pausa e depois vamos nos alternando até de manha. Vamos dar umas duas cada um ainda.
-Puta que Pariu! E onde vamos desovar essa criatura depois?
-Que nada rapaz. Ele deve estar no céu dos submissos agora. Duvido que neste momento tenha alguém mais feliz que ele nesta cidade.
-Tem sim! Sou eu. Grazie fratello. Grazie por fazer isso por mim. Grazie por você ser você.
- Lippo! Lembra que digo que meu corpo é e sempre será seu? Independente de com quem ou onde eu esteja. Amo o Cado sim! Mas io e te somos um só.
Durante um abraço em que afirmamos e confirmamos sermos um, meu celular toca, não atendo, em seguida toca o fixo, atendo no Deck. Era o o Léo.
-Diga meu Rei! Qual é da night?
Sorri e disse.
-To fazendo uma prova.
O Grande sorriu e pediu o telefone. Sabia que mais uma ideia imoral tinha surgido na mente amoral do Grande. Passei o fone ainda ouvindo o Léo dizer.
-Que porra de prova do carai é uma hora dessas? Isso tá mais pra macumba que prova. kkkk
O Grande respondeu.
-Tá afim de dar uma força pra seus fratelli aqui.
-Só se for agora The Bigs. O que é que tu me pedi de pau duro que não respondo de pernas e boca aberta?kkkkk
- Vem agora, vai dormir aqui, já chega nu e de pau duro, deixa a roupa no elevador. Temos uma diligencia pra fechar esta noite.
-5 minutinhos e Léo delivery na área da Cobertura Puteiro do Bigs. E se não chegar quentinho pode devolver. Léozinho é mais garantido que boi de Manaus.
Desligou o telefone. No rosto do Grande um sorriso terno. Tanto eu como o Grande amamos o Léo, mas para o Grande o Léo é seu fratello caçula caçulinha.
-Tem como não se sentir premiado com amigo como o Léo? O muleke nem perguntou pra que quero ele. E pode apostar que vai chegar em cinco minutos, nu e de pau duro. Kkkkkkkkk ao menos vai nos dar uma aliviada na carga horaria de sua prova. Kkk
-Ele te ama Grandotte. Você é Rei pro Léo.
-Não! O Léo me ama como seu irmão mais velho, como o pai que ele não teve presente. O Lèo ama a vc, e se eu fosse você começava a dar mais valor a esse amor. Já viu o brilho nos olhos do Léo quando ele está contigo? Se lembra que quando você estava na clinica o Léo simplesmente se mudou para ficar com você? E nunca! Em nenhum momento ele questionou seus erros, ele simplesmente está lá toda vez que você precisa.
Ouvindo isso, percebendo isso, de forma tão palpável  comecei a cuidar mais do amor que o Léo me tinha e esse amor foi crescendo em mim também  e de melhor amigo ele se tornou meu companheiro, meu amor, um amor tão profundo como o que sinto pelo Grande.
Naquela noite e sempre os dois estavam por mim. Naquela noite um desfez promessas intimas de não mais se trocar por favores, o outro simplesmente se entregou sem nada perguntar, sem nada pedir. Será que alguém pode se sentir mais amado?
O Léo chegou conforme o pedido. Saiu do elevador privado de pau duro e na cara seu sorriso eterno, seu jeito muleke que prova que felicidade pode ser uma constante. O jeito safado do Léo é encantador. Todo leke de praia, taludão como diz o Grande. È o mais baixo da turma de grandes, tem apenas 1,75 mts, corpo grosso e forte, cheio de ginga e malemolência. Tem como residente fixo no quadril o próprio Capeta , deixa qualquer um maluco quando rebola e mexe o corpo como se  fosse feito de mola, apesar de ser todo toradinho. A coisa mais linda da Bahia é meu Léo sorrindo e mexendo seu corpo irradiando alegria, contagiando seu sorriso como um vírus. Tem uma capacidade de transformação absurda! Saímos do estagio em ternos sob medida e o leke tira  e põe o seu bermudão que fica preso quase na coxa, um boné virado  o faz o Skatista que todos abrem alas no Half Pipe, turmas rivais tem o Léo como intermediário  Sai da pista e entra no mar a fare Surf com a mesma desenvoltura. Apresenta novatos a veteranos e faz mal entendidos de praia virarem farras em Luais improvisados. Na praia da  barra é unanimidade entre as tribos, está em todas, dos maconheiros, dos esportistas, dos gays, dos coroas, dos gostosões. Na mesma noite que vai a um forró, passa num bar de Rock, visita uma rave, e dança numa country, sem esquecer da galera do Axé e do Arrocha. E nesse ritmo que é o brega da Bahia faz eu e o Grande darmos crises de risos nos ensinando as letras. O Léo sempre diz. Tenho essa de tribo não, tenho tempo pra ser uma coisa só não.  Eu sou de todas as  tribos e todas as tribos são minhas também.  Esse é meu Léo, meu amor, meu irmão mais novo.

Entrando ele diz.
-Léozinho na área. Só pra confirmar o pedido, Foi aqui que pediram Lekão de Corpo gostosim, quentim e pau durango.
-Confere.   Falamos eu e o Grande ao mesmo tempo.
-Ok.  Diz ai Bigs?   Meto rola onde?
O Grande apontou o prof amarrado na escada. E uma gargalhada safadissimao Léo  faz estrondar pelo salão.
-Demorô. Esse ai conheço, fui aluno dele semestre passado. Ahhh Muleke !! Vai tomar rolada até pedir menos! Xá comigo. Só paro quando o SAMU chegar, kkkkkkkkkkk
E meteu feito um doido.
Eram 6:00 da manhã quando o motorista levou o prof pra casa, pois não tinha condições de dirigir o próprio carro.
Enfim.
Semestre tranquilão! Fechadão. O Grande deu uma trip de prêmio para Costa Rica e o Léo veio junto comigo. Ele também tinha fechado tranquilo o semestre dele.
Beijão a todos. Não sou o Grandotte, mas espero que tenham curtido.

5 de abr. de 2013

Facebook

Galera fiz um face pra gente poder tc, como nos velhos tempos do Kut.
Quem tiver afim, manda convite.    Matteo Migliore  ,  me  cata lá e manda bala


ou   copia e linka

http://www.facebook.com/matteo.migliore.984

3 de abr. de 2013

Conto enviado por Leitor


O Sobrinho aprende rápido!

Olá pessoal, sou leitor asssiduo deste site, escrevo este conto lembrando de uma historia pra lá de tesuda que aconteceu comigo antes de estar com meu parceiro.
Tenho hoje 38 anos, na época do acontecido fazia um ano que havia me formado em Educação Física, trabalhava como personal trainner e instrutor numa academia, tinha então 23 anos. Sempre fui fissurado em esportes, faço musculação desde os 15 anos, tenho um corpo bem  definido que junto com minha altura me tornam bem atraente, sei disso pelos olhares que me são dirigidos.
Ganhando de forma que dava pra me bancar, aluguei um pequeno apartamento na Barra, Zona Oeste do Rio de Janeiro.  Seis meses depois, um sobrinho, filho do meu irmão mais velho, iria fazer uma prova do exercito e me pediu pouso, claro que atendi,  além de gostar muito dele, sou seu padrinho. No passado, era comigo que ele tirava suas duvidas sexuais de garoto. Já o tinha pego sem ele perceber, que numas ferias no sitio da família, ele me espionou umas duas vezes enquanto eu me banhava. Sempre pus isso na conta de sua curiosidade adolescente.
Uma semana depois, atendo o interfone e o mando subir. Ao abrir a porta fico impressionado com a mudança física dele, em 3 anos se tornou um belo homem. Corpo sarado, brancão, olhos castanhos muito claros, cabelos também claros, cortados a moda militar, rosto anguloso e braços muito fortes, apertados nas mangas de seu uniforme.  Usava uma calça justa e pude perceber coxas grossas que guardavam um considerável volume no meio delas, a bunda era um espetáculo a parte!
-Caraca Marcão, eu esperando meu sobrinho e vem um baita de um milico adulto. Vai parar de crescer não muleke? Ta do meu tamanho já, ou maior. Perdi o posto de grandão da família.
O convido a entrar, ele me abraça e beija carinhosamente. Me elogia a boa forma,(eu estava de sunga). Respondo sorrindo que é o trabalho e a praia. Mostro-lhe o pequeno apartamento e digo que ele ou pode dormir na minha cama comigo ou no sofá, que ficasse a sua escolha. Ele me pergunta se não iria incomodar,  respondo que quando vier com alguém o aviso, e que inclusive durante os quinze dias que ele fosse ficar essa seria nossa estrategia pra fuder, pois o ap é bem pequeno, ele sorri e me abraça de novo. Fico meio sem graça dessa vez, pois apesar de nossa intimidade de família nunca tinha prestado atenção nele como homem. E que homem!
Para deixa-lo a vontade digo que já pus uma toalha pra ele no banheiro e que ficasse a vontade na cozinha.   O Marco, esse é seu nome, vai ao meu quarto deixa a mochila e volta apenas de cueca, entra no banheiro, ouço a ducha, percebo que ele não fechou a porta. Vou a cozinha e ponho um lanche no microondas. A curiosidade me matava, estava louco para vê-lo nú por inteiro. Entro no banheiro com a desculpa de mijar.   O vejo através do blindex e fico deliciado com a visão daquele corpão de macho com uma frescura adolescente, imediatamente meu pau começou a responder. Abaixo o sungão e começo a mijar. Com surpresa o ouço falar.
-Caraca tio que rolão hein? Deve estar pegando todas!
Olho pra ele e o deixo perceber que o estou medindo de cima a baixo. Respondo.
-Deve ser genética de família, rsrsr Na verdade o seu é bem parecido, e mais grosso. Tu que deve tá arrombando muitas por ai, rsrsrs       E arrisco.  - E no quartel deve ter fudido uns rabos também né?
Ele sorri meio sem graça, mais confirmando que negando. Eu continuo.
-Relaxa Marco, normal isso, cara macho mesmo não perde oportunidade de uma boa foda seja com quer for.
-Tu já fudeu com homem tio?
-Sim e muito! Curto os dois.
Ai  ele confessa.
-Bem, não posso falar que foi uma foda, na verdade deixei alguns darem umas mamadas e comi uns rabos.
Pronto! Agora não faltava mais nada. Minha cabeça de repente se encheu de ideias sacanas. O que devia me inibir, que era nosso parentesco, na verdade estava me dando mais tesão ainda.
Ele reparou meu tesão.
-EEEEe o cara já tá ficando duro! KKKKKKKKK
-Sacanagem Marcão! Claro que tá ficando, só falar em putaria que o bicho responde.  Disse eu, sacudindo a rola e guardando na sunga.
Para não partir pra cima e talvez quebrar a cara, mudei de assunto.
-Bem! Termina o banho ai. Esquentei um rango pra tu, e eu também quero tomar uma ducha.
-Ok, tio. Me passa a toalha.
Ele abriu o blindex e pode ver sem empecilhos toda a beleza daquele corpo. Sem marcas de sunga, muito branco, tórax  definido dividido por uma linha de pelos que iam do meio dos peitos  até a virilha, o famoso caminho do pecado e do prazer.  Ombros largos, , braços perfeitos,  coxas e canelas  peludas, tudo isso combinando com sua altura de 1,90 e o rosto de uma beleza máscula e ao mesmo tempo quase infantil,  olhos que se destacam pela clareza e suavidade, boca muito vermelha.
Parecíamos um par de irmãos, por causa da altura e físico, apesar de eu ser moreno e sempre bronzeado de praia, cabelo encaracolados, olhos verdes e ele cabelo militar, pele alva. As cores que mais chamavam atenção por causa de seu pele, eram os pelos negros e lisos nas coxas e canelas e em volta do pau, no rosto a boca vermelha e marcante, tórax liso,apenas o bendito caminho de prazer! Mamilos grandes num peito forte e abdome que mostrava muito trabalho de academia e boa alimentação. Me surpreendi ao ver que ele  tava meia bomba. Brinquei.
-Ai safado! Tu também ficou duro?
-Estudando muito tio, sem uma boa foda a tempos.  Só pensar em sexo e fico assim. Quem sabe tiro o atraso aqui na cidade maravilhosa e experimento novidades?
Ouvindo essa ultima  e a  ´´só pensar em sexo`` achei que o leke era mais sacana que o tio, então ele estava pensando em sexo?  Tirei minha sunga e entrei. O safado não perdeu tempo de comentar .
-Eeita bundão branco! Que diferença tio sua cor de verdade! Mas que bundão hein? Com a seca que eu tô, melhor dormir de calças.
-Vai se fuder muleke! Rsrsr . Você que se atreva e te enrabo em seguida!       Brinquei deixando claro que se rolasse seria uma troca.
Rimos e guardamos o que dissemos.  Em seguida estava com ele na cozinha enquanto ele lanchava. Me atualizou sobre a família, seus planos pro futuro, eu  fiz o mesmo falando de minha vida na capital, do trabalho e dos planos para adiante.
O convidei para uma cerveja num quiosque na praia. Ele aceitou.  
Demos umas voltas no calcadão. Sentamos num quiosque pedimos umas cervejas, batemos mais papos, contamos piadas e com o passar das horas e das garrafas de cerveja, falamos de sexo. O papo foi pra lá de sacana. Ele passava a mão no pau que mostrava estar duro como eu. Tudo discretamente como se um não percebesse que o outro olhava.  Na quinta garrafa, já as 22 horas, eu disse que ia deitar, apesar de ser sexta feira, eu estava mesmo afim de ficar em casa e ver uns filmes. Disse que se ele quisesse ficar que ficasse a vontade e desse umas voltas nuns barzinhos  próximos. Ele respondeu.
-Não. O papo está ótimo não quero sair. Vamos levar umas latas e assistimos uns filmes.
Chegamos em casa, automaticamente tiro a roupa ficando só de cueca. Falei ao Marco que nunca estava vestido em casa e que ele não se incomodasse. Ele sorrindo responde que o sonho dele era ter o apê dele pra nunca por nem uma peça de roupa em casa. Tira toda a roupa ficando com uma cueca slip deliciosa, meio surrada, deixando a mostra o desenho de seu pau grosso.
Liguei o ar condicionado, fui a cozinha guardar as latas no freezer, voltei com duas nas mãos. O Marco procurava filmes na TV a cabo.
Quando voltei, o vi deitado todo esparramado no sofá. Ofereci a lata a ele. Deitou no outro lado do sofá, fiz o mesmo, enquanto agradecia ter escolhido na compra aquele imenso sofá estilo polinésio. Ele zapeava a tv e deixou num canal de sexo.
-Tá afim de ver uma putariazinha tio?
-Pode ser, mas acho que só vai deixar a gente mais tarado ainda. Kkkkkk
-Nada que uma bronha não resolva. Rsrsrsr
Assistindo o filme, viramos rapidamente duas latas de cerva. Pelo canto do olho via que ele estava com a mão dentro da cueca e alisava o pau. Fiz o mesmo para ver onde isso ia dar.
Ele fala.
-Tio, vc já fudeu mesmo com outros caras?
-Sim.
-E como foi?
-Muito bom, cheio de tesão, tem coisas que outro homem faz bem melhor. Sabe onde pegar, beijar, amassar.
-Sim, mas como foi?
-Você quer perguntar se dei ou comi?  Fiz tudo, prefiro ser ativo, mas se for uma foda que valha a pena, eu dou o rabo tambem, o importante Marcão é o cara ser macho como eu. Numa boa foda my friend,  vale o tesão,  ter e dar prazer.
Enquanto eu falava ele alisava o pau que de tão duro já mostrava a cabeça fora cueca. Eu tambem no mesmo estado. Dessa vez eu deixei ele ver que eu o olhava e ele mirou meu cacete que vibrava na cueca. Disse-
-Caraca tio! Legal! Me deu maior tesão! Vamos bater uma?
-kkkkkkkkkkkEu topo.
Antes de terminar  a resposta, ele já sacava o cacete que mostrava uma linda e perfeita cabeça bem vermelha e lustrosa. Tirei o meu tambem e o exibi na sua dureza.
Começamos uma leve bronha, eu sem parar de olhar o pau dele e ele o meu.
Lembrei que o cabo oferecia canal gay. Perguntei:
- Quer ver uns filmes gays? Tem um canal erotico gay. Ta afim de ver como é uma foda completa entre machos?
- Vamos sim! Como disse, eu só deixei chuparem e meti.
Pus no tal canal. Passava  uma foda entre dois  cowboys fortões.  Notei que o Marcão apertou seu pau com mais força e com a outra mão alisava o saco. 
Ficamos os dois batendo lentamente nossa bronha,. Ofereci a ele um gel, dizendo que ficaria mais gostoso. Ele aceitou. Quando ele ia passar no proprio pau, eu disse:
-Ai Marcão? Vamos fazer uma mão amiga?
-Que isso?
Eu bato em você e você em mim.
-Nunca peguei num cacete que não o meu.
-Tá na hora de experimentar, não foi vc que disse que veio experimentar novidades na capital.
-OK Demorô.rsrsrs 
-Então passa você o gel em meu pau!
Ele exitou por dois segundos. Seus olhos corriam entre meu pau e o dele.
 Levantei tirando a cueca e liberando o bicho que saltava feliz com a liberdade. De pé com as mãos na cintura e o cacete a poucos centímetros de seu rosto, segurei meu cacete e falei.
-Pega logo no cacete rapaz! Sem essa de quem é mais macho, vamos fazer o que tivermos vontade de fazer e morre aqui. Coisa de brother.
Ele sorriu de forma maliciosa e espalhou na mão um bom bocado de gel, cheirou sentindo o aroma de morango que desprendia do liquido gelatinoso. Falei com o tom de voz mais sacana que já usei,   que tinha sabor de fruta e que era comestível. Ele pegou no mastro. Senti uma corrente elétrica percorrer meu corpo. Muito tesuda a cena daquele macho gostoso me apertando o pau, com os olhos fixos nele, os dentes apertando os lábios vermelhos.  Soltei  um gemido grosso de prazer.  Falei que era deliciosa a sensação. Que  gosto que aperte com força. Pedi e senti sua força! Vi  os músculos de seus os braços se retesarem a cada aperto.  Puxei pra perto uma cadeira, me recostei no espaldar, minhas pernas tremiam!  Com a respiração acelerada falei-lhe.
-Vai dizendo o que está sentindo. Tá gostando de estar com o cacete do tio nas mãos?
Com os olhos fixos no meu pau o moleke respondeu.
-Sim tio, tá gostoso demais! Quente, duro e macio.
-Fica a vontade, aperta, passa a mão no saco, passa a mão onde quiser, meu corpo é seu, explore ele.
O Marco apertou meu cacete com as duas mãos, uma em cima da outra.  Em seguida, sem largar dele, com a outra mão sentiu meu saco depilado. Pressionou uma bola de cada vez, seguiu com a palma aberta minha cintura e premiu  minhas  nádegas. Como usava apenas uma mão, para apertar à outra nádega ele se aproximou mais de meu corpo e meu cacete tocou seu rosto. Senti com a glande sua barba nascendo. Eu louco por uma lambida, mas queria que fosse ele a tomar atitude. Deixava correr solto enquanto ele falava o que sentia a cada aperto e descoberta de suas mãos em meu corpo.
Marco:
- Bunda dura, firme, gostosa! Coxas deliciosas! Gostei do saco depilado e das bolas grandes. Ah! Seu pau é babão como o meu!
Pediu que eu afastasse as pernas. Seus dedos começaram a explorar depois do saco, passando e pressionando com toques suaves o espaço entre a bolsa e o anus. Lentamente ele procurava pelo cu. Encontrou. Rodeava com a ponta dedo a entrada. Vi um pulo de seu pau e umas gotas de pré gozo lhe melar a cabeça da rola, quando descobriu que também ali não havia pelos. Lambendo o lábio superior disse-me.
-Tesão tio! Rabo lisinho. Posso meter o dedo?
-Pode tudo! Mas lembra de retribuir cada agrado que receber.
Eu estava a ponto de perder o controle, tamanho o tesão. Meu sobrinho, um belo macho, um dedo me massageando o cu,  mão apertando meu pau, boca ameaçando engolir.
Então ele deixou de ameaças, passou a língua em volta da glande. Dava uma volta completa e e de baixo me olhava com a cara mais safada do mundo. Começou lentamente a enfiar a cabeça na boca. Senti sua inexperencia a principio, mas com o tesão que sentia, com o cheiro de nosso desejo já se espalhando pelo apartamento, eu não me importava, ao contrario, aproveitei para com voz firme e gentil, lhe ditar o que fazer e mostrar minha satisfação.
-Isso meu sobrinho tesudo! Vai lambendo a cabeça do caralho do Tio! Sente o gosto de macho. Não! Não desperdiça a baba! Passa essa língua quente e experimenta! Tá curtindo?
-Sim tio, nunca pensei que fosse assim.
-Assim como? Diz pra mim.
-Que fosse tão tesão assim estar com um cacete na mão, sentindo o gosto dele na boca.
Pus minha mão na sua cabeça.
-Agora vai engolindo bem devagar.
Ele engoliu até a metade.
-Vai mais! Quero ele babado, vou fuder sua boca virgem de pau!
-Consigo não cara! Essa porra é grossa!
Firmei minhas duas mãos nas laterais de seu rosto.
-Grosso sim! E vc como bom putinho do tio vai babar nele, engolir até engasgar!
Forcei sua cabeça devagar até sentir que ele não aguentaria mais, até sentir a força de sua cabeça tentando tirar para respirar. Dei um tempo e forcei de novo. Na quinta vez ele já engolia mais, babava muito e não forçava para tirar, ao contrario, uma volúpia se apoderou dele que soltou o cacete, deixando entrar mais livre e se apoiou nas minhas coxas apertando forte.
Eu falava putarias.
-Isso meu putinho gostoso! È assim que um macho mama uma rola! Com vontade!
Não aguentando mais, o levantei pelos braços e apertei sua boca na minha sentindo o gosto de meu pau, o cacete pulsante dele lutando com o meu pelo mesmo espaço.
Fiz que deitasse no chão e me juntei a ele. Estava por cima e beijava-o com intensidade. Senti que estávamos os dois nos melando com o pré-gozo meu e dele. Apertando o pau dele, brinquei:
-Pau babão igual o do tio. Rsrsrsr
Beijando todo o seu torso forte, branco, forte que exalava um delicioso perfume de sabonete, suor e tesão. Segui o caminho de pelos que leva a virilha. Abri as pernas dele. Fiquei de joelhos um instante admirando aquele moleque gostoso todo relaxado e totalmente a minha disposição. Ele estava de olhos fechados esperando meu próximo movimento.
-Abra os olhos Marcão! Quero ver o desejo neles. Agora é minha vez de mostrar o que faço com a boca e de vc me ensinar como gosta.
De novo me joguei sobre seu corpo. Agora prendia suas mãos acima da cabeça. Beijei o rosto, a boca, os olhos, orelhas e levantei o rosto a olhar seus olhos. Sem deixar de fixa-lo esfregava meu corpo no dele, com meu peso completamente solto e distribuído sobre o Marco que me mirando arfava e sorria com o canto dos lábios entre gemidos baixos e roucos. Repeti a descida com a boca em cada milimetro de pele. Braços, axilas, mamilos, lateral do tórax, língua no umbigo raso. Chegando a virilha, afastei mais ainda suas pernas e rocei com a língua dando mordidas suaves onde apenas raspava os dentes ao redor do sexo. Apenas minhas orelhas e bochechas chegavam a encostar no pau que duro como pedra apontava o teto. Um tempo mantive-me assim até senti-lo desesperado para que minha boca alcançasse o sexo. Primeiro lambi e engoli cada uma das bolas peludas, antes de subir, me deliciei na base do mastro, iniciando a subida sem toca-lo, apenas deixando minha língua aprender cada pedaçinho do delicioso nervo, cada veia que com outras eram o mapa do paraíso de prazeres. Perguntava se ele estava gostando e o que eu poderia fazer. Ele respondia que fizesse como quisesse. E pulsava, dava pinotes, chegava a empinar a pélvis. Finalmente quando cheguei a glande, o meu sobrinho descontrolado me empurrou a cabeça metendo o que pode da vara em minha boca chegando a garganta. Não reclamei, senti que babava muito e quanto mais eu babava mais fácil ele entrava. Claro que não foi todo, mas por pouco não chego ao fim.
-Caralho tio! Isso que é uma mamada! A melhor da minha vida! É um safado mamador de rola mesmo!
Soltou minha cabeça.
-Mostra pro seu sobrinho macho o que mais faz! Boca tesuda!
Essas palavras me deixaram mais tarado ainda.Eu o mamava, sugando as vezes com força, as vezes bem leve. Não sei quanto tempo fiquei assim, um tempo que me pareceu uma deliciosa eternidade. Suas mãos agora buscavam minhas pernas. Entendi que era um 69 seu desejo. Fiquei de 4 em cima dele e meti rola na garganta do rapaz e engolia a dele. Fudiamos um a boca do outro.
Meus joelhos já doíam quando mudamos a posição ficando lado a lado. Minutos passaram e o pau do Marco crescia na minha boca. Minha cabeça foi empurrada para engolir o máximo. E muitos jatos de porra eram-me presenteados. Quentes, grossos e numa quantidade imensa. O corpo retesado e tremulo do Marco não parava de gozar. Mesmo gozando não tirava o meu pau da boca, sugava forte, quase provocando dor.
Terminou de gozar e puxou meu rosto junto ao seu me fazendo abrir a boca e mostrar seu esperma na minha boca inundada.
-Engole!  Quero ver o tio engolindo tudo.   
Assim fiz. Ganhei um beijo e dividi com ele o restinho que ainda sobrava. Deixei-o descansar um pouco. Minha cabeça em seu peito enquanto este subia e descia cada vez mais lentamente.
-Você gozou tio?
-Não! Vou gozar agora.
Sentei no sofá abrindo as pernas. De pau em riste e babando.
-Vem! Cai de boca e mama até tirar leite!
De 4 ele veio. Caindo de boca, com vontade. Agora parecia um mestre. Fazia-me contorcer de prazer. Apertei sua cabeça entre minhas coxas e gozei um gozo longo e farto em sua boca.
Terminado. Nos encaramos, sorrimos. Juntos e abracados, descansamos no tapete.
Feliz! Eu ouvi ele dizer.
-Quero mais!


Continua.......
Se curtirem.